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	<title>Arquivos Gestão de saúde - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos Gestão de saúde - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Cuidado centrado no paciente: por que operadoras de saúde precisam mudar a forma de atender</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 11:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_2453509363-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_2453509363-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_2453509363-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_2453509363-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_2453509363-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Cuidar da saúde não é só tratar doenças. Cada vez mais, fala-se na importância de um modelo que coloque o paciente no centro das decisões, levando em conta sua história, contexto social, emocional e cultural. Essa abordagem — chamada de cuidado centrado no paciente — valoriza o envolvimento ativo da pessoa atendida e de seus [&#8230;]</p>
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<p>Os pesquisadores Ana Maria Malik e Alberto Ogata (FGV EAESP), em parceria com Mariana Jordão Di Chiacchio e Iara Bernz investigaram como gestores de operadoras de saúde percebem o cuidado centrado no paciente. Publicaram o estudo na Revista Brasileira de Saúde Suplementar.</p>
<p>Para isso, os autores ouviram oito gestores de diferentes regiões e formações (Medicina, Enfermagem e Administração). A metodologia usada foi qualitativa, com entrevistas analisadas por meio da técnica de análise de conteúdo de Bardin, uma ferramenta comum em estudos sociais.</p>
<h1>O que os gestores pensam sobre o cuidado centrado no paciente</h1>
<p>Os entrevistados reconhecem que um cuidado mais integrado e personalizado é essencial para melhorar a qualidade da assistência. No entanto, também apontam obstáculos importantes — como o atual modelo da saúde suplementar, fragmentado e excessivamente centrado em especialidades. Nesse cenário, há pouca comunicação entre os profissionais e ausência de coordenação efetiva do cuidado. Além disso, a falta de integração entre os sistemas de informação dificulta uma visão completa da trajetória de cada paciente. Para muitos gestores, sem acesso unificado aos dados, não é possível oferecer um cuidado de qualidade e bem coordenado.</p>
<h2>Mudança de cultura e foco no empoderamento do paciente</h2>
<p>Outro ponto destacado no estudo é que essa transformação exige uma mudança cultural profunda nas operadoras de saúde. Elas precisam ir além da lógica da oferta de serviços e adotar um olhar voltado para a saúde da população. Isso passa por educar e empoderar os pacientes, ajudando-os a compreender e participar mais ativamente de seus cuidados.</p>
<p>A substituição do termo “paciente” por “cliente”, apontada pelos entrevistados, revela uma tentativa de focar mais na experiência de quem utiliza o serviço — algo cada vez mais valorizado no setor.</p>
<p>Embora a implementação do cuidado centrado no paciente envolva custos e desafios, os entrevistados acreditam que esse modelo pode trazer ganhos em eficiência e reduzir desperdícios no longo prazo. Ferramentas como sistemas de business intelligence (BI), acreditações e protocolos clínicos padronizados são vistas como aliadas importantes nesse processo</p>
<p>Por fim, o estudo reforça que a liderança dos gestores é fundamental para alinhar práticas internas e incentivar um modelo de saúde mais humano, eficiente e sustentável. Tudo isso com foco genuíno no bem-estar das pessoas.</p>
<p>Leia <a href="https://rbss.org.br/index.php/RBSS/article/view/36">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Estudo da FGV propõe impostos sobre o tabaco para financiar prevenção ao câncer de pulmão</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/estudo-da-fgv-propoe-impostos-sobre-o-tabaco-para-financiar-prevencao-ao-cancer-de-pulmao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 11:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_2054025671-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_2054025671-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_2054025671-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_2054025671-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_2054025671-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O câncer de pulmão é uma das principais causas de morte evitável no Brasil e no mundo. No país, a doença é a segunda maior causa de mortalidade, ficando atrás apenas de problemas cardiovasculares. Diante desse cenário, um estudo coordenado pela professora Ana Maria Malik, da FGV EAESP, apresenta uma proposta inovadora: aumentar os impostos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_2054025671-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_2054025671-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_2054025671-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_2054025671-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_2054025671-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O câncer de pulmão é uma das principais causas de morte evitável no Brasil e no mundo. No país, a doença é a segunda maior causa de mortalidade, ficando atrás apenas de problemas cardiovasculares. Diante desse cenário, um estudo coordenado pela professora Ana Maria Malik, da FGV EAESP, apresenta uma proposta inovadora: aumentar os impostos sobre produtos derivados do tabaco para fortalecer ações de prevenção, diagnóstico e tratamento da doença, além de combater o tabagismo.</p>
<p>O Centro de Estudos em Planejamento e Gestão da Saúde (FGVsaúde) realizou o estudo com financiamento da biofarmacêutica AstraZeneca. A pesquisa combinou análise documental, entrevistas com 15 especialistas da área de saúde e políticas públicas, e um workshop com representantes do setor público e da sociedade civil. O objetivo foi garantir que as recomendações fossem tecnicamente viáveis e politicamente aplicáveis. Além disso, o trabalho é um desdobramento de um projeto anterior vinculado à iniciativa internacional PHSSR (Parceria para Sustentabilidade e Resiliência do Sistema de Saúde).</p>
