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	<title>Arquivos bem estar - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos bem estar - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>#Podcast Impacto: Como projetar serviços que promovam o bem-estar</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/podcast/podcast-impacto-como-projetar-servicos-que-promovam-o-bem-estar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Sep 2024 13:55:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
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		<category><![CDATA[design de serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/podcast_impacto_Como-projetar-servicos-que-promovam-o-bem-estar-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/podcast_impacto_Como-projetar-servicos-que-promovam-o-bem-estar-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/podcast_impacto_Como-projetar-servicos-que-promovam-o-bem-estar-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/podcast_impacto_Como-projetar-servicos-que-promovam-o-bem-estar-350x350.png 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Nos últimos anos, o papel dos serviços na sociedade se ampliou, passando de uma simples busca por lucro e satisfação do cliente para algo mais profundo: a promoção do bem-estar humano. Em meio a esse cenário emergiu a Transformative Service Research (TSR), que explora como as interações entre consumidores e organizações de serviço podem gerar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/podcast_impacto_Como-projetar-servicos-que-promovam-o-bem-estar-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/podcast_impacto_Como-projetar-servicos-que-promovam-o-bem-estar-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/podcast_impacto_Como-projetar-servicos-que-promovam-o-bem-estar-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/podcast_impacto_Como-projetar-servicos-que-promovam-o-bem-estar-350x350.png 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Nos últimos anos, o papel dos serviços na sociedade se ampliou, passando de uma simples busca por lucro e satisfação do cliente para algo mais profundo: a promoção do bem-estar humano. Em meio a esse cenário emergiu a Transformative Service Research (TSR), que explora como as interações entre consumidores e organizações de serviço podem gerar resultados de bem-estar e transformações positivas. No entanto, uma questão crítica permanecia sem resposta: como projetar serviços que realmente promovam o bem-estar? Com essa questão em mente, Paulo Sodre Hollaender desenvolveu sua pesquisa que resultou no prêmio de melhor tese no programa de Doutorado em Administração de Empresas (<a href="https://eaesp.fgv.br/cursos/doutorado-administracao-empresas-cdae">CDAE</a>) da FGV EAESP com o trabalho “<a href="https://repositorio.fgv.br/items/ef6036da-7f5e-4d7a-8df5-38623cbb8661">Designing transformative services: how to create services that promote well-being</a>”.</p>
<p>Nesse episódio do <a href="https://www.impacto.blog.br/categorias/podcast/">Podcast Impacto</a>, Paulo compartilha um pouco sobre sua pesquisa, desenvolvida em duas frentes complementares. Primeiro, uma abordagem teórica investigou os traços e características que definem serviços transformadores, estabelecendo uma base conceitual sólida. Em seguida, uma investigação empírica orientada por teoria foi realizada para desenvolver e validar um novo método de design para esses serviços.</p>
<p>O método proposto organiza o processo de design de serviços transformadores em cinco estágios bem definidos, fornecendo uma estrutura prática para que gestores e designers de serviço possam criar experiências que promovam o bem-estar de forma eficiente e sistemática.</p>
<p>Ouça o episódio para entender como esse método representa um avanço significativo na aplicação prática da TSR e tem potencial para impactar diretamente a maneira como os serviços são concebidos e entregues. Ouça agora mesmo!</p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Projetando serviços que promovam o bem-estar" style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/episode/47VmqQRsO0LC3blgqD78qG?si=agpf4JzaTnGAvTDBU7_8jw&#038;utm_source=oembed"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como combater o materialismo dos jovens</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/noticias-internas/como-combater-o-materialismo-dos-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 11:27:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias internas]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[consumo responsável]]></category>
		<category><![CDATA[gratidão]]></category>
		<category><![CDATA[intervenção]]></category>
