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	<title>Confira pesquisas da FGV EAESP sobre mudanças climáticas</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Confira pesquisas da FGV EAESP sobre mudanças climáticas</title>
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		<title>Como reduzir a incerteza nos relatórios de carbono: pesquisa propõe modelo mais preciso para emissões corporativas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 11:09:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2565837287-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Gráfico verde ilustrando como melhorar a precisão dos relatórios de emissões de carbono em empresas." decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2565837287-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2565837287-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2565837287-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2565837287-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A comunicação das emissões de carbono se tornou peça central das práticas de sustentabilidade corporativa. Mais de 75 % do mercado de capitais está sob algum controle de seus compromissos ou resultados em termos de sustentabilidade, e emissões de gases efeito estufa (GEE) é uma das principais demandas dos investidores. À medida que governos, investidores e [&#8230;]</p>
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<p>Essa incerteza, muitas vezes causada por dados incompletos ou inconsistentes, pode comprometer comparações entre empresas e dificultar decisões sustentáveis. Sendo assim, pesquisadores desenvolveram uma metodologia inovadora pioneira para reduzir esses erros e fortalecer a credibilidade dos inventários de carbono.</p>
<p>O estudo — conduzido por José Antonio Puppim (FGV EAESP), Peter Wanke (FGV EBAPE e FGV EAESP), Jorge Antunes (UFRJ) e Yong Tan (Universidade de Bradford) — foi publicado na revista Energy Economics. Os autores aplicaram o modelo em dados de mais de 200 empresas brasileiras que reportaram suas emissões ao Protocolo GHG entre 2017 e 2019.</p>
<p>Portanto, o modelo combina simulações probabilísticas (Monte Carlo) com a lógica fuzzy, uma técnica matemática capaz de lidar com dados ambíguos ou incompletos. Assim, o método trata tanto a aleatoriedade dos números quanto a imprecisão das informações, oferecendo uma análise mais realista dos impactos ambientais corporativos.</p>
<h1>Revelando o impacto da imprecisão nos relatórios de carbono: nova metodologia ajuda empresas a divulgar dados mais confiáveis</h1>
<p>Os pesquisadores observaram que as emissões de Escopo 3 são as mais imprecisas, devido à complexidade das cadeias de suprimentos. Setores com maior pressão regulatória ou voltados à exportação, como agricultura e energia elétrica, tiveram melhor desempenho na qualidade das informações. Porém, áreas como pesquisa e desenvolvimento e imóveis apresentaram maiores lacunas.</p>
<p>Além disso, o modelo mostrou que reduzir a imprecisão nos Escopos 2 e 3 é essencial para melhorar o desempenho ambiental das empresas. Essa precisão maior permite decisões estratégicas mais acertadas e comparações setoriais mais justas.</p>
<p>Para as empresas, o novo arcabouço funciona como uma ferramenta de diagnóstico: identifica áreas com dados incompletos e orienta investimentos em coleta e gestão de informações. Já para reguladores e auditores, ele oferece indicadores objetivos sobre o grau de incerteza nos relatórios, o que contribui para criar políticas e padrões mais eficazes.</p>
<p>Por fim, ao propor um novo modo de lidar com dados imprecisos, a pesquisa avança a agenda de transparência e responsabilidade ambiental, reforçando a importância de decisões baseadas em evidências confiáveis para acelerar o combate às mudanças climáticas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1016/j.eneco.2025.108672">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Como Tornar a Pecuária na Amazônia Mais Sustentável</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/como-tornar-a-pecuaria-na-amazonia-mais-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 11:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/blog.115-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/blog.115-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/blog.115-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/blog.115-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/blog.115-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A expansão da pecuária na Amazônia tem chamado a atenção de pesquisadores, ambientalistas e consumidores ao redor do mundo. Embora seja uma importante atividade econômica, ela também está entre as principais causas de desmatamento na região. Uma nova pesquisa mostra que é possível tornar essa cadeia mais sustentável — mas o tempo para agir está [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/blog.115-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/blog.115-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/blog.115-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/blog.115-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/blog.115-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A expansão da pecuária na Amazônia tem chamado a atenção de pesquisadores, ambientalistas e consumidores ao redor do mundo. Embora seja uma importante atividade econômica, ela também está entre as principais causas de desmatamento na região. Uma nova pesquisa mostra que é possível tornar essa cadeia mais sustentável — mas o tempo para agir está se esgotando. Porém, a boa notícia é que a solução está no trabalho conjunto entre governo, setor privado e sociedade civil.</p>