<h1>Tributação do cigarro pode fortalecer o SUS e salvar vidas ao combater o câncer de pulmão</h1>
<p>O estudo recomenda que o Brasil aumente a carga tributária sobre o cigarro para pelo menos 75% do preço final. Essa é a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Hoje, esse percentual gira em torno de 70%. Sendo assim, a proposta também sugere que os impostos sejam corrigidos periodicamente pela inflação e parte da arrecadação seja vinculada diretamente a programas de saúde pública, especialmente aqueles voltados à prevenção do tabagismo e ao tratamento do câncer de pulmão.</p>
<p>Um dos pontos centrais da pesquisa é o alerta para o crescimento do uso de cigarros eletrônicos, principalmente entre os jovens. Os especialistas ouvidos defendem ações específicas para esse público, com linguagem atualizada e foco em saúde mental, além de reforçar a fiscalização e proibição da venda desses produtos.</p>
<p>Outra frente analisada é a linha de cuidado para o câncer de pulmão, que hoje é fragmentada e falha na detecção precoce. Segundo o estudo, 85% dos casos tem diagnóstico tardio, quando as chances de cura são menores. Se descoberto no início, o câncer de pulmão pode ter uma taxa de sobrevida de até 92%. Por isso, o fortalecimento da atenção primária e a reorganização dos fluxos de atendimento são essenciais.</p>
<h2>Investimento sustentável na saúde pública é caminho para enfrentar o câncer de pulmão no Brasil</h2>
<p>Além de reforçar políticas de prevenção e ampliar o acesso ao tratamento, a proposta da FGV destaca a importância de uma gestão pública integrada. Ela apresenta regras claras de financiamento, avaliação de resultados e transparência. Por isso a vinculação dos impostos do tabaco a ações de saúde seria uma forma eficaz de garantir recursos estáveis para o SUS e reduzir desigualdades no acesso à saúde.</p>
<p>O estudo é um chamado à ação para que o Brasil adote medidas mais firmes contra o tabagismo. Também deve priorizar políticas públicas sustentáveis, especialmente em um momento em que o câncer de pulmão representa um alto custo humano e financeiro.</p>
<p>Leia o <a href="https://www.phssrbrasil.com/phssrbrasilsumarioexecutivo.pdf">relatório na integra.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Vacinar contra Chikungunya pode reduzir custos de saúde e afastamentos do trabalho</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/vacinar-contra-chikungunya-pode-reduzir-custos-de-saude-e-afastamentos-do-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 11:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde pública no Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/jovem-medico-vacinando-uma-menina-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/jovem-medico-vacinando-uma-menina-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/jovem-medico-vacinando-uma-menina-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/jovem-medico-vacinando-uma-menina-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/jovem-medico-vacinando-uma-menina-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Com o aumento das temperaturas e das chuvas, doenças transmitidas por mosquitos, como dengue, zika e chikungunya, estão se espalhando com mais frequência pelo Brasil. A chikungunya, em particular, é conhecida por causar febre alta e dores nas articulações que podem durar semanas ou até anos, afetando a qualidade de vida e a capacidade de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/jovem-medico-vacinando-uma-menina-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/jovem-medico-vacinando-uma-menina-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/jovem-medico-vacinando-uma-menina-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/jovem-medico-vacinando-uma-menina-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/jovem-medico-vacinando-uma-menina-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Com o aumento das temperaturas e das chuvas, doenças transmitidas por mosquitos, como dengue, zika e chikungunya, estão se espalhando com mais frequência pelo Brasil. A chikungunya, em particular, é conhecida por causar febre alta e dores nas articulações que podem durar semanas ou até anos, afetando a qualidade de vida e a capacidade de trabalho das pessoas. Com surtos anuais desde 2016, a doença representa não apenas um desafio de saúde pública, mas também um alto custo para a economia.</p>
<p>Vinicius Albani e Eduardo Massad, da FGV EAESP, conduziram a pesquisa e publicaram na revista científica Mathematical Biosciences. Para entender o impacto da vacinação contra chikungunya, os pesquisadores criaram um modelo matemático que simula a transmissão do vírus entre pessoas e mosquitos no Brasil. Portanto, com base em dados reais sobre os casos notificados entre 2014 e 2022, o modelo estimou diferentes cenários para avaliar o custo da doença e os possíveis benefícios econômicos da vacinação.</p>
<h1>Os resultados mostram que vacinar a população pode ser economicamente viável, principalmente se iniciada o quanto antes.</h1>
<p>Portanto, vacinar 10% da população brasileira logo no início de um possível surto seria suficiente para reduzir os custos totais relacionados à doença. Em muitos cenários analisados, essa estratégia levou a uma economia de até 83% nos custos totais, quando comparada à ausência de vacinação.</p>
<p>A pesquisa também destaca que vacinar toda a população pode não ser financeiramente viável. Em vez disso, focar em grupos de maior risco, como idosos, crianças e trabalhadores mais expostos, e em regiões onde o vírus é mais frequente, pode trazer melhores resultados tanto em saúde quanto em economia.</p>
