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	<title>Arquivos ODS 12 - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos ODS 12 - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Como influenciadoras digitais impulsionam a maquiagem acessível no Brasil</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/maquiagem-acessivel-influenciadoras-digitais-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 11:54:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/05/207-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Influenciadora digital apresenta opções de maquiagem acessível e compara produtos de beleza nas redes sociais" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/05/207-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/05/207-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/05/207-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/05/207-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O mercado da beleza movimenta bilhões e influencia hábitos de consumo em todo o mundo. Porém, para muitas pessoas, acompanhar tendências ainda representa um desafio financeiro. Nesse cenário, a maquiagem acessível ganhou espaço nas redes sociais e passou a fazer parte das conversas entre influenciadoras e seguidores. Mais do que divulgar marcas, influenciadoras têm ajudado [&#8230;]</p>
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<p>A pesquisa foi desenvolvida por Thaysa Costa do Nascimento, Isabela Carvalho de Morais e Eliane Zamith Brito, da FGV EAESP, e publicada na Journal of Business Research. O estudo utilizou uma metodologia chamada netnografia, que analisa comportamentos em ambientes digitais. Entre julho de 2023 e fevereiro de 2024, as pesquisadoras acompanharam conteúdos de 20 influenciadoras brasileiras de beleza no Instagram, TikTok e YouTube, observando vídeos, comentários e publicações relacionadas a temas como preço, produtos baratos e custo-benefício.</p>
<h1>Maquiagem acessível ganha força com influenciadoras digitais, democratizando o consumo de beleza</h1>
<p>Os resultados mostram que as influenciadoras digitais passaram a desempenhar um papel que vai além da publicidade tradicional. Em vez de apenas promover produtos caros ou tendências inalcançáveis, muitas delas ajudam seguidores a equilibrar qualidade, preço e necessidade real de consumo. Dessa forma, criam uma relação mais próxima e prática com o público.</p>
<p>Segundo a pesquisa, uma das principais estratégias utilizadas pelas influenciadoras é a validação de produtos acessíveis. Na prática, isso acontece quando influenciadoras testam maquiagens mais baratas e mostram que elas podem entregar resultados semelhantes aos de marcas de luxo. Além disso, comparações diretas entre produtos ajudam a diminuir o preconceito contra itens de menor preço e ampliam a visibilidade de marcas nacionais e populares.</p>
<p>Outra estratégia identificada pelos pesquisadores é a compensação. Nesse caso, as influenciadoras questionam se produtos premium realmente oferecem vantagens proporcionais ao valor cobrado. Com isso, incentivam os seguidores a refletirem sobre o consumo e considerarem opções mais econômicas e funcionais.</p>
<p>A pesquisa também observou uma estratégia de balanceamento. Muitas influenciadoras sugerem combinar itens mais caros com produtos acessíveis, criando uma rotina de beleza financeiramente mais equilibrada. Assim, a maquiagem acessível deixa de ser associada à baixa qualidade e passa a ser vista como uma escolha inteligente de consumo.</p>
<h2>Influenciadoras transformam a relação entre preço, qualidade e consumo</h2>
<p>Além das recomendações de produtos, as influenciadoras atuam como curadoras de informação. Elas compartilham promoções, dicas de compra, análises de custo-benefício e experiências pessoais que ajudam os seguidores a tomar decisões mais conscientes. Ao mesmo tempo, os comentários e opiniões do público influenciam diretamente o conteúdo produzido, fortalecendo uma dinâmica mais participativa nas redes sociais.</p>
<p>As pesquisadoras classificam essas influenciadoras como “intermediárias socioeconômicas”, porque elas ajudam consumidores a navegar entre desejo de consumo e limitações financeiras. Nesse modelo, credibilidade não depende apenas de aparência aspiracional, mas também da capacidade de compreender a realidade econômica do público.</p>
<p>Para as marcas, o estudo mostra que campanhas focadas exclusivamente em luxo podem perder espaço para estratégias mais inclusivas e conectadas ao cotidiano dos consumidores. Já para o público, a pesquisa reforça que a maquiagem acessível pode ampliar o acesso ao mercado de beleza sem ignorar questões financeiras. Ao traduzirem tendências para diferentes orçamentos, as influenciadoras ajudam a democratizar o consumo e tornam o universo da beleza mais próximo da realidade de milhões de brasileiros.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1016/j.jbusres.2025.115873">o artigo na íntegra.  </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<item>
		<title>Como novas teorias podem transformar a logística e criar valor disruptivo nas cadeias de suprimentos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/valor-disruptivo-cadeias-de-suprimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 11:17:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de operações e logística]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/196-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Rede global de logística conectando centros de distribuição e transporte com tecnologia digital" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/196-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/196-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/196-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/196-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Nos últimos anos, as cadeias de suprimentos globais passaram a operar em um ambiente marcado por incerteza e mudanças rápidas. Crises sanitárias, conflitos geopolíticos, eventos climáticos extremos e avanços tecnológicos têm provocado interrupções frequentes na logística mundial. Nesse contexto, empresas precisam ir além das estratégias tradicionais baseadas apenas em eficiência. Surge, portanto, um novo debate [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/196-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Rede global de logística conectando centros de distribuição e transporte com tecnologia digital" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/196-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/196-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/196-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/196-1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Nos últimos anos, as cadeias de suprimentos globais passaram a operar em um ambiente marcado por incerteza e mudanças rápidas. Crises sanitárias, conflitos geopolíticos, eventos climáticos extremos e avanços tecnológicos têm provocado interrupções frequentes na logística mundial. Nesse contexto, empresas precisam ir além das estratégias tradicionais baseadas apenas em eficiência. Surge, portanto, um novo debate sobre como gerar valor disruptivo em cadeias de suprimentos, criando sistemas logísticos mais flexíveis, capazes de se adaptar a mudanças e integrar inovação tecnológica com sustentabilidade.</p>
