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	<title>Arquivos gestão - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos gestão - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>#podcast Impacto: Fomentando bons negócios: Colaboração entre scale-ups e corporações</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/podcast/podcast-impacto-fomentando-bons-negocios-colaboracao-entre-scale-ups-e-corporacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 17:11:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[ColaboraçãoEmpresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/topo_blog_podcast_impacto_episodio_Mariela-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/topo_blog_podcast_impacto_episodio_Mariela-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/topo_blog_podcast_impacto_episodio_Mariela-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/topo_blog_podcast_impacto_episodio_Mariela-350x350.png 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Mariela C. S. Fontenelle Sily de Assis, vencedora do prêmio de melhor tese no programa de Doutorado Profissional da FGV EAESP, compartilha sua experiência de pesquisa em um novo episódio do Podcast Impacto. Sua pesquisa-ação teve duração de 21 meses e revelou como a colaboração entre corporações e scale-ups pode gerar valor significativo para empreendedores, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/topo_blog_podcast_impacto_episodio_Mariela-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/topo_blog_podcast_impacto_episodio_Mariela-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/topo_blog_podcast_impacto_episodio_Mariela-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/topo_blog_podcast_impacto_episodio_Mariela-350x350.png 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Mariela C. S. Fontenelle Sily de Assis, vencedora do prêmio de melhor tese no programa de Doutorado Profissional da FGV EAESP, compartilha sua experiência de pesquisa em um novo episódio do Podcast Impacto. Sua pesquisa-ação teve duração de 21 meses e revelou como a colaboração entre corporações e scale-ups pode gerar valor significativo para empreendedores, oferecendo insights práticos e teóricos valiosos para aprimorar essas parcerias.</p>
<p>Uma scale-up é uma empresa que já superou as fases iniciais de desenvolvimento e está em um período de rápido crescimento, geralmente caracterizado por um modelo de negócios escalável e repetível. Diferente de startups, que estão na fase de validação de produtos e mercados, as scale-ups já provaram que seu modelo de negócios funciona e estão focadas em expandir suas operações, aumentar sua base de clientes e escalar suas receitas. O foco em escalar de forma eficiente, mantendo a qualidade e o controle, é o que distingue uma scale-up de uma startup.</p>
<p>Mariela discute os desafios enfrentados no campo e os principais achados de sua tese, &#8220;<a href="https://repositorio.fgv.br/items/ee02b29f-0b16-491d-8ac7-d285529f1b48">Fomentando bons negócios: uma pesquisa-ação com foco no aperfeiçoamento de práticas colaborativas entre scale-ups e corporações, apoiadas por uma organização intermediária</a>&#8220;. A pesquisa propõe um framework prático para potencializar bons negócios, abordando as melhores práticas colaborativas entre esses parceiros.</p>
<p>Ouça o episódio para entender como as lições aprendidas podem contribuir para maximizar o valor dessas colaborações e impulsionar o crescimento das scale-ups. Não perca essa oportunidade de se aprofundar no tema e aplicar os aprendizados em suas próprias iniciativas.</p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Fomentando bons negócios" style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/episode/5TO4thpXuTbJc3TRvnNxHP?si=NoM-0-fnRySUUnOSLGv3rw&#038;utm_source=oembed"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como tornar a Gestão da Cadeia de Suprimentos mais “crítica”</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/como-tornar-a-gestao-da-cadeia-de-suprimentos-mais-critica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2024 11:32:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[condições de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[estudos críticos]]></category>
		<category><![CDATA[ética]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[gestão da cadeia de suprimentos]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 10]]></category>
		<category><![CDATA[questões ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[supply chain management]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2350151941-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2350151941-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2350151941-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2350151941-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2350151941-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Embora a Gestão da Cadeia de Suprimentos (GCS) tradicionalmente foque em produtividade e competição, a recente ênfase em questões ambientais e sociais destaca os danos causados por tais práticas. Os Estudos Críticos de Gestão (ECGs) emergem como uma abordagem alternativa, questionando abordagens tradicionais da GCS e visando desvendar os mecanismos de poder e controle organizacional, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2350151941-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2350151941-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2350151941-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2350151941-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2350151941-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Embora a Gestão da Cadeia de Suprimentos (GCS) tradicionalmente foque em produtividade e competição, a recente ênfase em questões ambientais e sociais destaca os danos causados por tais práticas. Os Estudos Críticos de Gestão (ECGs) emergem como uma abordagem alternativa, questionando abordagens tradicionais da GCS e visando desvendar os mecanismos de poder e controle organizacional, o que levaria a maior conscientização e emancipação de práticas dominantes.</p>