<p>Com as mudanças climáticas e o aumento da temperatura, a área de atuação do mosquito transmissor tende a crescer. Isso reforça a urgência de estratégias mais inteligentes e preventivas de saúde pública. Além disso, as dores crônicas causadas pela chikungunya podem deixar pessoas incapacitadas por semanas ou meses, impactando diretamente a produtividade e o bem-estar da população economicamente ativa.</p>
<h2>Prevenir é melhor (e mais barato) do que remediar</h2>
<p>A principal mensagem do estudo é clara: agir antes do problema aparecer é mais eficiente e econômico. Investir em vacinação, mesmo que parcial e focada, pode poupar bilhões em gastos com saúde e perdas econômicas causadas por afastamentos do trabalho. Por fim, essa pesquisa oferece uma base sólida para que gestores públicos tomem decisões mais eficazes e sustentáveis em relação à Chikungunya. Isso considerando especialmente o avanço das mudanças climáticas no Brasil.</p>
<p>Leia <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0025556425000033">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<item>
		<title>Como a capacidade de governança influenciou a resposta à COVID-19 nos países em desenvolvimento</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/como-a-capacidade-de-governanca-influenciou-a-resposta-a-covid-19-nos-paises-em-desenvolvimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 11:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/vaccination-doctor-center-filling-patients-information-notepad-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/vaccination-doctor-center-filling-patients-information-notepad-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/vaccination-doctor-center-filling-patients-information-notepad-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/vaccination-doctor-center-filling-patients-information-notepad-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/vaccination-doctor-center-filling-patients-information-notepad-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A pandemia de COVID-19 impôs desafios sem precedentes aos governos em todo o mundo. Enquanto algumas nações conseguiram responder rapidamente, outras enfrentaram dificuldades na contenção do vírus. Um estudo recente publicado na Brazilian Political Science Review, realizado pelo pesquisador da FGV EAESP Gustavo de Almeida Lopes Fernandes em parceria com Ivan Filipe Fernandes, analisou como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/vaccination-doctor-center-filling-patients-information-notepad-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/vaccination-doctor-center-filling-patients-information-notepad-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/vaccination-doctor-center-filling-patients-information-notepad-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/vaccination-doctor-center-filling-patients-information-notepad-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/vaccination-doctor-center-filling-patients-information-notepad-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A pandemia de COVID-19 impôs desafios sem precedentes aos governos em todo o mundo. Enquanto algumas nações conseguiram responder rapidamente, outras enfrentaram dificuldades na contenção do vírus. Um estudo recente publicado na Brazilian Political Science Review, realizado pelo pesquisador da FGV EAESP Gustavo de Almeida Lopes Fernandes em parceria com Ivan Filipe Fernandes, analisou como as capacidades de governança influenciaram a resposta à crise nos países em desenvolvimento. O estudo identificou que a eficácia na gestão da pandemia esteve diretamente relacionada à capacidade dos governos de coordenar recursos, tomar decisões estratégicas e cooperar internacionalmente.</p>
<p>Os pesquisadores utilizaram dados do Oxford COVID-19 Government Response Tracker (OxCGRT) e do Índice de Transformação da Bertelsmann Stiftung (BTI) para avaliar a capacidade de governança de 129 países em desenvolvimento. Foram analisados quatro componentes principais: capacidade de direcionamento, eficiência de recursos, construção de consenso interno e cooperação internacional. Modelos estatísticos foram aplicados para verificar como essas dimensões impactaram os números de casos e mortes durante os primeiros dez meses da pandemia.</p>
<h1> Os resultados indicam que a capacidade de governança eficiente foi um fator crucial para conter a disseminação da COVID-19.</h1>
<p>Dessa maneira, países com forte capacidade de governança reduziram em até 50% o número de mortes e casos confirmados. Isso mesmo quando adotavam medidas semelhantes de restrição social.</p>
<p>Entre as dimensões analisadas, a cooperação internacional foi a mais relevante. Estados que buscaram informações e recursos de parceiros globais responderam melhor à crise, conseguindo implementar medidas mais eficazes e rápidas. Além disso, o uso eficiente de recursos também foi fundamental, garantindo que sistemas de saúde não entrassem em colapso e permitindo a alocação adequada de equipamentos e profissionais.</p>
<p>A capacidade de direcionamento do governo, ou seja, sua habilidade de definir e implementar políticas públicas rapidamente, também mostrou impacto positivo. No entanto, a dimensão da construção de consenso interno apresentou resultados menos consistentes. Em alguns países, o debate prolongado sobre medidas restritivas prejudicou a resposta rápida à pandemia.</p>
<p>Ademais, o estudo reforça a importância de governos preparados e bem estruturados para lidar com crises globais. Além de recursos financeiros e infraestrutura, a capacidade de articular políticas eficazes e de se conectar com a comunidade internacional são elementos determinantes para minimizar os impactos de futuras pandemias.</p>
