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	<title>Arquivos gênero - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos gênero - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Liderança feminina é mais eficaz em crises? Estudo questiona hipótese durante a COVID-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 11:26:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Durante a pandemia de COVID-19, uma ideia ganhou força: mulheres seriam líderes mais eficazes em tempos de crise. Essa percepção foi alimentada por reportagens que destacavam governadoras dos Estados Unidos com resultados aparentemente melhores no combate à doença. Mas será que essa “vantagem da liderança feminina” resiste a análises mais aprofundadas? Um estudo publicado no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Durante a pandemia de COVID-19, uma ideia ganhou força: mulheres seriam líderes mais eficazes em tempos de crise. Essa percepção foi alimentada por reportagens que destacavam governadoras dos Estados Unidos com resultados aparentemente melhores no combate à doença. Mas será que essa “vantagem da liderança feminina” resiste a análises mais aprofundadas?</p>
<p>Um estudo publicado no <em>The Leadership Quarterly Journal</em>, fruto da colaboração entre Paulo Arvate, pesquisador da FGV EAESP, e William Obenauer, Jost Sieweke, Nicolas Bastardoz, Brooke Gazdag e Tanja Hentschel, buscou responder a essa questão. O trabalho partiu de um estudo influente que sugeria que estados americanos governados por mulheres registraram menos mortes por COVID-19. Para verificar se essa conclusão era sólida, os pesquisadores realizaram uma série de replicações. Ou seja, testes que repetem ou adaptam estudos anteriores para confirmar se os resultados se sustentam em diferentes cenários.</p>
<p>Os pesquisadores realizaram três grandes passos:</p>
<ul>
<li>Replicação literal: repetição fiel do estudo original para validar os dados.</li>
<li>Replicações construtivas: testes com diferentes ajustes metodológicos para verificar a robustez das conclusões.</li>
<li>Testes causais: análise mais rigorosa em condados dos EUA e a inclusão de análises de municípios brasileiros, utilizando métodos estatísticos que reduzem distorções e aumentam a confiabilidade dos resultados.</li>
</ul>
<h1>“Vantagem da Liderança Feminina” (?)</h1>
<p>Ao aplicar métodos mais rigorosos, os pesquisadores não encontraram evidências de que o gênero do líder tenha causado diferenças significativas nos resultados durante a crise da COVID-19. Em outras palavras, líderes mulheres e homens tiveram desempenhos semelhantes quando analisados com maior cuidado metodológico. Os resultados sugerem que as diferenças apontadas por estudos anteriores podem estar ligadas a outros fatores, como o tamanho da população, características culturais de cada região e sua localidade próxima ou não ao epicentro da pandemia, e não necessariamente ao gênero da liderança.</p>
<h2>Reflexões e conclusões</h2>
<p>A pesquisa não nega que mulheres possam ter estilos de liderança valiosos em situações de crise, como maior foco em relacionamentos e empatia. No entanto, mostra que associar diretamente melhores resultados à liderança feminina pode ser um erro se não forem considerados todos os fatores envolvidos. Outro alerta importante do estudo é sobre como a mídia pode interpretar de maneira simplificada pesquisas acadêmicas, influenciando a opinião pública e até decisões políticas com base em evidências frágeis.</p>
<p>Em resumo, o estudo reforça a importância de métodos robustos para a separar correlação estatística de causalidade. Embora seja tentador afirmar que mulheres lideram melhor em crises, a análise detalhada dos dados mostra que essa conclusão não pode ser sustentada de forma generalizada.</p>
<h3>Por que isso importa?</h3>
<p>Este estudo traz lições não apenas para acadêmicos, mas também para empresas, governos e sociedade. A eficácia da liderança em crises não depende exclusivamente do gênero, mas de um conjunto de fatores mais complexos, que incluem contexto, recursos disponíveis e estilo de gestão.</p>
<p>Assim, mais do que reforçar estereótipos, a pesquisa evidencia a importância de compreender em profundidade os mecanismos que tornam diferentes estilos de liderança eficazes. Tanto mulheres quanto homens podem alcançar resultados semelhantes quando apoiados por condições adequadas e estratégias bem estruturadas.</p>
<p>Leia <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1048984324000419">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<item>
		<title>Pesquisa analisa políticas de cuidado infantil em países latino-americanos sob a perspectiva de gênero</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/politicas-de-cuidado-infantil-na-america-latina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2024 11:12:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[américa latina]]></category>
