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	<title>Arquivos empreendedorismo - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos empreendedorismo - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Como os Ecossistemas Empreendedores se formam</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/como-os-ecossistemas-empreendedores-se-formam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 11:32:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[configuração de ecossistema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_1940797456-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_1940797456-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_1940797456-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_1940797456-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_1940797456-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Quando falamos em inovação, muitos imaginam o Vale do Silício como o exemplo perfeito de ecossistema empreendedor. No entanto, pesquisas recentes mostram que não existe um único modelo para seguir. Cada região carrega sua própria história, cultura e setores econômicos que influenciam o desenvolvimento de novos negócios. Entender essa diversidade é fundamental para criar políticas [&#8230;]</p>
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<p>Os pesquisadores Bruno Fischer, André Cherubini Alves (FGV EAESP), Nicholas Vonortas e Ross Brown conduziram um estudo sobre o assunto e publicaram no periódico internacional The Journal of Technology Transfer. Eles combinaram teorias com dados empíricos recentes sobre ecossistemas empreendedores, para propor um modelo que integra múltiplas dimensões.</p>
<h1>Todos os “ingredientes” dos ecossistemas empreendedores</h1>
<p>Em primeiro lugar, os pesquisadores destacam que ecossistemas empreendedores são configurados por três camadas principais. No nível micro, estão os próprios empreendedores e sua inserção sociocultural, mostrando que a ação individual pode moldar todo o ecossistema. No nível meso, entram os setores econômicos que dão identidade a uma região — por exemplo, tecnologia da informação, agronegócio ou saúde. Já no nível macro, entram os elementos estruturais: características espaciais (como localização e conexões globais) e trajetórias históricas (o caminho que a economia local já percorreu).</p>
<p>Além disso, a pesquisa evidencia que copiar modelos de sucesso não garante resultados. Uma cidade que tenta replicar o Vale do Silício, sem considerar sua própria história e vocação setorial, pode fracassar. Portanto, é essencial valorizar os elementos locais e compreender que cada ecossistema é resultado de processos co-evolutivos únicos.</p>
<p>Outro ponto relevante é que as configurações mudam ao longo do tempo. O estágio de maturidade de um ecossistema influencia sua capacidade de atrair investimentos, formar redes de confiança e gerar inovações. Isso significa que as políticas devem ser flexíveis, adaptando-se a cada fase de desenvolvimento e evitando soluções padronizadas.</p>
<p>Por fim, os autores propõem um arcabouço meta-configuracional, ou seja, uma estrutura conceitual que ajuda a entender como as diferentes dimensões interagem entre si. Esse modelo amplia o debate, permitindo que acadêmicos e gestores públicos tenham uma visão mais realista e útil sobre como ecossistemas empreendedores realmente funcionam.</p>
<p>Em resumo, esses ecossistemas empreendedores não são fórmulas prontas, mas sim arranjos dinâmicos que refletem pessoas, setores, espaço e história. Reconhecer essa complexidade é o primeiro passo para construir ambientes de inovação mais sólidos e sustentáveis.</p>
<p>Leia <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s10961-024-10147-w">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Empreendedorismo tecnológico em comunidades de baixa renda</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/empreendedorismo-tecnologico-em-comunidades-de-baixa-renda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 11:03:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidades de baixa renda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_1369746128-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_1369746128-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_1369746128-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_1369746128-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_1369746128-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Nos últimos anos, projetos internacionais de desenvolvimento têm buscado estimular o empreendedorismo tecnológico em comunidades de baixa renda como forma de aliviar a pobreza. No Brasil, um hub tecnológico conhecido como Porto Digital desenvolveu o projeto &#8220;Ressignifica&#8221;, voltado para fornecer treinamento a empreendedores da economia criativa em comunidades carentes. Os pesquisadores Ely Laureano Paiva (FGV [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_1369746128-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_1369746128-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_1369746128-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_1369746128-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_1369746128-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Nos últimos anos, projetos internacionais de desenvolvimento têm buscado estimular o empreendedorismo tecnológico em comunidades de baixa renda como forma de aliviar a pobreza. No Brasil, um hub tecnológico conhecido como Porto Digital desenvolveu o projeto &#8220;Ressignifica&#8221;, voltado para fornecer treinamento a empreendedores da economia criativa em comunidades carentes. Os pesquisadores Ely Laureano Paiva (FGV EAESP) e Marcos Primo (UFPE) investigaram como esses recursos de treinamento podem impactar o desenvolvimento de negócios nessas comunidades, destacando os desafios e as conquistas de tal iniciativa.</p>