<p>Com o objetivo de explorar o quanto os ECGs podem contribuir para ampliar o debate do campo de GCS, os pesquisadores da FGV EAESP Ely Paiva e Rafael Alcadipani, em conjunto com um grupo de cientistas de outras universidades, fizeram uma <a href="https://doi.org/10.1108/SCM-02-2023-0117">revisão sistemática de literatura, publicada na Revista Supply Chain Managment</a>. A revisão sistemática consistiu em analisar os principais periódicos científicos da área e palavras-chaves para análise de suas publicações em determinado período, classificando como o assunto de interesse foi abordado ao longo do tempo. Os pesquisadores selecionaram 28 palavras-chave relacionadas aos temas predominantes em ECGs, como “colonialismo”, “gestão crítica”, “diversidade”, entre outras. Utilizando o guia Academic Journal Guide (AJG) da Chartered Association of Business Schools do Reino Unido, foram identificadas as 13 principais revistas na área de GCS. Ao aplicar essas palavras-chave nos artigos das revistas publicadas entre 2012 e 2021, 103 artigos foram listados para análise.</p>
<p>A análise dos periódicos resultou em 4 temas principais relacionados aos ECGs nos estudos de GCS: &#8220;poder&#8221; com 67 artigos, destacando a influência da assimetria de poder nas relações interorganizacionais e a necessidade de métodos mais reflexivos; &#8220;ética e questões ambientais&#8221; com 36 artigos, que ressaltam a importância de um olhar crítico sobre iniciativas &#8220;sustentáveis&#8221; muitas vezes usadas para legitimar demandas; &#8220;diversidade&#8221; com 18 artigos, abordando a necessidade de mais estudos sobre sua influência nas relações na cadeia de suprimentos; e &#8220;condições de trabalho&#8221; com apenas 4 artigos, focando em sindicalização, participação democrática e escravidão moderna.</p>
<p>Como resultados, os pesquisadores apontam que as assimetrias de poder, desigualdade, exclusão e preconceitos são tópicos ainda pouco discutidos na GCS, apesar do avanço na adoção de práticas como manufatura enxuta e responsabilidade social. Estudos ECG revelam aspectos &#8220;ocultos&#8221;, como resistência dos trabalhadores a práticas de manufatura enxuta e a pouca relevância dada às mulheres e minorias étnicas nas análises tradicionais. Para uma mudança de enfoque na GCS, é essencial buscar outras abordagens epistemológicas, como a crítica, incluindo pós-colonialismo, Teoria Crítica da Escola de Frankfurt e teorias marxistas.</p>
<p>Considerando esses aspectos, a combinação de abordagens de GCS e ECGs pode ser uma forma viável de desenvolver filosofias e ferramentas de gestão que possam apoiar a transformação necessária para que o mundo seja mais igualitário e sustentável. Os pesquisadores indicam que gestores devem reconsiderar suas práticas rotineiras, indo além dos aspectos de desempenho ao enfatizar as implicações éticas e ambientais.</p>
<p><a href="https://doi.org/10.1108/SCM-02-2023-0117">Leia a pesquisa na íntegra.</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Grandes projetos de infraestrutura: gestão associada a planejamento territorial contribui para desenvolvimento local</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/grandes-projetos-de-infraestrutura-gestao-associada-a-planejamento-territorial-contribui-para-desenvolvimento-local/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2023 11:18:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/belo-monte-usina-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Barragem da Usina de Belo Monte, no rio Xingu. Pará" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/belo-monte-usina-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/belo-monte-usina-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/belo-monte-usina-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/belo-monte-usina-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />No gerenciamento de projetos de infraestrutura de grande escala, que geram impactos diversos ao entorno, o planejamento territorial traz benefícios ao desenvolvimento regional. Ao considerar especificidades do território onde será implementada a proposta &#8211; como as demandas da sociedade local &#8211; gestores e representantes do governo estabelecem uma governança mais democrática, com maior envolvimento entre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/belo-monte-usina-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Barragem da Usina de Belo Monte, no rio Xingu. Pará" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/belo-monte-usina-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/belo-monte-usina-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/belo-monte-usina-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/belo-monte-usina-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>No gerenciamento de projetos de infraestrutura de grande escala, que geram impactos diversos ao entorno, o planejamento territorial traz benefícios ao desenvolvimento regional. Ao considerar especificidades do território onde será implementada a proposta &#8211; como as demandas da sociedade local &#8211; gestores e representantes do governo estabelecem uma governança mais democrática, com maior envolvimento entre as partes interessadas e compartilhamento de objetivos e responsabilidades coletivas em prol da região. Essa perspectiva inovadora permite antecipar possíveis desafios e aumentar as chances de sucesso das entregas do projeto, além de contribuir para o aprimoramento socioeconômico da região.</p>
