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	<title>Arquivos gestão pública - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos gestão pública - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<item>
		<title>Confiança entre policiais aumenta a preparação para emergências</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/confianca-entre-policiais-aumenta-a-preparacao-para-emergencias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 11:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[burocratas de nível de rua]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2548976861-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Policiais brasileiros em operação representando confiança entre colegas e prontidão para emergências." decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2548976861-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2548976861-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2548976861-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2548976861-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Emergências exigem respostas rápidas e bem coordenadas, especialmente no setor público, onde a linha de frente atua diretamente com cidadãos em situações de alta pressão. Por isso, entender o que influencia a preparação desses profissionais é essencial. Nesse contexto, a pesquisa analisada mostra que a confiança — tanto na organização quanto entre colegas — pode [&#8230;]</p>
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<p>O estudo foi conduzido pelos pesquisadores Nissim Cohen (Universidade de Haifa), Maayan Davidovitz (Universidade de Tel Aviv), Gabriela Lotta (FGV EAESP) e Teddy Lazebnik (Universidade Ariel), e publicado na International Public Management Journal. Para isso, eles realizaram uma pesquisa com 2.733 policiais militares e civis brasileiros, que responderam a um questionário sobre confiança em seus pares, nos comandantes e na instituição, além de suas percepções sobre o preparo da organização para emergências.</p>
<h1>Como a confiança entre policiais influencia a prontidão para emergências</h1>
<p>Os dados mostram que, embora os níveis gerais de confiança na instituição policial e nos comandantes sejam baixos, muitos policiais confiam bastante em seus colegas diretos. Isso é importante, pois a análise indica que essa confiança tem relação direta com a sensação de prontidão da organização. Em outras palavras, quanto mais o policial confia nos seus pares e na instituição, mais ele acredita que sua corporação está preparada para agir em situações de crises.</p>
<p>Além disso, a pesquisa revela que a confiança não funciona de forma simples. Há relações lineares e não lineares entre confiança e prontidão, mostrando que os vínculos sociais dentro das equipes são mais complexos do que parecem. Outro ponto relevante é que idade e renda não influenciam a percepção de prontidão.</p>
<p>O estudo conclui que a confiança é essencial para melhorar o desempenho em emergências. Assim, gestores públicos devem investir em estratégias que reforcem vínculos dentro das equipes, como treinamentos conjuntos, simulações realistas e atividades de fortalecimento de relacionamento entre profissionais. Esses esforços podem criar ambientes mais seguros, cooperativos e eficazes, especialmente em contextos de risco constante como o trabalho policial no Brasil.</p>
<p>Ao final, a pesquisa reforça que fortalecer a confiança não é apenas uma questão de clima organizacional, mas um passo fundamental para garantir respostas rápidas, humanas e eficientes em situações de emergência.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1080/10967494.2025.2510632">o artigo na íntegra. </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como os municípios brasileiros avançam nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/como-os-municipios-brasileiros-avancam-nos-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel-ods/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 11:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[capacidades organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[municípios brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Objetivos de Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[ODS]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento setorial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2449834273-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Como os municípios brasileiros contribuem para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)." decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2449834273-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2449834273-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2449834273-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2449834273-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Os municípios brasileiros são peças-chave para transformar a Agenda 2030 em realidade. Afinal, é no nível local que estão os maiores desafios de desigualdade social, poluição ambiental e crescimento urbano. Sendo assim, compreender como as cidades conseguem alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) torna-se fundamental para o futuro do país. Foi exatamente esse o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2449834273-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Como os municípios brasileiros contribuem para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)." decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2449834273-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2449834273-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2449834273-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2449834273-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Os municípios brasileiros são peças-chave para transformar a Agenda 2030 em realidade. Afinal, é no nível local que estão os maiores desafios de desigualdade social, poluição ambiental e crescimento urbano. Sendo assim, compreender como as cidades conseguem alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) torna-se fundamental para o futuro do país.</p>