<p><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0040162524001975">A pesquisa, publicada na revista Technological Forecasting and Social Change</a>, estuda o caso do projeto Ressignifica em quatro comunidades de baixa renda no Brasil. Assim, os pesquisadores utilizaram como metodologia observação participante, entrevistas com líderes de equipe e coordenadores do projeto, além de análise de documentos. O objetivo foi entender como os recursos de um hub tecnológico poderiam fomentar o empreendedorismo em comunidades de baixa renda.</p>
<h2>O estudo revelou que fornecer apenas recursos, como treinamento e infraestrutura, não é suficiente para os participantes desenvolverem o empreendedorismo tecnológico.</h2>
<p>Desse modo, o fator-chave que determinou o sucesso de alguns grupos foi a alfabetização tecnológica. Outros grupos, especialmente aqueles sem habilidades básicas de negócios e tecnologia, enfrentaram dificuldades adicionais. Durante as três fases do projeto — conscientização empreendedora, estágio inicial e incubação — os participantes precisaram não apenas de acesso a recursos, mas também de apoio para usá-los de maneira eficaz.</p>
<p>Os pesquisadores destacam a etapa de conscientização empreendedora como um recurso chave. Ela visa aumentar a autoestima e a confiança dos participantes e é essencial para o engajamento nas atividades do hub. Além disso, grupos que já possuíam algum grau de alfabetização tecnológica conseguiram avançar mais rapidamente, demonstrando que a formação prévia tem impacto direto nos resultados.</p>
<p>Outro ponto relevante foi a constatação de que o trabalho em equipe foi um dos principais mecanismos para os participantes desenvolverem suas ideias empreendedoras. Portanto, a colaboração entre os membros das comunidades permitiu a identificação de oportunidades e o desenvolvimento de startups durante o processo de incubação.</p>
<p>Em conclusão, o estudo destaca que, para alcançar sucesso em iniciativas de empreendedorismo tecnológico em comunidades de baixa renda, é necessário um conjunto de ações estruturadas ao longo do tempo. Isso inclui capacitação gradual, suporte contínuo e uma adaptação dos recursos às necessidades específicas dos empreendedores em diferentes fases do projeto.</p>
<p>Leia <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0040162524001975">o artigo na integra.</a></p>
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		<item>
		<title>#podcast Impacto: Fomentando bons negócios: Colaboração entre scale-ups e corporações</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/podcast/podcast-impacto-fomentando-bons-negocios-colaboracao-entre-scale-ups-e-corporacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 17:11:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/topo_blog_podcast_impacto_episodio_Mariela-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/topo_blog_podcast_impacto_episodio_Mariela-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/topo_blog_podcast_impacto_episodio_Mariela-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/topo_blog_podcast_impacto_episodio_Mariela-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Mariela C. S. Fontenelle Sily de Assis, vencedora do prêmio de melhor tese no programa de Doutorado Profissional da FGV EAESP, compartilha sua experiência de pesquisa em um novo episódio do Podcast Impacto. Sua pesquisa-ação teve duração de 21 meses e revelou como a colaboração entre corporações e scale-ups pode gerar valor significativo para empreendedores, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/topo_blog_podcast_impacto_episodio_Mariela-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/topo_blog_podcast_impacto_episodio_Mariela-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/topo_blog_podcast_impacto_episodio_Mariela-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/topo_blog_podcast_impacto_episodio_Mariela-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Mariela C. S. Fontenelle Sily de Assis, vencedora do prêmio de melhor tese no programa de Doutorado Profissional da FGV EAESP, compartilha sua experiência de pesquisa em um novo episódio do Podcast Impacto. Sua pesquisa-ação teve duração de 21 meses e revelou como a colaboração entre corporações e scale-ups pode gerar valor significativo para empreendedores, oferecendo insights práticos e teóricos valiosos para aprimorar essas parcerias.</p>