<p><a href="https://periodicos.fgv.br/cadernosebape/article/view/88262">É o que mostra artigo publicado pelos pesquisadores da FGV EAESP Daniela Gomes Pinto e Marco Antonio Carvalho Teixeira na revista “<i>Cadernos EBAPE.BR”</i></a>. Para investigar como a incorporação de aspectos territoriais influencia o gerenciamento de grandes projetos de infraestrutura &#8211; chamados de megaprojetos &#8211; os autores realizaram um estudo de caso sobre o planejamento territorial desenvolvido durante a instalação da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, Pará, Brasil. Por megaprojetos, os autores entendem os planejamentos que envolvem uma variedade de partes envolvidas e trazem impactos sociais e ambientais para o local de implantação.</p>
<p>O estudo contou com três etapas. De setembro de 2017 a junho de 2018, os pesquisadores entrevistaram 23 gestores envolvidos no empreendimento, principal base de dados da pesquisa. De julho de 2014 a dezembro de 2015, acompanharam reuniões e eventos do Comitê de implementação do projeto. E de 2014 a 2018, analisaram documentos relacionados ao processo, como relatórios de empresas e organizações não governamentais.</p>
<h2><strong>Planejamento territorial ajuda a lidar com conflitos</strong></h2>
<p>Os pesquisadores apontam que a instalação da Usina de Belo Monte gerou diversos desafios, como conflitos sociais e judicialização recorrente. Para driblar a situação, a perspectiva territorial considera a participação efetiva de múltiplos atores locais &#8211; sociais, econômicos ou políticos &#8211; no diálogo e nas negociações relacionadas a políticas públicas e programas do governo, criando consensos e administrando interesses conflitantes.</p>
<p>No caso de Belo Monte, os desafios do empreendimento levaram à criação do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRSX). Os autores apontam que a iniciativa ajudou a construir diálogo e consensos entre os diferentes atores, além de incorporar demandas territoriais. Isso resultou na diminuição de riscos e custos e, de forma geral, auxiliou na implementação do projeto.</p>
<p>Para abordar melhor as necessidades das regiões hospedeiras, o estudo sugere que gestores considerem instrumentos de planejamento territorial, como o PDRSX, no gerenciamento de megaprojetos. Também é necessário distribuir os papéis e as responsabilidades de forma clara a cada ator, permitindo o alcance dos objetivos comuns. Além de sugestões aos administradores, o artigo apresenta dimensões para avaliar a influência da governança territorial na gestão desses projetos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>#Podcast Impacto &#8211; Como gestores influenciam a transformação digital nas empresas</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/podcast/como-gestores-influenciam-a-transformacao-digital-nas-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Sep 2023 14:29:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Capacidades dinâmicas]]></category>
		<category><![CDATA[CDAE]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão estratégica]]></category>
		<category><![CDATA[TD]]></category>
		<category><![CDATA[transformação digital]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=3439</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/Blog-Impacto_podcast-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/Blog-Impacto_podcast-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/Blog-Impacto_podcast-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/Blog-Impacto_podcast-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Na entrevista para o Podcast Impacto, Pablo Leão fala sobre a sua premiada tese que resultou em três artigos que abordam aspectos complementares sobre como os gestores influenciam a transformação digital (TD) nas organizações. A presença constante da tecnologia tem se tornado cada vez mais notável em nossa sociedade e, conforme Pablo revela, esse é [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/podcast/como-gestores-influenciam-a-transformacao-digital-nas-empresas/">#Podcast Impacto &#8211; Como gestores influenciam a transformação digital nas empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/Blog-Impacto_podcast-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/Blog-Impacto_podcast-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/Blog-Impacto_podcast-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/Blog-Impacto_podcast-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Na entrevista para o Podcast Impacto, Pablo Leão fala sobre a sua premiada <a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/handle/10438/32723">tese</a> que resultou em três artigos que abordam aspectos complementares sobre como os gestores influenciam a transformação digital (TD) nas organizações.</p>
<p>A presença constante da tecnologia tem se tornado cada vez mais notável em nossa sociedade e, conforme Pablo revela, esse é um processo de mudança organizacional que tem pressionado empresas de diferentes setores, regiões e tamanhos a se adaptarem para se manterem competitivas na era digital. Tal transformação impõe novos desafios e oportunidades para as empresas que precisam desenvolver novas capacidades para responder às mudanças em seu ambiente. O pesquisador aponta que, apesar de acadêmicos de diferentes áreas demonstrarem grande interesse por esse processo, ainda faltam estudos que analisem a influência dos gestores no processo de transformação digital das empresas.</p>
<p>Pablo revela ao longo da conversa como os gerentes tendem a influenciar os processos organizacionais dependendo de sua capacidade de tomar a decisão certa no momento certo. Fala também sobre como eles são pressionados a desenvolverem habilidades que apoiem a capacidade de suas organizações de permanecerem competitivas em um ambiente em mudança.</p>