		<category><![CDATA[divisão sexual do trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[política de cuidado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2184794357-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2184794357-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2184794357-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2184794357-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2184794357-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Entre o final da década de 1990 e início do século XXI, diversos países da América Latina passaram por uma significativa mudança política. Eles elegeram governos de esquerda comprometidos em reduzir desigualdades sociais e econômicas. Apesar desses esforços, questões de gênero frequentemente ficaram marginalizadas nas agendas desses governos. Embora houvesse um ambiente favorável para políticas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2184794357-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2184794357-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2184794357-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2184794357-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2184794357-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Entre o final da década de 1990 e início do século XXI, diversos países da América Latina passaram por uma significativa mudança política. Eles elegeram governos de esquerda comprometidos em reduzir desigualdades sociais e econômicas. Apesar desses esforços, questões de gênero frequentemente ficaram marginalizadas nas agendas desses governos. Embora houvesse um ambiente favorável para políticas de igualdade de gênero, a ausência de uma agenda clara limitou avanços na reorganização das políticas de cuidado de modo mais generalizado. Isso especialmente em relação à divisão sexual do trabalho e ao equilíbrio entre vida pessoal e profissional.</p>
<p>Um estudo conduzido por Marta Farah, Mário Aquino Alves, da FGV EAESP, e Mariana Mazzini Marcondes, da UFRN, <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/gwao.12917">publicado na revista &#8220;Gender, Work &amp; Organization&#8221;</a>, analisou como e em que medida as perspectivas de igualdade de gênero redefiniram as políticas de cuidado infantil durante o giro à esquerda na América Latina. O estudo focou em três países: Argentina, Brasil e Uruguai no período  entre o final da década de 1990 e início do século XXI. Os pesquisadores examinaram o discurso presente em documentos oficiais relacionados à licença parental e serviços de creche para crianças de até 3 anos.</p>
<p>As pesquisadoras e o pesquisador definem o cuidado como uma prática social fundamental para a reprodução da vida humana, que envolve atender às necessidades básicas de outras pessoas. Quando o cuidado é tratado como uma questão política e social, as políticas públicas podem ser mais democráticas e inclusivas.</p>
<p>Portanto, os pesquisadores analisaram se e como a integração da perspectiva de gênero foi incorporada às políticas de cuidado durante os governos de esquerda nas duas primeiras décadas do século XXI. Além disso, também investigou quais foram as perspectivas mobilizadas para reformular essas políticas.</p>
<h2>Resultados e Análises</h2>
<p>Uruguai: o país apresentou os maiores avanços na integração da perspectiva de gênero nas políticas de cuidado. A principal perspectiva mobilizada foi a de co-responsabilidade pelos cuidados, alcançada por uma coalizão entre diversos atores da sociedade civil, representantes do governo e legisladoras e legisladores.</p>
<p>Argentina: Embora a co-responsabilidade pelos cuidados também tenha sido uma perspectiva central na Argentina, os resultados foram mais modestos. O foco prioritário nas necessidades das crianças acabou por relegar a um segundo plano as necessidades dos provedores e das provedoras de cuidado, geralmente mulheres. Assim, as mudanças nas políticas de cuidado infantil foram limitadas.</p>
<p>Brasil:  teve um contexto favorável principalmente no processo de redemocratização que culminou com a Constituição Federal de 1988. No entanto, durante a virada à esquerda, os progressos foram apenas moderados. A perspectiva de gênero foi razoavelmente marginalizada, e as políticas de cuidado infantil não avançaram tanto quanto no Uruguai, ainda que mais na Argentina.</p>
<p>O estudo revelou que a integração da perspectiva de gênero nas políticas de cuidado infantil variou significativamente entre os países analisados. No Uruguai, houve uma forte incorporação; no Brasil, uma integração marginal; e na Argentina, a integração foi praticamente inexistente. Esses resultados destacam a importância das coalizões discursivas e das dinâmicas políticas na formulação de políticas públicas inclusivas e igualitárias.</p>
<p>A ação pública em relação ao cuidado, quando baseada em suposições tradicionais sobre a família e o papel das mulheres, limita o alcance das políticas de igualdade de gênero. Portanto, uma reformulação das políticas de cuidado, que inclua uma perspectiva de gênero robusta, é essencial para promover uma sociedade mais justa e igualitária.</p>
<p>Leia o<a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/gwao.12917"> artigo na integra</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estudo desafia estereótipos de gênero em recomendações de investimentos no Brasil</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudo-desafia-estereotipos-de-genero-em-recomendacoes-de-investimentos-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 May 2024 11:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[ações]]></category>