<p>Uma scale-up é uma empresa que já superou as fases iniciais de desenvolvimento e está em um período de rápido crescimento, geralmente caracterizado por um modelo de negócios escalável e repetível. Diferente de startups, que estão na fase de validação de produtos e mercados, as scale-ups já provaram que seu modelo de negócios funciona e estão focadas em expandir suas operações, aumentar sua base de clientes e escalar suas receitas. O foco em escalar de forma eficiente, mantendo a qualidade e o controle, é o que distingue uma scale-up de uma startup.</p>
<p>Mariela discute os desafios enfrentados no campo e os principais achados de sua tese, &#8220;<a href="https://repositorio.fgv.br/items/ee02b29f-0b16-491d-8ac7-d285529f1b48">Fomentando bons negócios: uma pesquisa-ação com foco no aperfeiçoamento de práticas colaborativas entre scale-ups e corporações, apoiadas por uma organização intermediária</a>&#8220;. A pesquisa propõe um framework prático para potencializar bons negócios, abordando as melhores práticas colaborativas entre esses parceiros.</p>
<p>Ouça o episódio para entender como as lições aprendidas podem contribuir para maximizar o valor dessas colaborações e impulsionar o crescimento das scale-ups. Não perca essa oportunidade de se aprofundar no tema e aplicar os aprendizados em suas próprias iniciativas.</p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Fomentando bons negócios" style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/episode/5TO4thpXuTbJc3TRvnNxHP?si=NoM-0-fnRySUUnOSLGv3rw&#038;utm_source=oembed"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estudo revela fatores associados ao empreendedorismo político entre burocratas</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/burocratas-no-sistema-politico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 18:31:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[burocracia]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo político]]></category>
		<category><![CDATA[interações político-burocráticas]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/jose-martin-ramirez-carrasco-45sjAjSjArQ-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/jose-martin-ramirez-carrasco-45sjAjSjArQ-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/jose-martin-ramirez-carrasco-45sjAjSjArQ-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/jose-martin-ramirez-carrasco-45sjAjSjArQ-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/jose-martin-ramirez-carrasco-45sjAjSjArQ-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A tradicional visão weberiana do papel dos burocratas no sistema político, onde atuam meramente como executores das políticas formuladas por políticos eleitos, tem sido desafiada pela literatura em administração pública ao longo dos anos. Novas pesquisas indicam que burocratas podem agir como empreendedores políticos, desempenhando um papel ativo na formulação e implementação de políticas públicas. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/jose-martin-ramirez-carrasco-45sjAjSjArQ-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/jose-martin-ramirez-carrasco-45sjAjSjArQ-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/jose-martin-ramirez-carrasco-45sjAjSjArQ-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/jose-martin-ramirez-carrasco-45sjAjSjArQ-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/jose-martin-ramirez-carrasco-45sjAjSjArQ-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A tradicional visão weberiana do papel dos burocratas no sistema político, onde atuam meramente como executores das políticas formuladas por políticos eleitos, tem sido desafiada pela literatura em administração pública ao longo dos anos. Novas pesquisas indicam que burocratas podem agir como empreendedores políticos, desempenhando um papel ativo na formulação e implementação de políticas públicas.</p>
<p>As pesquisadoras Mariana Costa Silveira e Gabriela Lotta, da FGV EAESP, em conjunto com Nissim Cohen, investigaram essa dinâmica em um <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/psj.12536">estudo publicado na “Policy Studies Journal”</a>. Utilizando dados de uma pesquisa online realizada em 2017 pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap), que envolveu 2 mil burocratas do governo federal brasileiro, o estudo examinou como as interações entre burocratas e políticos influenciam a autoeficácia dos burocratas no empreendedorismo político. A autoeficácia é definida como a percepção do burocrata sobre sua capacidade de atuar como empreendedor político e obter bons resultados.</p>
<p>A pesquisa contou com um questionário de 110 perguntas, cobrindo perfis e percepções de trabalho dos burocratas. Através de análises estatísticas, os pesquisadores avaliaram a relação entre as interações político-burocrata e a autoeficácia dos burocratas. A influência de interações com colegas e atores não-governamentais também foi avaliada.</p>
<h2>Assim, o estudo revelou uma relação positiva entre as interações com políticos e o senso de autoeficácia dos burocratas para se engajar no empreendedorismo político.</h2>
<p>Portanto, burocratas com maior acesso a informações e oportunidades através de contatos com representantes eleitos conseguem influenciar políticos e suas redes de apoio, promovendo assim suas ideias políticas.</p>