<p>Publicado na revista The International Journal of Logistics Management, o estudo foi conduzido pelos pesquisadores John James Loomis e José Antônio Puppim de Oliveira, da FGV EAESP, com apoio da FAPESP. O foco da pesquisa foi o município de Santarém (PA), onde a pecuária tem avançado rapidamente. Utilizando uma nova metodologia de mapeamento da cadeia global de valor (CGV), os autores analisaram entrevistas, dados de campo e documentos públicos e privados para entender os desafios da sustentabilidade nesse contexto.</p>
<h1>Falta de políticas públicas abre espaço para o desmatamento na pecuária da Amazônia</h1>
<p>O estudo revelou que o avanço da pecuária ocorre devido a uma grande demanda do mercado internacional, mas num vácuo de políticas públicas efetivas. Dessa forma, pequenos produtores têm pouco acesso a crédito, infraestrutura, assistência técnica ou programas de regularização fundiária. A baixa capacidade de fiscalização permite a continuidade de práticas ilegais, como o desmatamento. Além disso, a cadeia de valor da carne, especialmente no que diz respeito aos fornecedores indiretos — que vendem o gado para outros criadores antes que ele chegue aos frigoríficos — ainda escapa de sistemas de controle, representando um risco real para compromissos ambientais já assumidos por grandes empresas.</p>
<p>Apesar da ausência de políticas fortes, há sinais de mudança. Frigoríficos têm adotado sistemas de rastreabilidade para fornecedores diretos. ONGs e projetos locais vêm treinando pecuaristas para melhorar a produtividade e reduzir impactos ambientais. Ainda assim, a escala dessas iniciativas é pequena e os resultados, limitados. Portanto, muitos produtores mantêm práticas herdadas de gerações anteriores e não veem valor econômico na adoção de certificações de sustentabilidade.</p>
<p><strong> </strong>A pesquisa aponta que a governança da cadeia precisa ser compartilhada. Frigoríficos podem liderar melhorias tecnológicas e oferecer assistência técnica. Enquanto governos precisam fortalecer a fiscalização e oferecer políticas públicas efetivas para apoio a uma pecuária sustentável e de qualidade. Já as ONGs devem expandir projetos de impacto e produtores devem se formalizar e adotar boas práticas. O fortalecimento de associações e a criação de padrões comuns de rastreabilidade também são cruciais para premiar quem faz a coisa certa.</p>
<h2>Sustentabilidade e competitividade podem andar juntas</h2>
<p>O estudo mostra que, com esforço coordenado, é possível uma melhor conciliação de desenvolvimento socioeconômico e controle ambiental na Amazônia. A adoção de práticas sustentáveis não é apenas uma exigência ambiental, mas uma condição para competir em mercados cada vez mais exigentes. Se o setor não avançar internamente em direção à sustentabilidade, reguladores e mercados estrangeiros definirão os rumos da produção. Por fim, a cadeia da carne bovina no Brasil tem a oportunidade — e a responsabilidade — de liderar esse movimento.</p>
<p>Leia <a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/ijlm-03-2024-0139/full/html">o artigo na integra</a>.</p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<item>
		<title>#Podcast Insights &#8211; episódio 46: Adaptações climáticas e os desafios para as organizações</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/podcast/podcast-insights-episodio-46-mudancas-climaticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Jun 2024 19:45:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[emerg~encia climática]]></category>
		<category><![CDATA[FGVces]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/podcast_insights_mario_mariana-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/podcast_insights_mario_mariana-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/podcast_insights_mario_mariana-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/podcast_insights_mario_mariana-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />As mudanças climáticas representam riscos para a humanidade e para o setor empresarial. Novas normas socioambientais e leis tem impactado diretamente as empresas. Por isso, é preciso encarar a realidade da emergência climática, com estratégias integradas de prevenção, planos de contingência e fortalecimento de capacidades adaptativas. No podcast FGV In Company Insights dessa semana