<p>Foi exatamente esse o foco da pesquisa de Eduardo Grin, professor da FGV EAESP, publicada na International Public Management Journal. O estudo investigou como diferentes capacidades organizacionais afetam a implementação dos ODS em mais de 4.500 municípios brasileiros.</p>
<p>Para chegar às conclusões, o autor utilizou um modelo estatístico com dados de 2022. Portanto, o estudo concentrou-se em seis Objetivos de Desenvolvimento Sustentável diretamente relacionados às cidades: Saúde (ODS 3), Educação (ODS 4), Água e Saneamento (ODS 6), Trabalho Decente (ODS 8), Ação Climática (ODS 13) e Instituições Fortes (ODS 16).</p>
<p>A análise comparou dois tipos de capacidades:</p>
<ul>
<li>Capacidades amplas (scale-free): como gestão fiscal, nível de escolaridade dos servidores, tamanho da burocracia e redes de governança.</li>
<li>Capacidades específicas (non-scale-free): como planejamento setorial e órgãos exclusivos de gestão.</li>
</ul>
<h1>Objetivos de Desenvolvimento Sustentável nos municípios brasileiros</h1>
<p>As principais descobertas foram:</p>
<ol>
<li>Educação dos servidores públicos é decisiva – quanto maior a qualificação dos funcionários, menor a necessidade de uma burocracia grande para alcançar os ODS.</li>
<li>Planejamento setorial é essencial – áreas como saúde, educação, saneamento e clima obtêm resultados mais consistentes quando contam com planejamento estratégico.</li>
<li>Gestão fiscal e redes de governança fortalecem políticas públicas – equilíbrio financeiro e articulação com conselhos e consórcios são determinantes para o sucesso da Agenda 2030 nos municípios.</li>
</ol>
<p>De forma geral, a pesquisa conclui que investir em servidores qualificados e em boa gestão fiscal é mais eficiente do que apostar apenas em tecnologia. Embora ferramentas digitais possam facilitar processos, são os recursos humanos que garantem políticas públicas efetivas.</p>
<p>Além disso, a pesquisa mostra que qualidade é mais importante que quantidade na burocracia. Municípios com equipes enxutas, mas bem preparadas, conseguem resultados mais sólidos. Outro destaque é a relevância da participação social, já que redes de governança e conselhos locais aumentam as chances de políticas sustentáveis.</p>
<p>No caso das capacidades específicas, o planejamento setorial foi o fator mais importante para os municípios alcançarem metas relacionadas a saúde, educação, saneamento e mudança climática. Já a criação de órgãos de financiamento setorial não apresentou impacto relevante, indicando que recursos sem planejamento estratégico não garantem resultados.</p>
<p>Por fim, o estudo sugere que, para cumprir a Agenda 2030, os municípios devem priorizar três pilares: servidores qualificados, planejamento estratégico e governança colaborativa. Essas capacidades são mais determinantes do que tecnologia isolada ou burocracias muito grandes.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1080/10967494.2025.2537247">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/como-os-municipios-brasileiros-avancam-nos-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel-ods/">Como os municípios brasileiros avançam nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Gerenciamento baseado em evidências: a chave para a sustentabilidade das instituições de saúde</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/blog-gestao-e-negocios/gerenciamento-baseado-em-evidencias-a-chave-para-a-sustentabilidade-das-instituicoes-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 21:20:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog Gestão e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[saúde de qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios_cristiano-berti-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios_cristiano-berti-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios_cristiano-berti-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios_cristiano-berti-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Por Christiano dos Santos Berti, pós-graduando do Doutorado Profissional em Administração da FGV EAESP O setor de saúde brasileiro enfrenta uma crise sem precedentes, com desafios que testam a resiliência das instituições em todo o país. A pressão inflacionária nos hospitais e o aumento dos custos com tecnologias médicas são apenas parte do problema. Além [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/blog-gestao-e-negocios/gerenciamento-baseado-em-evidencias-a-chave-para-a-sustentabilidade-das-instituicoes-de-saude/">Gerenciamento baseado em evidências: a chave para a sustentabilidade das instituições de saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios_cristiano-berti-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios_cristiano-berti-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios_cristiano-berti-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios_cristiano-berti-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p><em>Por Christiano dos Santos Berti, pós-graduando do <a href="https://eaesp.fgv.br/cursos/doutorado-profissional-administracao-dpa">Doutorado Profissional em Administração</a> da FGV EAESP</em></p>
<p>O setor de saúde brasileiro enfrenta uma crise sem precedentes, com desafios que testam a resiliência das instituições em todo o país. A pressão inflacionária nos hospitais e o aumento dos custos com tecnologias médicas são apenas parte do problema. Além disso, os planos de saúde lidam com altas taxas de sinistralidade, que agravam ainda mais a sustentabilidade financeira dessas instituições. Diante desse cenário, a necessidade de um gerenciamento eficaz e baseado em evidências é mais urgente do que nunca.</p>