<p>O estudo foi conduzido por Maciel Queiroz, pesquisador da FGV EAESP, em coautoria com Remko van Hoek e Samuel Fosso Wamba. O artigo encontra-se na revista científica Journal of Business Logistics.</p>
<p>Os autores desenvolveram uma análise conceitual que reúne quinze teorias vindas de diferentes áreas do conhecimento. O objetivo foi criar um conjunto de ferramentas capaz de explicar melhor como tecnologias emergentes, como a inteligência artificial generativa, podem transformar a logística e fortalecer as cadeias de suprimentos. Assim, em vez de utilizar apenas teorias tradicionais da administração, o estudo incorpora perspectivas da sociologia, da ecologia e da ciência de sistemas complexos.</p>
<h1>Por que a logística precisa de novas formas de pensar inovação</h1>
<p>Durante décadas, grande parte das pesquisas em logística concentrou-se na eficiência operacional. Esse foco ajudou empresas a reduzir custos, otimizar rotas e aumentar a produtividade. No entanto, diante de crises cada vez mais frequentes, essas abordagens começam a revelar limitações.</p>
<p>Os autores argumentam que as cadeias de suprimentos atuais funcionam como sistemas complexos, em que tecnologia, pessoas, organizações e recursos naturais estão interligados. Por isso, compreender esses sistemas exige novas lentes teóricas.</p>
<p>Nesse sentido, o estudo apresenta um conjunto de teorias que ajudam a explicar fenômenos pouco explorados na logística. Algumas abordagens indicam que a adoção de tecnologias depende de fatores sociais e culturais. Outras destacam que as cadeias de suprimentos devem ser analisadas como ecossistemas, nos quais decisões econômicas também geram impactos ambientais e sociais.</p>
<p>Além disso, a pesquisa evidencia que o comportamento humano influencia diretamente as decisões logísticas. Ambientes de trabalho muito pressionados, por exemplo, podem reduzir a capacidade de adaptação das equipes e afetar a qualidade das decisões durante crises.</p>
<h2>Valor disruptivo em cadeias de suprimentos</h2>
<p>A partir dessas diferentes perspectivas, os pesquisadores apresentam o conceito de valor disruptivo nas cadeias de suprimentos. Esse conceito descreve a capacidade de criar soluções logísticas que não apenas aumentam a eficiência, mas também fortalecem a adaptabilidade, a inclusão, a resiliência e a integração ecológica.</p>
<p>Na prática, isso significa repensar como projetar e gerir cadeias de suprimentos. Tecnologias digitais, como inteligência artificial, podem ampliar a visibilidade das operações e melhorar a coordenação entre empresas. Dessa forma, torna-se possível reduzir desperdícios e responder mais rapidamente a mudanças na demanda.</p>
<p>Em síntese, a pesquisa mostra que enfrentar os desafios atuais da logística exige mais do que apenas novas ferramentas tecnológicas. É também necessário ampliar as formas de pensar os sistemas de suprimento. Ao integrar diferentes áreas do conhecimento, o estudo aponta caminhos para desenvolver cadeias de suprimentos mais inovadoras, resilientes e alinhadas às demandas ambientais e sociais do século XXI.</p>
<p>Leia <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/jbl.70053">o artigo na íntegra. </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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			</item>
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		<title>Por que o posicionamento de empresas está mudando o mercado entre negócios</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/posicionamento-de-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 11:11:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Ativismo corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[Ativismo de CEO]]></category>
		<category><![CDATA[ativismo de marca]]></category>
		<category><![CDATA[Ativismo sociopolítico corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[B2B]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 12]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 8]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/202-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="líderes discutindo o posicionamento de empresas em reunião estratégica" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/202-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/202-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/202-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/202-1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Empresas estão cada vez mais pressionadas a se posicionar sobre temas sociais e políticos. Esse movimento, que já era comum no relacionamento com consumidores, também ganha força nas relações entre empresas. Assim, o posicionamento de empresas passa a influenciar não apenas a imagem, mas também decisões estratégicas, parcerias e regras de mercado. A pesquisa foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/202-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="líderes discutindo o posicionamento de empresas em reunião estratégica" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/202-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/202-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/202-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/202-1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Empresas estão cada vez mais pressionadas a se posicionar sobre temas sociais e políticos. Esse movimento, que já era comum no relacionamento com consumidores, também ganha força nas relações entre empresas. Assim, o posicionamento de empresas passa a influenciar não apenas a imagem, mas também decisões estratégicas, parcerias e regras de mercado.</p>
<p>A pesquisa foi conduzida por Marcelo Perin, da FGV EAESP, em parceria com Luiza Braga, Matheus Tardin e Amir Grinstein, e publicada na revista Industrial Marketing Management. O estudo combinou três etapas: revisão de literatura, análise de casos reais com base em notícias e comunicações corporativas e, por fim, a criação de uma tipologia para organizar as diferentes formas de posicionamento corporativo entre empresas.</p>
<h1>Como o posicionamento de empresas redefine relações e decisões no mercado B2B</h1>