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		<category><![CDATA[ODS 3]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_1955657998-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_1955657998-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_1955657998-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_1955657998-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_1955657998-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O que podemos fazer para reduzir o materialismo entre crianças e adolescentes? Especialistas caracterizam o materialismo como a importância que o indivíduo atribui aos seus bens materiais, mais especificamente pela ênfase em bens materiais como medida de sucesso e felicidade. O excesso de materialismo tem sido amplamente associado a problemas de saúde mental entre jovens, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_1955657998-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_1955657998-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_1955657998-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_1955657998-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_1955657998-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O que podemos fazer para reduzir o materialismo entre crianças e adolescentes? Especialistas caracterizam o materialismo como a importância que o indivíduo atribui aos seus bens materiais, mais especificamente pela ênfase em bens materiais como medida de sucesso e felicidade. O excesso de materialismo tem sido amplamente associado a problemas de saúde mental entre jovens, como depressão e ansiedade. Estudos recentes indicam que a gratidão pode atuar como um contrapeso poderoso ao materialismo dos jovens, promovendo maior bem-estar e saúde mental.</p>
<p>Para investigar a relação entre gratidão e materialismo, <a href="https://www.frontiersin.org/journals/psychology/articles/10.3389/fpsyg.2024.1352729/full">a pesquisadora da FGV EAESP, Tânia Veludo de Oliveira, junto com Suzana Battistella Lima, publicaram na revista Frontiers in Psychology dois estudos empíricos com adolescentes de baixa renda em São Paulo, Brasil.</a> O primeiro estudo utilizou um design experimental, envolvendo a criação de diários de gratidão por 65 jovens de 14 a 19 anos. Já o segundo estudo consistiu em um questionário respondido por 845 pais e responsáveis. Eles responderam questões sobre sua expressão de gratidão e o materialismo percebido em seus filhos.</p>
<h2>Os resultados de pesquisa demonstraram que a gratidão é uma maneira eficaz de reduzir o excesso de materialismo dos jovens.</h2>
<p>O primeiro estudo mostrou que adolescentes que participaram de atividades que estimularam a gratidão apresentaram uma diminuição significativa na crença de que a felicidade e o sucesso são derivados da aquisição ou possessão de bens materiais. O segundo estudo revelou que pais que expressam gratidão tendem a criar filhos com menores níveis de materialismo. Portanto, as pesquisadoras sugerem que a gratidão pode ser uma estratégia eficaz para reduzir o materialismo e promover o bem-estar dos jovens.</p>
<p>A pesquisa evidencia que o estímulo à gratidão não apenas melhora a saúde mental, mas também pode ser uma intervenção prática e acessível para mitigar o materialismo, especialmente entre os mais jovens e vulneráveis. Por fim, promover a gratidão tanto em casa quanto nas escolas pode ser uma ferramenta valiosa para combater o consumo excessivo e suas consequências negativas.</p>
<p>Leia o <a href="https://www.frontiersin.org/journals/psychology/articles/10.3389/fpsyg.2024.1352729/full">artigo na integra.</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Gamificação em apps fitness: framework aplicado a processos organizacionais</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/gamificacao-e-o-uso-de-elementos-de-design-de-games-em-contextos-nao-relacionados-a-games/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2024 11:44:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégias de marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_1196341588-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_1196341588-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_1196341588-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_1196341588-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_1196341588-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Gamificação é o uso de elementos de design de games em contextos não relacionados a games. Em marketing, essa estratégia é usada para motivar, aumentar interações, engajar e criar valor para os consumidores através de serviços ou atividades de apoio. No estudo publicado na Revista de Administração Mackenzie, os pesquisadores da FGV EAESP, coordenados pelos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_1196341588-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_1196341588-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_1196341588-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_1196341588-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_1196341588-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p><a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/dinamica-de-games-pode-trazer-bons-resultados-para-organizacoes-em-termos-de-produtividade-aprendizagem-e-autonomia/">Gamificação</a> é o uso de elementos de design de games em contextos não relacionados a games. Em marketing, essa estratégia é usada para motivar, aumentar interações, engajar e criar valor para os consumidores através de serviços ou atividades de apoio. <a href="https://www.scielo.br/j/ram/a/m8hyfkSsqwJBMh67sXxCbKK/?lang=pt">No estudo publicado na Revista de Administração Mackenzie, os pesquisadores da FGV EAESP</a>, coordenados pelos professores Henrique de Campos Júnior e Carlos Eduardo Lourenço, investigaram como a gamificação é aplicada em quatro aplicativos de esporte e atividade física.</p>
<p>O objetivo era entender como esses aplicativos fitness utilizam a gamificação para engajar os consumidores. Os pesquisadores desenvolveram um framework no formato Canvas para analisar os elementos de gamificação e o utilizaram para avaliar os aplicativos.</p>