		<category><![CDATA[equity research]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1329251861-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1329251861-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1329251861-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1329251861-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1329251861-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A participação de mulheres no mercado de ações brasileiro ainda é muito tímida, representando apenas um quarto de todos os acionistas do país. No setor de Equity Research, responsável por recomendar ações a investidores institucionais, a presença feminina é ainda menor. Apenas 12% das recomendações de investimento nos últimos 10 anos foram feitas por mulheres. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1329251861-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1329251861-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1329251861-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1329251861-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1329251861-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A participação de mulheres no mercado de ações brasileiro ainda é muito tímida, representando apenas um quarto de todos os acionistas do país. No setor de Equity Research, responsável por recomendar ações a investidores institucionais, a presença feminina é ainda menor. Apenas 12% das recomendações de investimento nos últimos 10 anos foram feitas por mulheres.</p>
<p>Nesse contexto, os pesquisadores da FGV EAESP, Alexandra Strommer Godoi e Gustavo Corrêa Mirapalheta, em conjunto com alunos, publicaram um estudo na Revista de Administração de Empresas (RAE) investigando se as analistas mulheres apresentavam maior aversão ao risco e menor otimismo em suas recomendações de investimento comparadas aos homens. O estudo examinou quase 7.500 recomendações de investimentos feitas por analistas de Equity Research no Brasil entre 2009 e 2021. Utilizando análises de regressão linear múltipla e logística, os pesquisadores analisaram as recomendações das principais empresas listadas na B3. A pesquisa categorizou as recomendações em compra (otimista), venda (pessimista) e manutenção (neutra).</p>
<p>Contrariando a hipótese inicial, as recomendações de investimento feitas por mulheres tendiam a ser mais otimistas do que as feitas por homens; em particular, analistas mulheres tenderam a evitar emitir recomendações de venda. Dos dados analisados, 87% das recomendações foram feitas por analistas homens, enquanto apenas 12% vieram de mulheres. Surpreendentemente, a representatividade feminina entre os analistas de Equity Research diminuiu ao longo dos 11 anos estudados, em vez de aumentar.</p>
<p>Mais da metade das recomendações totais foram de compra. As recomendações de manutenção corresponderam a quase 39%, e as de venda apenas 8%, o que sugere um comportamento excessivamente confiante tanto por parte de homens quanto de mulheres.</p>
<p>O estudo revelou que a percepção comum de que as mulheres são mais avessas ao risco e menos otimistas em suas decisões de investimento não se aplica às analistas de Equity Research no Brasil.</p>
<p>Além disso, especificamente na análise de regressões logísticas das recomendações, a disparidade de gênero foi observada especificamente nas recomendações de venda, e esse efeito desapareceu quando se controlou pelo setor de cobertura, instituição a que o analista pertence e ano da recomendação. Esse resultado sugere que fatores institucionais e contextuais tendem a influenciar mais as recomendações do que o gênero do analista.</p>
<p>Os pesquisadores destacam a necessidade de promover uma maior inclusão e representatividade feminina no setor de Equity Research. Além disso, sugerem que as políticas corporativas e educacionais devem focar em eliminar barreiras e preconceitos que possam estar limitando a participação feminina nesse campo. Com isso, espera-se que as futuras gerações de analistas possam ter uma representação mais equilibrada de gênero, refletindo um mercado mais diversificado e inclusivo.</p>
<p>Leia o <a href="https://periodicos.fgv.br/rae/article/view/90899/85433">artigo na integra</a></p>
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		<item>
		<title>Inclusão de mulheres no mercado de trabalho precisa de equiparação de salários e diversificação de lideranças</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/inclusao-de-mulheres-no-mercado-de-trabalho-precisa-de-equiparacao-de-salarios-e-diversificacao-de-liderancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jul 2023 11:41:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[gênero]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[mulheres no mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 5]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-christina-morillo-1181622-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Inclusão da mulher no mercado de trabalho passa por incentivos para que assumam posições de liderança e correção da disparidade de salários." decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-christina-morillo-1181622-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-christina-morillo-1181622-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-christina-morillo-1181622-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-christina-morillo-1181622-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Há 20 anos, a atuação de redes e iniciativas para inclusão das mulheres no mercado de trabalho vem se intensificando no Brasil e no mundo. Mas as organizações ainda são espaços masculinos marcados pela disparidade de salários e presença de mulheres em menos de 5% das posições de liderança. A reflexão está em artigo publicado [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/inclusao-de-mulheres-no-mercado-de-trabalho-precisa-de-equiparacao-de-salarios-e-diversificacao-de-liderancas/">Inclusão de mulheres no mercado de trabalho precisa de equiparação de salários e diversificação de lideranças</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-christina-morillo-1181622-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Inclusão da mulher no mercado de trabalho passa por incentivos para que assumam posições de liderança e correção da disparidade de salários." decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-christina-morillo-1181622-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-christina-morillo-1181622-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-christina-morillo-1181622-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-christina-morillo-1181622-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Há 20 anos, a atuação de redes e iniciativas para inclusão das mulheres no mercado de trabalho vem se intensificando no Brasil e no mundo. Mas as organizações ainda são espaços masculinos marcados pela disparidade de salários e <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/mulheres-ocupam-apenas-7-dos-cargos-de-alta-hierarquia-no-mercado-financeiro/">presença de mulheres em menos de 5% das posições de liderança</a>. A reflexão está em artigo publicado na revista “GV Executivo” pela pesquisadora da FGV EAESP Maria José Tonelli e por Adriana Carvalho, conselheira no Movimento Elas Lideram do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>A pesquisa recupera a produção intelectual sobre o tema, desde a Declaração dos Direitos das Mulheres e Cidadãs, escrita por Olympe de Gouges em 1791, até a atual terceira onda feminista , que busca a emancipação das mulheres considerando recortes como classe, raça, etnia, cultura e idade.</p>
<p>Em seguida, o artigo apresenta políticas e práticas empresariais que garantam a inclusão da mulher no mercado de trabalho, como a premiação brasileira da iniciativa global Women’s Empowerment Principles (WEPs), que desde 2010 atua com mais de sete mil empresas de grande porte para incentivar o desenvolvimento profissional feminino. No Brasil, destacam-se também organizações como Geledés, com projetos em questões raciais e de gênero desde 1988, e a Rede Mulher Empreendedora, fundada em 2010, que fomenta o empreendedorismo feminino.</p>
<h2>Inclusão da mulher no mercado de trabalho passa por questões de raça e idade</h2>
<p>As autoras enumeram os desafios necessários para que as organizações alcancem o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 5, que busca garantir a participação plena e efetiva das mulheres na tomada de decisão política, econômica e pública. Pesquisas e práticas organizacionais ainda devem enfrentar questões como a inserção de mulheres negras em cargos de liderança, a <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/teletrabalho-melhora-qualidade-de-vida-de-mulheres-que-atuam-em-reparticao-publica/">conciliação entre vida profissional e doméstica</a>, a <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/empresas-devem-cuidar-da-saude-mental-dos-colaboradores-43-estao-sobrecarregados/">saúde mental das trabalhadoras</a> e <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/para-acolher-mulheres-maduras-organizacoes-devem-rever-politicas-e-praticas-de-recursos-humanos/">o envelhecimento das mulheres executivas</a>, frisa o artigo.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvexecutivo/article/view/89124">Confira o texto na íntegra</a></p>
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		<title>Teletrabalho melhora qualidade de vida de mulheres que atuam em repartição pública</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/teletrabalho-melhora-qualidade-de-vida-de-mulheres-que-atuam-em-reparticao-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 21:06:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-ekaterina-bolovtsova-4868381-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="A convivência familiar e a participação mais ativa na vida dos filhos estão entre as principais vantagens do teletrabalho segundo mulheres, diz estudo da FGV EAESP" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-ekaterina-bolovtsova-4868381-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-ekaterina-bolovtsova-4868381-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-ekaterina-bolovtsova-4868381-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-ekaterina-bolovtsova-4868381-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A convivência familiar e a participação mais ativa na vida dos filhos estão entre os principais fatores de qualidade de vida relacionados ao teletrabalho, segundo mulheres que trabalham na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). É o que aponta artigo com coautoria do pesquisador da FGV EAESP Anderson de Souza Sant’Anna publicado na revista “Cadernos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-ekaterina-bolovtsova-4868381-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="A convivência familiar e a participação mais ativa na vida dos filhos estão entre as principais vantagens do teletrabalho segundo mulheres, diz estudo da FGV EAESP" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-ekaterina-bolovtsova-4868381-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-ekaterina-bolovtsova-4868381-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-ekaterina-bolovtsova-4868381-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-ekaterina-bolovtsova-4868381-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A convivência familiar e a participação mais ativa na vida dos filhos estão entre os principais fatores de qualidade de vida relacionados ao teletrabalho, segundo mulheres que trabalham na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). É o que aponta artigo com coautoria do pesquisador da FGV EAESP Anderson de Souza Sant’Anna publicado na revista “Cadernos EBAPE.BR”.</p>