<p>Os resultados mostram que o posicionamento de empresas no ambiente entre negócios acontece de forma diferente daquele voltado ao consumidor. Em vez de campanhas publicitárias, as organizações atuam principalmente por meio de decisões práticas. Por exemplo, elas podem mudar fornecedores, encerrar contratos ou exigir novas regras de parceiros. Dessa forma, o posicionamento corporativo deixa de ser apenas discurso e passa a influenciar diretamente o funcionamento do mercado.</p>
<p>Além disso, o estudo identificou dois caminhos principais. Por um lado, existem ações mais simbólicas, que são rápidas e fáceis de reverter. Por outro, há iniciativas estruturais, que exigem mudanças mais profundas e duradouras. Essa diferença é importante porque afeta a credibilidade. Quanto mais concreta a ação, maior tende a ser a confiança gerada.</p>
<h1>Quatro estratégias mostram como empresas colocam valores em prática</h1>
<p>Com base nessas diferenças, os pesquisadores propuseram quatro estratégias de posicionamento de empresas. A primeira é o posicionamento voltado ao acesso ao mercado, quando a empresa sinaliza valores sem alterar suas operações. Em seguida, aparece o posicionamento voltado à proteção de riscos, que busca preservar a reputação com ações mais leves. Já o posicionamento fundamentado envolve mudanças reais na relação com fornecedores. Por fim, o posicionamento normativo de mercado ocorre quando empresas tomam decisões firmes, como encerrar relações comerciais com parceiros que não seguem determinados padrões.</p>
<p>Outro ponto relevante é que a maioria das empresas ainda prefere ações mais simbólicas. Isso acontece porque mudanças estruturais envolvem riscos financeiros e operacionais. No entanto, iniciativas mais robustas tendem a gerar maior impacto e fortalecer a reputação no longo prazo. Portanto, empresas que se posicionam de forma consistente conseguem influenciar não apenas sua imagem, mas também as regras do mercado em que atuam.</p>
<p>Além disso, o estudo mostra que esse tipo de posicionamento corporativo acontece principalmente dentro das cadeias de valor. Ou seja, ele envolve fornecedores, parceiros e clientes empresariais, e não apenas o público final. Por isso, gestores precisam avaliar com cuidado onde e como agir, considerando tanto os riscos quanto as oportunidades.</p>
<p>Em síntese, o posicionamento de empresas deixou de ser apenas uma escolha de comunicação e passou a ser uma decisão estratégica. Ao definir como se posicionar, organizações também definem seu papel no mercado e na sociedade.</p>
<p>Leia <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0019850125001646?via%3Dihub">o artigo na íntegra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/posicionamento-de-empresas/">Por que o posicionamento de empresas está mudando o mercado entre negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<item>
		<title>Ativismo de marcas funciona? O que define a autoridade moral das empresas ao defender causas sociais</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/ativismo-de-marcas-funciona-o-que-define-a-autoridade-moral-das-empresas-ao-defender-causas-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 11:14:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégias de marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Marcas e ONGs em ações sociais praticando ativismo de marcas e debate sobre credibilidade empresarial" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O ativismo de marcas deixou de ser exceção e passou a fazer parte da estratégia de comunicação de muitas empresas. Posicionamentos sobre diversidade, justiça social e direitos civis aparecem com frequência em campanhas e redes sociais. No entanto, nem sempre essas iniciativas geram confiança. Muitas vezes, o efeito é o oposto: críticas, boicotes e acusações [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/ativismo-de-marcas-funciona-o-que-define-a-autoridade-moral-das-empresas-ao-defender-causas-sociais/">Ativismo de marcas funciona? O que define a autoridade moral das empresas ao defender causas sociais</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Marcas e ONGs em ações sociais praticando ativismo de marcas e debate sobre credibilidade empresarial" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O ativismo de marcas deixou de ser exceção e passou a fazer parte da estratégia de comunicação de muitas empresas. Posicionamentos sobre diversidade, justiça social e direitos civis aparecem com frequência em campanhas e redes sociais. No entanto, nem sempre essas iniciativas geram confiança. Muitas vezes, o efeito é o oposto: críticas, boicotes e acusações de oportunismo. Sendo assim, surge uma pergunta central para consumidores e organizações: quando as empresas possuem autoridade moral para prescrever comportamentos?</p>
<p>Essa questão foi investigada em um estudo conduzido por Lucia Barros, pesquisadora da FGV EAESP, em parceria com Cristiane Pizzutti, Nathalia Brum de Mello, Marcos Severo de Almeida, Giuliana Isabella e Paulo de Paula Baptista. O artigo foi publicado na Journal of Business Research. A pesquisa reuniu cinco experimentos com consumidores do Brasil e dos Estados Unidos, analisando percepções sobre empresas e ONGs, além de medir autoridade moral, reputação, atitudes, escolha de marcas e disposição a pagar.</p>
<h1>Ativismo de marcas: quando o posicionamento gera confiança</h1>
<p>Os resultados mostram que empresas costumam ser vistas com menor autoridade moral do que ONGs ao se posicionarem sobre causas sociais. Isso acontece porque muitos consumidores acreditam que o principal objetivo das empresas continua sendo o lucro. Autoridade moral é a capacidade de uma organização influenciar valores e comportamentos de forma considerada ética e crível.</p>
<p>Além disso, a pesquisa revela que essa desconfiança não é igual para todos. Consumidores com orientação política mais conservadora tendem a questionar com mais intensidade as motivações das empresas. Já consumidores mais liberais mostram maior abertura para a ideia de que uma marca pode, ao mesmo tempo, buscar lucro e defender causas sociais.</p>
<h2>O que fortalece a autoridade moral das marcas?</h2>
<p>Apesar do ceticismo inicial, o estudo aponta caminhos claros para que o ativismo de marcas funcione. O primeiro é a coerência ao longo do tempo. Ou seja, as pessoas veem como mais autênticas empresas que conseguem mostrar um histórico consistente de ações alinhadas à causa defendida. Isso sinaliza compromisso de longo prazo, e não uma ação pontual motivada por tendências.</p>
<p>O segundo caminho é a parceria com ONGs. Ao se associar a organizações sem fins lucrativos, as empresas se beneficiam da legitimidade dessas instituições. Como resultado, a percepção de interesses ocultos diminui, e a autoridade moral aumenta. Esse efeito positivo aparece com mais força em causas progressistas, que costumam ter mais críticas de oportunismo ou woke washing.</p>