<p>Após realizar uma revisão sistemática da literatura para resumir e analisar a influência gerencial na mudança organizacional, mudança estratégica e mudança tecnológica, Pablo integrou os resultados e apresentou um conjunto de proposições que ampliam o conhecimento sobre a influência gerencial nos processos de mudança organizacional. O segundo artigo oferece um estudo de caso múltiplo com empresas brasileiras para explicar como as capacidades dinâmica, gerencial e a teoria de alto escalão, além das características dos gestores, podem apoiar o processo de TD das empresas. Por fim, no terceiro artigo, ele traz uma análise sobre como a atenção gerencial digital pode influenciar a mudança estratégica das empresas, testando estatisticamente o impacto da atenção digital gerencial na mudança estratégica das organizações.  De acordo com o pesquisador, os resultados demonstram que os gestores precisam desenvolver novas capacidades e adaptar as capacidades já existentes para apoiar a TD de suas empresas. Tais capacidades são contingentes a características gerenciais (por exemplo, formação educacional, cognição e experiência) que permitem o surgimento de mecanismos que, por sua vez, apoiam a capacidade dos gerentes de perceber e aproveitar oportunidades e reconfigurar os ativos e recursos das organizações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://eaesp.fgv.br/pessoa/pablo-leao">Pablo Leão</a> é pesquisador do Centro de Estudos em Competitividade Internacional da Fundação Getulio Vargas (FGVcei) e professor convidado da FGV EAESP. É doutor em Administração de Empresas pela FGV EAESP, mestre em Administração de Empresas pela mesma instituição, especialista (MBA) em Gestão Estratégica de Negócios, Bacharel em Administração de Hotéis pela Universidade Anhembi Morumbi.</p>
<p><strong>Ouça agora:</strong></p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Gestores e a transformação digital" style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/episode/47IJbTqTUE1Fjx4Fp5aVT5?si=SV6TJYctSp2lNH421QXMGg&#038;utm_source=oembed"></iframe></p>
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		<title>Brasil tem mais de dois dispositivos digitais por habitante, revela pesquisa da FGV EAESP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 13:23:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão da informação]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="pessoa segurando smartphone" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O Brasil tem 464 milhões de dispositivos digitais (computador, notebook, tablet e smartphone) em uso no Brasil (corporativo e doméstico), mais de dois dispositivos digitais (2,2) por habitante, de acordo projeção para maio deste ano realizada pela 34ª edição da Pesquisa Anual do FGVcia sobre o Mercado Brasileiro de TI e Uso nas Empresas, divulgada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="pessoa segurando smartphone" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O Brasil tem 464 milhões de dispositivos digitais (computador, <em>notebook</em>, <em>tablet</em> e <em>smartphone</em>) em uso no Brasil (corporativo e doméstico), mais de dois dispositivos digitais (2,2) por habitante, de acordo projeção para maio deste ano realizada pela 34ª edição da Pesquisa Anual do FGVcia sobre o Mercado Brasileiro de TI e Uso nas Empresas, divulgada nesta quinta-feira (27), pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da FGV EAESP (FGVcia).</p>
<p>O estudo revela ainda que o Brasil tem 249 milhões de <em>smartphones</em> em uso no Brasil -1,2 por habitante. Adicionando os <em>notebooks</em> e os <em>tablets</em>, são 364 milhões de dispositivos portáteis, ou 1,7 por habitante. No país, são 3,3 celulares vendidos para um aparelho de TV. Em relação a computadores, o Brasil possui 215 milhões (<em>desktop</em>, <em>notebook</em> e <em>tablet</em>) em uso, atingindo um computador por habitante. As vendas em 2022 caíram 11%, com 12,4 milhões de unidades, mas estima-se um crescimento perto de 10% em 2023.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Gastos e investimentos em TI nas empresas</strong></p>
<p>O FGVcia divulga desde 1988 um amplo retrato do mercado de Tecnologia de Informação (TI), com resultados de estudos e pesquisas do uso de TI nas empresas. Nesta edição, houve a participação de 2.660 médias e grandes empresas.</p>
<p>De acordo com o coordenador da pesquisa do FGVcia, professor Fernando Meirelles, “é notável que o uso e os gastos e investimentos em TI nas empresas de 9% da receita continuam crescendo em valor, maturidade e importância para os negócios existentes, e para viabilizar novos modelos de negócios. Seu valor depende de vários fatores, e os dois principais são o estágio ou nível de informatização e o ramo no qual a empresa atua”.</p>
<p>Este índice é o gasto total destinado a TI, a soma de todos os investimentos, despesas e verbas alocadas em TI, incluindo: equipamento, instalações, suprimentos e materiais de consumo, <em>software</em>, serviços, comunicações e custo direto e indireto com pessoal próprio e de terceiros em TI, dividido pela receita da empresa. Quanto mais informatizada a empresa, maior é o valor desse índice. Nos últimos 35 anos, ele cresceu 6% ao ano, passando de 1,3% em 1988 para 9% em 2022/23</p>
<p>Entre os mais de 50 indicadores analisados na pesquisa, está o CAPU &#8211; Custo Anual de TI por Usuário, que nas empresas pesquisadas no ano passado foi de R$ 52 mil. Esse valor refere-se aos gastos e investimentos em TI dividido pelo número de usuários da empresa. O valor varia de acordo com tamanho da empresa e conforme o ramo. Nas empresas prestadoras de serviços, a média é R$ 62 mil; na Indústria, R$ 45 mil; no Comércio, R$ 34 mil; e nos bancos, R$ 138 mil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Participação no mercado dos principais fabricantes</strong></p>
