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	<title>Arquivos políticas públicas - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos políticas públicas - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Como a Administração Pública brasileira fortalece a democracia por meio da inclusão social</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/administracao-publica-brasileira-inclusao-social-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 11:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Administração Pública brasileira e inclusão social em reunião de conselho de políticas públicas com participação da sociedade" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A democracia depende de instituições públicas fortes, confiáveis e capazes de responder às demandas da sociedade. No Brasil, esse desafio sempre esteve ligado à desigualdade social e à dificuldade histórica de garantir serviços públicos de qualidade para toda a população. Por isso, desde a redemocratização, a Administração Pública passou a investir em políticas que ampliam [&#8230;]</p>
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<p>Um estudo sobre o tema foi publicado na revista acadêmica Public Administration Review, uma das mais relevantes da área no mundo. Os autores são os professores Evan Berman, Eduardo Grin, Gabriela Lotta, Fernando Abrucio e Lauro Gonzalez, da FGV EAESP, em parceria com os alunos Maira Gabriela Santos de Souza, Yasmim Marques de Melo e Jaedson Gomes dos Santos. A pesquisa analisa a trajetória da Administração Pública brasileira desde 1988, combinando revisão de estudos anteriores, análise institucional e exemplos concretos de políticas públicas.</p>
<h1>Administração Pública brasileira e inclusão social</h1>
<p>Os resultados mostram que a Administração Pública do Brasil adotou um conjunto de inovações que ajudaram a fortalecer a governança democrática. Entre elas, destacam-se os conselhos de políticas públicas, que reúnem governo e sociedade civil para deliberar, monitorar e fiscalizar políticas. Sendo assim, esses espaços ampliaram a voz dos cidadãos e aumentaram a transparência das decisões públicas.</p>
<p>Além disso, órgãos de controle ganharam mais autonomia e poder de atuação, inclusive com capacidade de aplicar sanções. Como consequência, houve avanço na responsabilização do uso dos recursos públicos. Paralelamente, a descentralização concedeu mais autonomia administrativa e financeira aos municípios. Isso permitiu respostas mais rápidas às demandas locais e estimulou a inovação em políticas públicas.</p>
<p>Outro ponto central é o investimento em programas de garantia de renda, que se tornaram referência internacional no combate à pobreza, como o Bolsa Família. Esses programas mostraram que a coordenação entre diferentes níveis de governo pode gerar resultados concretos na redução das desigualdades. Ao mesmo tempo, a profissionalização do serviço público, com concursos públicos e regras mais claras, contribuiu para aumentar a confiança da população e melhorar a entrega de serviços essenciais.</p>
<h2>Desafios e futuros passos</h2>
<p>A pesquisa também reconhece limites importantes. A Administração Pública brasileira ainda convive com burocracias rígidas, excesso de regras e desigualdade de capacidades entre órgãos. Por isso, surgem as chamadas “ilhas de excelência”, setores que funcionam bem mesmo em um ambiente desafiador. Esses exemplos mostram que é possível inovar, embora ainda falte uma abordagem mais integrada.</p>
<p>Por fim, o estudo conclui que a Administração Pública brasileira deu contribuições relevantes para o fortalecimento da democracia ao apostar na inclusão social, na participação cidadã e na profissionalização do Estado. No entanto, os autores destacam que o próximo passo envolve fortalecer a liderança dos gestores públicos e melhorar a gestão de desempenho. Assim, será possível ampliar resultados em áreas críticas como educação, segurança e crescimento econômico, mantendo o apoio e a confiança da sociedade nas instituições democráticas.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1111/puar.70045">o artigo na íntegra.   </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<item>
		<title>O Poder dos Municípios: Como funciona o lobby municipal no Brasil?</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/o-poder-dos-municipios-lobby-brasilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 11:38:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_1373540249-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_1373540249-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_1373540249-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_1373540249-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_1373540249-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Você já parou para pensar como as necessidades da sua cidade chegam até as altas esferas do poder em Brasília? Frequentemente, imaginamos que o lobby é uma atividade exclusiva de grandes empresas. No entanto, os municípios também se organizam para defender seus interesses junto ao governo federal. Essa prática, que define o lobby municipal no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_1373540249-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_1373540249-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_1373540249-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_1373540249-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_1373540249-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Você já parou para pensar como as necessidades da sua cidade chegam até as altas esferas do poder em Brasília? Frequentemente, imaginamos que o lobby é uma atividade exclusiva de grandes empresas. No entanto, os municípios também se organizam para defender seus interesses junto ao governo federal. Essa prática, que define o lobby municipal no Brasil, é fundamental para garantir recursos e a criação de políticas públicas que realmente atendam às demandas locais, desde a saúde e educação até o saneamento básico. Assim, entender como essa dinâmica funciona é essencial para compreendermos a política brasileira.</p>