<p>A autoridade moral, portanto, não afeta apenas a imagem. Ela influencia decisões concretas. Marcas percebidas como legítimas tendem a ter melhor reputação, gerar atitudes mais favoráveis e aumentar a probabilidade de escolha pelo consumidor. Além disso, em alguns casos, isso também se traduz em maior disposição a pagar.</p>
<p>Por outro lado, quando o consumidor percebe o ativismo como incoerente ou oportunista, ele falha em melhorar a reputação e pode até afastar esses potenciais compradores. Assim, o estudo reforça que se posicionar não é suficiente. É preciso consistência, parceria e responsabilidade contínua para que o ativismo de marcas gere confiança real e impacto positivo.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1016/j.jbusres.2025.115913">o artigo na íntegra.  </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Quando ajudar reforça quem somos: o que motiva consumidores a colaborar em comunidades online</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/ajuda-entre-consumidores-comunidades-online/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 11:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégias de marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/181-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Ajuda entre consumidores em comunidades online" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/181-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/181-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/181-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/181-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A ajuda entre consumidores em comunidades online tornou-se um ativo estratégico para marcas e plataformas digitais. Afinal, quando usuários trocam experiências, resolvem dúvidas e compartilham conhecimento, o valor percebido de produtos e serviços cresce. Além disso, outros consumidores economizam tempo e esforço ao encontrar soluções prontas. No entanto, apesar de ser um comportamento comum, pouco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/181-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Ajuda entre consumidores em comunidades online" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/181-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/181-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/181-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/181-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A ajuda entre consumidores em comunidades online tornou-se um ativo estratégico para marcas e plataformas digitais. Afinal, quando usuários trocam experiências, resolvem dúvidas e compartilham conhecimento, o valor percebido de produtos e serviços cresce. Além disso, outros consumidores economizam tempo e esforço ao encontrar soluções prontas. No entanto, apesar de ser um comportamento comum, pouco se sabia sobre o que realmente motiva alguém a ajudar outra pessoa nesses ambientes virtuais.</p>
<p>Este é o foco do estudo conduzido por Renata Monteiro Martins, em coautoria com professores da FGV EAESP Lucia Barros, Felipe Zambaldi, Mateus Ponchio e Carlos Eduardo Lourenço. A pesquisa analisa como a comparação social e a percepção que o consumidor tem de si mesmo influenciam a disposição para ajudar outros usuários em comunidades online.</p>
<p>No dia a dia, as pessoas avaliam suas habilidades comparando-se com os outros. Esse processo acontece de forma quase automática e também se manifesta no ambiente digital. Portanto, em comunidades online, como fóruns, grupos de redes sociais ou plataformas de suporte, os consumidores observam quem sabe mais, quem sabe menos e onde eles próprios se encaixam. Assim, essas comparações influenciam não apenas o que sentem, mas também como agem.</p>
<p>Os autores realizaram quatro estudos com participantes norte-americanos, combinando questionários e experimentos em cenários simulados de comunidades online sobre temas como smartphones e inteligência artificial. A pesquisa foi publicada na Journal of Business Research, uma das principais revistas científicas da área de negócios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que motiva a ajuda entre consumidores em comunidades online?</strong></p>
<p>Os resultados mostram que consumidores ajudam mais quando se percebem em melhor situação do que os outros. Esse sentimento desperta orgulho, confiança e sensação de competência. Como consequência, ajudar torna-se uma forma de reforçar a própria imagem. Por outro lado, quando alguém se sente em pior situação, tende a evitar ajudar pessoas que parecem mais experientes, pois isso pode ameaçar sua autoimagem.</p>
<p>Além disso, o estudo revela que a ajuda é mais frequente quando o esforço fica visível para outros membros da comunidade. Nesses casos, ajudar funciona também como um sinal social, mostrando conhecimento e habilidade. No entanto, esse efeito exige cuidado, pois a exposição excessiva pode gerar medo de julgamento e reduzir a disposição para colaborar.</p>
<p>Sendo assim, a pesquisa demonstra que a ajuda entre consumidores não acontece apenas por altruísmo. Ela está fortemente ligada à forma como as pessoas se veem e desejam ser vistas. Quando ajudar reforça uma identidade positiva, a chance de colaboração aumenta. Por isso, comunidades bem-sucedidas são aquelas que criam ambientes seguros, onde os usuários se sentem competentes e confiantes para contribuir.</p>
<p>Para gestores e designers de plataformas, a principal lição é clara. É possível estimular a ajuda entre consumidores ao valorizar contribuições, destacar competências e criar interações construtivas. Ao mesmo tempo, é fundamental evitar mecanismos que gerem comparações negativas ou diminuam a confiança dos usuários.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1016/j.jbusres.2025.115912">o artigo na íntegra. </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Por que nos sentimos constrangidos pelo erro de um estranho e tentamos consertar a situação</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/constrangimento-comportamento-consumidor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 11:25:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégias de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[ameaça à reputação do grupo]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento reparatório]]></category>
		<category><![CDATA[constrangimento]]></category>