<p>A pesquisa também levanta a participação no mercado dos fabricantes de 26 categorias de <em>software</em>. A Microsoft continua dominando várias categorias no usuário final, algumas com perto de 90% do uso. Os fabricantes que mais cresceram sua participação foram: Google e Qlik. Já para Videoconferência, o Microsoft Teams cresceu para 42%, passando o Zoom, que ficou com 35%.</p>
<p>Os Sistemas Integrados de Gestão (ERP) da TOTVS e da SAP têm 34% do mercado cada; Oracle, 12%; e outros, 20%. A TOTVS lidera nas menores e a SAP, nas maiores empresas, com 50%. As novas tecnologias provocam a necessidade de integrar cada vez mais o físico com o digital e demandam a implementação de novos processos integrados internamente, externamente e com o ecossistema da empresa. O “novo” ERP continua a ser o coração da transformação digital.</p>
<p>Os programas de Inteligência Analítica (BI &#8211; <em>Business Intelligence and Analytics</em>) continuam sendo uma categoria de destaque, e entre as mais lucrativas para os fabricantes. SAP, com 24%, Oracle, Totvs, Microsoft, Qli<em>k</em>, com 16% cada, e IBM, com 9%, são líderes desse segmento, com 96% do mercado. Porém, 90% do uso de Inteligência Analítica no departamento financeiro das empresas é Excel. Um dado inédito é que a nuvem responde, em média, por 42% do processamento nas empresas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Gastos e investimentos em TI em diferentes setores<br />
</strong></p>
<p>O estudo é aprofundado em três ramos da economia: bancos, hospitais privados e agronegócios.</p>
<p>Nos últimos dois anos (2021 e 2022), os gastos e investimentos em TI nos bancos cresceram 11% ao ano, atingindo R$ 32 bilhões, e a projeção é que continuem em alta e atinjam valor próximo a R$ 43 bilhões em 2024. O volume de transações por meios virtuais com origem no celular (<em>Mobile Banking</em>) e Internet tendem a 90% das transações (90% por <em>smartphone</em>). Nos hospitais privados, o destaque é o indicador do Custo Anual de TI por Leito, de R$ 170 mil no período.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.fgv.br/cia/pesquisa">Confira a pesquisa na íntegra</a></p>
<p><em>Fonte: Insight Comunicação</em></p>
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		<title>Desigualdades sociais devem despontar em estudos sobre impacto da pandemia na gestão</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/desigualdades-sociais-devem-despontar-em-estudos-sobre-impacto-da-pandemia-na-gestao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2023 16:09:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-vlada-karpovich-4939666-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="homem estuda em frente a computador" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-vlada-karpovich-4939666-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-vlada-karpovich-4939666-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-vlada-karpovich-4939666-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-vlada-karpovich-4939666-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Futuras pesquisas sobre o impacto da Covid-19 na gestão devem considerar desigualdades sociais intensificadas pela pandemia, como as de gênero e raça. Em nível organizacional, os estudos devem aprofundar os desafios enfrentados pelas cadeias de suprimentos diante da demanda provocada por eventos não previstos. Essas são algumas das tendências apontadas pelo pesquisador da FGV EAESP [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-vlada-karpovich-4939666-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="homem estuda em frente a computador" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-vlada-karpovich-4939666-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-vlada-karpovich-4939666-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-vlada-karpovich-4939666-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-vlada-karpovich-4939666-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Futuras pesquisas sobre o impacto da Covid-19 na gestão devem considerar desigualdades sociais intensificadas pela pandemia, como as de gênero e raça. Em nível organizacional, os estudos devem aprofundar os desafios enfrentados pelas cadeias de suprimentos diante da demanda provocada por eventos não previstos. Essas são algumas das tendências apontadas pelo pesquisador da FGV EAESP Thomas George Brashear Alejandro e colaboradores em artigo publicado na revista “Journal of Business Research”.</p>
<p>Através das bases de dados Web of Science e Scopus, os autores mapearam a produção científica sobre Covid-19 publicada em periódicos revisados por pares nas áreas de negócios, gestão e contabilidade. A busca se concentrou nos anos de 2020 e 2021 e retornou quase oito mil resultados. A maioria dos artigos está associada à área de estratégia e gestão, 2315. Na sequência, estão as áreas de negócios e gestão internacional e de finanças, com 1661 e 1252 artigos, respectivamente.</p>
<p>Sobre a dimensão social da pandemia, alguns dos temas mais recorrentes nos artigos publicados em 2020 incluíram a resposta de líderes locais e nacionais para mitigar os efeitos da pandemia na saúde pública e a distribuição de informações para a população. Em 2021, ganharam destaque nas pesquisas os impactos da Covid-19 na economia e no mercado de trabalho, com atenção especial ao aumento do desemprego, além das mudanças no sistema educacional e do desenvolvimento sustentável como reação aos impactos negativos da crise global.</p>
