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	<title>Arquivos Motivação - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos Motivação - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Estudo revela fatores associados ao empreendedorismo político entre burocratas</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/burocratas-no-sistema-politico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 18:31:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/jose-martin-ramirez-carrasco-45sjAjSjArQ-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/jose-martin-ramirez-carrasco-45sjAjSjArQ-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/jose-martin-ramirez-carrasco-45sjAjSjArQ-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/jose-martin-ramirez-carrasco-45sjAjSjArQ-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/jose-martin-ramirez-carrasco-45sjAjSjArQ-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A tradicional visão weberiana do papel dos burocratas no sistema político, onde atuam meramente como executores das políticas formuladas por políticos eleitos, tem sido desafiada pela literatura em administração pública ao longo dos anos. Novas pesquisas indicam que burocratas podem agir como empreendedores políticos, desempenhando um papel ativo na formulação e implementação de políticas públicas. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/jose-martin-ramirez-carrasco-45sjAjSjArQ-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/jose-martin-ramirez-carrasco-45sjAjSjArQ-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/jose-martin-ramirez-carrasco-45sjAjSjArQ-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/jose-martin-ramirez-carrasco-45sjAjSjArQ-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/jose-martin-ramirez-carrasco-45sjAjSjArQ-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A tradicional visão weberiana do papel dos burocratas no sistema político, onde atuam meramente como executores das políticas formuladas por políticos eleitos, tem sido desafiada pela literatura em administração pública ao longo dos anos. Novas pesquisas indicam que burocratas podem agir como empreendedores políticos, desempenhando um papel ativo na formulação e implementação de políticas públicas.</p>
<p>As pesquisadoras Mariana Costa Silveira e Gabriela Lotta, da FGV EAESP, em conjunto com Nissim Cohen, investigaram essa dinâmica em um <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/psj.12536">estudo publicado na “Policy Studies Journal”</a>. Utilizando dados de uma pesquisa online realizada em 2017 pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap), que envolveu 2 mil burocratas do governo federal brasileiro, o estudo examinou como as interações entre burocratas e políticos influenciam a autoeficácia dos burocratas no empreendedorismo político. A autoeficácia é definida como a percepção do burocrata sobre sua capacidade de atuar como empreendedor político e obter bons resultados.</p>
<p>A pesquisa contou com um questionário de 110 perguntas, cobrindo perfis e percepções de trabalho dos burocratas. Através de análises estatísticas, os pesquisadores avaliaram a relação entre as interações político-burocrata e a autoeficácia dos burocratas. A influência de interações com colegas e atores não-governamentais também foi avaliada.</p>
<h2>Assim, o estudo revelou uma relação positiva entre as interações com políticos e o senso de autoeficácia dos burocratas para se engajar no empreendedorismo político.</h2>
<p>Portanto, burocratas com maior acesso a informações e oportunidades através de contatos com representantes eleitos conseguem influenciar políticos e suas redes de apoio, promovendo assim suas ideias políticas.</p>
<p>Além disso, as interações com colegas dentro da mesma organização mostraram-se cruciais para a autoeficácia dos burocratas. Porém, em contraste, conexões com burocratas de outras organizações tiveram um impacto menor. Os resultados também apontam que interações com a imprensa e sindicatos geram um maior senso de autoeficácia. Essas conexões fornecem suporte e visibilidade, incentivando os burocratas a se envolverem em atividades de empreendedorismo político.</p>
<p>Adicionalmente, a percepção dos burocratas sobre a reputação de sua organização na sociedade é outro fator significativo. Organizações bem vistas por sua expertise técnica e capacidade de resolver problemas proporcionam um ambiente propício para que os burocratas defendam novas soluções políticas.</p>
<p>Por fim, os resultados indicam que tanto preocupações sociais quanto objetivos individuais motivam os burocratas com alto senso de empreendedorismo político. Eles buscam causar um impacto positivo na sociedade, ao mesmo tempo em que almejam crescimento e reconhecimento profissional. Além disso, valorizam a discricionariedade, autonomia e a tomada de decisões baseadas nas necessidades dos cidadãos e em evidências.</p>
<p>O estudo evidencia a importância das redes e da reputação organizacional no desenvolvimento do empreendedorismo político entre burocratas. Ao fortalecer as interações político-burocrata e criar ambientes organizacionais colaborativos, é possível promover a autoeficácia.</p>
<p>Leia o <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/psj.12536">artigo na integra.</a></p>
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		<item>