<p>A pesquisa que baseia este texto analisou a fundo a atuação de duas das mais importantes associações de municípios do Brasil. São elas a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e a Confederação Nacional de Municípios (CNM). O estudo, conduzido pelo pesquisador da FGV EAESP, Eduardo Grin, e publicado na revista Opinião Pública, investigou o período de 2001 a 2018. Para isso, o autor utilizou uma metodologia robusta que incluiu a análise de documentos, notícias de jornais, entrevistas com líderes das associações e até mesmo uma pesquisa online com diversas prefeituras. Portanto, os resultados oferecem um panorama detalhado e confiável sobre o tema.</p>
<h1>Contexto Econômico e Político: O Motor das Demandas do lobby municipal do Brasil</h1>
<p>Um dos principais achados da pesquisa é que o cenário político e econômico do país influencia diretamente as pautas que os municípios levam a Brasília. Em tempos de crise econômica, por exemplo, as associações intensificam o lobby por mais recursos financeiros e auxílio federal. Por outro lado, quando novas políticas são propostas pelo governo federal, como a Lei de Responsabilidade Fiscal, os municípios se mobilizam para garantir que suas realidades sejam consideradas, buscando proteger suas finanças e autonomia. Consequentemente, a agenda de lobby é dinâmica e se adapta constantemente às ameaças e oportunidades que surgem.</p>
<p>Além disso, o estudo revelou que nem sempre há consenso perfeito entre o que os líderes das associações defendem e as prioridades de cada cidade. A pesquisa aponta que, na CNM, que representa um número muito maior de municípios, especialmente os menores, há uma unidade interna maior em torno de pautas comuns. Já na FNP, que congrega as grandes cidades e capitais, as divergências podem ser mais frequentes, pois municípios maiores muitas vezes têm capacidade e preferem negociar diretamente com o governo, sem intermediários. Desse modo, a heterogeneidade das cidades é um fator que desafia a construção de uma agenda unificada.</p>
<h2>Canais de Diálogo: A Importância da Negociação Direta</h2>
<p>Outro ponto crucial foi a análise do Comitê de Articulação Federativa (CAF), uma arena institucional criada para facilitar o diálogo entre governo federal e municípios. A pesquisa concluiu que esse tipo de espaço é muito útil e eficaz para o lobby, mas apenas enquanto gera benefícios concretos para as cidades. Com o tempo, o CAF foi perdendo sua força e relevância, o que levou as associações a voltarem a praticar o lobby bilateral. Ou seja, negociando diretamente com os órgãos do governo. Em resumo, a pesquisa mostra que o lobby municipal é uma ferramenta política poderosa e complexa, moldada por crises, interesses diversos e pela busca constante por canais de diálogo eficientes com o poder central.</p>
<p>Leia <a href="http://doi.org/10.1590/1807-0191202531109">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<item>
		<title>Cozinhas solidárias ajudam a combater a fome e promovem inclusão nas periferias urbanas</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/cozinhas-solidarias-ajudam-a-combater-a-fome-e-promovem-inclusao-nas-periferias-urbanas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 11:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/cozinha-solidaria-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/cozinha-solidaria-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/cozinha-solidaria-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/cozinha-solidaria-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A fome nas cidades brasileiras não é causada pela falta de alimentos, mas sim pela má distribuição e pelo difícil acesso da população de baixa renda. A insegurança alimentar afeta mais de 80 milhões de pessoas no Brasil, segundo dados do IBGE (2020). Nesse contexto, surgem as cozinhas solidárias, uma resposta direta e coletiva para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/cozinha-solidaria-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/cozinha-solidaria-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/cozinha-solidaria-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/cozinha-solidaria-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A fome nas cidades brasileiras não é causada pela falta de alimentos, mas sim pela má distribuição e pelo difícil acesso da população de baixa renda. A insegurança alimentar afeta mais de 80 milhões de pessoas no Brasil, segundo dados do IBGE (2020). Nesse contexto, surgem as cozinhas solidárias, uma resposta direta e coletiva para garantir refeições dignas a quem mais precisa. Ou seja, mulheres chefes de família, crianças e moradores das periferias.</p>
<p>Um estudo foi realizado por Luciana Marques Vieira, pesquisadora e professora da FGV EAESP e Fabiano Jorge Soares, doutorando e pesquisador do FGV Analytics e FGV CEAPG, em coautoria com Wagner Cerqueira Nunes, Nicole Martins Bezerra e Carolyne Mendes Espírito Santo, e publicado na revista Cadernos Gestão Pública e Cidadania utilizando análise documental e revisão de literatura. O objetivo foi analisar a relevância das cozinhas solidárias no combate à insegurança alimentar nos centros urbanos brasileiros.</p>
<p>Sendo assim, os pesquisadores utilizaram dados oficiais do IBGE e da Rede Penssan, além da legislação que institucionalizou o Programa Nacional Cozinha Solidária (PNCS) — Lei nº 14.628/2023 e Decreto nº 11.937/2024. Além disso, a pesquisa estudou experiências práticas de cozinhas implantadas durante a pandemia, com destaque para o trabalho do MTST em várias regiões do país.</p>
<h1>Mais do que refeições: inclusão, capacitação e justiça social</h1>
<p>As cozinhas solidárias oferecem refeições gratuitas ou a preços simbólicos para famílias em situação de vulnerabilidade. Porém, seu papel vai além disso, funcionando também como centros de formação comunitária, redes de solidariedade e valorização do trabalho local. Elas contam com o apoio de agricultores familiares, doações voluntárias e o esforço diário de cozinheiras e moradores das comunidades.</p>