vamos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/podcast_insights_mario_mariana-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/podcast_insights_mario_mariana-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/podcast_insights_mario_mariana-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/podcast_insights_mario_mariana-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>As <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/recife-sao-paulo-rio-de-janeiro-brasilia-e-curitiba-estao-entre-as-capitais-com-melhor-resposta-as-mudancas-climaticas-segundo-pesquisa-premiada/">mudanças climáticas</a> representam riscos para a humanidade e para o setor empresarial. Novas normas socioambientais e leis tem impactado diretamente as empresas. Por isso, é preciso encarar a realidade da emergência climática, com estratégias integradas de prevenção, planos de contingência e fortalecimento de capacidades adaptativas.</p>
<p>No <a href="https://educacao-executiva-in-company.fgv.br/podcast">podcast FGV In Company Insights</a> dessa semana vamos falar sobre como a agenda de adaptação às mudanças climáticas se desenvolveu nas últimas décadas e quais são os desafios para o setor público e para as empresas. Os nossos convidados são: Mario Monzoni, coordenador do Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV (<a href="https://eaesp.fgv.br/centros/centro-estudos-sustentabilidade/sobre">FGVCES</a>) e Mariana Nicolletti &#8211; pesquisadora do FGVCES.</p>
<p><iframe style="border-radius:12px" src="https://open.spotify.com/embed/episode/2heHkSmBCPmmsrVTG1Vbc3/video?utm_source=generator" width="496" height="279" frameBorder="0" allowfullscreen="" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/podcast/podcast-insights-episodio-46-mudancas-climaticas/">#Podcast Insights &#8211; episódio 46: Adaptações climáticas e os desafios para as organizações</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<item>
		<title>O futuro sustentável da agricultura global</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/o-futuro-sustentavel-da-agricultura-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 11:13:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A população mundial deve crescer entre 30% a 35% nos próximos 60 anos, chegando a 10 bilhões de habitantes até 2050. Isso exigirá um aumento na produção global de alimentos e qualidade nutricional entre 50% a 75%, ao mesmo tempo em que se busca minimizar o impacto ambiental. Nesse contexto, os avanços tecnológicos e inovações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A população mundial deve crescer entre 30% a 35% nos próximos 60 anos, chegando a 10 bilhões de habitantes até 2050. Isso exigirá um aumento na produção global de alimentos e qualidade nutricional entre 50% a 75%, ao mesmo tempo em que se busca minimizar o impacto ambiental. Nesse contexto, os avanços tecnológicos e inovações desempenham papel crucial.</p>
<p>Marcos Fava Neves, pesquisador da FGV EAESP, em conjunto com outros pesquisadores, publicaram um estudo na revista Frontiers In Sustainable Food Systems, destacando avanços tecnológicos que impulsionaram a produção agrícola mundial. A literatura utilizada é baseada em pesquisa científica e na mineração de dados públicos de diversas instituições públicas e privadas, nacionais e internacionais. O estudo também enfoca a evolução da agricultura brasileira, sua relevância para o PIB nacional e os desafios enfrentados.</p>
<p>A revisão aborda a evolução tecnológica na agricultura, os impactos das mudanças climáticas, e a contribuição das ciências moleculares para um agronegócio de alto desempenho. O cenário futuro aponta para a implementação de tecnologias eco-sustentáveis disruptivas. A recente ascensão do conceito ESG (Environmental, Social, and Corporate Governance) organizou um novo caminho baseado na sustentabilidade ambiental a ser seguido pela agricultura, como o aumento do uso de bioinsumos (produtos naturais e biológicos) na agricultura e na redução da dependência de agroquímicos sintéticos.</p>
<p>Entretanto, há desafios a serem superados, como a falta de autossuficiência brasileira em insumos e melhorias na logística. A escassez de mão de obra qualificada e o aumento dos custos trabalhistas também são questões críticas. A mudança climática global representa o principal desafio para o setor.</p>
<p>Em conclusão, os pesquisadores apontam que para alcançar uma produção sustentável, é essencial estimular a inovação, apoiar a agricultura familiar e fortalecer políticas públicas e privadas voltadas para pesquisa e desenvolvimento. O agronegócio brasileiro desempenha papel vital não apenas para a estabilidade socioeconômica do país, mas como principal fornecedor de alimentos e matérias-primas para diversos países. Assim, é imperativo investir em inovação e práticas sustentáveis para atender à crescente demanda global de forma eficiente e responsável.</p>
<p>Leia o <a href="https://doi.org/10.3389/fsufs.2023.1296337">artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/o-futuro-sustentavel-da-agricultura-global/">O futuro sustentável da agricultura global</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<item>