<p>A escolha dos apps fitness foi estratégica, pois a prática de exercícios requer engajamento contínuo para alcançar resultados, e a gamificação pode ajudar a promover a mudança de hábitos e comportamento do consumidor para uma prática sustentável de atividades físicas. Os dados foram coletados de fontes públicas, redes sociais e pela utilização direta dos apps por cinco consumidores treinados, que posteriormente forneceram entrevistas detalhadas.</p>
<h2>Estratégias de Gamificação em Aplicativos Fitness: Um Estudo Comparativo e um Framework de Análise</h2>
<p>Para garantir uma comparação robusta entre os casos, os pesquisadores adotaram seis etapas de gamificação, baseadas na literatura, organizadas em uma estrutura Canvas. São elas: definir os objetivos do negócio; delinear o comportamento-alvo dos jogadores; descrever os jogadores; determinar os loops de atividade; divertir os jogadores; e desdobrar as ferramentas apropriadas.</p>
<p>O estudo revelou que, apesar das convergências e divergências entre os casos, nenhum dos apps utiliza completamente todos os elementos de gamificação. Entre as similaridades, destaca-se a busca pelo bem-estar dos usuários e a aplicação das etapas de gamificação sugeridas. Por outro lado, as diferenças residem na especificidade de cada app, nos modos de recompensar e motivar os usuários, que variam conforme a proposta da atividade e o tipo de jogador. Em comum, os casos compartilham as seguintes características: o objetivo principal de gerar engajamento na prática de atividades físicas e o público-alvo e o que se espera dele.</p>
<p>A gamificação em apps fitness é desenvolvida utilizando elementos como pontos, curtidas, premiações e tabelas de classificação. A interação social e a diversão são incentivadas, principalmente através de comunidades onde os consumidores compartilham resultados e dicas.</p>
<p>Os apps fitness utilizam estruturas e cronogramas de recompensa similares, sendo desenhados para o tipo de jogador &#8220;achiever&#8221;, motivado por coletar pontos, aumentar níveis e explorar.</p>
<p>Os pesquisadores finalizam seu estudo destacando que o framework desenvolvido pode ser utilizado para comparar os principais concorrentes, facilitando a interpretação visual e a comparação dos elementos de gamificação, além de apoiar a criação de ações gamificadas.</p>
<p>Leia o <a href="https://www.scielo.br/j/ram/a/m8hyfkSsqwJBMh67sXxCbKK/?lang=pt#">artigo na integra</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/gamificacao-e-o-uso-de-elementos-de-design-de-games-em-contextos-nao-relacionados-a-games/">Gamificação em apps fitness: framework aplicado a processos organizacionais</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Investimentos em saúde, lazer e segurança no trabalho melhoram qualidade de vida de funcionários de hospital</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/investimentos-em-saude-lazer-e-seguranca-no-trabalho-melhoram-qualidade-de-vida-de-funcionarios-de-hospital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Oct 2023 11:16:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
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		<category><![CDATA[funcionários]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=3491</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Gestão hospitalar deve elaborar estratégia para promoção da qualidade de vida dos funcionários no ambiente de trabalho, diz pesquisa da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Em hospital de São Paulo, uma estratégia para promoção da qualidade de vida dos funcionários no ambiente de trabalho aumenta a adesão e o estado de saúde dos trabalhadores. A iniciativa, realizada por meio de parcerias entre empresas e operadoras de saúde, baseia-se no foco em três grandes áreas ligadas à qualidade de vida: clínicas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Gestão hospitalar deve elaborar estratégia para promoção da qualidade de vida dos funcionários no ambiente de trabalho, diz pesquisa da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Em hospital de São Paulo, uma estratégia para promoção da qualidade de vida dos funcionários no ambiente de trabalho aumenta a adesão e o estado de saúde dos trabalhadores. A iniciativa, realizada por meio de parcerias entre empresas e operadoras de saúde, baseia-se no foco em três grandes áreas ligadas à qualidade de vida: clínicas de atendimento, áreas destinadas ao lazer e gestão da segurança do trabalho. O programa tem gerado resultados positivos: os funcionários participam ativamente das iniciativas e há redução significativa do comportamento sedentário e do estresse, por exemplo.</p>
<p>A análise está em artigo publicado na “Revista Brasileira de Saúde Suplementar” (RBSS) pelos pesquisadores da FGV EAESP, Alberto José Niituma Ogata e Ana Maria Malik, em colaboração com o gestor de saúde Leonardo Piovesan Mendonça. Para investigar a implementação de programas de bem-estar dos trabalhadores nas empresas, os autores realizaram um estudo de caso analisando a iniciativa de promoção de saúde do Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC), em São Paulo, em parceria com operadoras de saúde, bem como suas ferramentas e resultados.</p>
<h2>Gestão hospitalar pode incentivar prática de exercícios físicos e alimentação saudável dos trabalhadores</h2>