<p>O mercado de saúde atual é caracterizado pela complexidade, incerteza e a necessidade constante de tomada de decisões sobre questões estratégicas e operacionais. Muitas vezes, as escolhas impactam negativamente a operação das instituições de saúde. Estratégias de redução de custos, como a adoção da &#8220;medicina baseada em evidências&#8221;, são frequentemente negligenciadas.</p>
<p>O gerenciamento de mudanças baseado em evidências promove a utilização de práticas embasadas cientificamente. Por exemplo, a contratação de treinamento especializado deve incluir uma análise prévia das evidências sobre a eficácia da capacitação e uma comparação entre os resultados antes e depois do treinamento com grupos de controle, garantindo uma avaliação precisa dos resultados alcançados.</p>
<p>Esse tipo de prática fundamenta-se em dois princípios-chave: primeiro, mudanças planejadas têm mais chances de sucesso quando orientadas por práticas cientificamente embasadas; e segundo, a aplicação regular de quatro fontes de evidências &#8212; científica, organizacional, de <em>stakeholders</em> e experiência dos praticantes &#8212; melhora substancialmente a qualidade das decisões relacionadas às mudanças, desde que os critérios de confiabilidade sejam rigorosamente seguidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ol>
<li>Obtenha observações diretas sobre o problema que a mudança pretende resolver, como um gestor que observa o atendimento ao cliente para identificar problemas de desempenho e depois conversa com profissionais experientes.</li>
<li>Colete métricas quantitativas confiáveis e dados qualitativos representativos sobre a situação problemática. Vá além das impressões gerais para obter informações detalhadas por unidade ou departamento.</li>
<li>Reúna informações de vários grupos de <em>stakeholders</em> (gestores, funcionários, pacientes/clientes) sobre suas percepções do problema e possíveis soluções, garantindo que a comunicação seja segura e confidencial.</li>
<li>Realize uma pesquisa direcionada na literatura científica. Sua organização pode não ser a primeira a enfrentar desafios relacionados à inovação, eficiência ou retenção. O que a literatura científica diz sobre essas questões? Utilize bases de dados como Google Scholar e Business Source Premier para averiguar.</li>
</ol>
</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Organizações dos mais diversos setores podem oferecer exemplos de gerenciamento baseado em evidências. No setor de saúde, o Royal Free Hospital, em Londres, implementou um programa que reduziu significativamente as taxas de infecção hospitalar e melhorou a eficiência operacional. Da mesma forma, a Mayo Clinic, nos Estados Unidos, utilizou uma abordagem baseada em evidências para reorganizar seus processos de atendimento, resultando em melhorias na satisfação dos pacientes e na eficiência do fluxo de trabalho.</p>
<p>Evidências de qualidade e práticas baseadas nelas são cruciais para transformar o processo de mudança, fortalecer a confiança nos líderes e engajar todos os níveis da organização. Com dados confiáveis e um processo baseado em evidências, a implementação de mudanças torna-se mais previsível e controlável.</p>
<p>Adicionalmente, a comunicação reiterada e consistente da visão institucional também é vital para alinhar os funcionários aos objetivos estratégicos. Quando os líderes não se  comunicam eficazmente com a equipe, pode haver resistência às mudanças propostas. Reiterar a visão fortalece o entendimento e o comprometimento da equipe, assegurando que todos estejam cientes de seu papel no sucesso da mudança.</p>
<p>A importância da comunicação eficaz pode ser ilustrada pelo caso de um hospital que descobriu, por meio de sessões de reflexão em grupo, que os médicos eram mais receptivos a mudanças quando influenciados por seus pares. Esse <em>insight</em> levou a uma adaptação nas estratégias de comunicação e implementação, resultando em maior adesão e eficácia das mudanças planejadas.</p>
<p>Para uma organização de saúde prosperar em um ambiente de mudanças constantes, é essencial fomentar um ambiente de adaptação e crescimento. A sobrevivência e o sucesso sustentável das instituições de saúde dependem da capacidade de ancorar suas práticas em evidências sólidas e científicas.</p>
<p>O gerenciamento de mudanças baseado em evidências não é apenas uma recomendação, mas uma necessidade estratégica para garantir um futuro sustentável e eficaz. A adoção de práticas cientificamente comprovadas não apenas mitiga riscos, mas também assegura a sustentabilidade das instituições de saúde. Chegou o momento de adotar uma abordagem que garanta não apenas a sobrevivência, mas o sucesso contínuo.</p>
<p><b>&#8212;&#8212;</b></p>
<p><em>Texto originalmente <a href="https://www.estadao.com.br/economia/gestao-e-negocios/gerenciamento-baseado-em-evidencias-a-chave-para-a-sustentabilidade-das-instituicoes-de-saude/">publicado</a> no blog <a href="https://www.estadao.com.br/economia/gestao-e-negocios">Gestão e Negócios do Estadão</a>, uma parceria entre a FGV EAESP e o Estadão, reproduzido na íntegra com autorização.</em></p>