		<title>Parcerias e educação ambiental podem ajudar a impulsionar inovação na Gestão de Resíduos Sólidos no Brasil</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/cidades-brasileiras-tem-demonstrado-sucesso-ao-promover-inovacao-na-gestao-de-residuos-solidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Feb 2024 12:53:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
		<category><![CDATA[FGV EAESP]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[GVCeisa]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/02/shutterstock_1275187672-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/02/shutterstock_1275187672-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/02/shutterstock_1275187672-700x700.png 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/02/shutterstock_1275187672-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/02/shutterstock_1275187672-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Cidades brasileiras têm demonstrado sucesso ao promover inovação na gestão de resíduos sólidos, promovendo a economia circular e enfrentando a mudança climática. Isso porque, segundo estudo publicado em dezembro de 2023 na Revista Habitat International, elas desempenham quatro práticas bem sucedidas: 1) estrutura política e técnica para facilitar processos de inovação, 2) colaboração com governos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/02/shutterstock_1275187672-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/02/shutterstock_1275187672-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/02/shutterstock_1275187672-700x700.png 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/02/shutterstock_1275187672-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/02/shutterstock_1275187672-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Cidades brasileiras têm demonstrado sucesso ao promover inovação na gestão de resíduos sólidos, promovendo a economia circular e enfrentando a mudança climática. Isso porque, segundo estudo publicado em dezembro de 2023 na Revista Habitat International, elas desempenham quatro práticas bem sucedidas: 1) estrutura política e técnica para facilitar processos de inovação, 2) colaboração com governos estaduais e federais, 3) implementação de projetos educativos sobre sustentabilidade ambiental e participação pública e 4) criação de políticas públicas voltadas para gestão de resíduos com foco nas potencialidades locais.</p>
<p>O resultado é importante considerando que há muitos desafios para inovar na Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos (GRSU), como barreiras institucionais e regulatórias, especialmente em países em desenvolvimento, onde baixa capacidade técnica, falta de conscientização ambiental e pouca participação governamental são obstáculos comuns.</p>
<p>Porém, poucos estudos demonstram os caminhos e elementos chave para permitir essa disrupção circular. Para identificar os fatores que impulsionam a inovação na GRSU, os pesquisadores da FGV EAESP <a href="https://eaesp.fgv.br/pessoa/michel-xocaira-paes">Michel Xocaira Paes</a> e <a href="https://eaesp.fgv.br/pessoa/jose-antonio-puppim-oliveira">Jose A. Puppim de Oliveira</a> em parceria com outros pesquisadores da UNESP e Universidade Autônoma de Barcelona, Sandro Donnini Mancini e Joan Rieradevall, respectivamente, realizaram um <a href="https://doi.org/10.1016/j.habitatint.2023.102990">estudo</a> em quatro municípios brasileiros.</p>
<p>Foram selecionadas as cidades de Harmonia (RS), Ibertioga (MG), São Paulo (SP) e Carauari (AM) em função das suas boas práticas em gestão municipal de resíduos sólidos e por representarem perfis diversos em termos de perfil socioeconômico, número de habitantes e distribuição geográfica no país.  Os pesquisadores buscaram por cidades nas quais são exercidas práticas de gestão de sólidos que a literatura existente na área aponta como capazes de gerar resultados positivos nos efeitos das mudanças climáticas e economia circular. Tendo as regiões selecionadas, foram feitas visitas técnicas e entrevistas com atores políticos e civis dos 4 municípios. As informações foram checadas com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SNIS).</p>
<h2>Estudo revela práticas eficazes e propõe Fundo Nacional de Créditos de Carbono para gestão sustentável de resíduos sólidos no Brasil</h2>
<p>A pesquisa revela que, apesar dos desafios institucionais, tecnológicos, econômicos e culturais, os municípios estudados alcançaram reduções significativas nas emissões de gases de efeito estufa e custos (operacionais e de investimentos) de gestão de resíduos per capita abaixo da média nacional. Quatro elementos apareceram como fundamentais para a Inovação na Gestão de Resíduos Sólidos foram identificados: capacidade técnica e política local; cooperação entre governos estaduais e federais; programas de educação ambiental e participação social; e, por fim, parcerias locais na criação e condução de ações e políticas de gestão de resíduos.</p>