<p>O chamado Programa Bem-Estar (PBE) foi implementado em 2011 com o objetivo de investir em estruturas de <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/relacoes-pessoais-e-impacto-social-do-trabalho-sao-essenciais-para-o-bem-estar-de-profissionais-da-enfermagem/">promoção da saúde do trabalhador no ambiente de trabalho</a>. Dentre os recursos oferecidos pelo programa estão diversas modalidades de exercícios físicos, como academias de ginástica, atendimento médico próprio ao trabalhador e treinamentos relacionados à segurança do trabalho, como simulados de combate a incêndios. Além das atividades, o programa oferece um sistema de incentivos que auxilia na adesão dos funcionários. Ao manter vacinas e exames médicos em dia, por exemplo, os funcionários acumulam pontos que podem ser revertidos em uma porcentagem de sua remuneração.</p>
<p>Os autores apontam que mais de 98% dos funcionários participam da iniciativa, com as taxas de adesão às atividades físicas chegando a 90%. Além da redução de comportamentos sedentários, também houve melhora significativa na alimentação dos funcionários e na economia com custos de planos de saúde: entre 2016 e 2018, por exemplo, houve uma redução de 30% nos custos médicos em usuários de academia de ginástica. Vale destacar que a iniciativa tornou-se referência na área, acumulando prêmios nacionais e mundiais em programas de qualidade de vida.</p>
<p><a href="https://rbss.org.br/index.php/RBSS/article/view/4/5">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Retorno ao trabalho presencial traz mais bem-estar psicológico a homens e funcionários em tempo integral na empresa</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/retorno-ao-trabalho-presencial-traz-mais-bem-estar-psicologico-a-homens-e-funcionarios-em-tempo-integral-na-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 13:18:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalho presencial]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho remoto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />No retorno a atividades de trabalho presenciais durante a pandemia de Covid-19, a prevalência de bem-estar entre funcionários homens foi de 71%, índice significativamente maior do que entre mulheres. Neste grupo,  o predomínio do bem-estar adequado foi de apenas 56%, o que pode estar relacionado à maior exposição das mulheres a situações de risco e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>No retorno a atividades de trabalho presenciais durante a pandemia de Covid-19, a prevalência de bem-estar entre funcionários homens foi de 71%, índice significativamente maior do que entre mulheres. Neste grupo,  o predomínio do bem-estar adequado foi de apenas 56%, o que pode estar relacionado à maior exposição das mulheres a situações de risco e estresse, como sobrecarga de trabalho e acúmulo do cuidado com a família, e à ocorrência de transtornos como ansiedade e depressão. A constatação é de artigo com participação dos pesquisadores da FGV EAESP Alberto José Niituma Ogata e Ana Maria Malik publicado na revista “Journal of Occupational and Environmental Medicine”.</p>
<p>Os autores aplicaram questionário online a 2241 trabalhadores de nove empresas brasileiras dos setores de indústria e construção entre outubro e novembro de 2021. O bem-estar psicológico dos participantes foi avaliado de acordo com o Índice de Bem-Estar da Organização Mundial da Saúde considerando as características sociodemográficas, laborais e as condições de saúde dos trabalhadores da amostra. Do total de participantes da pesquisa, 63.15% apresentaram bem-estar adequado.</p>
<p>Trabalhadores das equipes de limpeza, manutenção ou segurança relataram maior prevalência de bem-estar adequado, de 85%. O menor índice, 57%, foi registrado entre os trabalhadores administrativos. Com relação ao regime de trabalho, as chances de bem-estar adequado foram maiores entre os funcionários que atuavam em tempo integral na empresa, com 74% de prevalência, do que entre aqueles exclusivamente em teletrabalho (57%), em regime híbrido (60%) ou em licença temporária, (33%). Entre as possíveis explicações para esse resultado, segundo os autores, estão a pouca oportunidade de socialização e os longos períodos de exposição às telas.</p>
<p>Trabalhadores nas faixas etárias de 40 a 49 anos e acima de 50 anos tiveram bem-estar adequado significativamente maior do que aqueles com menos de 30 anos. A prevalência de bem-estar adequado entre os primeiros foi de, respectivamente, 67% e 76%, contra 53% entre os mais jovens. Segundo a literatura da área, menores índices de bem-estar entre a população mais jovem podem estar relacionados ao aumento da ansiedade, às poucas atividades de lazer e às incertezas sobre o futuro diante da superexposição às informações sobre a Covid-19.</p>