<p>Por fim, a pesquisa evidencia que investir no fortalecimento da governança é uma estratégia essencial para garantir maior resiliência e eficiência em situações emergenciais. Isso é especialmente válido para países em desenvolvimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia <a href="https://www.scielo.br/j/bpsr/a/VDzm7CQTT4D5xWNC4RKLrzQ/">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/como-a-capacidade-de-governanca-influenciou-a-resposta-a-covid-19-nos-paises-em-desenvolvimento/">Como a capacidade de governança influenciou a resposta à COVID-19 nos países em desenvolvimento</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Como a confiança regulatória contribuiu para fortalecer a Anvisa durante a pandemia</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/gestao-de-saude/como-a-confianca-regulatoria-contribuiu-para-fortalecer-a-anvisa-durante-a-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 11:14:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1821656393-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1821656393-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1821656393-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1821656393-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1821656393-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A pandemia de COVID-19 colocou à prova a capacidade regulatória de países ao redor do mundo, especialmente aqueles de renda média, como o Brasil. A rápida aprovação de vacinas eficazes e seguras era crucial para o controle do vírus SARS-CoV-2, mas vinha acompanhada de desafios políticos e incertezas científicas. Nesse cenário, a Agência Nacional de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1821656393-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1821656393-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1821656393-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1821656393-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1821656393-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A pandemia de COVID-19 colocou à prova a capacidade regulatória de países ao redor do mundo, especialmente aqueles de renda média, como o Brasil. A rápida aprovação de vacinas eficazes e seguras era crucial para o controle do vírus SARS-CoV-2, mas vinha acompanhada de desafios políticos e incertezas científicas. Nesse cenário, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) destacou-se ao utilizar a &#8220;confiança regulatória&#8221;. Esse termo denomina o procedimento que permitiu acelerar a aprovação de vacinas ao utilizar avaliações e pareceres de outras autoridades regulatórias reconhecidas, que foram importantes para fortalecer a capacidade técnica e agilizar a resposta brasileira à pandemia.</p>
<p>O estudo, conduzido por Elize Massard da Fonseca (FGV EAESP) em colaboração com Herschel Nachlis, Kyle Thomson e Holly Jarman, foi publicado na revista Social Science &amp; Medicine. A pesquisa analisou mais de 1.200 documentos divulgados pela Anvisa e 800 artigos jornalísticos, além de entrevistas com autoridades regulatórias e privadas. Os pesquisadores buscaram identificar como a Anvisa usou a confiança regulatória para superar desafios políticos e regulatórios entre 2020 e 2022.</p>
<h2>Confiança regulatória: um pilar para fortalecer sistemas durante crises de saúde pública</h2>
<p>Durante a pandemia, a Anvisa enfrentou uma série de desafios políticos, incluindo a oposição do então presidente a medidas como a vacinação pediátrica, por exemplo. Apesar disso, a agência adotou procedimentos inovadores, como a &#8220;revisão de submissão contínua&#8221;, que permitiu avaliação de dados em tempo real e agilizou o processo regulatório. Esse aprendizado foi adquirido pela troca de experiências com outras agências reguladoras mais maduras.</p>
<p>Portanto, ao confiar nas decisões de autoridades como a agência reguladora dos EUA, a FDA, e a Organização Mundial da Saúde, a Anvisa fortaleceu sua autonomia e credibilidade, mesmo em um contexto de intensa politização. Essa abordagem possibilitou a rápida aprovação de vacinas, mantendo altos padrões de segurança e eficácia.</p>
<p>O estudo também destaca a relevância da confiança regulatória para outros países de baixa e média renda, onde os sistemas regulatórios ainda estão em desenvolvimento. Esse mecanismo não apenas promove a uma maior agilidade dos processos regulatórios, mas também fortalece a resiliência dos sistemas locais ao integrar conhecimento externo.</p>
<h3>Impacto e Relevância Global</h3>
<p>Além disso, as descobertas ressaltam a importância de fortalecer as capacidades regulatórias nos países do Sul Global. A confiança regulatória emerge como uma solução estratégica para superar crises globais de saúde, permitindo que países com sistemas menos maduros se beneficiem de práticas consolidadas de regulação, ao mesmo tempo que aprimoram suas próprias competências internas.</p>
<p>Com esse estudo, fica evidente que as lições aprendidas durante a pandemia de COVID-19 podem servir de base para moldar políticas públicas mais responsivas. Isso especialmente em um mundo cada vez mais interconectado e sujeito a novas emergências sanitárias.</p>
<p>Leia <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0277953624010177">o artigo na integra.</a></p>
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		<title>Desemprego dos pais piora saúde mental das crianças</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/gestao-de-saude/desemprego-dos-pais-piora-saude-mental-das-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 12:39:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[choques econômicos]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 3]]></category>
		<category><![CDATA[perda de emprego]]></category>