<p>Com base nessas análises, propôs-se a criação de um Fundo Nacional de Créditos de Carbono para a GRSU, coordenado pelo governo federal e envolvendo Estados e Municípios na gestão e alocação de recursos. Essa iniciativa poderia superar desafios como financiamento e articulação entre diferentes níveis de governo, contribuindo para a Economia Circular e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.</p>
<p>Em suma, este estudo demonstra que a inovação na GRSU não requer grandes investimentos ou tecnologias sofisticadas. Ações como prevenção, compostagem, reciclagem e aproveitamento energético dos metanos gerados pelos aterros sanitários podem trazer benefícios econômicos e ambientais significativos, alinhados com uma visão de desenvolvimento sustentável, mitigação das mudanças climáticas e transição para uma economia circular.</p>
<p>Conheça também outras publicações deste projeto:</p>
<p>1-Manual prático para inovação em gestão dos resíduos sólidos urbanos (FGV CEISA)</p>
<p><a href="https://hdl.handle.net/10438/30762">https://hdl.handle.net/10438/30762</a></p>
<p>2- Integrating circular economy in urban Amazon</p>
<p><a href="https://www.nature.com/articles/s42949-021-00031-z">https://www.nature.com/articles/s42949-021-00031-z</a></p>
<p>3-Transition to circular economy in Brazil: A look at the municipal solid waste management in the state of São Paulo</p>
<p><a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/MD-09-2018-1053/full/html">https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/MD-09-2018-1053/full/html</a></p>
<p>4-Circular economy and solid waste management: challenges and opportunities in Brazil</p>
<p><a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s43615-021-00031-2">https://link.springer.com/article/10.1007/s43615-021-00031-2</a></p>
<p>5-Tackling climate change through circular economy in cities</p>
<p><a href="https://doi.org/10.1016/j.jclepro.2022.135126">https://doi.org/10.1016/j.jclepro.2022.135126</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Gestão ambiental efetiva depende de ações coordenadas entre diferentes níveis de poder no âmbito global</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/gestao-ambiental-efetiva-depende-de-acoes-coordenadas-entre-diferentes-niveis-de-poder-no-ambito-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 11:10:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[acordo climático]]></category>
		<category><![CDATA[gestão ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[governos locais]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[ODS13]]></category>
		<category><![CDATA[soluções]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/homem-de-vista-frontal-com-blocos-de-madeira11-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="homem escreve em papel enquanto empilha blocos de madeira com ilustrações que representam temas ambientais, como o símbolo da reciclagem e o planeta Terra, remetendo à importância da gestão ambiental nas políticas públicas" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/homem-de-vista-frontal-com-blocos-de-madeira11-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/homem-de-vista-frontal-com-blocos-de-madeira11-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/homem-de-vista-frontal-com-blocos-de-madeira11-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Para atender a demandas globais e aprimorar a gestão de questões ambientais complexas, países devem priorizar políticas colaborativas entre governanças de diferentes níveis. Apostas em acordos e compromissos internacionais, bem como ações coordenadas e multicêntricas entre setores locais e federais nos países, por exemplo, são mecanismos que ajudam os governos a responderem de forma mais [&#8230;]</p>
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<p>A reflexão está em editorial publicado pelo pesquisador da FGV EAESP José Antonio Puppim de Oliveira, em colaboração com Haoqi Qian, do Institute for Global Public Policy (China), na revista “Global Public Policy and Governance”. No texto, os autores reúnem e discutem uma série de artigos com diferentes abordagens teóricas e metodológicas do campo que trazem <i>insights </i>e evidências valiosas para o aprimoramento da gestão ambiental na esfera global.</p>
<p>A emergência de crises ambientais mundiais impõe novos desafios ao gerenciamento de políticas públicas, como a necessidade de coletividade e integração entre as práticas de diferentes países e níveis governamentais para abordar soluções. Para lidar com esses obstáculos, os autores apontam a importância de mecanismos como o comprometimento com acordos climáticos globais, que permite com que os países alterem seu comportamento, desenvolvendo novas políticas públicas de enfrentamento a questões ambientais, por exemplo.</p>