<p><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36728099/">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Integração de alimentação saudável e outros hábitos à prática de esportes gera experiência de consumo mais ampla e benefícios mais duradouros</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/consumo-integracao-de-alimentacao-saudavel-e-outros-habitos-a-pratica-de-esportes-gera-experiencia-mais-ampla-e-beneficios-mais-duradouros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2023 11:06:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/fitsum-admasu-oGv9xIl7DkY-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/fitsum-admasu-oGv9xIl7DkY-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/fitsum-admasu-oGv9xIl7DkY-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/fitsum-admasu-oGv9xIl7DkY-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/fitsum-admasu-oGv9xIl7DkY-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A experiência em atividades físicas como corrida e natação são práticas de consumo que, em conjunto com outras práticas, ordenam a vida cotidiana. No caso de praticantes de esportes, a rotina é delimitada por uma orquestração de práticas, como a realização de exercícios complementares para manter o desempenho e a alimentação saudável, por exemplo. Portanto, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/fitsum-admasu-oGv9xIl7DkY-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/fitsum-admasu-oGv9xIl7DkY-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/fitsum-admasu-oGv9xIl7DkY-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/fitsum-admasu-oGv9xIl7DkY-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/fitsum-admasu-oGv9xIl7DkY-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A experiência em atividades físicas como corrida e natação são práticas de consumo que, em conjunto com outras práticas, ordenam a vida cotidiana. No caso de praticantes de esportes, a rotina é delimitada por uma orquestração de práticas, como a realização de exercícios complementares para manter o desempenho e a alimentação saudável, por exemplo. Portanto, as práticas recorrentes e associadas ao objetivo principal geram uma experiência temporal mais ampla, ou seja, seus efeitos e benefícios são duradouros.</p>
<p>A constatação é de artigo dos pesquisadores da FGV EAESP Benjamin Rosenthal e Eliane Pereira Zamith Brito publicado na revista “Marketing Theory”. Os pesquisadores realizaram 25 entrevistas com 15 corredores e 10 nadadores que vivem em São Paulo e praticam essas atividades há mais de dois anos. Um dos autores também utilizou a observação participante em seu ambiente de prática de atividade física para interpretar os dados das entrevistas.</p>
<p>Os autores propõem o conceito de ritmos globais de práticas de consumo para se referir à integração de hábitos de consumo. Assim, o desalinhamento das práticas está associado a uma “arritmia”, constatada no relato de nadadores ou corredores que sentem irritação, ansiedade ou cansaço após períodos sem realizar atividades físicas.</p>
<p>Além do benefício pessoal, essas práticas estão relacionadas com o envolvimento social. No caso dos esportes estudados, o pertencimento a uma comunidade de atletas impacta diretamente na experiência dos praticantes, que relatam identificação com pessoas jovens, saudáveis e alegres. Os pesquisadores apontam que os ritmos globais podem contribuir para a literatura sobre a formação de valor das experiências recorrentes de consumo, e podem ser úteis para entender práticas que ocorrem no cotidiano dos espaços urbanos.</p>
<p><a href="https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/14705931221081161">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>O que fazer com a epidemia de ansiedade no trabalho</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/videos/o-que-fazer-com-a-epidemia-de-ansiedade-no-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2022 18:59:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[incerteza]]></category>
		<category><![CDATA[recursos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[sistemas de RH de alto desempenho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2840</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/BI-video_ansiedade_trabalho-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/BI-video_ansiedade_trabalho-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/BI-video_ansiedade_trabalho-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/BI-video_ansiedade_trabalho-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Resumo O crescimento dos níveis de estresse e a incerteza entre trabalhadores levam organizações a pensarem em soluções para reduzir o problema. Os sistemas de RH de alto desempenho podem contribuir para isso ao garantir clareza nos papéis dos colaboradores, diminuindo ambiguidades. Além do potencial de redução de incertezas, estudos indicam que os benefícios desses [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/BI-video_ansiedade_trabalho-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/BI-video_ansiedade_trabalho-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/BI-video_ansiedade_trabalho-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/BI-video_ansiedade_trabalho-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Resumo</p>
<ul>
<li>O crescimento dos níveis de estresse e a incerteza entre trabalhadores levam organizações a pensarem em soluções para reduzir o problema.</li>
<li>Os sistemas de RH de alto desempenho podem contribuir para isso ao garantir clareza nos papéis dos colaboradores, diminuindo ambiguidades.</li>
<li>Além do potencial de redução de incertezas, estudos indicam que os benefícios desses sistemas se estendem à competitividade organizacional.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autoras</p>
<p><a href="https://eaesp.fgv.br/pessoa/joana-sabrina-pereira-story">Joana Story</a></p>
<p>Thais Cristina Alves</p>