<p>Desde 2021, essas cozinhas distribuíram mais de 2,3 milhões de refeições no Brasil, mesmo enfrentando desafios como falta de recursos estáveis e descontinuidade de políticas públicas. Em 2024, existiam 48 cozinhas solidárias ativas, com estrutura limitada, mas grande impacto social.</p>
<h2>Cozinhas solidárias como política estratégica para o Brasil</h2>
<p>A pesquisa mostra que as cozinhas solidárias são tecnologias sociais replicáveis, desenvolvidas com participação da comunidade, que promovem soluções reais para o combate à fome. Além disso, incentivam práticas sustentáveis para a redução do desperdício, como o aproveitamento de alimentos próximos ao vencimento ou fora do padrão estético do comércio.</p>
<p>Portanto, para que esse modelo se torne sustentável em larga escala, o estudo recomenda:</p>
<ul>
<li>Expansão do PNCS com recursos contínuos;</li>
<li>Parcerias com pequenos produtores e bancos de alimentos;</li>
<li>Infraestrutura adequada nas regiões mais afetadas pela fome (Norte e Nordeste);</li>
<li>Integração com programas como o PAA (Programa de Aquisição de Alimentos).</li>
</ul>
<p>Ao mostrar que é possível garantir alimentação digna com articulação comunitária e apoio governamental, o estudo reforça a importância das cozinhas solidárias como política pública de segurança alimentar e justiça social. Por fim, mais do que uma resposta emergencial, elas representam um modelo de transformação local com impacto nacional. São um passo concreto para um Brasil sem fome.</p>
<p>Leia <a href="https://periodicos.fgv.br/cgpc/article/view/92673">o artigo na integra.</a></p>
<p>Crédito fotografia: Roberta Aline/ Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).</p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Professora Gabriela Lotta conquista três prêmios por pesquisas em Administração Pública</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/noticias-internas/gabriela-lotta-conquista-tres-premios-por-pesquisas-em-administracao-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 11:46:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias internas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/Blog-Impacto-topo_gabriela-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/Blog-Impacto-topo_gabriela-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/Blog-Impacto-topo_gabriela-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/Blog-Impacto-topo_gabriela-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A professora Gabriela Lotta, docente e pesquisadora da FGV EAESP, foi recentemente reconhecida com três importantes premiações internacionais por sua produção acadêmica na área de Administração Pública. Os prêmios destacam não apenas a qualidade e relevância científica de seus trabalhos, mas também o impacto formativo de sua atuação como orientadora de jovens pesquisadores da instituição. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/noticias-internas/gabriela-lotta-conquista-tres-premios-por-pesquisas-em-administracao-publica/">Professora Gabriela Lotta conquista três prêmios por pesquisas em Administração Pública</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/Blog-Impacto-topo_gabriela-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/Blog-Impacto-topo_gabriela-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/Blog-Impacto-topo_gabriela-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/Blog-Impacto-topo_gabriela-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p class="xmsonormal"><span style="font-size: 11.0pt;">A professora <a href="https://eaesp.fgv.br/pessoa/gabriela-spanghero-lotta">Gabriela Lotta</a>, docente e pesquisadora da FGV EAESP, foi recentemente reconhecida com <b>três importantes premiações internacionais</b> por sua produção acadêmica na área de Administração Pública. Os prêmios destacam não apenas a qualidade e relevância científica de seus trabalhos, mas também o impacto formativo de sua atuação como orientadora de jovens pesquisadores da instituição.</span></p>
<p class="xmsonormal"><b><span style="font-size: 11.0pt;">Destaques das premiações:</span></b></p>
<p class="xmsonormal"><b><span style="font-size: 11.0pt;">1. Melhor Artigo da American Political Science Association (APSA)</span></b><span style="font-size: 11.0pt;"><br />
O artigo <i><a href="https://nam10.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fonlinelibrary.wiley.com%2Fdoi%2Fabs%2F10.1111%2Fpsj.12536&amp;data=05%7C02%7CGisele.Gaia%40fgv.br%7Ce31ec2e2a2544039764b08ddd460e308%7C79f6b639ab1242808077bdbeef869b33%7C0%7C0%7C638900234788049571%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJFbXB0eU1hcGkiOnRydWUsIlYiOiIwLjAuMDAwMCIsIlAiOiJXaW4zMiIsIkFOIjoiTWFpbCIsIldUIjoyfQ%3D%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;sdata=poZ7478jwH5q7inLsqf8EqjLBGyLcdxrlw8rOP54oHU%3D&amp;reserved=0">“Are bureaucrats&#8217; interactions with politicians linked to the bureaucrats&#8217; policy entrepreneurship tendencies?”</a></i>, publicado no <i>Policy Studies Journal</i> (ABS 3), foi premiado como o melhor artigo do ano pela APSA. O trabalho é fruto de uma colaboração entre Gabriela Lotta e Mariana Costa Silveira, à época doutoranda na FGV EAESP e hoje professora universitária. O estudo investiga como as interações entre burocratas e políticos influenciam o comportamento empreendedor dos burocratas na formulação de políticas públicas.</span></p>
<p class="xmsonormal"><b><span style="font-size: 11.0pt;">2. Menção Honrosa na Academy of Management (AoM)</span></b><span style="font-size: 11.0pt;"><br />
O artigo <i><a href="https://nam10.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Facademic.oup.com%2Fjpart%2Farticle%2F34%2F4%2F481%2F7656772%3Flogin%3Dfalse&amp;data=05%7C02%7CGisele.Gaia%40fgv.br%7Ce31ec2e2a2544039764b08ddd460e308%7C79f6b639ab1242808077bdbeef869b33%7C0%7C0%7C638900234788063040%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJFbXB0eU1hcGkiOnRydWUsIlYiOiIwLjAuMDAwMCIsIlAiOiJXaW4zMiIsIkFOIjoiTWFpbCIsIldUIjoyfQ%3D%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;sdata=6YZA15z2Uk%2F3zBFQ6Mi8gR8UCU2sLP7bOVlvTF%2BdfP8%3D&amp;reserved=0">“Burdens, bribes, and bureaucrats: the political economy of petty corruption and administrative burdens”</a></i>, publicado no <i>Journal of Public Administration Research and Theory (JPART)</i> (ABS 4), recebeu menção honrosa de melhor artigo na divisão de Administração Pública da AoM. A pesquisa analisa como sobrecargas administrativas e práticas de corrupção de pequena escala afetam o funcionamento da burocracia, com implicações diretas para o desenho e a eficácia das políticas públicas.</span></p>