		<category><![CDATA[identidade]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 12]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/178-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Pessoa em situação pública demonstrando constrangimento após comportamento inadequado de alguém do mesmo grupo e tomando uma atitude sobre isso" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/178-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/178-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/178-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/178-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Você já se sentiu desconfortável ao ver alguém do seu país, da sua torcida ou da sua universidade se comportando mal em público, mesmo sem conhecê-lo? Esse sentimento, que mistura constrangimento e vontade de consertar a situação, é mais comum do que parece. Uma pesquisa recente mostra que consumidores não reagem apenas para proteger a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/178-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Pessoa em situação pública demonstrando constrangimento após comportamento inadequado de alguém do mesmo grupo e tomando uma atitude sobre isso" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/178-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/178-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/178-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/178-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Você já se sentiu desconfortável ao ver alguém do seu país, da sua torcida ou da sua universidade se comportando mal em público, mesmo sem conhecê-lo? Esse sentimento, que mistura constrangimento e vontade de consertar a situação, é mais comum do que parece. Uma pesquisa recente mostra que consumidores não reagem apenas para proteger a própria imagem, mas também para defender a reputação dos grupos aos quais pertencem. Esse fenômeno ajuda a explicar por que, em determinadas situações, as pessoas pedem desculpas, dão gorjetas maiores ou fazem gestos reparatórios por erros que não cometeram.</p>
<p>O estudo é assinado por Julia Von Schuckmann, Lucia Barros (FGV EAESP), Grant Donnelly e Marco Bertini. Ao longo de oito experimentos, os autores analisaram como consumidores reagem ao testemunhar transgressões sociais cometidas por estranhos do mesmo grupo, em diferentes contextos, como nacionalidade, etnia, universidades e torcidas esportivas.</p>
<h1>Quando o constrangimento entra em cena</h1>
<p>Os resultados mostram que o constrangimento e o comportamento do consumidor estão diretamente conectados quando três condições se combinam. Primeiro, o observador e o infrator compartilham uma identidade visível. Segundo, o mau comportamento acontece em público. Terceiro, pessoas de fora do grupo estão assistindo. Portanto, nessas situações, surge o medo de que todo o grupo seja julgado negativamente por causa da atitude de um único indivíduo.</p>
<p>Esse constrangimento não leva ao afastamento do grupo. Pelo contrário, ele desperta o desejo de mostrar que aquele comportamento não representa quem o grupo realmente é. Assim, ações de consumo passam a funcionar como sinais públicos de reparação.</p>
<h2>Por que pedir desculpas, dar gorjetas ou presentear</h2>
<p>Além disso, a pesquisa revela que o constrangimento é o principal gatilho para a ação reparatória. Ao se sentir constrangido, o consumidor busca se diferenciar simbolicamente do infrator. Pedir desculpas, oferecer presentes ou dar gorjetas maiores são formas visíveis de restaurar a imagem moral do grupo diante de quem está observando.</p>
<p>No entanto, esse impulso diminui quando outro membro do grupo já tomou a iniciativa de reparar a situação. Nesse caso, a reputação coletiva já foi parcialmente protegida, reduzindo a necessidade de novas ações.</p>
<p>Além disso, essas descobertas trazem implicações importantes para o marketing e para iniciativas sociais. Campanhas que ativam a identidade de grupo em contextos visíveis, como eventos esportivos, datas comemorativas ou ambientes universitários, podem estimular comportamentos pró-sociais. Ainda assim, os autores alertam que explorar artificialmente o constrangimento pode gerar rejeição se parecer manipulador.</p>
<p>Por fim, a pesquisa mostra que consumidores não cuidam apenas da própria imagem, mas também das identidades que compartilham. Quando a reputação do grupo é ameaçada em público, o constrangimento motiva ações práticas para dizer, sem palavras, &#8220;não é isso que somos&#8221;. Portanto, esse comportamento reforça o papel do consumo como ferramenta social, emocional e profundamente conectada à vida em grupo.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1002/jcpy.70009">o artigo na íntegra.</a></p>
<p>Nota: este artigo possui acesso aberto.</p>
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		<item>
		<title>A inteligência artificial pode mesmo contribuir para a sustentabilidade?</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/a-inteligencia-artificial-pode-mesmo-contribuir-para-a-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2025 11:01:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[adoção de tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Capacidades dinâmicas]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[indústria 4.0]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[manufatura]]></category>
		<category><![CDATA[manufatura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 12]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2454786769-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Executivos analisando dados de manufatura sustentável com inteligência artificial" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2454786769-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2454786769-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2454786769-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2454786769-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Em um mundo cada vez mais pressionado por metas de redução de carbono e práticas empresariais responsáveis, surge uma pergunta essencial: a inteligência artificial (IA) pode realmente ajudar a proteger o meio ambiente? Pesquisadores buscaram responder a essa questão, analisando como as capacidades habilitadas por IA podem melhorar tanto o desempenho ambiental quanto a eficiência [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/a-inteligencia-artificial-pode-mesmo-contribuir-para-a-sustentabilidade/">A inteligência artificial pode mesmo contribuir para a sustentabilidade?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2454786769-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Executivos analisando dados de manufatura sustentável com inteligência artificial" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2454786769-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2454786769-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2454786769-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2454786769-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Em um mundo cada vez mais pressionado por metas de redução de carbono e práticas empresariais responsáveis, surge uma pergunta essencial: a inteligência artificial (IA) pode realmente ajudar a proteger o meio ambiente? Pesquisadores buscaram responder a essa questão, analisando como as capacidades habilitadas por IA podem melhorar tanto o desempenho ambiental quanto a eficiência produtiva nas empresas de manufatura.</p>