<p>O Brasil está entre os principais países da América Latina e do Caribe a relatar estresse e ansiedade entre os trabalhadores e esse quadro tornou-se ainda mais grave com a pandemia da Covid-19. Diante das incertezas no ambiente de trabalho, práticas de recursos humanos de alto desempeno podem amenizar ansiedade dos funcionários. É o que revela a pesquisa feita por Joana Story, professora e pesquisadora em estudos organizacionais na FGV EAESP e Thais Cristina Alves, mestranda em Administração de Empresas na linha de estudos organizacionais na FGV EAESP.</p>
<p>O artigo, publicado na  <a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvexecutivo/index">GV-executivo</a>, revela que para 53% dos brasileiros, o início da pandemia foi marcado por uma piora na saúde mental e emocional, conforme dados do Ipsos para o Fórum Econômico Mundial. No contexto global, esse percentual foi de 43% para a força de trabalho, de acordo com levantamento da Gallup. O problema é que “quando os trabalhadores não conseguem compreender ou antecipar como suas organizações vão reagir a potenciais ameaças, seus níveis de estresse e ansiedade aumentam.”, afirmam as pesquisadoras.</p>
<p>A pesquisa destaca que uma estratégia bastante utilizada pelas empresas para tentar frear o aumento dos níveis de ansiedade e estresse é recrutar pessoas com habilidades de autogerenciamento. Segundo o Fórum Econômico Mundial, entre as habilidades mais buscadas pelas organizações estão resiliência, tolerância ao estresse e flexibilidade. O problema, de acordo com as autoras, é que ao fazerem isso, “as organizações colocam toda a responsabilidade no colaborador e acabam não assumindo que o ambiente de trabalho e a má gestão são as causas ou os agravantes de ansiedade e estresse”.</p>
<p>Para solucionar o problema, as pesquisadoras apontam que um caminho é clarificar conduta de comportamento de funcionários pela cultura organizacional, valores e rotinas e o uso de sistemas de RH de alto desempenho pode ajudar nesse sentido. Esses sistemas são um conjunto de práticas de alto envolvimento e comprometimento e têm como objetivo obter vantagem competitiva na organização por intermédio da melhoria do desempenho dos funcionários.</p>
<p>No artigo, as autoras apontam caminhos para o uso de sistemas de de RH de alto desempenho e as possibilidades de enfrentamento da epidemia de ansiedade no trabalho, leia o texto na íntegra na <a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvexecutivo/article/view/85945">GV-executivo</a>.</p>
<div class="jeg_video_container jeg_video_content"><iframe loading="lazy" title="GV-executivo: O que fazer com a epidemia de ansiedade no trabalho" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/tprpro6cc1o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/videos/o-que-fazer-com-a-epidemia-de-ansiedade-no-trabalho/">O que fazer com a epidemia de ansiedade no trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Empresas devem investir em estratégias de saúde e segurança para profissionais em trabalho remoto</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/empresas-devem-investir-em-estrategias-de-saude-e-seguranca-para-profissionais-em-trabalho-remoto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Dec 2022 11:18:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[home office]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho remoto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2822</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/yasmina-h-p8DjPfqEhW0-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/yasmina-h-p8DjPfqEhW0-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/yasmina-h-p8DjPfqEhW0-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/yasmina-h-p8DjPfqEhW0-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/yasmina-h-p8DjPfqEhW0-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Com a chegada da pandemia da Covid-19, em 2020, diversos profissionais passaram a trabalhar em casa como medida para evitar o contágio pela doença. Porém, 84% de uma amostra de funcionários em trabalho remoto aponta que seus empregadores não realizaram avaliação de saúde e segurança do novo local de trabalho, o ambiente doméstico. A maioria [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/empresas-devem-investir-em-estrategias-de-saude-e-seguranca-para-profissionais-em-trabalho-remoto/">Empresas devem investir em estratégias de saúde e segurança para profissionais em trabalho remoto</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/yasmina-h-p8DjPfqEhW0-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/yasmina-h-p8DjPfqEhW0-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/yasmina-h-p8DjPfqEhW0-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/yasmina-h-p8DjPfqEhW0-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/yasmina-h-p8DjPfqEhW0-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Com a chegada da pandemia da Covid-19, em 2020, diversos profissionais passaram a trabalhar em casa como medida para evitar o contágio pela doença. Porém, 84% de uma amostra de funcionários em trabalho remoto aponta que seus empregadores não realizaram avaliação de saúde e segurança do novo local de trabalho, o ambiente doméstico. A maioria dos entrevistados apontou sentir mais dores no corpo desde o início do home office.</p>