<p class="xmsonormal"><b><span style="font-size: 11.0pt;">3. Prêmio Camila Stivers da Public Management Research Association (PMRA)</span></b><span style="font-size: 11.0pt;"><br />
O artigo <i><a href="https://nam10.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Facademic.oup.com%2Fppmg%2Farticle-abstract%2F7%2F1-2%2F13%2F7272979%3FredirectedFrom%3Dfulltext&amp;data=05%7C02%7CGisele.Gaia%40fgv.br%7Ce31ec2e2a2544039764b08ddd460e308%7C79f6b639ab1242808077bdbeef869b33%7C0%7C0%7C638900234788076427%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJFbXB0eU1hcGkiOnRydWUsIlYiOiIwLjAuMDAwMCIsIlAiOiJXaW4zMiIsIkFOIjoiTWFpbCIsIldUIjoyfQ%3D%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;sdata=0wz69hyVb3IbE89KuMVDX3eZYRPNvzjkuaDoy0%2BkfDg%3D&amp;reserved=0">“The procedural politicking tug of war: Law-Versus-Management disputes in contexts of democratic backsliding”</a></i>, publicado no <i>Perspectives on Public Management and Governance</i> (ABS 2), foi agraciado com o <b>Prêmio Camila Stivers de Melhor Artigo</b>. O trabalho foi desenvolvido em coautoria com duas doutorandas e dois mestrandos da FGV EAESP, e analisa disputas burocráticas entre legalismo e gestão em contextos de erosão democrática.</span></p>
<p class="xmsonormal"><span style="font-size: 11.0pt;"> </span><span style="font-size: 11.0pt;">Parabéns a profa. Gabriela Lotta e seus coautores pela importantíssima conquista e pelo impacto significativo da pesquisa no campo da administração pública!</span></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/noticias-internas/gabriela-lotta-conquista-tres-premios-por-pesquisas-em-administracao-publica/">Professora Gabriela Lotta conquista três prêmios por pesquisas em Administração Pública</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Renegociar contratos com foco na sustentabilidade pode gerar mais que benefícios ambientais</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/renegociar-contratos-com-foco-na-sustentabilidade-pode-gerar-mais-que-beneficios-ambientais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 11:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[contratação verde]]></category>
		<category><![CDATA[contratos públicos]]></category>
		<category><![CDATA[cooperação]]></category>
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		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[renegociação]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A contratação pública representa mais de 12% do PIB mundial e, além de movimentar bilhões, tem o potencial de influenciar práticas sustentáveis em escala. Uma nova pesquisa mostra que renegociar contratos públicos com foco em sustentabilidade não só gera impactos ambientais positivos como também reduz conflitos e custos ao longo da execução dos contratos. Isso [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/renegociar-contratos-com-foco-na-sustentabilidade-pode-gerar-mais-que-beneficios-ambientais/">Renegociar contratos com foco na sustentabilidade pode gerar mais que benefícios ambientais</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A contratação pública representa mais de 12% do PIB mundial e, além de movimentar bilhões, tem o potencial de influenciar práticas sustentáveis em escala. Uma nova pesquisa mostra que renegociar contratos públicos com foco em sustentabilidade não só gera impactos ambientais positivos como também reduz conflitos e custos ao longo da execução dos contratos. Isso contraria a percepção comum de que renegociar contratos seria sinônimo de má gestão ou aumento de gastos.</p>
<p>O estudo analisou mais de 80 mil modificações em contratos públicos de países da União Europeia entre 2016 e 2021. Os dados vieram do sistema oficial da UE, o Tenders Electronic Daily (TED). O foco foi entender o motivo das renegociações, o tom das interações (mais cooperativas ou conflituosas) e o impacto nos valores dos contratos.</p>
<p>A pesquisa é assinada por Fernando Deodato (FGV EAESP), Carolyn Heinrich, Stéphane Saussier e Mehdi Shiva. Os pesquisadores publicaram na International Journal of Commerce and Contracting e recebeu o prêmio de Melhor Artigo do Ano.</p>
<p>Um dos principais achados foi que as renegociações motivadas por objetivos sustentáveis — como inclusão de critérios ambientais ou sociais — estão ligadas a relações mais cooperativas entre as partes. Em outras palavras, quando os contratos são ajustados para incluir preocupações sustentáveis, o processo tende a ser mais amigável e produtivo.</p>
<h1>Renegociar contratos não é sinônimo de problema — pode ser solução</h1>
<p>Além disso, o estudo não encontrou evidências de que essas renegociações aumentem os custos dos contratos, o que rebate o medo comum de que ações, mesmo que em nome da sustentabilidade, tragam prejuízos ou sejam uma forma de disfarçar má gestão.</p>
<p>O trabalho mostra que renegociar contratos pode ser uma ferramenta legítima para adaptar acordos às exigências atuais de sustentabilidade, especialmente quando há abertura para o diálogo entre governos e empresas. A análise de sentimento aplicada nos dados identificou que renegociações sustentáveis têm maior chance de serem positivas, com menos sinais de conflito.</p>
<h2>O que isso muda na prática?</h2>
<p>As conclusões sugerem que políticas públicas devem olhar para além da fase inicial de contratação. É fundamental acompanhar e adaptar os contratos ao longo da execução, promovendo ajustes sustentáveis quando necessário. Além disso, o estudo também reforça a importância de critérios de julgamento que vão além do menor preço, priorizando propostas com maior valor social ou ambiental.</p>
<p>Apesar dos benefícios identificados, os autores alertam que práticas sustentáveis devem ser reais e monitoradas. Alegações falsas de sustentabilidade — o chamado greenwashing — ainda são um risco. Por isso, a transparência e a clareza dos objetivos sustentáveis nas renegociações são essenciais.</p>