<p>Os pesquisadores também destacam a situação do Brasil, onde a falta de integração entre regimes nacionais prejudica a resposta a desafios globais. Os governos locais moldam suas abordagens em relação às alterações climáticas com base em interações com redes nacionais e internacionais de cidades, mas não há integração entre essas práticas e a resposta no âmbito federal. Uma gestão ambiental integrada e policêntrica, por outro lado, pode trazer oportunidades para ações coordenadas e mais efetivas, ressaltam os autores. Em pesquisas futuras, a ideia é investigar os aspectos da governança ambiental global em escalas maiores, focando no papel de organizações internacionais, por exemplo.</p>
<p><a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s43508-023-00063-4">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Abordagem conceitual que conecta água, energia e alimentos permite gestão ambiental mais sustentável</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/nexo-agua-energia-alimentos-politicas-sustentaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2023 11:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[ODS13]]></category>
		<category><![CDATA[stakeholders]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[water-food-energy nexus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-aerea-de-um-rio-cercado-por-ilhas-cobertas-de-vegetacao-sob-a-luz-solar-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="nexo água-emergia-alimentos" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-aerea-de-um-rio-cercado-por-ilhas-cobertas-de-vegetacao-sob-a-luz-solar-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-aerea-de-um-rio-cercado-por-ilhas-cobertas-de-vegetacao-sob-a-luz-solar-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-aerea-de-um-rio-cercado-por-ilhas-cobertas-de-vegetacao-sob-a-luz-solar-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-aerea-de-um-rio-cercado-por-ilhas-cobertas-de-vegetacao-sob-a-luz-solar-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Diante do contexto global de crises climáticas e escassez de recursos, o nexo água-energia-alimentos (water-food-energy, WEF na sigla em inglês) &#8211; abordagem que integra questões que envolvem esses temas &#8211; vêm se tornando um princípio chave na elaboração de pesquisas e políticas mais sustentáveis. A ferramenta é valiosa para entender como as diferentes esferas envolvidas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/nexo-agua-energia-alimentos-politicas-sustentaveis/">Abordagem conceitual que conecta água, energia e alimentos permite gestão ambiental mais sustentável</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-aerea-de-um-rio-cercado-por-ilhas-cobertas-de-vegetacao-sob-a-luz-solar-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="nexo água-emergia-alimentos" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-aerea-de-um-rio-cercado-por-ilhas-cobertas-de-vegetacao-sob-a-luz-solar-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-aerea-de-um-rio-cercado-por-ilhas-cobertas-de-vegetacao-sob-a-luz-solar-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-aerea-de-um-rio-cercado-por-ilhas-cobertas-de-vegetacao-sob-a-luz-solar-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-aerea-de-um-rio-cercado-por-ilhas-cobertas-de-vegetacao-sob-a-luz-solar-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Diante do contexto global de crises climáticas e escassez de recursos, o nexo água-energia-alimentos (<i>water-food-energy</i>, WEF na sigla em inglês) &#8211; abordagem que integra questões que envolvem esses temas &#8211; vêm se tornando um princípio chave na elaboração de pesquisas e políticas mais sustentáveis. A ferramenta é valiosa para entender como as diferentes esferas envolvidas interagem entre si e informar decisões no contexto da governança ambiental. Aos poucos, se torna mais integrativa e completa, permitindo que as instituições possam formular soluções mais eficazes para lidar com os desafios em torno do tema.</p>
<p>A reflexão está em artigo publicado pelos pesquisadores da FGV EAESP Rodrigo Augusto Bellezoni e Jose Antonio Puppim de Oliveira, com colaboradores, na revista “<i>Frontiers in Water”</i>. Para entender como o nexo e suas aplicações evoluíram ao longo do tempo, os autores levantaram 681 estudos sobre o tema na base de dados Scopus, sem intervalo de tempo determinado, e identificaram os principais tópicos abordados em cada fase. Eles definiram cinco períodos de análise: 2012 a 2016, 2017 a 2018, 2019, 2020 e 2021.</p>
<p>Dentre os cinco intervalos analisados, os autores identificaram que, de forma geral, o debate do nexo passou de um âmbito rural &#8211; com a preocupação com a gestão de recursos hídricos, agricultura sustentável e produção de biocombustíveis, por exemplo &#8211; para o contexto urbano, com a implementação de políticas públicas baseadas no nexo e preocupações relacionadas à redução de poluição e consumo em processos industriais e infraestrutura de cidades, por exemplo.</p>
<h2>Contribuições do nexo água-energia-alimentos para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</h2>
<p>Mais recentemente, as discussões têm se centrado em torno dos desafios relacionados às mudanças climáticas e o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, por exemplo. Essas transformações indicam que pesquisadores e tomadores de decisão têm ampliado a abordagem WEF para atender a demandas cada vez mais interligadas entre si no contexto água-energia-alimentos, bem como orientar a gestão de recursos, políticas e programas ambientais pelos governos e autoridades.</p>