<p>Os achados são de Alberto José Niituma Ogata, Ana Maria Malik, Viviane Lourenço e Valena Savia, pesquisadores do FGVsaúde, o Centro de Estudos em Planejamento e Gestão de Saúde da FGV EAESP, em artigo publicado na “Revista Brasileira de Medicina do Trabalho”. Os pesquisadores analisaram respostas a questionário online aplicado a 653 pessoas entre 1º de junho e 15 de agosto de 2020.</p>
<p>Com frequência, os entrevistados relataram aumento de desconforto ou dor nas costas, no pescoço e nos ombros – 56%, 55% e 50%, respectivamente. Entre outros sintomas apontados pelos respondentes estão problemas de sono, que atingiram 54% dos entrevistados. Já a questão emocional mais prevalente foi a preocupação com as finanças da família, foco de 35% dos entrevistados.</p>
<p>Ao trabalhar de casa durante a pandemia, o profissional não pode contar com mobiliário adequado como o disponível nos ambientes de trabalho convencionais. Também passou a conviver com demandas domésticas, como cuidar de crianças. Segundo os autores, a partir desses aprendizados, são necessárias estratégias para garantir a saúde ocupacional e o bem-estar dos trabalhadores no novo regime para evitar o surgimento ou agravamento de quadros clínicos já existentes.</p>
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		<title>Aglomerações em lojas têm efeito negativo na satisfação dos clientes</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategias-de-marketing/aglomeracoes-em-lojas-tem-efeito-negativo-na-satisfacao-dos-clientes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2022 15:13:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégias de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[aglomeração]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>
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		<category><![CDATA[consumo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/feliphe-schiarolli-N2u7dC3iREY-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Aglomeração de pessoas em corredor de centro comercial" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/feliphe-schiarolli-N2u7dC3iREY-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/feliphe-schiarolli-N2u7dC3iREY-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/feliphe-schiarolli-N2u7dC3iREY-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/feliphe-schiarolli-N2u7dC3iREY-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Fazer compras em uma loja lotada, com grandes filas ou espaços desorganizados, pode gerar irritação, ansiedade e estresse nos clientes. A aglomeração, portanto, afeta a satisfação do consumidor e seu comportamento nesses ambientes, causando impacto direto nas vendas. É o que aponta estudo do professor da FGV EAESP Marcelo Gattermann Perin e colaboradores. Em artigo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/feliphe-schiarolli-N2u7dC3iREY-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Aglomeração de pessoas em corredor de centro comercial" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/feliphe-schiarolli-N2u7dC3iREY-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/feliphe-schiarolli-N2u7dC3iREY-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/feliphe-schiarolli-N2u7dC3iREY-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/feliphe-schiarolli-N2u7dC3iREY-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Fazer compras em uma loja lotada, com grandes filas ou espaços desorganizados, pode gerar irritação, ansiedade e estresse nos clientes. A aglomeração, portanto, afeta a satisfação do consumidor e seu comportamento nesses ambientes, causando impacto direto nas vendas.</p>
<p>É o que aponta estudo do professor da FGV EAESP Marcelo Gattermann Perin e colaboradores. Em artigo publicado na revista “<a href="https://www.emerald.com/insight/publication/issn/0263-4503">Marketing Intelligence &amp; Planning</a>”, os pesquisadores propõem modelos teóricos para analisar as emoções negativas associadas à experiência de aglomeração no varejo.</p>
<p>Em culturas menos tolerantes à incerteza, os consumidores tendem a sentir mais insatisfação com ambientes lotados, dizem os autores. Por outro lado, o efeito negativo das aglomerações é atenuado em contextos específicos. Ao frequentarem uma loja com produtos em desconto, por exemplo, os clientes já esperam encontrar um grande fluxo de pessoas.</p>
<p>Para minimizar o impacto negativo das aglomerações, os gestores podem utilizar recursos sensoriais, como música ambiente suave e estratégias de design de loja que aumentem a percepção de espaço físico disponível. Em paralelo, é possível gerenciar o número de pessoas na loja e a organização de filas, estendendo o horário de funcionamento ou instalando caixas automáticos.</p>
<p>Varejistas também podem incentivar as interações sociais no ambiente para atenuar os efeitos negativos das aglomerações. Reforçar a identificação dos consumidores com os demais clientes induz a sensação de conforto e pertencimento e contribui para maior bem-estar desses frequentadores, aponta o estudo.</p>
<p><a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/MIP-03-2021-0076/full/html">Confira aqui na íntegra (em inglês)</a></p>