<p>Por fim, a pesquisa amplia o entendimento sobre o papel da contratação pública na agenda sustentável. Mostra que renegociar contratos com esse foco pode, sim, trazer ganhos ambientais e econômicos, ao mesmo tempo que melhora a relação entre as partes envolvidas. Isso abre caminho para que políticas públicas usem a execução contratual como uma ferramenta estratégica de impacto positivo.</p>
<p>Leia <a href="https://journals.sagepub.com/doi/epub/10.1177/20555636231222171">o artigo na integra</a>.</p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Corrupção: Entenda as Abordagens Teóricas e Estratégias de Controle</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/corrupcao-entenda-as-abordagens-teoricas-e-estrategias-de-controle/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 11:32:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[controle da corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[teorias da corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[transparência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/hands-passing-money-table-corruption-bribery-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/hands-passing-money-table-corruption-bribery-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/hands-passing-money-table-corruption-bribery-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/hands-passing-money-table-corruption-bribery-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/hands-passing-money-table-corruption-bribery-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A corrupção é um dos principais desafios enfrentados por governos e sociedades ao redor do mundo. Trata-se de um fenômeno que compromete a confiança nas instituições, prejudica o desenvolvimento econômico e afeta diretamente a vida da população. De acordo com um relatório da Open Society, a corrupção é a maior preocupação social em muitos países, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/hands-passing-money-table-corruption-bribery-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/hands-passing-money-table-corruption-bribery-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/hands-passing-money-table-corruption-bribery-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/hands-passing-money-table-corruption-bribery-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/hands-passing-money-table-corruption-bribery-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A corrupção é um dos principais desafios enfrentados por governos e sociedades ao redor do mundo. Trata-se de um fenômeno que compromete a confiança nas instituições, prejudica o desenvolvimento econômico e afeta diretamente a vida da população. De acordo com um relatório da Open Society, a corrupção é a maior preocupação social em muitos países, superando problemas como mudanças climáticas e pobreza. No entanto, combater esse problema não é simples, pois suas causas são diversas e envolvem fatores individuais, institucionais e culturais.</p>
<p>O estudo &#8220;Corrupção: Uma Breve Revisão da Abordagem Teórica&#8221;, publicado na Beijing Law Review pelos professores Marco Antonio Carvalho Teixeira e Mário Spinelli, da FGV EAESP, apresenta uma revisão teórica sobre o tema. A pesquisa explora diferentes abordagens para entender a corrupção e discute estratégias para seu controle.</p>
<h1>Abordagens Teóricas sobre a Corrupção</h1>
<p>Desse modo, os pesquisadores destacam duas principais abordagens para entender a corrupção:</p>
<ul>
<li>Perspectiva Personalista: Foca no comportamento individual dos agentes que praticam corrupção. A teoria da escolha racional, por exemplo, sugere que um indivíduo pesa os custos e benefícios antes de cometer um ato corrupto. Outros fatores, como pressão social e oportunidades, também influenciam essa decisão.</li>
<li>Perspectiva Institucional: Examina as condições estruturais que facilitam ou dificultam a corrupção, com base nas regras formais estabelecidas e no cenário institucional.</li>
</ul>
<p>Portanto, estudos apontam que a corrupção reduz investimentos, dificulta o crescimento econômico e distorce a alocação de recursos públicos. Além disso, em democracias frágeis, pode gerar desconfiança na política e fortalecer regimes autocráticos. Quando a corrupção se torna sistêmica, a população perde a crença na capacidade do Estado de promover o bem comum.</p>
<p>Sendo assim, para combater a corrupção, é necessário adotar medidas em diferentes níveis:</p>
<ol>
<li>Controle da Discricionariedade: Quanto menos margem para decisões arbitrárias, menor o risco de práticas corruptas.</li>
<li>Aumento da Transparência: Disponibilizar informações públicas sobre gastos e decisões governamentais aumenta a fiscalização social.</li>
<li>Fortalecimento das Instituições: Sistemas judiciais e órgãos de controle independentes garantem que práticas corruptas sejam investigadas e punidas.</li>
<li>Mudança Cultural: Educação e promoção de valores éticos ajudam a construir uma sociedade menos tolerante à corrupção.</li>
</ol>
<p>Por fim, o estudo reforça que a corrupção é um problema complexo e multicausal, exigindo soluções que envolvam tanto mudanças institucionais quanto transformações culturais. Além de medidas punitivas, é fundamental investir na promoção da transparência e da participação cidadã para reduzir sua incidência e fortalecer a democracia.</p>
<p>Leia <a href="https://www.scirp.org/journal/paperinformation?paperid=133719">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/corrupcao-entenda-as-abordagens-teoricas-e-estrategias-de-controle/">Corrupção: Entenda as Abordagens Teóricas e Estratégias de Controle</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<item>
		<title>#Podcast Impacto: Economia Solidária no Brasil: trajetória e evolução</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/podcast/podcast-impacto-economia-solidaria-no-brasil-trajetoria-e-evolucao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 11:37:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[CMCDAPG]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativismo]]></category>