		<category><![CDATA[psicopatologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2329562521-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2329562521-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2329562521-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2329562521-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2329562521-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A saúde mental infantil está intrinsecamente ligada ao ambiente em que a criança cresce. Eventos de estresse familiar, como o desemprego dos pais, podem gerar impactos duradouros a saúde mental e o bem-estar psicológico das crianças, comprometendo seu desenvolvimento. No Brasil, o estudo Economic Distress and Children’s Mental Health: Evidence from the Brazilian High-Risk Cohort [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2329562521-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2329562521-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2329562521-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2329562521-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2329562521-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A saúde mental infantil está intrinsecamente ligada ao ambiente em que a criança cresce. Eventos de estresse familiar, como o desemprego dos pais, podem gerar impactos duradouros a saúde mental e o bem-estar psicológico das crianças, comprometendo seu desenvolvimento. No Brasil, o estudo <em>Economic Distress and Children’s Mental Health: Evidence from the Brazilian High-Risk Cohort Study for Mental Conditions</em> examinou como choques econômicos adversos, como a perda de emprego pelos pais, afetam a saúde mental infantil, revelando evidências inéditas sobre esse fenômeno.</p>
<p><a href="https://academic.oup.com/ej/article-abstract/134/660/1701/7459949?redirectedFrom=fulltext">O estudo</a> é dos pesquisadores Rudi Rocha (FGV EAESP), Luiz Felipe Fontes, Michael Mrejen e Beatriz Rache, e encontra-se na revista The Economic Journal. A análise baseia-se nos dados coletados pelo Estudo da Coorte Brasileira de Alto Risco para Transtornos Psiquiátricos (BHRCS). A pesquisa acompanhou mais de 2 mil crianças de São Paulo e Porto Alegre ao longo de dez anos. Utilizando um método econométrico para inferência causal, os pesquisadores investigaram os efeitos da perda de emprego parental na saúde mental infantil, mensurada a partir de diagnósticos clínicos validados pela academia.</p>
<h1>Como o desemprego pode afetar a saúde mental dos filhos</h1>
<p>Os resultados mostram que a perda de emprego dos pais aumenta em 6 pontos percentuais a probabilidade de crianças serem diagnosticadas com transtornos mentais, como ansiedade e transtornos de conduta. Além disso, crianças de famílias com histórico de problemas de saúde mental enfrentam impactos mais severos, refletindo a dificuldade de lidar com adversidades econômicas.</p>
<p>Outro achado importante é que a perda de emprego dos pais afeta a saúde mental das crianças por até cinco anos após o choque. Portanto, os pesquisadores destacam a necessidade de intervenções políticas imediatas para mitigar os danos.</p>
<p>A perda de emprego não é apenas um evento econômico, mas também um catalisador de sofrimento psicológico familiar, que repercute diretamente na saúde mental infantil. Embora a perda de emprego possa aumentar o tempo dos pais com os filhos, o impacto depende da qualidade desse tempo e do nível de estresse no lar. Os resultados do estudo reforçam a importância de políticas públicas que apoiem famílias em situação de desemprego. É preciso oferecer recursos financeiros e psicológicos para minimizar os efeitos adversos nas crianças.</p>
<p>Por fim, este estudo contribui significativamente para o entendimento dos impactos de choques econômicos em populações vulneráveis. Também destaca a necessidade de ações integradas para proteger o bem-estar das crianças em períodos de crise.</p>
<p>Leia o<a href="https://academic.oup.com/ej/article-abstract/134/660/1701/7459949?redirectedFrom=fulltext"> artigo na integra.</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/gestao-de-saude/desemprego-dos-pais-piora-saude-mental-das-criancas/">Desemprego dos pais piora saúde mental das crianças</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Colaboração Brasil-Reino Unido no Setor de Saúde: Inovação, Transferência de Tecnologia e Pesquisa Clínica</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/gestao-de-saude/colaboracao-brasil-reino-unido-no-setor-de-saude-inovacao-transferencia-de-tecnologia-e-pesquisa-clinica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 14:46:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias internas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/Blog-Impacto_Elize-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/Blog-Impacto_Elize-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/Blog-Impacto_Elize-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/Blog-Impacto_Elize-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A FGV EAESP sediou o UK-Brazil Conversa 2024, em parceria com a Canning House, reunindo especialistas e lideranças do Brasil e do Reino Unido para discutir, assuntos de convergência entre os dois países como sustentabilidade, liderança global, geopolítica e estratégias de colaboração no setor de saúde, com foco em inovação, transferência de tecnologia e pesquisa [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/gestao-de-saude/colaboracao-brasil-reino-unido-no-setor-de-saude-inovacao-transferencia-de-tecnologia-e-pesquisa-clinica/">Colaboração Brasil-Reino Unido no Setor de Saúde: Inovação, Transferência de Tecnologia e Pesquisa Clínica</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/Blog-Impacto_Elize-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/Blog-Impacto_Elize-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/Blog-Impacto_Elize-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/Blog-Impacto_Elize-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A FGV EAESP sediou o <a href="https://www.canninghouse.org/events/conversa-2024">UK-Brazil Conversa 2024</a>, em parceria com a Canning House, reunindo especialistas e lideranças do Brasil e do Reino Unido para discutir, assuntos de convergência entre os dois países como sustentabilidade, liderança global, geopolítica e estratégias de colaboração no setor de saúde, com foco em inovação, transferência de tecnologia e pesquisa clínica.</p>
