• Sobre o Blog Impacto
  • FGV EAESP
  • FGV EAESP Pesquisa
  • Acontece
    • Notícias
    • Eventos
  • Para alunos
    • Serviços para alunos
    • Comunidade FGV
  • Para candidatos
  • Para empresas
    • Soluções para empresas
    • Clube de parceiros FGV
  • Alumni
  • Contato
Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa
  • Adm. de empresas
  • Adm. pública
  • Notícias
  • Colunas
    • Blog Impacto
    • Blog Gestão e Negócios
  • Vídeos
  • Podcast
Nenhum resultado
Ver todos os recultados
Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa
Home Administração de empresas

Por que nos sentimos constrangidos pelo erro de um estranho e tentamos consertar a situação

2 de fevereiro de 2026
Pessoa em situação pública demonstrando constrangimento após comportamento inadequado de alguém do mesmo grupo e tomando uma atitude sobre isso

Resumo da pesquisa

  1. Consumidores podem decidir tomar atitudes para reparar erros cometidos por estranhos que pertencem ao mesmo grupo social.
  2. Essa reação tem maior chance de acontecer quando três condições se combinam: o observador e o infrator compartilham uma identidade visível; o mau comportamento acontece em público e; pessoas de fora do grupo estão assistindo.
  3. Pedir desculpas, dar gorjetas ou oferecer presentes são formas de proteger a reputação do grupo que é ameaçada por estranhos com mal comportamento.

Pesquisador(es):

Julia Von Schuckmann

Lucia Barros 

Grant Donnelly

Marco Bertini

Você já se sentiu desconfortável ao ver alguém do seu país, da sua torcida ou da sua universidade se comportando mal em público, mesmo sem conhecê-lo? Esse sentimento, que mistura constrangimento e vontade de consertar a situação, é mais comum do que parece. Uma pesquisa recente mostra que consumidores não reagem apenas para proteger a própria imagem, mas também para defender a reputação dos grupos aos quais pertencem. Esse fenômeno ajuda a explicar por que, em determinadas situações, as pessoas pedem desculpas, dão gorjetas maiores ou fazem gestos reparatórios por erros que não cometeram.

O estudo é assinado por Julia Von Schuckmann, Lucia Barros (FGV EAESP), Grant Donnelly e Marco Bertini. Ao longo de oito experimentos, os autores analisaram como consumidores reagem ao testemunhar transgressões sociais cometidas por estranhos do mesmo grupo, em diferentes contextos, como nacionalidade, etnia, universidades e torcidas esportivas.

Conteúdorelacionado

Como novas teorias podem transformar a logística e criar valor disruptivo nas cadeias de suprimentos

Por que o posicionamento de empresas está mudando o mercado entre negócios

Ativismo de marcas funciona? O que define a autoridade moral das empresas ao defender causas sociais

Quando o constrangimento entra em cena

Os resultados mostram que o constrangimento e o comportamento do consumidor estão diretamente conectados quando três condições se combinam. Primeiro, o observador e o infrator compartilham uma identidade visível. Segundo, o mau comportamento acontece em público. Terceiro, pessoas de fora do grupo estão assistindo. Portanto, nessas situações, surge o medo de que todo o grupo seja julgado negativamente por causa da atitude de um único indivíduo.

Esse constrangimento não leva ao afastamento do grupo. Pelo contrário, ele desperta o desejo de mostrar que aquele comportamento não representa quem o grupo realmente é. Assim, ações de consumo passam a funcionar como sinais públicos de reparação.

Por que pedir desculpas, dar gorjetas ou presentear

Além disso, a pesquisa revela que o constrangimento é o principal gatilho para a ação reparatória. Ao se sentir constrangido, o consumidor busca se diferenciar simbolicamente do infrator. Pedir desculpas, oferecer presentes ou dar gorjetas maiores são formas visíveis de restaurar a imagem moral do grupo diante de quem está observando.

No entanto, esse impulso diminui quando outro membro do grupo já tomou a iniciativa de reparar a situação. Nesse caso, a reputação coletiva já foi parcialmente protegida, reduzindo a necessidade de novas ações.

Além disso, essas descobertas trazem implicações importantes para o marketing e para iniciativas sociais. Campanhas que ativam a identidade de grupo em contextos visíveis, como eventos esportivos, datas comemorativas ou ambientes universitários, podem estimular comportamentos pró-sociais. Ainda assim, os autores alertam que explorar artificialmente o constrangimento pode gerar rejeição se parecer manipulador.

Por fim, a pesquisa mostra que consumidores não cuidam apenas da própria imagem, mas também das identidades que compartilham. Quando a reputação do grupo é ameaçada em público, o constrangimento motiva ações práticas para dizer, sem palavras, “não é isso que somos”. Portanto, esse comportamento reforça o papel do consumo como ferramenta social, emocional e profundamente conectada à vida em grupo.

Leia o artigo na íntegra.

Nota: este artigo possui acesso aberto.