<p>As pesquisas com foco organizacional em 2020 abordaram as responsabilidades sociais corporativas e estratégias de adaptação à crise, os impactos no setor do turismo e a maior vulnerabilidade das mulheres na pandemia. Em 2021, os estudos aprofundaram as consequências da desigualdade de gênero nas empresas durante a pandemia e as adaptações necessárias aos mercados de viagem e turismo diante das restrições verificadas no primeiro ano de pandemia. A inovação e otimização das operações das cadeias de suprimentos também despontou como tema de interesse.</p>
<p><a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC9159974/">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Vivências indígenas podem inspirar gestores e organizações a lidar com eventos climáticos extremos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/vivencias-indigenas-podem-inspirar-gestores-e-organizacoes-a-lidar-com-eventos-climaticos-extremos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Jan 2023 13:58:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[antropoceno]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/mcajr_abr_0704222369_0-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="indígena maracá" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/mcajr_abr_0704222369_0-150x150.jpeg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/mcajr_abr_0704222369_0-700x700.jpeg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/mcajr_abr_0704222369_0-75x75.jpeg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/mcajr_abr_0704222369_0-350x350.jpeg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O termo Antropoceno, que define a era geológica atual, foi proposto a partir das evidências de que a atividade humana causou danos irreversíveis nos sistemas da Terra, como as mudanças climáticas. Segundo a pesquisadora da FGV EAESP Isleide Arruda Fontenelle, são necessárias soluções e práticas alternativas de organização e aprendizagem para a humanidade lidar com [&#8230;]</p>
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<p>Em ensaio publicado na revista “Management Learning”, a autora discute o conceito de Antropoceno com aportes da psicanálise para propor uma ética para mediar as relações entre atores humanos e não humanos. Tal ética, explica, é baseada nos ensinamentos da tragédia grega sobre a impotência da humanidade diante da morte, que faz frente ao pretenso domínio do humano sobre a natureza.</p>
<h2>Saberes indígenas apresentam outras formas de organização social</h2>
<p>A autora afirma que estudos sobre aprendizagem de gestão têm questionado a <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/liderancas-comprometidas-com-agenda-esg-podem-estimular-transformacao-em-escolas-de-negocios/">formação nas escolas de negócios.</a> Porém, ressalta que a crítica ainda não incorpora o contexto do Antropoceno e a organização do tempo imposta pela visão de mundo moderna e ocidental. Uma ética que considere o indeterminado pode abrir as organizações e gestores a novas possibilidades.</p>
<p>Neste sentido, a pesquisadora afirma ser importante incorporar as vivências de outros mundos e formas de organização que estão além das práticas hegemônicas. Os saberes indígenas e as experiências dos povos do continente americano podem servir de inspiração. Sua organização social inspira uma nova percepção de tempo, menos acelerado e competitivo, e a responsabilidade dos humanos com a natureza e outras formas de vida.</p>
<p><a href="https://journals.sagepub.com/doi/abs/10.1177/13505076221111450?journalCode=mlqb">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/vivencias-indigenas-podem-inspirar-gestores-e-organizacoes-a-lidar-com-eventos-climaticos-extremos/">Vivências indígenas podem inspirar gestores e organizações a lidar com eventos climáticos extremos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Executivos devem apostar no regime híbrido para engajar colaboradores no pós-pandemia</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/executivos-devem-apostar-no-regime-hibrido-para-engajar-colaboradores-no-pos-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2022 16:24:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/annie-spratt-dWYU3i-mqEo-unsplash1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/annie-spratt-dWYU3i-mqEo-unsplash1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/annie-spratt-dWYU3i-mqEo-unsplash1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/annie-spratt-dWYU3i-mqEo-unsplash1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/annie-spratt-dWYU3i-mqEo-unsplash1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />&#160; Embora muitos executivos sejam resistentes à diminuição de atividades presenciais, os colaboradores demandam ambientes mais flexíveis e informais após a experiência com trabalho remoto durante a pandemia de covid-19. Este é um dos apontamentos de uma pesquisa realizada em empresas brasileiras através da parceria entre PageGroup e PwC e colaboração do professor da FGV [&#8230;]</p>
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<p>Embora muitos executivos sejam resistentes à diminuição de atividades presenciais, os colaboradores demandam ambientes mais flexíveis e informais após a experiência com trabalho remoto durante a pandemia de covid-19. Este é um dos apontamentos de uma pesquisa realizada em empresas brasileiras através da parceria entre PageGroup e PwC e colaboração do professor da FGV EAESP Paul Ferreira.</p>
<p>O estudo baseia-se em consulta realizada entre 17 de janeiro e 4 de fevereiro de 2022 a 289 executivos e 633 colaboradores de diversos setores, como indústria, consultoria e finanças. Tanto executivos como colaboradores apontam o regime híbrido com um ou dois dias por semana no escritório como o melhor modelo para garantir engajamento das equipes e manutenção de ganhos de produtividade obtidos durante o trabalho remoto.</p>