<p><em>Os artigos publicados na coluna Blog Gestão e Negócios refletem exclusivamente a opinião de seus autores, não representando, necessariamente, a visão da Fundação Getulio Vargas ou do jornal Estadão.</em></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/blog-gestao-e-negocios/gerenciamento-baseado-em-evidencias-a-chave-para-a-sustentabilidade-das-instituicoes-de-saude/">Gerenciamento baseado em evidências: a chave para a sustentabilidade das instituições de saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Laboratórios de Inovação no setor público: Superando a Burocracia para Melhorar a Administração Pública no Brasil</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/inovacao-no-setor-publico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 11:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2290352661-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2290352661-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2290352661-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2290352661-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2290352661-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A inovação tem ganhado cada vez mais destaque no setor público brasileiro, especialmente através dos Laboratórios de Inovação. Essas iniciativas surgiram como uma resposta às limitações do modelo burocrático tradicional. Afinal, embora assegure estabilidade, muitas vezes esse modelo impede a flexibilidade e a adaptação necessárias para enfrentar os desafios contemporâneos. Laboratórios de Inovação no setor [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/inovacao-no-setor-publico/">Laboratórios de Inovação no setor público: Superando a Burocracia para Melhorar a Administração Pública no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2290352661-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2290352661-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2290352661-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2290352661-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2290352661-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A inovação tem ganhado cada vez mais destaque no setor público brasileiro, especialmente através dos Laboratórios de Inovação. Essas iniciativas surgiram como uma resposta às limitações do modelo burocrático tradicional. Afinal, embora assegure estabilidade, muitas vezes esse modelo impede a flexibilidade e a adaptação necessárias para enfrentar os desafios contemporâneos.</p>
<p>Laboratórios de Inovação no setor público não são um fim em si mesmo, eles atuam para melhorar a gestão pública e as capacidades administrativas de prefeituras, governos estaduais e do governo federal, no caso brasileiro. Nos últimos anos, esses laboratórios têm sido fundamentais para introduzir novas metodologias e práticas administrativas que buscam melhorar a qualidade dos serviços públicos. Isso faz com que se tornem mais eficientes e próximos das demandas dos cidadãos.</p>
<p><a href="https://seer.uscs.edu.br/index.php/revista_gestao/article/view/8318/4079">Publicado na “Revista Gestão e Regionalidade”, o estudo produzido pelo pesquisador da FGV EAESP, Luis Paulo Bresciani, e seus colegas Douglas Bezerra e Bárbara de Brito</a> utilizou a análise de conteúdo para examinar como os laboratórios de inovação influenciam a administração pública brasileira. Com o auxílio de software especializado, os pesquisadores classificaram e analisaram dados obtidos de discussões entre representantes de laboratórios em uma mesa redonda sobre o tema na 5ª Semana de Inovação promovida pela ENAP. A análise identificou palavras e temas predominantes, permitindo uma compreensão detalhada das práticas e desafios enfrentados pelos laboratórios.</p>
<h2>Os laboratórios de inovação no setor público brasileiro se destacam como espaços experimentais onde novas ideias podem ser testadas sem o temor de falhas.</h2>
<p>Isso contrasta com o ambiente mais rígido e hierárquico da administração pública tradicional, que muitas vezes desestimula a experimentação e a inovação. Além disso, a pesquisa também revelou que a liderança desempenha um papel crucial na implementação dessas inovações. Ela é fundamental para garantir que as ideias não apenas sejam geradas, mas também executadas com sucesso.</p>
<p>No entanto, um dos principais desafios enfrentados pelos laboratórios é a dificuldade em mensurar e comunicar os resultados de suas atividades. A natureza intangível de muitos dos resultados, frequentemente associados à geração de novos conhecimentos, torna essa tarefa ainda mais complexa.</p>
<p>Portanto, a pesquisa conclui que os laboratórios de inovação representam um afastamento significativo do modelo burocrático tradicional, promovendo uma lógica administrativa mais flexível e adaptativa. Essa mudança é essencial para enfrentar os desafios atuais da administração pública brasileira, tornando-a mais eficiente e responsiva às necessidades dos cidadãos.</p>
<p>Este estudo não só aprofunda a compreensão sobre a função dos laboratórios de inovação no setor público, mas também oferece diretrizes para superar incertezas relacionadas à sua implantação. Ao destacar a importância da liderança e a necessidade de desenvolver métricas mais eficazes para avaliar os resultados, a pesquisa contribui para a difusão dessas iniciativas. Elas são cruciais para modernizar e tornar mais eficiente a administração pública no Brasil.</p>
<p>Por fim, os laboratórios são um importantíssimo vetor de inovação no setor público, atuando de forma sistemática. Eles produzem novas ideias e formas de operação e entrega dos serviços públicos, além de ampliar a efetividade dos governos em suas atribuições e competências.</p>
<p>Leia <a href="https://seer.uscs.edu.br/index.php/revista_gestao/article/view/8318/4079">o artigo na integra.</a></p>
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		<title>A Transformação da Gestão Pública nas Metrópoles</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/transformacao-da-gestao-publica-nas-metropoles/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2024 11:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[metrópoles brasileiras]]></category>
		<category><![CDATA[neoliberalismo]]></category>