<p>Os autores realizaram revisão de literatura sobre o tema e entrevistas com nove servidoras da Anvisa que atuam na Gerência Geral de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados. À época da coleta dos dados, em 2020, a equipe contava com 37 mulheres em regime de teletrabalho. As entrevistas foram realizadas antes e durante a pandemia de Covid-19.</p>
<p>Apesar de relatarem aumento das demandas, as respondentes citam a flexibilidade de horários como ponto positivo do regime. A organização pessoal é mais viável para mulheres que contam com rede de apoio para conciliar as demandas profissionais, familiares e domésticas. Não perder tempo e dinheiro com deslocamento, vestuário e alimentação fora de casa são outras melhorias na qualidade de vida citadas pelas entrevistadas. Por outro lado, elas precisaram <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/empresas-devem-investir-em-estrategias-de-saude-e-seguranca-para-profissionais-em-trabalho-remoto/">investir na adequação do ambiente doméstico ao teletrabalho</a>.</p>
<h2>Isolamento e falta de convivência com colegas são fatores negativos do teletrabalho para mulheres</h2>
<p>Segundo os autores, a bibliografia aponta o isolamento social como uma das principais consequências negativas do teletrabalho. Para algumas respondentes, especialmente as que têm demandas com filhos, o teletrabalho não interferiu nas relações interpessoais. Outras, porém, relataram sentir falta do convívio com os colegas.</p>
<p>Durante a pandemia, os maiores obstáculos para as mulheres consultadas foram a desmotivação e a instabilidade emocional provocada pelas mudanças na rotina, principalmente para as que são responsáveis pelo cuidado de outros membros da família. “Com o <i>home office</i>, o trabalho foi impactado pela <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/periodo-de-home-office-durante-a-pandemia-foi-sentido-de-maneiras-diferentes-entre-homens-e-mulheres-da-area-de-tecnologia-mostra-pesquisa/">coexistência dos domínios familiares e profissionais</a> não apenas do lar da entrevistada, mas também daqueles ao redor. Tudo se intercalou, comprometendo a concentração”, completam os autores.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/cadernosebape/article/view/88189">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Em Minas Gerais, municípios com prefeitas são mais eficientes em gerir verba pública</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/em-minas-gerais-municipios-com-prefeitas-sao-mais-eficientes-em-gerir-verba-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2022 12:27:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-ono-kosuki-5999876-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="mulher segura pasta com folhas" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-ono-kosuki-5999876-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-ono-kosuki-5999876-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-ono-kosuki-5999876-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-ono-kosuki-5999876-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A combinação da liderança feminina com variáveis de recursos humanos como disponibilidade de mão-de-obra pode potencializar a capacidade fiscal de municípios. Em Minas Gerais, a capacidade fiscal de prefeituras lideradas por mulheres se mostrou 12% melhor do que as prefeituras lideradas por homens. É o que afirmam pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-ono-kosuki-5999876-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="mulher segura pasta com folhas" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-ono-kosuki-5999876-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-ono-kosuki-5999876-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-ono-kosuki-5999876-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-ono-kosuki-5999876-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><div class="entry-content">
<p>A combinação da liderança feminina com variáveis de recursos humanos como disponibilidade de mão-de-obra pode potencializar a capacidade fiscal de municípios. Em Minas Gerais, a capacidade fiscal de prefeituras lideradas por mulheres se mostrou 12% melhor do que as prefeituras lideradas por homens. É o que afirmam pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), Indiana University e Texas Tech University, em artigo publicado na revista “Journal of Policy Studies” nesta quinta (13).</p>
<p>O estudo se valeu de dados financeiros e de recursos humanos entre 2003 e 2015 referentes a 822 municípios de Minas Gerais. Destes, 449 foram governados por mulheres em pelo menos um ano dentro do período analisado. As informações foram obtidas através das bases de dados do Ministério da Economia e das prefeituras e dos resultados eleitorais disponibilizados pelo Superior Tribunal Eleitoral.</p>