		<title>Gamificação em apps fitness: framework aplicado a processos organizacionais</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/gamificacao-e-o-uso-de-elementos-de-design-de-games-em-contextos-nao-relacionados-a-games/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2024 11:44:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégias de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativos fitness]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[Elementos de design de games]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_1196341588-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_1196341588-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_1196341588-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_1196341588-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_1196341588-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Gamificação é o uso de elementos de design de games em contextos não relacionados a games. Em marketing, essa estratégia é usada para motivar, aumentar interações, engajar e criar valor para os consumidores através de serviços ou atividades de apoio. No estudo publicado na Revista de Administração Mackenzie, os pesquisadores da FGV EAESP, coordenados pelos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_1196341588-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_1196341588-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_1196341588-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_1196341588-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_1196341588-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p><a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/dinamica-de-games-pode-trazer-bons-resultados-para-organizacoes-em-termos-de-produtividade-aprendizagem-e-autonomia/">Gamificação</a> é o uso de elementos de design de games em contextos não relacionados a games. Em marketing, essa estratégia é usada para motivar, aumentar interações, engajar e criar valor para os consumidores através de serviços ou atividades de apoio. <a href="https://www.scielo.br/j/ram/a/m8hyfkSsqwJBMh67sXxCbKK/?lang=pt">No estudo publicado na Revista de Administração Mackenzie, os pesquisadores da FGV EAESP</a>, coordenados pelos professores Henrique de Campos Júnior e Carlos Eduardo Lourenço, investigaram como a gamificação é aplicada em quatro aplicativos de esporte e atividade física.</p>
<p>O objetivo era entender como esses aplicativos fitness utilizam a gamificação para engajar os consumidores. Os pesquisadores desenvolveram um framework no formato Canvas para analisar os elementos de gamificação e o utilizaram para avaliar os aplicativos.</p>
<p>A escolha dos apps fitness foi estratégica, pois a prática de exercícios requer engajamento contínuo para alcançar resultados, e a gamificação pode ajudar a promover a mudança de hábitos e comportamento do consumidor para uma prática sustentável de atividades físicas. Os dados foram coletados de fontes públicas, redes sociais e pela utilização direta dos apps por cinco consumidores treinados, que posteriormente forneceram entrevistas detalhadas.</p>
<h2>Estratégias de Gamificação em Aplicativos Fitness: Um Estudo Comparativo e um Framework de Análise</h2>
<p>Para garantir uma comparação robusta entre os casos, os pesquisadores adotaram seis etapas de gamificação, baseadas na literatura, organizadas em uma estrutura Canvas. São elas: definir os objetivos do negócio; delinear o comportamento-alvo dos jogadores; descrever os jogadores; determinar os loops de atividade; divertir os jogadores; e desdobrar as ferramentas apropriadas.</p>
<p>O estudo revelou que, apesar das convergências e divergências entre os casos, nenhum dos apps utiliza completamente todos os elementos de gamificação. Entre as similaridades, destaca-se a busca pelo bem-estar dos usuários e a aplicação das etapas de gamificação sugeridas. Por outro lado, as diferenças residem na especificidade de cada app, nos modos de recompensar e motivar os usuários, que variam conforme a proposta da atividade e o tipo de jogador. Em comum, os casos compartilham as seguintes características: o objetivo principal de gerar engajamento na prática de atividades físicas e o público-alvo e o que se espera dele.</p>
<p>A gamificação em apps fitness é desenvolvida utilizando elementos como pontos, curtidas, premiações e tabelas de classificação. A interação social e a diversão são incentivadas, principalmente através de comunidades onde os consumidores compartilham resultados e dicas.</p>
<p>Os apps fitness utilizam estruturas e cronogramas de recompensa similares, sendo desenhados para o tipo de jogador &#8220;achiever&#8221;, motivado por coletar pontos, aumentar níveis e explorar.</p>
<p>Os pesquisadores finalizam seu estudo destacando que o framework desenvolvido pode ser utilizado para comparar os principais concorrentes, facilitando a interpretação visual e a comparação dos elementos de gamificação, além de apoiar a criação de ações gamificadas.</p>
<p>Leia o <a href="https://www.scielo.br/j/ram/a/m8hyfkSsqwJBMh67sXxCbKK/?lang=pt#">artigo na integra</a>.</p>
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		<item>