Tags: ameaça à reputação do grupocomportamento reparatórioconstrangimentoidentidadeODS 12
CompartilharTweetarCompartilharEnviar

Conteúdo relacionado

Rede global de logística conectando centros de distribuição e transporte com tecnologia digital
Administração de empresas

Como novas teorias podem transformar a logística e criar valor disruptivo nas cadeias de suprimentos

27 de abril de 2026
líderes discutindo o posicionamento de empresas em reunião estratégica
Administração de empresas

Por que o posicionamento de empresas está mudando o mercado entre negócios

24 de abril de 2026
Marcas e ONGs em ações sociais praticando ativismo de marcas e debate sobre credibilidade empresarial
Administração de empresas

Ativismo de marcas funciona? O que define a autoridade moral das empresas ao defender causas sociais

26 de fevereiro de 2026

Conteúdo recente

O Que os Bancos Tradicionais Ainda Não Entenderam Sobre Narrativa?

O Que os Bancos Tradicionais Ainda Não Entenderam Sobre Narrativa?

8 de maio de 2026
Existe um limite universal para o desenvolvimento tecnológico?

SELIC: O Fator Externo tem Passaporte Americano

6 de maio de 2026
gestão de marcas no contexto global conectando produção, consumo e mercado financeiro

Gestão de marcas: o que está por trás do valor das grandes empresas globais

4 de maio de 2026

Mais lidos

FGV EAESP tem professores reconhecidos em ranking internacional de excelência em pesquisa em Gestão

FGV EAESP tem professores reconhecidos em ranking internacional de excelência em pesquisa em Gestão

15 de abril de 2026
O Retorno da “Velha” Gestão: Por que as Techs estão pagando o preço da falta de visão de longo prazo

O Retorno da “Velha” Gestão: Por que as Techs estão pagando o preço da falta de visão de longo prazo

31 de março de 2026
em evento público tirando foto para redes sociais diante de plateia

CEO celebridade nas redes sociais: como a performance de valores constroem imagem pública

26 de março de 2026
Existe um limite universal para o desenvolvimento tecnológico?

Existe um limite universal para o desenvolvimento tecnológico?

6 de abril de 2026
A força das instituições de um país reduz o apoio do governo aos bancos.

Como o apoio do governo aos bancos muda conforme a força das instituições de cada país

24 de dezembro de 2025
Relações diplomáticas e comerciais entre China e Estados Unidos no século XXI

China e Estados Unidos não vivem uma “Guerra Fria 2.0”: o que os dados realmente mostram sobre essa relação

16 de março de 2026

Tags

administração pública bem estar coronavírus corrupção covid-19 desenvolvimento sustentável diversidade educação empreendedorismo empresas ESG Estratégia FGV EAESP finanças gestão gestão de saúde gestão pública gênero inovação Inteligência Artificial liderança marketing mudanças climáticas mulheres Notícias internas ODS 3 ODS3 ODS 4 ODS 8 ODS 9 ODS 10 ODS 12 ODS 16 organizações pandemia política pública políticas públicas saúde saúde de qualidade saúde pública supply chain SUS sustentabilidade trabalho transparência
#podcast Impacto: A relação entre autonomia e desempenho de Defensorias Públicas na América Latina

Podcast Impacto

30 Episode
Subscribe
  • Add to Queue
  • Share
    Facebook Twitter Linked In WhatsApp

  • Add to Queue
  • Share
    Facebook Twitter Linked In WhatsApp

Ativismo corporativo: quando o posicionamento das empresas gera apoio e rejeição

6 de abril de 2026
  • Add to Queue
  • Share
    Facebook Twitter Linked In WhatsApp

#PodcastImpacto – Urbanismo feminista: o caso de Barcelona

16 de setembro de 2025
  • Add to Queue
  • Share
    Facebook Twitter Linked In WhatsApp

#PodcastImpacto: Agentes prisionais e emoções no trabalho

18 de agosto de 2025
  • Add to Queue
  • Share
    Facebook Twitter Linked In WhatsApp

#PodcastImpacto: Eficiência e acesso em saúde: o que podemos aprender com sistemas universais em países em desenvolvimento?

11 de julho de 2025
  • Add to Queue
  • Share
    Facebook Twitter Linked In WhatsApp

#PodcastImpacto: Como a gestão municipal pode reduzir desigualdades educacionais?

12 de junho de 2025
Disseminação do conhecimento
Catálogo dos Centros de Estudos

As manifestações expressas por integrantes dos quadros da Fundação Getulio Vargas, nas quais constem a sua identificação como tais, em artigos e entrevistas publicados nos meios de comunicação em geral, representam exclusivamente as opiniões dos seus autores e não, necessariamente, a posição institucional da FGV. Portaria FGV Nº19

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Nenhum resultado
Ver todos os recultados
  • Adm. de empresas
  • Adm. pública
  • Notícias
  • Colunas
    • Blog Impacto
    • Blog Gestão e Negócios
  • Vídeos
  • Podcast

-
00:00
00:00

Queue

Update Required Flash plugin
-
00:00
00:00