		<category><![CDATA[economia solidária]]></category>
		<category><![CDATA[ES]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=3669</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-Impacto-1-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-Impacto-1-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-Impacto-1-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-Impacto-1-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O Podcast Impacto recebeu Raquel Sobral Nonato, ela concluiu o doutorado em Administração Pública e Governo na FGV EAESP e foi pesquisadora visitante na HEC Montreal como bolsista Capes-Print. Raquel recebeu menção honrosa por sua tese que investigou a trajetória e evolução da Economia Solidária sob três principais aspectos: discurso, movimento social e ação pública [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/podcast/podcast-impacto-economia-solidaria-no-brasil-trajetoria-e-evolucao/">#Podcast Impacto: Economia Solidária no Brasil: trajetória e evolução</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-Impacto-1-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-Impacto-1-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-Impacto-1-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-Impacto-1-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O Podcast Impacto recebeu Raquel Sobral Nonato, ela concluiu o doutorado em Administração Pública e Governo na <a href="https://eaesp.fgv.br/cursos/pos-graduacao">FGV EAESP</a> e foi pesquisadora visitante na HEC Montreal como bolsista Capes-Print. Raquel recebeu menção honrosa por sua <a href="https://repositorio.fgv.br/items/5f5a0d70-dc0a-4fce-a272-f77f5c089845">tese</a> que investigou a trajetória e evolução da Economia Solidária sob três principais aspectos: discurso, movimento social e ação pública no Brasil.</p>
<p>Segundo Raquel, “a pesquisa se baseou em metodologia qualitativa e na condução de três estudos de caso que, combinados, forneceram narrativas alternativas sobre o processo de institucionalização da ES no contexto brasileiro: Rede de Gestores de Políticas Públicas de Economia Solidária, Incubadora Pública de Empreendimentos Econômicos Solidários da cidade de São Paulo e a Associação de Mulheres da Economia Solidária (AMESOL)”.</p>
<p>No Podcast, a pesquisadora fala um pouco de sua trajetória, os desafios para realizar a pesquisa, a importância do arcabouço teórico e também apresenta os principais achados sobre os casos estudados, apontando as contribuições para o campo e caminhos para futuras pesquisas.</p>
<p><strong>Ouça agora o episódio:</strong></p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Economia Solidária no Brasil" style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/episode/2jB4kMIRNUecSiqVb4EDWT?si=2VGMiMF6SSKNc5KUVV0OfA&#038;utm_source=oembed"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/podcast/podcast-impacto-economia-solidaria-no-brasil-trajetoria-e-evolucao/">#Podcast Impacto: Economia Solidária no Brasil: trajetória e evolução</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<item>
		<title>Na última década, Sistema Único de Assistência Social sofreu com perda de recursos e desmonte institucional</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/na-ultima-decada-sistema-unico-de-assistencia-social-sofreu-com-perda-de-recursos-e-desmonte-institucional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Aug 2023 11:16:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[assistência social]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=3315</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-juan-pablo-serrano-arenas-1250452-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Pesquisadores da FGV EAESP constataram o enfraquecimento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) a partir de 2015." decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-juan-pablo-serrano-arenas-1250452-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-juan-pablo-serrano-arenas-1250452-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-juan-pablo-serrano-arenas-1250452-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-juan-pablo-serrano-arenas-1250452-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Em artigo publicado na revista “Katálysis”, pesquisadores da FGV EAESP constataram o enfraquecimento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) a partir de 2015 com o desinvestimento em políticas públicas pelo governo federal. A desarticulação entre União e municípios também passou a ser uma constante, diminuindo o papel dos municípios na execução das políticas assistenciais. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/na-ultima-decada-sistema-unico-de-assistencia-social-sofreu-com-perda-de-recursos-e-desmonte-institucional/">Na última década, Sistema Único de Assistência Social sofreu com perda de recursos e desmonte institucional</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-juan-pablo-serrano-arenas-1250452-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Pesquisadores da FGV EAESP constataram o enfraquecimento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) a partir de 2015." decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-juan-pablo-serrano-arenas-1250452-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-juan-pablo-serrano-arenas-1250452-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-juan-pablo-serrano-arenas-1250452-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-juan-pablo-serrano-arenas-1250452-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Em artigo publicado na revista “Katálysis”, pesquisadores da FGV EAESP constataram o enfraquecimento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) a partir de 2015 com o <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/pandemia-acentuou-resposta-nacional-descoordenada-em-politicas-de-assistencia-social-e-educacao/">desinvestimento em políticas públicas pelo governo federal</a>. A desarticulação entre União e municípios também passou a ser uma constante, diminuindo o papel dos municípios na execução das políticas assistenciais.</p>