<p>O estudo — conduzido por Samuel Fosso Wamba, Cameron Guthrie, Maciel M. Queiroz (FGV EAESP) e Adegboyega Oyedijo — foi publicado no <em>International Journal of Production Research</em> e oferece evidências concretas de que a IA pode, sim, ser uma aliada poderosa da sustentabilidade corporativa.</p>
<p>Os pesquisadores coletaram dados de 128 gestores de empresas de manufatura — 54 nos EUA e 74 no Reino Unido. Eles testaram um modelo que conecta as capacidades de IA ao desempenho ambiental e produtivo. Entre essas capacidades estão a percepção de oportunidades, o aprendizado organizacional, a coordenação entre áreas, a integração de dados em tempo real e a reconfiguração de processos.</p>
<p>Com base em análises estatísticas, o grupo comprovou que empresas que desenvolvem essas competências conseguem melhorar sua sustentabilidade e competitividade simultaneamente.</p>
<h1>Inteligência artificial e meio ambiente: como a IA pode impulsionar a sustentabilidade nas empresas</h1>
<p>Os resultados mostram que a IA pode ir muito além da automação. Quando aplicada de forma estratégica, ela permite que as empresas prevejam demandas, otimizem o uso de recursos e reduzam desperdícios. Isso cria um ciclo virtuoso de eficiência e responsabilidade ambiental.</p>
<p>Empresas que usam IA para analisar dados de produção e identificar gargalos, por exemplo, conseguem diminuir o consumo de energia e matérias-primas, além de reduzir falhas e emissões.</p>
<p>No entanto, o impacto varia conforme o contexto. Nos Estados Unidos, a IA está mais associada à produtividade e à inovação tecnológica, impulsionada por investimentos robustos em Indústria 4.0. Já no Reino Unido, onde há metas governamentais de carbono mais rígidas, a IA é utilizada para atender a regulações ambientais e reduzir impactos ecológicos.</p>
<h2>O que as empresas podem aprender com isso</h2>
<p>O estudo indica que a IA só gera resultados sustentáveis quando integrada à estratégia da empresa. Portanto, não basta investir em ferramentas tecnológicas. É preciso desenvolver capacidades organizacionais que permitam aprender com os dados, adaptar processos e coordenar ações entre fornecedores, parceiros e clientes. Dessa forma, essas capacidades ajudam a criar cadeias de suprimentos mais transparentes e resilientes, essenciais para enfrentar crises ambientais e novas exigências regulatórias.</p>
<p>Além disso, gestores que utilizam IA de forma inteligente conseguem selecionar fornecedores mais sustentáveis, reduzir resíduos e garantir conformidade ambiental. Empresas que adotam IA de maneira consciente não apenas ganham em produtividade, mas também contribuem para um modelo de crescimento mais verde e ético.</p>
<p>Por fim, a chave está em usar a IA como um meio de evolução organizacional, e não apenas como uma tecnologia de automação. Em um cenário global de transição ecológica, a pesquisa mostra que inteligência artificial e meio ambiente podem, sim, caminhar lado a lado — desde que a inovação venha acompanhada de propósito e responsabilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1080/00207543.2024.2428427">o artigo na íntegra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/a-inteligencia-artificial-pode-mesmo-contribuir-para-a-sustentabilidade/">A inteligência artificial pode mesmo contribuir para a sustentabilidade?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cozinhas solidárias ajudam a combater a fome e promovem inclusão nas periferias urbanas</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/cozinhas-solidarias-ajudam-a-combater-a-fome-e-promovem-inclusao-nas-periferias-urbanas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 11:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[combate à fome]]></category>
		<category><![CDATA[cozinhas solidárias]]></category>
		<category><![CDATA[justiça social]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 1]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 12]]></category>
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		<category><![CDATA[redistribuição de alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/cozinha-solidaria-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/cozinha-solidaria-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/cozinha-solidaria-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/cozinha-solidaria-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A fome nas cidades brasileiras não é causada pela falta de alimentos, mas sim pela má distribuição e pelo difícil acesso da população de baixa renda. A insegurança alimentar afeta mais de 80 milhões de pessoas no Brasil, segundo dados do IBGE (2020). Nesse contexto, surgem as cozinhas solidárias, uma resposta direta e coletiva para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/cozinha-solidaria-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/cozinha-solidaria-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/cozinha-solidaria-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/cozinha-solidaria-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A fome nas cidades brasileiras não é causada pela falta de alimentos, mas sim pela má distribuição e pelo difícil acesso da população de baixa renda. A insegurança alimentar afeta mais de 80 milhões de pessoas no Brasil, segundo dados do IBGE (2020). Nesse contexto, surgem as cozinhas solidárias, uma resposta direta e coletiva para garantir refeições dignas a quem mais precisa. Ou seja, mulheres chefes de família, crianças e moradores das periferias.</p>
<p>Um estudo foi realizado por Luciana Marques Vieira, pesquisadora e professora da FGV EAESP e Fabiano Jorge Soares, doutorando e pesquisador do FGV Analytics e FGV CEAPG, em coautoria com Wagner Cerqueira Nunes, Nicole Martins Bezerra e Carolyne Mendes Espírito Santo, e publicado na revista Cadernos Gestão Pública e Cidadania utilizando análise documental e revisão de literatura. O objetivo foi analisar a relevância das cozinhas solidárias no combate à insegurança alimentar nos centros urbanos brasileiros.</p>
<p>Sendo assim, os pesquisadores utilizaram dados oficiais do IBGE e da Rede Penssan, além da legislação que institucionalizou o Programa Nacional Cozinha Solidária (PNCS) — Lei nº 14.628/2023 e Decreto nº 11.937/2024. Além disso, a pesquisa estudou experiências práticas de cozinhas implantadas durante a pandemia, com destaque para o trabalho do MTST em várias regiões do país.</p>
<h1>Mais do que refeições: inclusão, capacitação e justiça social</h1>