<p>Nesta temática, o painel “Inovação e Sustentabilidade nos Setores de Saúde, Ciências da Vida e Farmacêutico: Áreas de Colaboração entre o Reino Unido e o Brasil”, moderado por Henrique Frizzo, sócio do Trench Rossi Watanabe, contou com a participação de Olavo Correia, diretor da AstraZeneca no Brasil; Sue Ann Costa Clemens, diretora do Grupo Oxford-Brasil da Universidade de Oxford; e <a href="https://eaesp.fgv.br/pessoa/elize-massard-fonseca">Elize Massard da Fonseca</a>, professora da FGV EAESP e especialista em economia política da saúde.</p>
<p>Os especialistas refletiram sobre a capacidade acadêmica do Brasil na área de ciências da vida e os desafios para converter pesquisas em produtos inovadores. Em contraste, o Reino Unido tem superado muitas dessas barreiras, criando um ambiente mais favorável à inovação. Foram discutidas áreas onde o Brasil poderia se beneficiar de práticas colaborativas, especialmente na integração entre pesquisa e mercado.</p>
<p>O debate destacou a necessidade de maior integração entre os departamentos de pesquisa no Brasil, apontando como a falta de articulação acaba por limitar o potencial de transformar resultados acadêmicos em inovações práticas. Embora instituições como Fiocruz e Butantan tenham grande relevância, ainda falta uma coordenação mais eficiente que fomente a inovação disruptiva no setor.</p>
<p>Também foram abordados os desafios da pesquisa clínica no Brasil, que ocupa apenas a 20ª posição global, com entraves burocráticos e políticos sendo identificados como barreiras significativas ao crescimento e à atração de estudos clínicos.</p>
<p>A importância de aprimorar o ambiente regulatório foi outro ponto central do debate, com atenção especial à relação com a Anvisa. Apesar de ser uma referência na América Latina, a agência ainda enfrenta críticas pela lentidão na aprovação de medicamentos. O alcance do nível máximo de maturidade regulatória, nível IV, da Organização Mundial da Saúde poderia facilitar o acesso a novas terapias e inovações.</p>
<p>A colaboração entre Oxford e Fiocruz na transferência de tecnologia da vacina contra a COVID-19 foi mencionada como um exemplo de sucesso, demonstrando como uma estrutura sólida pode acelerar a adaptação de novas tecnologias. Também foi discutida a necessidade de ajustes nas Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs), com ênfase na segurança jurídica e na definição de produtos estratégicos.</p>
<p>O evento concluiu-se com um apelo para que as discussões possam se traduzir em políticas concretas, melhorando o ambiente de inovação no Brasil e fortalecendo as parcerias com o Reino Unido, com o objetivo de enfrentar os desafios de saúde pública de forma colaborativa.</p>
<p>A parceria entre a FGV EAESP e a Canning House destaca o compromisso da instituição de ensino em fomentar debates de relevância global, unindo o conhecimento acadêmico à prática com o objetivo de criar soluções inovadoras. A Canning House é um dos principais fóruns do Reino Unido dedicados à América Latina, promovendo discussões sobre tendências políticas, econômicas, sociais e ambientais da região. Em sua nona edição, o evento já reuniu líderes de ambos os países, promovendo um diálogo enriquecedor sobre as relações entre Brasil e Reino Unido e contou este ano com a presença do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/gestao-de-saude/colaboracao-brasil-reino-unido-no-setor-de-saude-inovacao-transferencia-de-tecnologia-e-pesquisa-clinica/">Colaboração Brasil-Reino Unido no Setor de Saúde: Inovação, Transferência de Tecnologia e Pesquisa Clínica</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Estudo avalia aumento da procura de doação de sangue com incentivo de vale-transporte</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/gestao-de-saude/incentivo-a-doacao-de-sangue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2024 14:22:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento pró-social]]></category>
		<category><![CDATA[doação de sangue]]></category>
		<category><![CDATA[estudo de caso]]></category>
		<category><![CDATA[marketing em saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 3]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=4502</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_560321068-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_560321068-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_560321068-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_560321068-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_560321068-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A necessidade de incentivar mais pessoas a doar sangue com maior frequência é evidente e urgente, pois o suprimento de sangue muitas vezes é insuficiente para atender à demanda dos sistemas de saúde em todo o mundo. Entender como aumentar efetivamente esse comportamento pró-social é crítico para o bom funcionamento dos sistemas de saúde. Uma [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/gestao-de-saude/incentivo-a-doacao-de-sangue/">Estudo avalia aumento da procura de doação de sangue com incentivo de vale-transporte</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_560321068-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_560321068-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_560321068-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_560321068-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_560321068-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A necessidade de incentivar mais pessoas a doar sangue com maior frequência é evidente e urgente, pois o suprimento de sangue muitas vezes é insuficiente para atender à demanda dos sistemas de saúde em todo o mundo. Entender como aumentar efetivamente esse comportamento pró-social é crítico para o bom funcionamento dos sistemas de saúde.</p>
<p>Uma barreira frequentemente mencionada para a doação de sangue é o deslocamento. Para examinar a eficácia de um incentivo de remoção de barreiras, a pesquisadora <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0277953624004702?dgcid=coauthor">Lucia Barros, da FGV EAESP, junto com pesquisadores da FGV EBAPE e do Imperial College London, conduziu um estudo publicado na Social Science and Medicine</a>. O estudo analisou a implementação de um vale-transporte de um dia para promover a doação de sangue e seus efeitos a longo prazo.</p>