		<title>Marcas que entendem motivação dos consumidores podem obter mais engajamento</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/marcas-que-entendem-motivacao-dos-consumidores-podem-obter-mais-engajamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2023 16:21:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-mart-production-7679669-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="mulher em loja de roupas" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-mart-production-7679669-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-mart-production-7679669-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-mart-production-7679669-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-mart-production-7679669-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Ao compreender as expectativas dos consumidores, as marcas podem aprimorar o relacionamento com os indivíduos e promover engajamento destes com seus produtos e serviços. A constatação está em artigo publicado na revista “Journal of Retailing and Consumer Services” com autoria dos pesquisadores da FGV EAESP Carlos Eduardo Lourenço, Felipe Zambaldi e Mateus Canniatti Ponchio. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-mart-production-7679669-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="mulher em loja de roupas" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-mart-production-7679669-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-mart-production-7679669-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-mart-production-7679669-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-mart-production-7679669-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Ao compreender as expectativas dos consumidores, as marcas podem aprimorar o relacionamento com os indivíduos e promover engajamento destes com seus produtos e serviços. A constatação está em artigo publicado na revista “Journal of Retailing and Consumer Services” com autoria dos pesquisadores da FGV EAESP Carlos Eduardo Lourenço, Felipe Zambaldi e Mateus Canniatti Ponchio.</p>
<p>O trabalho é baseado em entrevistas qualitativas com seis consumidores dos Estados Unidos e cinco brasileiros e na revisão de escalas de engajamento por especialistas. O artigo também incorpora três estudos quantitativos, com base em questionários aplicados via internet com consumidores brasileiros e estadunidenses. A coleta de dados ocorreu em 2015 e 2016, e a análise de dados, em  2021.</p>
<p>Segundo os autores, o engajamento está relacionado a emoções e estímulos cognitivos, e não somente à manifestação de um comportamento. Por isso, as escalas do estudo compreenderam as dimensões cognitiva, emocional e comportamental.</p>
<p>O apoio do consumidor a uma marca baseia-se em uma antecipação positiva sobre os resultados que essa relação pode gerar. Assim, a motivação do consumidor tem relação com a expectativa de um desempenho adequado da marca diante do engajamento manifestado pelo indivíduo. Os interesses do consumidor podem ser simples, como interações para obter descontos, ou complexos e intangíveis, como construção de senso de pertencimento.</p>
<p><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0969698922001461">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Game jams são oportunidade para profissionais da área de jogos experimentarem trabalho em equipe com parceiros diferentes</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/game-jams-sao-oportunidade-para-profissionais-da-area-de-jogos-experimentarem-trabalho-em-equipe-com-parceiros-diferentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Dec 2021 12:53:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvedor de jogos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/pexels-rodnae-productions-7915519-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/pexels-rodnae-productions-7915519-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/pexels-rodnae-productions-7915519-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/pexels-rodnae-productions-7915519-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/pexels-rodnae-productions-7915519-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />As chamadas game jams, sessões que reúnem interessados em jogos para desenvolver protótipos de games em um tempo reduzido, estão se tornando cada vez mais comuns e mais presentes nos ambientes de pesquisa. O público participante também é bastante diverso, envolvendo milhares de profissionais, estudantes e hobistas, que se envolvem com a prototipagem de games [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/pexels-rodnae-productions-7915519-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/pexels-rodnae-productions-7915519-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/pexels-rodnae-productions-7915519-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/pexels-rodnae-productions-7915519-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/pexels-rodnae-productions-7915519-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>As chamadas game jams, sessões que reúnem interessados em jogos para desenvolver protótipos de games em um tempo reduzido, estão se tornando cada vez mais comuns e mais presentes nos ambientes de pesquisa. O público participante também é bastante diverso, envolvendo milhares de profissionais, estudantes e hobistas, que se envolvem com a prototipagem de games por diversos motivos.</p>
<p>A partir de uma pesquisa em grande escala com participantes de um game jam de escala global, pesquisadores descobriram que os motivos também estão bastante relacionados com o grau e o tipo de envolvimento dos participantes com o desenvolvimento de jogos.</p>