		<category><![CDATA[privatização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2368556965-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2368556965-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2368556965-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2368556965-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2368556965-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Desde os anos 1990 as metrópoles brasileiras têm sido profundamente transformadas pela agenda neoliberal, caracterizada pelo crescente “gerencialismo” privado no setor público e pela financeirização global das economias. Esse movimento resultou em transformação da gestão pública nas metrópoles, onde agentes privados passaram a manejar recursos públicos vultosos. Portanto, tais agentes (com ou sem fins lucrativos) [&#8230;]</p>
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<p>Os pesquisadores Francisco Fonseca, da FGV EAESP, e Lúcio Viana, do Senac, <a href="https://sbsociologia.com.br/114539-2/">publicaram um capítulo no livro &#8220;A Cidade no Debate Contemporâneo&#8221;</a>, examinando o surgimento das Organizações Sociais (OSs) e, em particular, das Organizações Sociais de Saúde (OSS) na região metropolitana de São Paulo. Utilizando fontes documentais e indicadores, a pesquisa analisou como a prevalência de “governos empresariais” impacta a gestão pública.</p>
<p>A pesquisa revela que a adoção de padrões empresariais na gestão pública, iniciada na década de 1990, redefiniu conceitos de &#8220;eficiência&#8221; e &#8220;eficácia&#8221; que transformaram radicalmente as políticas públicas. Sendo assim, o movimento gerou regimes de &#8220;governança empresariais”, tal como apontado pelos autores Pierre Dardot e Cristhian Laval, em que a privatização do próprio conceito de governança se expressa em concepções, indicadores, métricas e cosmovisão empresarial na gestão e nas políticas públicas.</p>
<p>Um exemplo significativo é a área da saúde em São Paulo, em que a contratualização com as Organizações Sociais consome cerca de 50% do orçamento público do município, totalizando aproximadamente 5,5 bilhões de reais. Esses contratos transferem, portanto, grandes somas de recursos públicos para o setor privado sem que os aparatos estatais (Executivo, Legislativo, Judiciário e Tribunal de Contas) consigam monitorar e fiscalizar adequadamente tanto a aplicação como sua. Além disso, tais padrões de gestão advindos do setor privado mostram-se muitas vezes desalinhados das necessidades públicas.</p>
<h2>Os autores observam que a implementação dessa lógica empresarial na gestão pública tende a priorizar interesses empresariais e corporativos</h2>
<p>Isso é particularmente evidente devido à baixa transparência e pouca capacidade de controle sobre os contratos com as OSs, que se iniciam com “chamamento público”, e não como licitação. Portanto, tanto a ausência de informações precisas sobre a atuação dessas organizações como a fragilidade fiscalizatória comprometem princípios básicos da administração pública, como a participação social, a transparência e a economicidade.</p>
<p>O estudo conclui que as evidências apontam para novas estratégias neoliberais que privatizam e desregulam o setor público. Ademais, tais arranjos remodelam o Estado e as políticas públicas com contornos privados e gerenciais. Essa transformação impõe dinâmicas que dificultam a “radicalização democrática” e o aprofundamento participativo e redistributivo.</p>
<p>Para enfrentar esses desafios, o debate sobre as reformas neoliberais necessita ser refinado, especialmente em relação ao conceito de &#8220;governança&#8221; nos regimes urbanos. Assim, a chamada &#8220;nova gestão pública&#8221;, gerencial e financeirizada, tem o poder de condicionar, remodelar e adaptar a gestão pública e as políticas públicas. Isso tem ampliado o controle privado sobre o que se denomina “público” no contexto brasileiro contemporâneo.</p>
<p>Por fim, a pesquisa oferece visão crítica sobre a transformação neoliberal das metrópoles brasileiras. Destaca a necessidade urgente de reavaliar as políticas públicas e os mecanismos de governança para assegurar que atendam efetivamente às necessidades da sociedade, mas – e esse é um aspecto essencial – sem cair na armadilha da polarização ideológica entre o público versus o privado.</p>
<p><a href="https://sbsociologia.com.br/114539-2/">Saiba mais.</a></p>
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		<title>Gestão hospitalar: para lidar com alta demanda, setor público deve ampliar acesso a cirurgias cardíacas emergenciais para crianças</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/gestao-hospitalar-para-lidar-com-alta-demanda-setor-publico-deve-ampliar-acesso-a-cirurgias-cardiacas-emergenciais-para-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2023 11:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[cardiopatia]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgias cardíacas emergenciais]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgias cardíacas infantis]]></category>
		<category><![CDATA[gestão hospitalar]]></category>
		<category><![CDATA[gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[hospital]]></category>
		<category><![CDATA[hospital público]]></category>