<p>Os autores se baseiam em análise documental e um estudo histórico-institucional sobre a trajetória do SUAS em três períodos: a partir da promulgação da Constituição Federal de 1988 até a criação do SUAS, em 2005; o período do governo Michel Temer, de 2015 a 2018; e a gestão de Jair Bolsonaro, de 2019 a 2022.</p>
<h2>Teto de gastos e mudanças em repasses desestabilizaram políticas brasileiras de assistência social</h2>
<p>O artigo destaca que o período de ascensão do SUAS correspondeu à descentralização de políticas públicas com base no federalismo cooperativo. Ou seja, os objetivos nacionais se fortaleciam com a adesão dos municípios, que desde 2003 operavam o Programa Bolsa Família, por exemplo.</p>
<p>Já em 2016, houve a aprovação da Emenda Constitucional 95, que estabeleceu limite de despesas para o governo brasileiro durante 20 anos. Enquanto houve preocupação em minimizar as reduções em áreas como saúde e educação, o mesmo não ocorreu com a assistência social, relatam Fernando Luiz Abrucio, Thaís Raquel Schwarzberg Milanello, Rayane Vieira Rodrigues e Yasmim Marques de Melo no estudo.</p>
<p>A gestão seguinte, conforme os autores, foi marcada por mudanças nos repasses de recursos aos municípios, gerando cenário de instabilidade no financiamento das políticas de assistência social. “Essa configuração identificada no estudo evidencia um caminho que foi da desestruturação financeira à desconstrução institucional do SUAS”, observa o artigo.</p>
<p><a href="https://periodicos.ufsc.br/index.php/katalysis/article/view/91292">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Pandemia intensificou desigualdades na saúde e educação entre diferentes regiões do Brasil</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/pesquisa-e-conhecimento/desigualdades-regionais-saude-educacao-pandemia-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 11:21:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[assistência social]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdades regionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Inação do governo federal na saúde e na educação sobrecarregou estados e municípios, exacerbando desigualdades regionais, diz estudo da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Diante da ausência de ações do governo federal para administrar os efeitos da pandemia na saúde e na educação brasileiras, medidas emergenciais foram assumidas por estados e municípios, o que exacerbou desigualdades regionais. Ainda que os primeiros casos tenham sido registrados nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, a taxa de mortalidade por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Inação do governo federal na saúde e na educação sobrecarregou estados e municípios, exacerbando desigualdades regionais, diz estudo da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Diante da ausência de ações do governo federal para administrar os efeitos da pandemia na saúde e na educação brasileiras, <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/pandemia-acentuou-resposta-nacional-descoordenada-em-politicas-de-assistencia-social-e-educacao/">medidas emergenciais foram assumidas por estados e municípios</a>, o que exacerbou desigualdades regionais. Ainda que os primeiros casos tenham sido registrados nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, a taxa de mortalidade por Covid-19, por exemplo, cresceu rapidamente em estados com maior vulnerabilidade socioeconômica, principalmente nas regiões Norte e Nordeste.</p>
<p>Os apontamentos estão em capítulo da pesquisadora da FGV EAESP Elize Massard da Fonseca e colaboradores publicado no livro “<a href="https://link.springer.com/book/10.1007/978-3-031-22219-1#about-this-book">The Coronavirus Pandemic and Inequality</a>”. Através de revisão de literatura, os autores refletem sobre a resposta brasileira durante a pandemia em três diferentes áreas: saúde, educação e assistência social.</p>
<p>Os pesquisadores destacam que a desarticulação nacional das políticas educacionais verificada a partir de 2019 prejudicou as estratégias durante a pandemia, visto que o governo federal não estabeleceu regulamentação nacional diante do fechamento de escolas e não adotou ações para diminuir as desigualdades nessa área. Alguns estados, como São Paulo, conseguiram implementar medidas inovadoras, como a transmissão de conteúdo pela TV e internet. Porém, estados com capacidades fiscal e administrativa reduzidas sequer conseguiram articular estratégias de ensino à distância, que demandam infraestrutura inexistente nesses locais.</p>
<p>Após demanda do Congresso, o governo federal adotou como política socioeconômica para responder à pandemia o pagamento do Auxílio Emergencial a famílias de baixa renda e trabalhadores informais. Ainda é cedo para entender o impacto do Auxílio Emergencial na redução da pobreza e da desigualdade, ressalta o capítulo, mas os autores observam que nos primeiros três trimestres de 2021, após a suspensão do benefício, havia um número maior de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza do que nos anos pré-pandemia.</p>
<p>O capítulo sublinha que as desigualdades socioeconômicas verificadas no período contribuem também para a manutenção das desigualdades raciais no país. Embora as taxas de incidência de Covid-19 tenham sido maiores entre a população branca, por exemplo, a população negra em todas as regiões do país sofreu maior letalidade e maior risco de morte em comparação aos brancos. Por outro lado, em relação à vacinação, o texto observa que a cobertura da atenção primária à saúde contribuiu para um acesso mais equitativo aos imunizantes nos municípios mais vulneráveis.</p>
<p><a href="https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-031-22219-1_4">Confira o capítulo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/pesquisa-e-conhecimento/desigualdades-regionais-saude-educacao-pandemia-brasil/">Pandemia intensificou desigualdades na saúde e educação entre diferentes regiões do Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Empreendedorismo é foco das políticas de trabalho para a juventude paulistana em contexto precarizado</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/empreendedorismo-e-foco-das-politicas-de-trabalho-para-a-juventude-paulistana-em-contexto-precarizado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jun 2023 14:31:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[inserção profissional]]></category>