<p>A pesquisa também aponta que mulheres e pessoas mais jovens, com predomínio da Geração Z, tendem a preferir modelos mais remotos de trabalho &#8212; 35% das mulheres relatam ser mais produtivas em home office, enquanto entre os homens este índice é de 27%.  No entanto: “o fenômeno pode estar relacionado ao fato de as mulheres relatarem trabalhar mais horas do que os homens em regime de home office, ou seja, a produtividade delas pode estar sendo obtida às custas de excesso de trabalho”, destacam os autores.</p>
<p>A maioria dos participantes &#8212; 71% dos colaboradores e 78% dos executivos &#8212; diz que as organizações têm estrutura física para possibilitar o regime híbrido com ou sem adaptações. Cerca de oito em cada 10 mulheres entrevistadas acreditam que todas ou quase todas as tarefas podem ser realizadas em home office, frente a 59% dos homens.</p>
<p>Em contraste, a maioria dos respondentes &#8212; 75% dos executivos e 67% dos colaboradores &#8212; indicam que a quantidade de trabalho aumentou após um ano de home office. Portanto, os executivos devem estar atentos aos casos de esgotamento físico e mental dos colaboradores e auxiliá-los a separar a vida pessoal da profissional.</p>
<p><a href="https://www.pwc.com.br/pt/estudos/preocupacoes-ceos/mais-temas/2022/Trabalho-Pos-Pandemia_VF.pdf">Confira a pesquisa na íntegra</a></p>
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		<title>Indústria de moda ultrarrápida apresenta vantagens com maior agilidade na cadeia de suprimentos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/sem-categoria/industria-de-moda-ultrarrapida-apresenta-vantagens-com-maior-agilidade-na-cadeia-de-suprimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 12:15:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de operações e logística]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[cadeia de suprimentos]]></category>
		<category><![CDATA[FGVin]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[moda]]></category>
		<category><![CDATA[supply chain]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/artificial-photography-vB5qtt8X4NA-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/artificial-photography-vB5qtt8X4NA-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/artificial-photography-vB5qtt8X4NA-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/artificial-photography-vB5qtt8X4NA-unsplash-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Há um rápido surgimento de novas startups que se autodenominam ultrarrápidas no mercado da moda. Os recém-chegados que desejam adotar o modelo de negócios deste novo segmento precisam desenvolver capacidades tecnológicas que permitam uma maior rapidez na gestão da sua cadeia de suprimentos para enfrentar os desafios desse mercado competitivo. Os resultados são de estudo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/artificial-photography-vB5qtt8X4NA-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/artificial-photography-vB5qtt8X4NA-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/artificial-photography-vB5qtt8X4NA-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/artificial-photography-vB5qtt8X4NA-unsplash-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Há um rápido surgimento de novas startups que se autodenominam ultrarrápidas no mercado da moda. Os recém-chegados que desejam adotar o modelo de negócios deste novo segmento precisam desenvolver capacidades tecnológicas que permitam uma maior rapidez na gestão da sua cadeia de suprimentos para enfrentar os desafios desse mercado competitivo. Os resultados são de estudo realizado por pesquisadores da FGV EAESP publicados na revista “International Journal of Retail &amp; Distribution Management”.</p>
<p>A pesquisa, que analisou as principais diferenças estratégicas entre a gestão da cadeia de suprimentos de moda rápida e ultrarrápida, utilizou uma abordagem qualitativa, por meio de análise documental e entrevistas em profundidade com especialistas do setor.</p>
<p>De acordo com o estudo, a moda ultrarrápida difere em termos de agilidade nas seguintes estratégias de cadeia de suprimentos: evita qualquer excesso de estoque, concentra-se na fabricação local, produz sob demanda e apresenta prazos de entrega mais curtos &#8212; de alguns dias a uma semana &#8212; com uma combinação de estratégias de cadeia de suprimentos ágeis, enxutas e responsivas.</p>
<p>“A indústria da moda é dinâmica e requer inovações constantes. O modelo de negócio de moda ultrarrápida usa a tecnologia como uma capacidade essencial para se relacionar com o consumidor e conectar os fornecedores da cadeia de suprimentos, possibilitando maior colaboração para eliminar desperdícios e aumentar a agilidade para responder rapidamente a demanda”, afirma Susana Carla Farias Pereira, professora da FGV EAESP, coordenadora do Centro de Inovação (<a href="https://eaesp.fgv.br/centros/centro-inovacao" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FGVin</a>) e autora do estudo.</p>
<p>Como implicação prática na indústria, a moda ultrarrápida pode impactar os varejistas de moda rápida para que movam parcialmente seus modelos de negócios e operações para uma abordagem ultrarrápida. Isso porque os varejistas de <em>fast fashion</em> que desejam acelerar seus processos de produção precisam lançar mais coleções semanais para atender os consumidores mais preocupados com a moda.</p>
<p>Confira o estudo:</p>
<p><a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/IJRDM-04-2019-0133/full/html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-783" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/Captura-de-Tela-2020-11-13-às-09.00.24-300x79.png" alt="" width="353" height="93" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/Captura-de-Tela-2020-11-13-às-09.00.24-300x79.png 300w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/Captura-de-Tela-2020-11-13-às-09.00.24-1024x269.png 1024w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/Captura-de-Tela-2020-11-13-às-09.00.24-768x201.png 768w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/Captura-de-Tela-2020-11-13-às-09.00.24-750x197.png 750w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/Captura-de-Tela-2020-11-13-às-09.00.24.png 1136w" sizes="(max-width: 353px) 100vw, 353px" /></a></p>