		<category><![CDATA[saúde pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/enfermeira-cirurgia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Gestores de saúde devem ampliar oferta de cirurgia cardíaca de crianças, diz pesuqisa da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/enfermeira-cirurgia-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/enfermeira-cirurgia-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/enfermeira-cirurgia-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/enfermeira-cirurgia-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Para auxiliar no combate à mortalidade infantil, o setor público deve ampliar o acesso a cirurgias cardíacas emergenciais para crianças. Atualmente, uma em cada três crianças encaminhadas para assistência cirúrgica não conseguem acessar o tratamento, aumentando a probabilidade de óbito. Em condições mais graves, que necessitam de procedimentos mais complexos, a taxa é ainda maior. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/gestao-hospitalar-para-lidar-com-alta-demanda-setor-publico-deve-ampliar-acesso-a-cirurgias-cardiacas-emergenciais-para-criancas/">Gestão hospitalar: para lidar com alta demanda, setor público deve ampliar acesso a cirurgias cardíacas emergenciais para crianças</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/enfermeira-cirurgia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Gestores de saúde devem ampliar oferta de cirurgia cardíaca de crianças, diz pesuqisa da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/enfermeira-cirurgia-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/enfermeira-cirurgia-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/enfermeira-cirurgia-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/enfermeira-cirurgia-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Para auxiliar no combate à mortalidade infantil, o setor público deve ampliar o acesso a cirurgias cardíacas emergenciais para crianças. Atualmente, uma em cada três crianças encaminhadas para assistência cirúrgica não conseguem acessar o tratamento, aumentando a probabilidade de óbito. Em condições mais graves, que necessitam de procedimentos mais complexos, a taxa é ainda maior. Já no contexto da pandemia, entretanto, o tempo de espera para os procedimentos diminuiu significativamente. Para melhorar o acesso ao diagnóstico e ao tratamento especializado de cardiopatias por crianças, os hospitais públicos devem investir em infraestrutura e aumentar sua capacidade de realizar procedimentos cirúrgicos complexos &#8211; caso da cirurgia cardíaca neonatal.</p>
<p>A informação está em <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0021755723001018">estudo publicado pelos pesquisadores da FGV EAESP Maira Marasca de Oliveira, Gonzalo Vecina Neto, Ana Maria Malik e Reinaldo Sergio Hamamoto no periódico “<i>Jornal de Pediatria”</i></a>. Para analisar a disponibilidade de tratamento cirúrgico para doenças cardíacas congênitas em centros públicos especializados do estado de São Paulo, bem como o <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/falta-de-coordenacao-no-ministerio-da-saude-foi-fator-determinante-para-colapso-do-sus-durante-a-pandemia/">impacto da pandemia de Covid-19 no processo</a>, a pesquisa analisou a experiência de 1.437 crianças menores de um ano de idade com cardiopatias congênitas e encaminhamento para cirurgia cardíaca, entre fevereiro de 2019 e 2021, respectivamente.</p>
<h2>Atendimento hospitalar é insuficiente para atender todas as demandas por cirurgia cardíaca de crianças</h2>
<p>A pesquisa mostra que a oferta atual de procedimentos cirúrgicos é insuficiente para lidar com a alta demanda de crianças portadoras de cardiopatias. Além do número considerável de crianças que não conseguem acesso ao tratamento &#8211; cerca de um terço do total &#8211; os pesquisadores apontam para o alto número de interferências do sistema de justiça no processo, muitas vezes acionado pelos pacientes na tentativa de diminuir o tempo de espera para uma cirurgia. As evidências apontam para uma necessidade de maior capacidade dos centros médicos em atuarem no tratamento cirúrgico de cardiopatias congênitas, ressaltam os autores.</p>
<p>O estudo também indica a média de tempo de espera desde o encaminhamento até a realização das cirurgias emergenciais: em casos mais leves, a espera foi de três a quatro dias, enquanto nos casos mais severos, cerca de sete dias. Na pandemia, foi observada uma redução na média de espera geral de cinco para três dias, o que pode ser atribuído ao cancelamento de cirurgias eletivas que ocorreu no período, aumentando a capacidade dos hospitais em realizar procedimentos urgentes. Em pesquisas futuras, a sugestão dos autores é investigar os potenciais fatores que podem contribuir para driblar essa lacuna na assistência médica, como melhor acesso ao cuidado pré-natal, melhorias no diagnóstico e aumento de recursos financeiros para cirurgias cardíacas complexas.</p>
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		<item>
		<title>#podcast Impacto: Caminhos da política no Ministério Público Federal</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/podcast/caminhos-da-politica-no-ministerio-publico-federal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2023 15:22:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[ANPR]]></category>
		<category><![CDATA[CMCDAPG]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/Blog-Impacto-Podcast-Rafael-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/Blog-Impacto-Podcast-Rafael-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/Blog-Impacto-Podcast-Rafael-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/Blog-Impacto-Podcast-Rafael-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Na entrevista para o Podcast Impacto, Rafael Rodrigues Viegas conta um pouco mais sobre a sua premiada tese que resultou em três artigos, os dois primeiros foram publicados na Revista Brasileira de Ciência Política e, em breve, ele publicará um livro com o terceiro artigo sobre sua investigação acerca dos principais caminhos da política no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/Blog-Impacto-Podcast-Rafael-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/Blog-Impacto-Podcast-Rafael-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/Blog-Impacto-Podcast-Rafael-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/Blog-Impacto-Podcast-Rafael-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Na entrevista para o Podcast Impacto, Rafael Rodrigues Viegas conta um pouco mais sobre a sua premiada tese que resultou em três artigos, os dois primeiros foram publicados na Revista Brasileira de Ciência Política e, em breve, ele publicará um livro com o terceiro artigo sobre sua investigação acerca dos principais caminhos da política no Ministério Público Federal e como eles interferem no funcionamento concreto dessa importante organização pública.</p>