<p>Além disso, as interações com colegas dentro da mesma organização mostraram-se cruciais para a autoeficácia dos burocratas. Porém, em contraste, conexões com burocratas de outras organizações tiveram um impacto menor. Os resultados também apontam que interações com a imprensa e sindicatos geram um maior senso de autoeficácia. Essas conexões fornecem suporte e visibilidade, incentivando os burocratas a se envolverem em atividades de empreendedorismo político.</p>
<p>Adicionalmente, a percepção dos burocratas sobre a reputação de sua organização na sociedade é outro fator significativo. Organizações bem vistas por sua expertise técnica e capacidade de resolver problemas proporcionam um ambiente propício para que os burocratas defendam novas soluções políticas.</p>
<p>Por fim, os resultados indicam que tanto preocupações sociais quanto objetivos individuais motivam os burocratas com alto senso de empreendedorismo político. Eles buscam causar um impacto positivo na sociedade, ao mesmo tempo em que almejam crescimento e reconhecimento profissional. Além disso, valorizam a discricionariedade, autonomia e a tomada de decisões baseadas nas necessidades dos cidadãos e em evidências.</p>
<p>O estudo evidencia a importância das redes e da reputação organizacional no desenvolvimento do empreendedorismo político entre burocratas. Ao fortalecer as interações político-burocrata e criar ambientes organizacionais colaborativos, é possível promover a autoeficácia.</p>
<p>Leia o <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/psj.12536">artigo na integra.</a></p>
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		<title>Ativismo de CEOs em mídias sociais pode influenciar a opinião pública e o debate sociopolítico</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/ativismo-de-ceos-em-midias-sociais-pode-influenciar-a-opiniao-publica-e-o-debate-sociopolitico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2024 11:40:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégias de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[ativismo empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[CEO]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[marketing pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[mídia social]]></category>
		<category><![CDATA[sociopolítico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_2198774165-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_2198774165-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_2198774165-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_2198774165-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_2198774165-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Executivos-chefes (CEOs) estão assumindo um papel cada vez mais proeminente na esfera pública, expressando suas opiniões sobre questões controversas, especialmente em um contexto de divisões políticas. Embora o envolvimento desses líderes em causas sociais tenha sido muito estudado, ainda há uma lacuna no entendimento de como os CEOs participam do ativismo, principalmente por meio das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_2198774165-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_2198774165-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_2198774165-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_2198774165-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_2198774165-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Executivos-chefes (CEOs) estão assumindo um papel cada vez mais proeminente na esfera pública, expressando suas opiniões sobre questões controversas, especialmente em um contexto de divisões políticas. Embora o envolvimento desses líderes em causas sociais tenha sido muito estudado, ainda há uma lacuna no entendimento de como os CEOs participam do ativismo, principalmente por meio das mídias sociais. Os CEOs ativistas atuam como agentes políticos ao tentarem influenciar publicamente questões sociais ou políticas que não estão diretamente relacionadas aos seus negócios. O ativismo empresarial representa a manifestação pública da posição de um CEO sobre uma questão polêmica e se distingue de outras formas de engajamento político por ser público, discursivo e simbólico.</p>
<p>Com o objetivo de estudar o processo de construção de identidades online de CEOs ativistas, os pesquisadores da FGV EAESP, Amon Barros, Benjamin Rosenthal, Bruno Leandro, em conjunto com Caio Coelho, <a href="https://doi.org/10.1177/00187267241229036">publicaram na Human Relations uma pesquisa</a> analisando a atividade de Luciano Hang, bilionário, dono e CEO da Havan, uma das maiores empresas varejistas do Brasil, em suas mídias sociais. Hang é defensor ativo do conservadorismo político, do empreendedorismo e do liberalismo econômico.</p>
<p>Para isso, foi utilizada a Análise Visual Crítica do conteúdo postado por Luciano Hang no Instagram, onde possui mais de 5 milhões de seguidores. A pesquisa examinou todas as postagens de Hang de fevereiro de 2018 a novembro de 2020. A Análise Visual Crítica (CVA) observa as imagens e vídeos em aspectos como cores, mensagens e história para identificar códigos descritivos. Nesta pesquisa foram selecionados 43 códigos, incluindo temas como economia, empreendedorismo e propaganda política, para compreender a narrativa e as opiniões transmitidas.</p>