<p>Apesar da maior integração dos conceitos entre si, a capacidade limitada das instituições governamentais &#8211; que apresentam restrições de orçamento, por exemplo &#8211; dificultam a implementação dos objetivos relacionados ao WEF. No caso do Brasil, os pesquisadores ressaltam que as estruturas governamentais, que são fragmentadas, não priorizam os desafios do nexo. Além disso, os autores também destacam que a participação de vários grupos de interesse &#8211; os <i>stakeholders</i> &#8211; é essencial para que aconteça a alocação de recursos de forma sustentável nos governos.</p>
<p><a href="https://www.frontiersin.org/journals/water/articles/10.3389/frwa.2022.859891/full">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Pesquisa de Impacto: Projeto Cinturão+Verde FGVces</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/pesquisa-de-impacto-projeto-cinturaoverde-fgvces/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2023 14:14:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Cinturão + Verde]]></category>
		<category><![CDATA[FGVces]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa de Impacto]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=3363</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/cinturao_verde-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/cinturao_verde-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/cinturao_verde-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/cinturao_verde-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Realizado pelo FGVces, o projeto Cinturão+Verde tem como objetivo como objetivo a adaptação à mudança do clima pela agricultura familiar no cinturão verde de São Paulo, um dos principais polos brasileiros de produção de hortifruti granjeiros.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/pesquisa-de-impacto-projeto-cinturaoverde-fgvces/">Pesquisa de Impacto: Projeto Cinturão+Verde FGVces</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/cinturao_verde-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/cinturao_verde-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/cinturao_verde-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/cinturao_verde-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Realizado pelo FGVces, o projeto Cinturão+Verde tem como objetivo como objetivo a adaptação à mudança do clima pela agricultura familiar no cinturão verde de São Paulo, um dos principais polos brasileiros de produção de hortifruti granjeiros.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/pesquisa-de-impacto-projeto-cinturaoverde-fgvces/">Pesquisa de Impacto: Projeto Cinturão+Verde FGVces</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<item>
		<title>Vivências indígenas podem inspirar gestores e organizações a lidar com eventos climáticos extremos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/vivencias-indigenas-podem-inspirar-gestores-e-organizacoes-a-lidar-com-eventos-climaticos-extremos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Jan 2023 13:58:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[antropoceno]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[organização social]]></category>
		<category><![CDATA[organizações]]></category>
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		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/mcajr_abr_0704222369_0-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="indígena maracá" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/mcajr_abr_0704222369_0-150x150.jpeg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/mcajr_abr_0704222369_0-700x700.jpeg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/mcajr_abr_0704222369_0-75x75.jpeg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/mcajr_abr_0704222369_0-350x350.jpeg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O termo Antropoceno, que define a era geológica atual, foi proposto a partir das evidências de que a atividade humana causou danos irreversíveis nos sistemas da Terra, como as mudanças climáticas. Segundo a pesquisadora da FGV EAESP Isleide Arruda Fontenelle, são necessárias soluções e práticas alternativas de organização e aprendizagem para a humanidade lidar com [&#8230;]</p>
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<p>Em ensaio publicado na revista “Management Learning”, a autora discute o conceito de Antropoceno com aportes da psicanálise para propor uma ética para mediar as relações entre atores humanos e não humanos. Tal ética, explica, é baseada nos ensinamentos da tragédia grega sobre a impotência da humanidade diante da morte, que faz frente ao pretenso domínio do humano sobre a natureza.</p>
<h2>Saberes indígenas apresentam outras formas de organização social</h2>