<p>Os desenvolvedores independentes (também chamados de indies) são os que indicaram maior influência por conta de motivações sociais, enquanto estudantes e entusiastas do desenvolvimento de jogos buscam a oportunidade de participar de game jams com o objetivo de fortalecer suas habilidades técnicas. Já os profissionais que atuam na área de games participam das jams principalmente para experimentar o trabalho em equipe com outras pessoas que não sejam seus parceiros de trabalho regulares.</p>
<p>&#8220;Nossos resultados caracterizam os aspectos que influenciam a atratividade dos game jams e fornecem um conjunto de recomendações para organizações que desejam envolver as pessoas em seus eventos&#8221;, concluem os autores, dentre os quais está <a href="https://eaesp.fgv.br/professor/marcelo-gattermann-perin">Marcelo Perin</a>, da FGV EAESP.</p>
<p><a href="https://dl.acm.org/doi/fullHtml/10.1145/3472688.3472694">Confira na íntegra</a> o artigo apresentado na Sixth Annual International Conference on Game Jams, Hackathons, and Game Creation Events (ICGJ 2021).</p>
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		<title>Colaboradores tendem a ser persistentes e ter boa gestão dos estudos a distância (EAD), mas planejamento e ansiedade ainda são desafios</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/colaboradores-tendem-a-ser-persistentes-e-ter-boa-gestao-dos-estudos-a-distancia-ead-mas-planejamento-e-ansiedade-ainda-sao-desafios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Sep 2021 12:01:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[EAD]]></category>
		<category><![CDATA[Educação à Distância]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[treinamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-kampus-production-5940708-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-kampus-production-5940708-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-kampus-production-5940708-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-kampus-production-5940708-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-kampus-production-5940708-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Diversos contextos da atualidade, que envolvem o aumento da carga de trabalho, a redução de orçamentos e o espalhamento das equipes em diferentes geografias têm trazido desafios para os treinamentos corporativos. Diante da dificuldade na adesão dos funcionários a programas de educação corporativa tradicionais, o uso de ensino a distância mediado pela tecnologia, conhecido também [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-kampus-production-5940708-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-kampus-production-5940708-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-kampus-production-5940708-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-kampus-production-5940708-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-kampus-production-5940708-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Diversos contextos da atualidade, que envolvem o aumento da carga de trabalho, a redução de orçamentos e o espalhamento das equipes em diferentes geografias têm trazido desafios para os treinamentos corporativos. Diante da dificuldade na adesão dos funcionários a programas de educação corporativa tradicionais, o uso de ensino a distância mediado pela tecnologia, conhecido também pela siga EAD, tem se tornado uma opção mais viável para as corporações.<br />
No entanto, como fazer com que os aprendizes desses cursos e treinamentos se mantenham motivados durante os estudos? Para entender que fatores influenciam a motivação e o engajamento no processo de aprendizagem em educação corporativa a distância, uma pesquisa realizou questionários para compreender qual era a relação de questões como persistência, planejamento, autoeficácia, valorização, medo de fracasso e ansiedade com o engajamento e a motivação dos estudantes.<br />
Os pesquisadores, entre eles o professor Alberto Luiz Albertin, da FGV EAESP, descobriram que colaboradores engajados com o EAD corporativo tinham elevado índice de persistência, boa gestão de estudos e autoeficácia, por exemplo. No entanto, dois fatores pareceram estar menos associados à motivação dos colaboradores em continuar engajados nos estudos: o planejamento e a ansiedade.<br />
&#8220;O planejamento, tanto da empresa quanto do colaborador, pode ser um componente crítico no processo de aprendizagem e deve ser olhado de forma mais abrangente, considerando todos os pontos e buscando o desenvolvimento de um programa mais bem estruturado de ambas as partes&#8221;, sinalizam os autores em artigo publicado na Revista Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação.<br />
Os pesquisadores também apontaram que a ansiedade dentro do processo de aprendizagem poderia estar surgindo por diversos motivos, desde o próprio desafio de planejamento até outras questões, como excesso de tarefas, problemas relacionados à insatisfação com o trabalho ou até problemas pessoais.<br />
O estudo pode ajudar a propor a abertura de novas portas para a inclusão de uma ferramenta de ensino corporativo, mediado por tecnologias da informação, que permita às organizações melhorar seu planejamento e desenvolver suas políticas de treinamento.</p>
<p><a href="https://pesquisa-eaesp.fgv.br/sites/gvpesquisa.fgv.br/files/arquivos/albertin1.pdf">Confira o estudo na íntegra na Revista Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação.</a></p>
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