<p>A pesquisa revela que CEOs não apenas abordam questões específicas, mas também moldam cuidadosamente suas personas online para se alinhar a normas sociais e valores do seu campo político. Isso sugere que o ativismo empresarial vai além de declarações isoladas, envolvendo a criação de identidades atraentes que amplificam seu impacto. No caso de Luciano Hang, por exemplo, foram identificadas seis facetas de sua identidade online: CEO empreendedor ativista, defensor do livre mercado, ser humano, líder humilde, politicamente conectado e anti-esquerdista.</p>
<p>Combinadas, as seis facetas transformaram Hang em um poderoso ativista sociopolítico. Os pesquisadores identificaram temas e estilos que se alinham com os discursos da nova direita brasileira, destacando como o processo de construção de identidade online do ativista CEO é permeado pela elaboração estratégica da marca pessoal, curadoria e produção cuidadosa de conteúdo, transmissão de autenticidade, interação, conexão e criação de vínculos emocionais com o público, e performance com base em múltiplos interesses do público. O estudo mostra que, ao adotar esses cinco mecanismos de personal branding, CEOs podem construir sua identidade online e impulsionar seu ativismo, comunicando melhor valores e ideias sociopolíticas para influenciar o público.</p>
<p>Finalmente, o estudo serve como um ponto de partida para explorar outras manifestações da influência de celebridades online na política. Este estudo oferece insights sobre como o branding pessoal afeta a opinião pública por meio de discursos sociopolíticos de celebridades digitais e outras pessoas famosas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Instituição de ensino garante sucesso com parcerias estratégicas</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/instituicao-de-ensino-garante-sucesso-com-parcerias-estrategicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2023 11:05:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[gastos]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-pixabay-2674911-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Apesar de despesa inicial quase inviabilizar negócio, empreendedor obteve sucesso ao construir parcerias estratégicas, mostra pesquisa" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-pixabay-2674911-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-pixabay-2674911-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-pixabay-2674911-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-pixabay-2674911-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Um empreendedor iniciante inaugurou uma instituição de ensino com recursos escassos e estrutura limitada, assumindo gastos além do desejado, o que demandou estratégias arriscadas, como tomar empréstimos a juros altos. Apesar das despesas serem capazes de inviabilizar o negócio, o empreendedor obteve sucesso ao construir uma ampla rede de parcerias estratégicas e ao se valer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-pixabay-2674911-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Apesar de despesa inicial quase inviabilizar negócio, empreendedor obteve sucesso ao construir parcerias estratégicas, mostra pesquisa" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-pixabay-2674911-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-pixabay-2674911-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-pixabay-2674911-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-pixabay-2674911-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Um empreendedor iniciante inaugurou uma instituição de ensino com recursos escassos e estrutura limitada, assumindo gastos além do desejado, o que demandou estratégias arriscadas, como tomar empréstimos a juros altos. Apesar das despesas serem capazes de inviabilizar o negócio, o empreendedor obteve sucesso ao construir uma ampla rede de parcerias estratégicas e ao se valer de experiências anteriores no ramo da educação, que contribuíram para a descoberta de seu público-alvo. O caso é abordado em artigo publicado na revista “Amazônia, Organizações e Sustentabilidade” pelos pesquisadores da FGV EAESP Edson Urubatan Pinto de Andrade, Felipe Zambaldi, Andre Ofenhejm Mascarenhas e Jonny Mateus Rodrigues.</p>
<p>O trabalho é baseado no método autoetnográfico, em que o pesquisador escreve sobre suas vivências na situação que é objeto da pesquisa. O caso tratado pelo estudo é de uma organização fundada em 2003 no estado do Rio de Janeiro que oferece cursos preparatórios para concursos voltados às carreiras das Forças Armadas. O empreendimento cresceu nos anos seguintes com a abertura de colégios de ensino fundamental e médio. Além do relato da experiência a partir de documentos do arquivo pessoal do primeiro autor, o artigo se vale de nove entrevistas com ex-estudantes, colaboradores da empresa e parceiros sem vínculos laborais.</p>
<h2>Parcerias estratégicas permitem que empreendedor reverta perdas e aproveite novas oportunidades</h2>
<p>O artigo distingue duas abordagens de empreendedorismo denominadas <i>Causation</i> e <i>Effectuation</i>, alinhando-se a esta última. O processo causal se constitui na previsão de cenários e adaptação das estratégias para corresponder ao mercado existente e controlar os resultados. Já na perspectiva do <i>Effectuation</i>, o empreendedor se propõe a construir cenários, explorando todos os meios e condições disponíveis, não se limitando por objetivos. Uma de suas características é trabalhar na lógica de perda tolerável em vez de se basear no retorno esperado. A perda tolerável varia de acordo com as condições materiais e laborais de cada empreendedor.</p>