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		<title>O jogo político da transferência de tecnologia para a vacina da Covid-19</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/analise/o-jogo-politico-da-transferencia-de-tecnologia-para-a-vacina-da-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2020 20:09:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[vacinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/cdc-hXHpw1v7_ZE-unsplash-1-scaled-2047x1152-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/cdc-hXHpw1v7_ZE-unsplash-1-scaled-2047x1152-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/cdc-hXHpw1v7_ZE-unsplash-1-scaled-2047x1152-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/cdc-hXHpw1v7_ZE-unsplash-1-scaled-2047x1152-1-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Por Elize Massard da Fonseca &#160; O enfrentamento à Covid-19 no Brasil tem sido marcado por uma disputa política entre o presidente e os governadores, particularmente o governador de São Paulo, João Doria. A aprovação da vacina pela Anvisa, além de ser uma importante medida de saúde, será mais um capítulo nessa disputa, uma vez [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/cdc-hXHpw1v7_ZE-unsplash-1-scaled-2047x1152-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/cdc-hXHpw1v7_ZE-unsplash-1-scaled-2047x1152-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/cdc-hXHpw1v7_ZE-unsplash-1-scaled-2047x1152-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/cdc-hXHpw1v7_ZE-unsplash-1-scaled-2047x1152-1-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p><em>Por<a href="https://eaesp.fgv.br/professor/elize-massard-fonseca" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Elize Massard da Fonseca</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O enfrentamento à Covid-19 no Brasil tem sido marcado por uma disputa política entre o presidente e os governadores, particularmente o governador de São Paulo, João Doria. A aprovação da vacina pela Anvisa, além de ser uma importante medida de saúde, será mais um capítulo nessa disputa, uma vez que o “primeiro entrante” nesse mercado terá ganhos políticos importantes.</p>
<p>Para conseguir atender a uma demanda global por produtos estratégicos no combate à Covid-19, as principais indústrias com pesquisas para a vacina contra a doença adotaram estratégias de transferência de tecnologia como forma de aumentar a escala de produção. No entanto, os pactos com essas indústrias não partem necessariamente dos líderes de governo de cada país. No Brasil, por exemplo, o governo do estado de São Paulo, através do Instituto Butantan firmou uma parceria com a Sinovac, a empresa chinesa de biotecnologia para a produção da Coronavac.</p>
<p>Por se tratar de um instituto de pesquisa vinculado ao estado, o Butantan tem autonomia para decidir sobre seus parceiros comerciais. Porém, a produção da vacina depende de recursos do Ministério da Saúde e de doadores privados, além do investimento do próprio governo estadual. A aprovação para uso comercial dependerá de uma autorização da Anvisa e, o que pode gerar controvérsia: a distribuição até o momento estaria restrita aos cidadãos de São Paulo. Isso porque a incorporação de novas tecnologias no SUS e a distribuição a nível nacional cabem ao Ministério da Saúde.</p>
<p>A compra centralizada pelo Ministério da Saúde permitiria uma negociação de preço mais vantajosa para o SUS e uma distribuição mais equitativa para a população brasileira. Além disso, a aquisição e distribuição de mais de um tipo de vacina seria o ideal, considerando evidências da combinação de diferentes vacinas no aumento da imunidade da população.</p>
<p>O Brasil possui uma rede de 18 laboratórios públicos, sendo os principais o laboratório federal de Biomanguinhos e o Butantan, que fornecem aproximadamente 75% das vacinas e soros para o Programa Nacional de Imunizações. Por serem vinculados aos estados, cabe aos governos estaduais estabelecer parcerias de transferência de tecnologia como o caso da Sinovac e Butantan e da possível parceria entre a Sputnik e a Bahiafarma.</p>
<p>Em entrevista coletiva à imprensa no lançamento da parceria entre a Biomanguinhos e a AstraZeneca, o Ministério da Saúde informou que a escolha por essa tecnologia se deu através de uma comissão de especialistas que analisou as pesquisas disponíveis e optaram pela vacina de Oxford. Por outro lado, as declarações do Butantan sugerem que a escolha pela parceria com a Sinovac se deu por conta do conhecimento acumulado com a plataforma utilizada na produção do Coronavac.</p>
<p>Um ponto crucial dos acordos de transferência de tecnologia para a produção de vacinas no Brasil ao longo das últimas quatro décadas é o de que a produção desses acordos é condicionada a compras públicas. Ou seja, há um importante ganho de escala ao fornecer essa tecnologia ao Ministério da Saúde. Porém o acordo do Sinovac/Butantan não contempla tal arranjo, uma vez que não há acordo prévio com o Ministério da Saúde para inclusão desse produto no catálogo de vacinas do SUS. Por hora, a produção do Butantan só pode ser direcionada ao estado de São Paulo ou exportação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Sobre esse artigo</h2>
<p><strong>Elize Massard da Fonseca</strong> é professora da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://abori.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Bori</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
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