<p>O pesquisador fala sobre os principais pontos da pesquisa, as dificuldades em levantar as informações em tempos de pandemia, a construção e análise de um inédito banco de dados sobre a carreira dos procuradores-gerais da República que ocuparam o cargo desde 1988. Rafael compartilha ainda a respeito do perfil dos procuradores que se dedicam a desempenharem um papel político dentro do Ministério Público e traz uma análise sobre a ação política das diretorias da ANPR – Associação Nacional dos Procuradores da República, sendo essa um dos principais caminhos da política que atravessa o MPF.</p>
<p>Rafael Viegas é cientista político, concluiu o doutorado em Administração Pública e Governo na FGV EAESP, é pesquisador no pós-doutorado na FGV EAESP e um dos responsáveis pelo blog Gestão, Política e Sociedade, do Estadão. Ele ganhou o prêmio de melhor tese no programa de doutorado em 2022 da FGV e também da SBAP, Sociedade Brasileira de Administração Pública. Acompanhe o Rafael no Twitter: @Rafael_RViegas</p>
<p><strong>Ouça agora:</strong></p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Caminhos da política no Ministério Público Federal" style="border-radius: 12px" width="624" height="351" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/episode/3PD0Fn7lDbwr0xmm4NZABb/video?si=DpqXZQh3SZGJbiQOnW-JXQ&#038;utm_source=oembed"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/podcast/caminhos-da-politica-no-ministerio-publico-federal/">#podcast Impacto: Caminhos da política no Ministério Público Federal</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Em Minas Gerais, municípios com prefeitas são mais eficientes em gerir verba pública</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/em-minas-gerais-municipios-com-prefeitas-sao-mais-eficientes-em-gerir-verba-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2022 12:27:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[capacidade fiscal]]></category>
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<p>A combinação da liderança feminina com variáveis de recursos humanos como disponibilidade de mão-de-obra pode potencializar a capacidade fiscal de municípios. Em Minas Gerais, a capacidade fiscal de prefeituras lideradas por mulheres se mostrou 12% melhor do que as prefeituras lideradas por homens. É o que afirmam pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), Indiana University e Texas Tech University, em artigo publicado na revista “Journal of Policy Studies” nesta quinta (13).</p>
<p>O estudo se valeu de dados financeiros e de recursos humanos entre 2003 e 2015 referentes a 822 municípios de Minas Gerais. Destes, 449 foram governados por mulheres em pelo menos um ano dentro do período analisado. As informações foram obtidas através das bases de dados do Ministério da Economia e das prefeituras e dos resultados eleitorais disponibilizados pelo Superior Tribunal Eleitoral.</p>
<p>O artigo avalia o desempenho fiscal dos municípios, considerando a sua capacidade fiscal, a autonomia e a solvência. Variável com maior resultado comparativo, a capacidade fiscal se refere ao quanto as prefeituras são capazes de arrecadar a partir de taxas e impostos, por exemplo, e dividir essa receita entre a população através dos serviços prestados. “Em nossa amostra e de maneira bruta, municípios chefiados por mulheres apresentam capacidade fiscal média de 100,7 reais per capita, enquanto municípios chefiados por homens registram 91,1 reais per capita”, explica o pesquisador Ricardo Gomes, um dos autores do estudo.</p>
<p>Quando a liderança feminina é combinada a variáveis de recursos humanos e fatores como características da gestão dos prefeitos, a capacidade fiscal é de 11,8 reais per capita a mais. O estudo também destaca que municípios geridos por mulheres, por exemplo, têm maior disponibilidade de mão-de-obra.</p>
<p>Segundo Gomes, a novidade da pesquisa está em mapear a capacidade de gestão fiscal dos municípios para além de variáveis normalmente consideradas, como o tamanho da população, escolaridade e renda per capita. Características no comportamento feminino também podem explicar o desempenho fiscal. “Um fato muito interessante que a pesquisa aponta é a falta de significância estatística para as variáveis de escolaridade e formação profissional dos prefeitos e prefeitas. Seria de se esperar que isto fizesse a diferença para aqueles prefeitos sem formação profissional”, comenta o pesquisador.</p>
<p>O próximo passo da pesquisa, de acordo com Gomes, será criar uma escala para comparar o tamanho dos municípios para verificar se os resultados se mantêm e, também, ampliar a análise para municípios de outros estados de modo a perceber se fatores relacionados às diferenças regionais poderiam ter algum impacto nos resultados. “Existe uma percepção de que os fatores regionais, como desenvolvimento econômico e cultura, possam, também, influenciar o desempenho fiscal dos municípios”, explica.</p>
<p><a href="http://kjps.snu.ac.kr/Archive/Detail/550">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Professor da FGV EAESP é eleito para a Academia Nacional de Administração Pública nos Estados Unidos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/noticias-internas/2653/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2022 19:19:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias internas]]></category>
		<category><![CDATA[Evan Bernan]]></category>
		<category><![CDATA[FGV EAESP]]></category>