<p>O artigo avalia o desempenho fiscal dos municípios, considerando a sua capacidade fiscal, a autonomia e a solvência. Variável com maior resultado comparativo, a capacidade fiscal se refere ao quanto as prefeituras são capazes de arrecadar a partir de taxas e impostos, por exemplo, e dividir essa receita entre a população através dos serviços prestados. “Em nossa amostra e de maneira bruta, municípios chefiados por mulheres apresentam capacidade fiscal média de 100,7 reais per capita, enquanto municípios chefiados por homens registram 91,1 reais per capita”, explica o pesquisador Ricardo Gomes, um dos autores do estudo.</p>
<p>Quando a liderança feminina é combinada a variáveis de recursos humanos e fatores como características da gestão dos prefeitos, a capacidade fiscal é de 11,8 reais per capita a mais. O estudo também destaca que municípios geridos por mulheres, por exemplo, têm maior disponibilidade de mão-de-obra.</p>
<p>Segundo Gomes, a novidade da pesquisa está em mapear a capacidade de gestão fiscal dos municípios para além de variáveis normalmente consideradas, como o tamanho da população, escolaridade e renda per capita. Características no comportamento feminino também podem explicar o desempenho fiscal. “Um fato muito interessante que a pesquisa aponta é a falta de significância estatística para as variáveis de escolaridade e formação profissional dos prefeitos e prefeitas. Seria de se esperar que isto fizesse a diferença para aqueles prefeitos sem formação profissional”, comenta o pesquisador.</p>
<p>O próximo passo da pesquisa, de acordo com Gomes, será criar uma escala para comparar o tamanho dos municípios para verificar se os resultados se mantêm e, também, ampliar a análise para municípios de outros estados de modo a perceber se fatores relacionados às diferenças regionais poderiam ter algum impacto nos resultados. “Existe uma percepção de que os fatores regionais, como desenvolvimento econômico e cultura, possam, também, influenciar o desempenho fiscal dos municípios”, explica.</p>
<p><a href="http://kjps.snu.ac.kr/Archive/Detail/550">Confira o artigo na íntegra</a></p>
</div>
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		<title>Curso de programação de mulheres para mulheres: oportunidade de inserção profissional e de combate ao machismo no setor</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/curso-de-programacao-de-mulheres-para-mulheres-oportunidade-de-insercao-profissional-e-de-combate-ao-machismo-no-setor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2022 11:03:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-mentatdgt-1569076-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Duas Mulheres Olhando E Apontando Para O Laptop" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-mentatdgt-1569076-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-mentatdgt-1569076-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-mentatdgt-1569076-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-mentatdgt-1569076-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Uma organização sem fins lucrativos que promove cursos de programação para mulheres de baixa renda contribui para reduzir a desigualdade de gênero no mercado de tecnologia brasileiro. Entre 118 alunas e ex-alunas, 32,2% nunca haviam feito qualquer capacitação em informática e 75,4% nunca haviam trabalhado na área, mas 97,5% pretendem seguir carreira em tecnologia. Em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-mentatdgt-1569076-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Duas Mulheres Olhando E Apontando Para O Laptop" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-mentatdgt-1569076-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-mentatdgt-1569076-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-mentatdgt-1569076-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-mentatdgt-1569076-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Uma organização sem fins lucrativos que promove cursos de programação para mulheres de baixa renda contribui para reduzir a desigualdade de gênero no mercado de tecnologia brasileiro. Entre 118 alunas e ex-alunas, 32,2% nunca haviam feito qualquer capacitação em informática e 75,4% nunca haviam trabalhado na área, mas 97,5% pretendem seguir carreira em tecnologia.</p>
<p>Em artigo publicado na revista “Estudos Feministas”, a pesquisadora da FGV EAESP Silvia Rodrigues Follador realiza um estudo de caso da iniciativa {reprograma}, uma startup social que atua desde 2015 em São Paulo. Após revisão bibliográfica sobre o tema, a autora aplicou questionários respondidos anonimamente por mulheres que já participaram das atividades oferecidas pela {reprograma}.</p>
<p>O machismo e o preconceito de gênero são mencionados por 65,3% das respondentes como o principal entrave para a maior participação de mulheres no setor. Por outro lado, a frequência de palavras como “capacitação”, “incentivo”, “oportunidades” e “gênero” nas respostas abertas evidencia a importância que as respondentes reconhecem em iniciativas como a {reprograma} para a inclusão no setor.</p>
<p>Após a formação, 55,1% das mulheres dizem que se sentem “preparadas” e 27,1% se sentem “muito preparadas” para a atuação profissional como programadoras. Quase todas (99,2%) as respondentes destacam como “muito importante” o fato de o projeto ser tocado por mulheres.</p>