<p>As cozinhas solidárias oferecem refeições gratuitas ou a preços simbólicos para famílias em situação de vulnerabilidade. Porém, seu papel vai além disso, funcionando também como centros de formação comunitária, redes de solidariedade e valorização do trabalho local. Elas contam com o apoio de agricultores familiares, doações voluntárias e o esforço diário de cozinheiras e moradores das comunidades.</p>
<p>Desde 2021, essas cozinhas distribuíram mais de 2,3 milhões de refeições no Brasil, mesmo enfrentando desafios como falta de recursos estáveis e descontinuidade de políticas públicas. Em 2024, existiam 48 cozinhas solidárias ativas, com estrutura limitada, mas grande impacto social.</p>
<h2>Cozinhas solidárias como política estratégica para o Brasil</h2>
<p>A pesquisa mostra que as cozinhas solidárias são tecnologias sociais replicáveis, desenvolvidas com participação da comunidade, que promovem soluções reais para o combate à fome. Além disso, incentivam práticas sustentáveis para a redução do desperdício, como o aproveitamento de alimentos próximos ao vencimento ou fora do padrão estético do comércio.</p>
<p>Portanto, para que esse modelo se torne sustentável em larga escala, o estudo recomenda:</p>
<ul>
<li>Expansão do PNCS com recursos contínuos;</li>
<li>Parcerias com pequenos produtores e bancos de alimentos;</li>
<li>Infraestrutura adequada nas regiões mais afetadas pela fome (Norte e Nordeste);</li>
<li>Integração com programas como o PAA (Programa de Aquisição de Alimentos).</li>
</ul>
<p>Ao mostrar que é possível garantir alimentação digna com articulação comunitária e apoio governamental, o estudo reforça a importância das cozinhas solidárias como política pública de segurança alimentar e justiça social. Por fim, mais do que uma resposta emergencial, elas representam um modelo de transformação local com impacto nacional. São um passo concreto para um Brasil sem fome.</p>
<p>Leia <a href="https://periodicos.fgv.br/cgpc/article/view/92673">o artigo na integra.</a></p>
<p>Crédito fotografia: Roberta Aline/ Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).</p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Fundo Global de Minerais: proposta da ONU e cientistas para garantir a transição verde com justiça e cooperação internacional</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/fundo-global-de-minerais-proposta-da-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 11:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
		<category><![CDATA[fundo global de minerais]]></category>
		<category><![CDATA[G7]]></category>
		<category><![CDATA[governança ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[justiça climática]]></category>
		<category><![CDATA[minerais críticos]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 12]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia verde]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/minerais-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/minerais-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/minerais-75x75.png 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A demanda global por minerais críticos — como lítio, cobalto, níquel e terras raras — cresce rapidamente com o avanço da transição para energias limpas e o uso de tecnologias como baterias, veículos elétricos e inteligência artificial. No entanto, o acesso a esses recursos vitais está cada vez mais marcado por disputas geopolíticas, sanções comerciais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/minerais-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/minerais-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/minerais-75x75.png 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A demanda global por minerais críticos — como lítio, cobalto, níquel e terras raras — cresce rapidamente com o avanço da transição para energias limpas e o uso de tecnologias como baterias, veículos elétricos e inteligência artificial. No entanto, o acesso a esses recursos vitais está cada vez mais marcado por disputas geopolíticas, sanções comerciais e riscos ambientais. Como evitar que os minerais da transição verde se tornem o &#8220;novo petróleo&#8221;, concentrado nas mãos de poucos e motivo de conflito?</p>
<p>Para responder a essa questão urgente, cientistas das Nações Unidas, com participação do professor José A. Puppim de Oliveira, da FGV EAESP, publicaram um artigo na revista Science, propondo a criação de um Fundo Global de Minerais. Essa é uma solução cooperativa para promover a paz, a justiça e a sustentabilidade no comércio desses recursos.</p>
<p>O artigo foi publicado no Policy Forum da revista Science pela equipe da Universidade das Nações Unidas (UNU-INWEH), com coautoria de pesquisadores de diferentes países. A publicação sintetiza evidências e propostas com base em estudos anteriores e experiências internacionais de governança de recursos naturais. Além disso, o texto destaca como o G7 pode liderar a implementação dessa ideia a partir da presidência canadense em 2025.</p>
<h1>Da exploração à cooperação: um novo modelo de governança mineral</h1>
<p>A proposta do Fundo é criar uma plataforma neutra e multilateral para facilitar o comércio de minerais essenciais. Tudo isso com mecanismos de auditoria independentes, transparência nas negociações e respeito à soberania dos países. Portanto, a ideia é garantir preços justos, evitar interrupções politizadas no fornecimento e apoiar os países em desenvolvimento com assistência técnica e acesso à tecnologia verde.</p>
<p>Os países participantes manteriam controle sobre seus recursos, mas se comprometeriam com regras que priorizam o uso desses minerais em tecnologias sustentáveis. Além disso, proíbem seu uso como instrumento de pressão política. O Fundo funcionaria como uma espécie de “bolsa internacional” para minerais. Ela estimula a economia circular, o reaproveitamento e a reciclagem, além de reduzir os danos ambientais da mineração descontrolada.</p>
<h2>Justiça climática e segurança internacional com o Fundo de Minerais</h2>
<p>Com base em modelos já utilizados por organismos como a Agência Internacional de Energia Atômica, o Fundo também serviria como um instrumento de justiça global. Ele garantiria que países produtores recebessem uma compensação justa por seus recursos e pudessem desenvolver indústrias locais para agregar valor aos minerais, contribuindo para seu próprio progresso econômico e ambiental.</p>
<p>Além disso, o Fundo busca prevenir conflitos comerciais, evitar cartéis e proteger cadeias de suprimento vitais para o futuro energético do planeta. Segundo os pesquisadores, é a chance de substituir o modelo extrativista pela administração responsável dos recursos.</p>