<p>Em 2018, o hemocentro estadual do Rio de Janeiro lançou uma campanha em parceria com uma empresa de transporte por aplicativo, oferecendo vouchers de transporte que ofereciam desconto para viagens com origem e/ou destino na unidade do hemocentro. A análise abrangeu um período de 195 dias e quase 24 mil doadores, utilizando regressão logística e modelos de risco proporcional para avaliar a influência da campanha e as taxas de retorno.</p>
<p>Os resultados mostraram um aumento significativo nas tentativas de doação no dia da campanha, com 590 tentativas resultando em 438 doações efetivas. Houve um aumento notável no número de doadores de primeira viagem e a iniciativa atraiu mais indivíduos que se encaixavam no perfil dos clientes da empresa de transporte por aplicativo. O incentivo aliviou os custos financeiros, de tempo e esforço, reduzindo os inconvenientes associados à doação de sangue.</p>
<p>No entanto, o tempo de espera no hemocentro foi consideravelmente maior no dia da campanha, mas sem comprometer a qualidade do sangue coletado. A intervenção resultou em um aumento de 97,4% nas doações no dia da campanha, com uma taxa de retorno prevista de 36,2% para o grupo tratado.</p>
<p>Embora o incentivo tenha aumentado substancialmente o comparecimento dos doadores no dia da intervenção, ele também reduziu a taxa de retorno dos doadores no futuro. Isso pode ser explicado devido ao aumento no tempo de espera, que afetou negativamente a experiência dos doadores. Apesar disso, o aumento de curto prazo no número de doações durante a intervenção compensou a redução nas taxas de retorno, validando a eficácia da intervenção.</p>
<p>Leia o <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0277953624004702?dgcid=coauthor">artigo na integra.</a></p>
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		<title>Enfrentando o futuro incerto: aprendizado e colaboração em tempos de crise</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/gestao-de-saude/covid-19-desafios-globais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2024 11:06:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Redes de Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[Respiradores]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntariado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1686602005-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1686602005-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1686602005-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1686602005-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1686602005-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A pandemia de COVID-19 se tornou um dos maiores desafios globais de saúde do século, destacando a escassez e distribuição desigual de respiradores mecânicos, essenciais para o tratamento de casos graves. Assim, estima-se que cada respirador possa salvar entre 15 e 20 vidas. No Brasil, a incapacidade de fabricar rapidamente ventiladores suficientes evidenciou a existência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1686602005-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1686602005-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1686602005-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1686602005-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1686602005-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A pandemia de COVID-19 se tornou um dos maiores desafios globais de saúde do século, destacando a escassez e distribuição desigual de respiradores mecânicos, essenciais para o tratamento de casos graves. Assim, estima-se que cada respirador possa salvar entre 15 e 20 vidas. No Brasil, a incapacidade de fabricar rapidamente ventiladores suficientes evidenciou a existência de cerca de quatro mil aparelhos inoperantes em hospitais públicos e privados.</p>
<p>Diante dessa realidade, o pesquisador da FGV EAESP, <a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/REGE-09-2021-0180/full/pdf">Luis Vasconcellos, junto com outros pesquisadores, publicou um artigo na REGE Revista de Gestão.</a> O estudo investigou a formação de uma rede de colaboração interorganizacional para consertar respiradores defeituosos. Assim, mais de cem atores se mobilizaram, gerando resultados notáveis e salvando milhares de vidas em 2020. Os pesquisadores realizaram um estudo de caso com 8 entrevistas, analisando a criação de um arranjo de empresas com um propósito comum e humanitário. As entrevistas foram interpretadas em três classes analíticas: potenciais agentes da rede, formação da rede interorganizacional e resultados efetivos alcançados.</p>
<h2>Essas redes são arranjos multiorganizacionais que abordam problemas complexos reunindo recursos variados de cada participante.</h2>
<p>Elas envolvem reciprocidade, interação, negociação e possuem elementos relacionais, estruturais e cognitivos. A pesquisa revelou que a qualidade dos relacionamentos, incluindo confiança e reputação, foi crucial para o rápido crescimento da rede. Os agentes já tinham um histórico de colaboração, facilitando a conexão entre eles. Além disso, a transferência de conhecimento e a disponibilização da infraestrutura necessária também foram características importantes. Com ajustes e aplicação de tecnologia, a rede conseguiu dobrar a capacidade de produção de respiradores das fábricas brasileiras.</p>
<p>No apoio institucional e logístico, os Ministérios envolvidos emprestaram legitimidade institucional à rede e removeram obstáculos legais e burocráticos. O SENAI capacitou a indústria automobilística, que forneceu infraestrutura e equipe para reparar os respiradores e organizou o esforço logístico nacional. Após 115 semanas, a rede conseguiu consertar mais de 60% dos respiradores recebidos, sem custo para o sistema de assistência hospitalar.</p>