<p>Assegurar a interseccionalidade da iniciativa, ou seja, articular elementos de raça, classe, gênero e sexualidade, é um dos desafios destacados pela pesquisa. Quase 70% das respondentes se autodeclaram brancas, o que aponta para a necessidade de esforços para garantir a diversidade étnico-racial das participantes.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/ref/a/CcRC7D7GMhbnhfxFCySpG8s/?format=pdf">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Violência sexual: nove entre dez relatos em blogs são feitos de forma anônima</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/violencia-sexual-nove-entre-dez-relatos-em-blogs-sao-feitos-de-forma-anonima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2022 14:47:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[gênero]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/thomas-lefebvre-gp8BLyaTaA0-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="mulher utiliza computador" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/thomas-lefebvre-gp8BLyaTaA0-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/thomas-lefebvre-gp8BLyaTaA0-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/thomas-lefebvre-gp8BLyaTaA0-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/thomas-lefebvre-gp8BLyaTaA0-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Estudo publicado na revista “Information Technology &#38; People” nesta terça (4) indica que blogs oferecem um espaço seguro para vítimas de violência sexual expressarem seus traumas e iniciarem seu processo de reconstrução da própria integridade. Nove entre dez vítimas que relatam seus traumas nestas plataformas o fazem de forma anônima, mantendo sua identidade sob sigilo. [&#8230;]</p>
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<p>Estudo publicado na revista “Information Technology &amp; People” nesta terça (4) indica que blogs oferecem um espaço seguro para vítimas de violência sexual expressarem seus traumas e iniciarem seu processo de reconstrução da própria integridade. Nove entre dez vítimas que relatam seus traumas nestas plataformas o fazem de forma anônima, mantendo sua identidade sob sigilo.</p>
<p>Pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), da Universidade Federal de Rondônia e da Arizona State University analisaram 33 postagens em blogs com relatos de vítimas sobre atos de violência sexual cometidos por parceiros. A coleta de dados ocorreu em 2018 e 2019, por meio do Google, e recuperou inicialmente 347 postagens. A análise considerou somente textos escritos em primeira pessoa e publicados na blogosfera brasileira.</p>
<p>A falta de acolhimento à vítima de violência sexual nas delegacias e a dificuldade de abandonar a relação com o parceiro por conta da dependência financeira são alguns dos temas presentes nos relatos dos blogs. Segundo a análise, eles têm relação com a cultura do estupro, em que as mulheres são subjugadas e culpadas pela violência que sofrem mesmo em instâncias de proteção do Estado.</p>
<p>Outra dimensão apontada pela análise é a tecnológica, que indica a publicação em blogs como um caminho de autoafirmação e empoderamento de mulheres vítimas de abusos que decidem contar a própria história. Os pesquisadores ressaltam que em apenas três dos 33 depoimentos as vítimas se identificam. “O anonimato nos blogs fornece um espaço virtual seguro para as vítimas, que se contrapõe ao ambiente inseguro gerado pela violência sexual.&#8221; Ali elas conseguem se revelar, expressar suas dúvidas, seu sofrimento e sua necessidade de escapar da vitimização”, explica Eduardo Diniz, pesquisador da FGV EAESP e um dos autores do estudo.</p>
<p>Diniz aponta, ainda, que os blogs podem ajudar essas vítimas a reconstruir sua integridade, rompida pelos traumas e agressões. “Além de expressar um aumento no bem-estar psicológico, as blogueiras experimentam, também, uma profunda sensação de empoderamento”, completa o pesquisador.</p>
<p><a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/ITP-04-2020-0172/full/html">Confira o artigo </a>(disponível via login no site da revista)</p>
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		<title>Política de creches: exemplo de ação pública baseada na transversalidade de gênero</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/politica-de-creches-exemplo-de-acao-publica-baseada-na-transversalidade-de-genero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2022 13:44:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[ação pública]]></category>
		<category><![CDATA[creches]]></category>
		<category><![CDATA[divisão sexual do trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/trbr7130-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="adultas acompanham crianças com uniformes escolares e mochilas a caminho da escola; A política de creches brasileira é um exemplo de ação pública baseada na transversalidade de gênero, pois considera a divisão sexual do trabalho, diz estudo da FGV." decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/trbr7130-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/trbr7130-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/trbr7130-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/trbr7130-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A política de creches brasileira é um exemplo da importância de ações públicas baseadas na transversalidade de gênero. Se a oferta de cuidados para crianças for considerada importante apenas para o desenvolvimento infantil, restringir a atuação dessas instituições a jornadas parciais pode parecer suficiente. Mas se a formulação de políticas públicas levar em consideração a [&#8230;]</p>