<p>Por fim, o Fundo Global de Minerais oferece uma alternativa concreta e viável à fragmentação atual do comércio de minerais. Ao invés de rivalidades geopolíticas e exploração predatória, propõe uma governança baseada em cooperação, justiça e sustentabilidade. Se implementada, a proposta pode garantir que a transição verde seja, de fato, justa — beneficiando não apenas países poderosos, mas toda a humanidade.</p>
<p>Leia <a href="https://www.science.org/doi/10.1126/science.adv9841">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Estudo aponta que mercado de carbono europeu está se tornando mais eficiente</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/mercado-de-carbono-europeu-esta-se-tornando-mais-eficiente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 11:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência de mercado]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de CO2]]></category>
		<category><![CDATA[EU ETS]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos ESG]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de commodities]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 12]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 13]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=5491</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/empresarios-que-trabalham-no-grafico-com-varios-recursos-naturais-icone-na-mesa-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/empresarios-que-trabalham-no-grafico-com-varios-recursos-naturais-icone-na-mesa-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/empresarios-que-trabalham-no-grafico-com-varios-recursos-naturais-icone-na-mesa-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/empresarios-que-trabalham-no-grafico-com-varios-recursos-naturais-icone-na-mesa-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/empresarios-que-trabalham-no-grafico-com-varios-recursos-naturais-icone-na-mesa-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A crescente urgência por ações contra as mudanças climáticas tem impulsionado governos e empresas a buscar soluções mais eficazes. Uma das ferramentas que vem ganhando destaque é o mercado de carbono, onde empresas negociam permissões para emitir gases de efeito estufa. Mas, para que esse mercado realmente contribua com a transição para uma economia mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/empresarios-que-trabalham-no-grafico-com-varios-recursos-naturais-icone-na-mesa-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/empresarios-que-trabalham-no-grafico-com-varios-recursos-naturais-icone-na-mesa-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/empresarios-que-trabalham-no-grafico-com-varios-recursos-naturais-icone-na-mesa-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/empresarios-que-trabalham-no-grafico-com-varios-recursos-naturais-icone-na-mesa-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/empresarios-que-trabalham-no-grafico-com-varios-recursos-naturais-icone-na-mesa-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A crescente urgência por ações contra as mudanças climáticas tem impulsionado governos e empresas a buscar soluções mais eficazes. Uma das ferramentas que vem ganhando destaque é o mercado de carbono, onde empresas negociam permissões para emitir gases de efeito estufa. Mas, para que esse mercado realmente contribua com a transição para uma economia mais sustentável, é fundamental que funcione de forma eficiente. Ou seja, que os preços reflitam as informações corretas e ajudem empresas a tomar decisões bem fundamentadas.</p>
<p>Publicado na revista Applied Economics, o estudo é assinado pela pesquisadora da FGV EAESP Natalia Diniz-Maganini, em coautoria com Ajith Venugopal e Abdul Rasheed. Os autores analisaram dados diários do índice S&amp;P GSCI Carbon Emission Allowances (EUA) EUR e do índice S&amp;P GSCI de commodities entre 2010 e 2024. Eles utilizaram janelas móveis de sete anos e técnicas da física aplicadas à economia para entender a evolução da eficiência dos preços nesse mercado e como ele se relaciona com o mercado de commodities.</p>
<h1>O mercado de carbono está em evolução para combater as mudanças climáticas</h1>
<p>A principal conclusão do estudo é que o mercado europeu de carbono (EU ETS) vem amadurecendo, com melhora consistente em sua eficiência de preços. Isso significa que os preços das permissões de emissão estão refletindo cada vez melhor as informações relevantes do mercado. Além disso, essa evolução é importante porque permite que empresas façam escolhas mais racionais sobre investimentos em tecnologias sustentáveis e redução de emissões.</p>
<p>Outro dado relevante é o aumento da correlação entre os preços de carbono e os preços de commodities, como petróleo e produtos agrícolas. Em 2010, essa conexão era fraca, mas se fortaleceu ao longo dos anos, atingindo índices mais estáveis entre 2016 e 2022. Portanto, o mercado de carbono está se integrando ao ecossistema mais amplo dos mercados financeiros e de energia.</p>
<p>Para empresas, preços de carbono eficientes ajudam na tomada de decisões sobre quando e quanto investir em tecnologias de redução de emissões. Por outro lado, um mercado ineficiente pode levar a escolhas erradas — seja por subestimar ou superestimar o custo futuro do carbono.</p>
<p>Já para investidores e formuladores de políticas, o amadurecimento do mercado é um bom sinal. Ele indica maior confiança e estabilidade, além de mostrar que instrumentos de mercado podem, sim, ser aliados no combate às mudanças climáticas — desde que bem estruturados.</p>
<h2>Mercado híbrido: governo e mercado de mãos dadas</h2>
<p>Diferente de mercados financeiros tradicionais, o mercado de carbono depende de decisões governamentais, como limites de emissão e penalidades. Isso o torna um sistema híbrido: ao mesmo tempo em que usa mecanismos de mercado (compra e venda de licenças), é moldado por políticas públicas.</p>
<p>O estudo conclui que, apesar da melhora, ainda há espaço para aperfeiçoar a eficiência do mercado. Investir em transparência, fiscalização e padronização de dados pode tornar os mercados de carbono mais eficazes globalmente.</p>
<p>Por fim, a pesquisa reforça que mercados de carbono eficientes são fundamentais para atingir metas de redução de emissões. O EU ETS está no caminho certo, mas é preciso seguir avançando. Ademais, governos, empresas e investidores têm papéis complementares nessa jornada. Como mostra o estudo, um mercado bem desenhado pode ser uma poderosa ferramenta na luta por um futuro mais verde.</p>
<p>Leia o <a href="https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/00036846.2025.2453247">artigo na integra</a>.</p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/mercado-de-carbono-europeu-esta-se-tornando-mais-eficiente/">Estudo aponta que mercado de carbono europeu está se tornando mais eficiente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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