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		<title>Home office durante a pandemia afetou homens e mulheres da área de tecnologia de maneiras diferentes, mostra pesquisa</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/periodo-de-home-office-durante-a-pandemia-foi-sentido-de-maneiras-diferentes-entre-homens-e-mulheres-da-area-de-tecnologia-mostra-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[EAESP Pesquisa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2021 11:43:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalho na pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/05/standsome-worklifestyle-wZJUt5mCbR0-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Durante a pandemia, mulheres reportaram maior interrupção do home office por conta da cultura do cuidado com os filhos e a casa" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/05/standsome-worklifestyle-wZJUt5mCbR0-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/05/standsome-worklifestyle-wZJUt5mCbR0-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/05/standsome-worklifestyle-wZJUt5mCbR0-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/05/standsome-worklifestyle-wZJUt5mCbR0-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O distanciamento social obrigatório causado pela pandemia de Covid-19 impactou o mundo do trabalho como um todo, mas os desafios foram sentidos de maneira diferente entre os gêneros, revela pesquisa. Segundo os autores, entre os quais está Marcelo Gattermann Perin, da FGV EAESP, aspectos como a interrupção do trabalho e os incentivos organizacionais que são [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/05/standsome-worklifestyle-wZJUt5mCbR0-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Durante a pandemia, mulheres reportaram maior interrupção do home office por conta da cultura do cuidado com os filhos e a casa" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/05/standsome-worklifestyle-wZJUt5mCbR0-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/05/standsome-worklifestyle-wZJUt5mCbR0-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/05/standsome-worklifestyle-wZJUt5mCbR0-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/05/standsome-worklifestyle-wZJUt5mCbR0-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O distanciamento social obrigatório causado pela <a href="https://www.impacto.blog.br/analise/gv-executivo-traz-caderno-especial-sobre-mudancas-na-gestao-em-tempos-de-pandemia/">pandemia de Covid-19 impactou o mundo do trabalho</a> como um todo, mas os desafios foram sentidos de maneira diferente entre os gêneros, revela pesquisa. Segundo os autores, entre os quais está Marcelo Gattermann Perin, da FGV EAESP, aspectos como a interrupção do trabalho e os incentivos organizacionais que são capazes de influenciar o bem estar dos trabalhadores durante o período de home office afetaram de forma diferente os homens e mulheres do mercado de tecnologia.</p>
<p>Ainda que a interrupção do trabalho tenha sido negativa para ambos os gêneros, as mulheres reportaram com mais frequência aspectos relacionados à interrupção por conta da cultura do cuidado com os filhos e a casa. Já entre os profissionais do gênero masculino, a principal reclamação tinha a ver com a falta de espaço físico reservado para trabalhar.</p>
<p>Entre os diversos incentivos organizacionais oferecidos no período &#8211; como o envio de equipamentos apropriados ou a realização de happy hours virtuais &#8211; os efeitos foram positivos para os homens (aumento de 27% em bem-estar), mas não tiveram impactos significativos entre as profissionais do gênero feminino (aumento de apenas 6% do bem-estar), ressaltam os autores. &#8220;Isso indica que os incentivos oferecidos atendem melhor às necessidades dos homens do que das mulheres&#8221;, reflete Letícia Machado, uma das autoras da pesquisa.</p>
<p>O bem-estar dos profissionais de tecnologia também tem relação direta com o número de interrupções durante a jornada de trabalho. Quem precisa lidar com muitas intrusões tem seu bem-estar positivo reduzido em aproximadamente 45%, na comparação com os profissionais que têm poucas ou nenhuma interrupções.</p>
<h2>Empresas devem elaborar estratégias para melhorar experiência de home office feminino</h2>
<p>Com base nos resultados da pesquisa, os autores identificam uma série de oportunidades <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/empresas-devem-investir-em-estrategias-de-saude-e-seguranca-para-profissionais-em-trabalho-remoto/">para que as organizações possam prover um melhor suporte</a> para as profissionais da área de tecnologia, levando em consideração as diferenças de gênero e adotando estratégias que promovam maior equidade. Entre as recomendações listadas no artigo publicado na IEEE Software está a busca por benefícios que levem em consideração a diversidade de gênero, especialmente no sentido de incluir a preocupação das profissionais mulheres com o cuidado com a casa e os filhos. &#8220;Um exemplo é substituir o vale-refeição por créditos para a entrega de comida em domicílio&#8221;, ressalta Machado.</p>
<p><a href="https://www.computer.org/csdl/magazine/so/2021/02/09268454/1p1cdN4NYKk">Confira o estudo na íntegra no site da IEEE Computer Society.</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/periodo-de-home-office-durante-a-pandemia-foi-sentido-de-maneiras-diferentes-entre-homens-e-mulheres-da-area-de-tecnologia-mostra-pesquisa/">Home office durante a pandemia afetou homens e mulheres da área de tecnologia de maneiras diferentes, mostra pesquisa</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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