		<category><![CDATA[juventude]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa-ação]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Cidade de São Paulo vê empreendedorismo individual como forma de inserir jovens no mudo do trabalho em detrimento da geração de empregos" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A partir da década de 2013, com intensificação da crise econômica, aumento das taxas de desemprego e consequente precarização do mercado de trabalho, as políticas públicas da cidade de São Paulo adotaram o empreendedorismo individual como principal alternativa para inserção de jovens no mundo profissional, em detrimento das ações para geração de empregos. A constatação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Cidade de São Paulo vê empreendedorismo individual como forma de inserir jovens no mudo do trabalho em detrimento da geração de empregos" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A partir da década de 2013, com intensificação da crise econômica, aumento das taxas de desemprego e consequente precarização do mercado de trabalho, as políticas públicas da cidade de São Paulo adotaram o empreendedorismo individual como principal alternativa para inserção de jovens no mundo profissional, em detrimento das ações para geração de empregos. A constatação é de artigo publicado na revista “Cadernos Gestão Pública e Cidadania” e assinado pelos pesquisadores da FGV EAESP Luís Paulo Bresciani e Maria Eduarda Raymundo Nogueira e pela pesquisadora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Maria Carla Corrochano.</p>
<p>Os autores elaboraram o Mapa de Políticas Públicas para a Juventude e o Trabalho, que reúne 13 iniciativas da prefeitura e do governo estadual de São Paulo vigentes no ano de 2020. O levantamento foi realizado a partir do Programa de Metas das Gestões Covas, Doria e Haddad, do Plano Plurianual do quadriênio 2018 a 2021 e das Leis de Diretrizes Orçamentárias de 2018 e 2019. O Mapa identifica as mudanças nas políticas públicas de geração de trabalho e renda para a juventude paulistana na última década e verifica que jovens da periferia sofrem com desigualdades de inserção profissional, cenário agravado pela pandemia de Covid-19. A pesquisa contou com o apoio do Programa de Pesquisa em Políticas Públicas da Fapesp.</p>
<p>O Mapa apresentado no artigo subsidiou as ações do Projeto Coletiva Jovem, executado pela UFSCar, pela FGV EAESP e por outras instituições de ensino e organizações da sociedade civil entre 2020 e 2022, e que hoje segue sob coordenação da associação Ação Educativa. A iniciativa de pesquisa-ação busca contribuir para políticas públicas em prol do direito dos jovens ao trabalho digno, além de apoiar a articulação entre jovens que são empreendedores e coletivos juvenis. Maria Carla Corrochano destaca que, apesar da quantidade de programas identificados pela pesquisa no período, apenas 10% dos 103 jovens entre 18 e 29 anos entrevistados pelo Coletiva Jovem recebiam algum tipo de apoio efetivo do poder público, como crédito para implementação de um negócio.</p>
<h2>Incentivo ao empreendedorismo individual não é suficiente para atender necessidades concretas dos jovens</h2>
<p>“95% dos jovens das periferias que tinham um pequeno empreendimento alegaram ter como local de trabalho a própria casa, a casa de um dos membros ou não ter local específico.  Os rendimentos obtidos com o empreendimento são baixos, em média menos de um salário mínimo, o que explica que a totalidade deles esteja procurando ou tenha um outro trabalho além do empreendimento. Além disso, todos trabalhavam muito, o que em vários casos dificulta a continuidade do processo de escolarização”. Assim, as políticas públicas para esta faixa etária deveriam ser diversificadas, adaptadas a cada realidade, ressalta Corrochano. Conforme a pesquisadora, cerca de metade dos entrevistados veem a insegurança de renda mensal e a falta de direitos como principais desvantagens do empreendedorismo.</p>
<p>Segundo dados de 2022, a população paulistana entre 15 e 29 anos  é estimada em 2,1 milhões de pessoas, representando 21% do total dos habitantes da capital, ressalta o artigo. Corrochano explica que os programas mapeados não atendem às necessidades concretas dos jovens. “Os jovens que entrevistamos e estão engajados em pequenos empreendimentos não se engajam apenas por necessidade de renda. Muitos estão em busca de um trabalho com sentido, de um trabalho que lhes proporcione mais realização diante dos empregos que lhes são oferecidos pelo mercado de trabalho”, analisa Corrochano.</p>
<p>A pesquisadora destaca que o debate sobre ações públicas para a juventude brasileira deve englobar a dimensão do trabalho e considerar, sobretudo, a <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/tecnologia-social-na-periferia-do-rio-de-janeiro-combate-desigualdade-e-valoriza-saberes-locais/">experiência das camadas populares</a>. Corrochano destaca que quase 70% dos jovens entre 15 e 29 anos no Brasil trabalham ou buscam trabalho, mas as políticas não olham para a qualidade desse trabalho nem para questões relacionadas, como desigualdades de gênero, étnico raciais e geracionais. “Que outras possibilidades de políticas podem ser construídas? Políticas que fortaleçam a organização coletiva para geração de trabalho e renda, tais como cooperativas populares, economia solidária, a geração de trabalho no próprio setor público e o aumento do emprego formal, com direitos assegurados”, aponta a autora.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/cgpc/article/view/84763">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/empreendedorismo-e-foco-das-politicas-de-trabalho-para-a-juventude-paulistana-em-contexto-precarizado/">Empreendedorismo é foco das políticas de trabalho para a juventude paulistana em contexto precarizado</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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