<p>Por fim, os resultados sugerem que a sociedade, por meio de diferentes grupos sociais com seus papeis distintos, pode se auto-organizar rapidamente através da formação de redes colaborativas. Portanto, essa configuração organizacional pode ser uma alternativa para enfrentar crises onde ações isoladas seriam insuficientes ou lentas para lidar com urgência em situações complexas. A dinâmica de valores alinhados e estratégia de ação conjunta, juntamente com uma abordagem pragmática para o gerenciamento da crise, resultaram em uma contribuição histórica e inovadora para o país.</p>
<p>Leia o <a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/REGE-09-2021-0180/full/pdf">artigo na integra. </a></p>
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		<title>Estudo investiga política e governança na produção de medicamentos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/gestao-de-saude/medicamentos-acessiveis-transferencia-de-capacidade-tecnologica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2024 11:14:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[governança e política em saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Hepatite C]]></category>
		<category><![CDATA[produção de medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[transferência de tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_668511943-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_668511943-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_668511943-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_668511943-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_668511943-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A produção de medicamentos e a transferência de tecnologia em países de baixa ou média renda são cruciais para garantir medicamentos acessíveis e fortalecer a capacidade tecnológica. Sendo assim, a fabricação local de produtos farmacêuticos inovadores é uma meta importante para políticas de saúde e industrial, especialmente na América Latina. No entanto, há uma lacuna [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_668511943-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_668511943-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_668511943-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_668511943-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_668511943-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A produção de medicamentos e a transferência de tecnologia em países de baixa ou média renda são cruciais para garantir medicamentos acessíveis e fortalecer a capacidade tecnológica. Sendo assim, a fabricação local de produtos farmacêuticos inovadores é uma meta importante para políticas de saúde e industrial, especialmente na América Latina. No entanto, há uma lacuna de conhecimento sobre a política e governança que viabilizam esses arranjos, especialmente quando não há consentimento da empresa detentora da patente.</p>
<p>O Brasil é historicamente conhecido por promover políticas que incentivam a produção de genéricos e o desenvolvimento da indústria farmacêutica local. Ao longo de 20 anos, o país tem promovido iniciativas público-privadas de transferência de tecnologia, chamadas de &#8220;parcerias para o desenvolvimento produtivo&#8221; (PDPs).</p>
<p>As pesquisadoras Helena Achcar e Elize Massard da Fonseca, FGV EAESP, analisam este contexto em <a href="https://doi.org/10.1080/17441692.2024.2350654">estudo publicado na revista Global Public Health</a>, no qual discutem a política e governança na produção local do Sofosbuvir, um medicamento inovador e de alto-custo para o tratamento da <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/tres-perguntas-helena-de-moraes-achcar-comenta-a-importancia-de-parcerias-na-negociacao-politica-em-saude/">Hepatite C.</a></p>
<p>A pesquisa envolveu a análise de documentos e 20 entrevistas com diversos informantes-chave e revelou fatores que contribuíram para o sucesso do Brasil na produção de versões genéricas de AADs. O estudo também mostra que, apesar dos investimentos, posteriormente, o Ministério da Saúde optou por adquirir medicamentos de empresas multinacionais em detrimento dos produtores locais.</p>
<p>A PDP estudada envolveu três organizações: uma empresa ficou responsável pela produção da molécula do medicamento, outra pelo desenvolvimento do medicamento, e uma terceira para a comercialização. Dentre elas, duas são empresas privadas e uma pública.</p>
<p>A pesquisa mostrou que a transferência de tecnologia é um projeto complexo e arriscado, que necessita de habilidade de negociação política, bem como do apoio de atores estatais e não estatais, especialmente quando não há licenciamento voluntário de patentes.</p>
<h2>O estudo identificou um ambiente desfavorável à produção e aquisição local do Sofosbuvir, um medicamento de alto custo para tratar hepatite C</h2>
<p>Em decorrência da falta de apoio e consenso da produção nacional por organizações da sociedade civil e o Ministério da Saúde. Também mostrou tentativas do detentor da patente de bloquear a produção nacional. Além disso, também houve a adoção de novas diretrizes de tratamento pelo Ministério da Saúde, alinhadas às medidas de austeridade do governo federal à época.</p>
<p>Por fim, as pesquisadoras destacam implicações práticas para formuladores de políticas e governos que desejam incentivar a produção nacional sem licenciamento voluntário. O estudo oferece insights sobre como ações de partes interessadas nacionais e internacionais, além de arranjos de governança, podem impactar a produção nacional.</p>
<p>Leia o <a href="https://doi.org/10.1080/17441692.2024.2350654">artigo na integra.</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/gestao-de-saude/medicamentos-acessiveis-transferencia-de-capacidade-tecnologica/">Estudo investiga política e governança na produção de medicamentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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