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<p>A reflexão está em artigo publicado na “Revista Estudos Feministas” pela professora do Departamento de Gestão Pública da FGV EAESP Marta Ferreira Santos Farah em parceria com Mariana Mazzini Marcondes. As autoras realizam um debate teórico sobre a incorporação de perspectivas feministas na ação pública.</p>
<h2>Políticas públicas incentivam igualdade de gênero através da inclusão social das mulheres</h2>
<p>De acordo com as pesquisadoras, a ação pública baseada na igualdade de gênero é caracterizada pela inclusão social das mulheres e redução das desigualdades. Neste sentido, políticas públicas voltadas às mulheres não necessariamente incorporam a perspectiva da igualdade de gênero, pois podem reproduzir estereótipos e perspectivas patriarcais. No caso do direito às creches, as perspectivas patriarcais podem reduzir à esfera privada a discussão sobre a responsabilidade pelo cuidado infantil e atribuir às mães o envolvimento com essa atividade.</p>
<p>As autoras frisam que as reivindicações de mulheres para uma política de creches brasileiras foram reforçadas no contexto político da redemocratização, com a elaboração da Constituição Federal de 1988. O estudo também ressalta a necessidade de alinhar as iniciativas de igualdade de gênero a relações sociais como as classes e raça nas agendas políticas feministas.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/ref/a/BD9QvBcJRddcQKgtCGjyNwv/?format=pdf">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Preconceito de idade e de gênero: mulheres mais velhas sofrem dupla pressão no ambiente organizacional</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/preconceito-idade-mulheres-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2022 22:13:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[ageísmo]]></category>
		<category><![CDATA[aparência]]></category>
		<category><![CDATA[corpo]]></category>
		<category><![CDATA[desvalorização da mulher]]></category>
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		<category><![CDATA[organizações]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Mulher de cabelos grisalhos e casaco vermelho está sendada em mesa de trabalho e assina documentos; Além do preconceito de gênero, mulheres mais velhas sofrem com a desvalorização de seus corpos, diz pesquisa da FGV EAESP" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Além do preconceito de gênero, executivas com mais de 40 anos sofrem com a desvalorização de seus corpos envelhecidos no mundo corporativo. Somada a pressão estética, essas mulheres sofrem também com as mudanças funcionais do corpo a partir da menopausa, como cansaço, lentidão e dores. Estas são as constatações de estudo das pesquisadoras da FGV [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Mulher de cabelos grisalhos e casaco vermelho está sendada em mesa de trabalho e assina documentos; Além do preconceito de gênero, mulheres mais velhas sofrem com a desvalorização de seus corpos, diz pesquisa da FGV EAESP" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Além do preconceito de gênero, executivas com mais de 40 anos sofrem com a desvalorização de seus corpos envelhecidos no mundo corporativo. Somada a pressão estética, essas mulheres sofrem também com as mudanças funcionais do corpo a partir da menopausa, como cansaço, lentidão e dores.</p>
<p>Estas são as constatações de estudo das pesquisadoras da FGV EAESP Renata Assis Vieira e Vanessa Martines Cepellos publicado recentemente na revista “Organizações e Sociedade”. As autoras realizaram 20 entrevistas com mulheres com 40 anos ou mais que atuam em organizações brasileiras dos mais diversos segmentos de mercado.</p>
<p>Apesar do envelhecimento da força de trabalho ser uma realidade por conta do aumento da expectativa de vida da população, a imagem da mulher mais velha é associada a algo negativo, uma vez que corpo executivo ideal é jovem e magro. O fato de haver poucas mulheres executivas no topo das organizações, ambientes considerados masculinos, contribui para que os corpos desviantes se mantenham deslocados nas relações sociais.</p>
<h2>Empresas devem formar equipes intergeracionais para aproveitar a experiência de mulheres mais velhas no mercado de trabalho</h2>
<p>Portanto, a pressão social motiva a preocupação dessas profissionais com a aparência, pois as organizações ainda tendem a considerar o corpo mais velho como menos relevante e obsoleto. A possibilidade de minimizar efeitos do envelhecimento, no entanto, é um privilégio, visto que as executivas entrevistadas são predominantemente brancas e de classe social privilegiada.</p>
<p>As entrevistadas também relataram a dificuldade de recolocação profissional à medida em que a idade avança. Para contornar o problema, <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/para-acolher-mulheres-maduras-organizacoes-devem-rever-politicas-e-praticas-de-recursos-humanos/">as organizações deveriam incentivar a formação de equipes intergeracionais</a>, combinando a experiência dos mais velhos com a facilidade dos mais jovens em compreender os avanços tecnológicos, apontam as pesquisadoras.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/osoc/a/8578hYmsjWcPHSV5W3vrvrP/?lang=pt">Confira aqui o estudo na íntegra</a></p>
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