		<category><![CDATA[gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[NAPA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/Banner-Blog-Impacto-1-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/Banner-Blog-Impacto-1-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/Banner-Blog-Impacto-1-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/Banner-Blog-Impacto-1-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Evan Berman, professor titular em Gestão Pública na FGV EAESP, foi eleito para a Academia Nacional de Administração Pública dos Estados Unidos, órgão que assessora o governo federal americano em questões de gestão pública. Constituída pelo Congresso Americano para fornecer consultoria especializada não partidária, a Academia é uma instituição independente, sem fins lucrativos e apartidária [&#8230;]</p>
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<p>A seleção dos novos membros da Academia segue uma rigorosa revisão das contribuições para o campo da administração pública e política. Para a turma de 2022, a Academia selecionou 35 líderes, além de Berman, há representantes de órgãos governamentais, pesquisadores e professores de instituições como Delaware State University, Johns Hopkins University, The George Washington University, entre outras. Ao falar sobre a nova turma, Terry Gerton, presidente e CEO da Academia, declarou: “Nossos ilustres membros da Academia são reconhecidos e respeitados nacionalmente por sua experiência na área da administração pública e os membros da classe de 2022 não são exceção”. Gerton os parabenizou e declarou que “os membros da nova classe ajudarão a avançar a visão da Academia, contribuindo para um justo e inclusivo governo que fortaleça as comunidades e proteja a democracia”.</p>
<p>Com extensa experiência internacional, Berman desenvolve pesquisas sobre performance e gestão do setor público, gestão pública comparada e liderança pública. Durante sua carreira acadêmica recebeu vários prêmios, entre eles o Prêmio Fred Riggs em Administração Pública Internacional e Comparada, o Distinguished Research Award concedido conjuntamente pelas American Society for Public Administration (ASPA) e the Network of Public Schools for Politics, Affairs and Administration (NASPAA), e os prêmios H. George Fredrickson e Pesquisador Exemplar em Gestão de Recursos Humanos no Setor Público (Outstanding Scholarship in Human Resources Public Management) da ASPA.</p>
<p>Berman e a turma de 2022 se juntam a mais de 950 bolsistas da Academia, incluindo ex-oficiais de gabinete, membros do Congresso, governadores, prefeitos e legisladores estaduais, bem como acadêmicos proeminentes, executivos de negócios, líderes sem fins lucrativos e administradores públicos.</p>
<p>Para saber mais sobre Evan Bernan, clique <a href="https://eaesp.fgv.br/pessoa/evan-berman">aqui</a>.</p>
<p>E sobre a Academia Nacional de Administração Pública (EUA), visite: <a href="http://www.napawash.org">www.napawash.org</a></p>
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		<title>Orçamento público federal: negociação de recursos precisa ser democrática e transparente</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/videos/orcamento-publico-federal-negociacao-de-recursos-precisa-ser-democratica-e-transparente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2022 23:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[recursos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2532</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/orcamento-publico-federal-negociacao-de-recursos-precisa-ser-democratica-e-transparente-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/orcamento-publico-federal-negociacao-de-recursos-precisa-ser-democratica-e-transparente-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/orcamento-publico-federal-negociacao-de-recursos-precisa-ser-democratica-e-transparente-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/orcamento-publico-federal-negociacao-de-recursos-precisa-ser-democratica-e-transparente-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O processo decisório sobre o orçamento público federal de 2021/2022, com aprovação de emendas parlamentares que mantêm em sigilo a destinação do dinheiro, traz consequências à democracia no Brasil. Esta é uma das constatações de artigo dos pesquisadores da FGV EAESP Marcos Fernandes e Marco Antonio Carvalho Teixeira publicado na revista “Cadernos de Gestão Pública [&#8230;]</p>
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<p>Em vídeo para o canal FGV EAESP Pesquisa, os autores explicam que o governo deixa de garantir justiça social aos cidadãos com a lógica de beneficiar segmentos já privilegiados com mais recursos públicos. Desta forma, ações para redução das desigualdades e promoção da qualidade de vida para a população saem prejudicadas.</p>
<p>Portanto, é preciso que o governo assegure a arbitragem dos conflitos distributivos através da participação da sociedade na construção, na execução e na prestação de contas do orçamento, seguindo o que determina a lei orçamentária. “Quando você vai discutir o orçamento, precisa ter algum mecanismo para arbitrar os interesses”, explica Fernandes.</p>
<p>“A arbitragem pressupõe que a questão está sendo discutida abertamente, que todos os atores envolvidos estão sendo parte do processo decisório”, aponta Teixeira. “Aqueles que vão receber sabem que o recurso é escasso e precisa ser utilizado da melhor maneira possível”, completa o professor.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/cgpc/article/view/85574/80805">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<div class="jeg_video_container jeg_video_content"><iframe loading="lazy" title="CGPC | Capacidade do governo Bolsonaro de arbitrar o conflito distributivo do orçamento" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/cJRX1DvqZLg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
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