<p>A autora afirma que estudos sobre aprendizagem de gestão têm questionado a <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/liderancas-comprometidas-com-agenda-esg-podem-estimular-transformacao-em-escolas-de-negocios/">formação nas escolas de negócios.</a> Porém, ressalta que a crítica ainda não incorpora o contexto do Antropoceno e a organização do tempo imposta pela visão de mundo moderna e ocidental. Uma ética que considere o indeterminado pode abrir as organizações e gestores a novas possibilidades.</p>
<p>Neste sentido, a pesquisadora afirma ser importante incorporar as vivências de outros mundos e formas de organização que estão além das práticas hegemônicas. Os saberes indígenas e as experiências dos povos do continente americano podem servir de inspiração. Sua organização social inspira uma nova percepção de tempo, menos acelerado e competitivo, e a responsabilidade dos humanos com a natureza e outras formas de vida.</p>
<p><a href="https://journals.sagepub.com/doi/abs/10.1177/13505076221111450?journalCode=mlqb">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Na América Latina e Caribe, resiliência às mudanças climáticas passa pelo combate às desigualdades sociais</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/na-america-latina-e-caribe-resiliencia-as-mudancas-climaticas-passa-pelo-combate-as-desigualdades-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Dec 2022 11:17:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[açõa climática]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina e Caribe]]></category>
		<category><![CDATA[cidades e comunidades sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[ODS11]]></category>
		<category><![CDATA[ODS13]]></category>
		<category><![CDATA[resiilência]]></category>
		<category><![CDATA[soluções baseadas na natureza]]></category>
		<category><![CDATA[vulnerabilidade social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/milo-miloezger-pNArDGC_aNY-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Resiliência climática está associada à prosperidade socioeconômica e ao incentivo dos governos a atividades sustentáveis, diz pesquisa" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/milo-miloezger-pNArDGC_aNY-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/milo-miloezger-pNArDGC_aNY-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/milo-miloezger-pNArDGC_aNY-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/milo-miloezger-pNArDGC_aNY-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Diante dos riscos associados às mudanças climáticas, tomadores de decisão e executores de políticas públicas da América Latina e Caribe devem estabelecer um círculo virtuoso em que políticas de bem-estar social acolham a população mais vulnerável da região e promovam a superação das desigualdades sociais. Artigo de autoria da pesquisadora da FGV EAESP Cyntia Vilasboas [&#8230;]</p>
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<p>Para a coleta de dados, os autores realizaram grupos focais virtuais com 269 pessoas de Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Jamaica, México e Peru entre novembro de 2020 e fevereiro de 2021. Os participantes da pesquisa, ligados à academia, ao mercado, ao governo ou à sociedade civil, responderam sobre quais consideravam os melhores e piores cenários futuros para seus países na perspectiva da sustentabilidade. Com base nas respostas, os pesquisadores construíram quatro cenários futuros de resiliência às mudanças climáticas na região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Resiliência climática reúne prosperidade socioeconômica e soluções baseadas na natureza</h2>
<p>No cenário mais positivo, a resiliência climática está associada à prosperidade socioeconômica e ao acesso de todos os cidadãos à educação e à tecnologia com vistas a incentivar inovações e soluções baseadas na natureza. A administração pública estabeleceria regulações e incentivo para atividades sustentáveis, atuando com base na ciência. O setor privado apostaria na produção e no consumo limpos, na economia circular e na agricultura regenerativa. A sociedade seria permeada pela consciência climática e pela cultura de participação e cooperação para a sustentabilidade.</p>
<p>Já no cenário negativo, os países não têm resiliência às mudanças climáticas ou competitividade socioeconômica. As políticas públicas seriam marcadas pela concentração de poder, pela instabilidade e pela corrupção e o setor privado, pela dependência da extração e recursos naturais, sobretudo combustíveis fósseis e minérios. Tal cenário acarretaria concentração de riqueza e altas taxas de desemprego, e prejudicaria, simultaneamente, o desenvolvimento nacional e o meio ambiente.</p>
<p><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0016328722001148?via%3Dihub">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/na-america-latina-e-caribe-resiliencia-as-mudancas-climaticas-passa-pelo-combate-as-desigualdades-sociais/">Na América Latina e Caribe, resiliência às mudanças climáticas passa pelo combate às desigualdades sociais</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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