<p>No caso da organização estudada, criada sem análise de viabilidade econômica, o empreendedor viu seu endividamento crescer acima dos limites toleráveis, percebendo-se em risco de falência. Ele recorreu a estratégias como permutas de serviços e colaboração com outros empreendedores iniciantes, e percebeu estabilidade financeira a partir da expansão do perfil de clientes atendidos pela empresa. Assim, a trajetória do negócio corresponde à abordagem <i>Effectuation</i>, já que aproveitar as oportunidades de transformação da realidade foi fundamental para sua consolidação no <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/como-empresas-de-educacao-podem-sobreviver-aos-desafios-impostos-pela-pandemia/">mercado da educação</a> e superação das adversidades.</p>
<p><a href="https://www.researchgate.net/profile/Jonny-Rodrigues/publication/366622923_A_Abordagem_Effectuation_na_experiencia_empreendedora_um_relato_Autoetnografico_da_trajetoria_de_um_empreendedor_no_setor_de_educacao/links/63ab8536097c7832ca6fad46/A-Abordagem-Effectuation-na-experiencia-empreendedora-um-relato-Autoetnografico-da-trajetoria-de-um-empreendedor-no-setor-de-educacao.pdf">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Empreendedorismo é foco das políticas de trabalho para a juventude paulistana em contexto precarizado</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/empreendedorismo-e-foco-das-politicas-de-trabalho-para-a-juventude-paulistana-em-contexto-precarizado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jun 2023 14:31:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[inserção profissional]]></category>
		<category><![CDATA[juventude]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa-ação]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Cidade de São Paulo vê empreendedorismo individual como forma de inserir jovens no mudo do trabalho em detrimento da geração de empregos" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A partir da década de 2013, com intensificação da crise econômica, aumento das taxas de desemprego e consequente precarização do mercado de trabalho, as políticas públicas da cidade de São Paulo adotaram o empreendedorismo individual como principal alternativa para inserção de jovens no mundo profissional, em detrimento das ações para geração de empregos. A constatação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Cidade de São Paulo vê empreendedorismo individual como forma de inserir jovens no mudo do trabalho em detrimento da geração de empregos" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A partir da década de 2013, com intensificação da crise econômica, aumento das taxas de desemprego e consequente precarização do mercado de trabalho, as políticas públicas da cidade de São Paulo adotaram o empreendedorismo individual como principal alternativa para inserção de jovens no mundo profissional, em detrimento das ações para geração de empregos. A constatação é de artigo publicado na revista “Cadernos Gestão Pública e Cidadania” e assinado pelos pesquisadores da FGV EAESP Luís Paulo Bresciani e Maria Eduarda Raymundo Nogueira e pela pesquisadora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Maria Carla Corrochano.</p>
<p>Os autores elaboraram o Mapa de Políticas Públicas para a Juventude e o Trabalho, que reúne 13 iniciativas da prefeitura e do governo estadual de São Paulo vigentes no ano de 2020. O levantamento foi realizado a partir do Programa de Metas das Gestões Covas, Doria e Haddad, do Plano Plurianual do quadriênio 2018 a 2021 e das Leis de Diretrizes Orçamentárias de 2018 e 2019. O Mapa identifica as mudanças nas políticas públicas de geração de trabalho e renda para a juventude paulistana na última década e verifica que jovens da periferia sofrem com desigualdades de inserção profissional, cenário agravado pela pandemia de Covid-19. A pesquisa contou com o apoio do Programa de Pesquisa em Políticas Públicas da Fapesp.</p>
<p>O Mapa apresentado no artigo subsidiou as ações do Projeto Coletiva Jovem, executado pela UFSCar, pela FGV EAESP e por outras instituições de ensino e organizações da sociedade civil entre 2020 e 2022, e que hoje segue sob coordenação da associação Ação Educativa. A iniciativa de pesquisa-ação busca contribuir para políticas públicas em prol do direito dos jovens ao trabalho digno, além de apoiar a articulação entre jovens que são empreendedores e coletivos juvenis. Maria Carla Corrochano destaca que, apesar da quantidade de programas identificados pela pesquisa no período, apenas 10% dos 103 jovens entre 18 e 29 anos entrevistados pelo Coletiva Jovem recebiam algum tipo de apoio efetivo do poder público, como crédito para implementação de um negócio.</p>
<h2>Incentivo ao empreendedorismo individual não é suficiente para atender necessidades concretas dos jovens</h2>
<p>“95% dos jovens das periferias que tinham um pequeno empreendimento alegaram ter como local de trabalho a própria casa, a casa de um dos membros ou não ter local específico.  Os rendimentos obtidos com o empreendimento são baixos, em média menos de um salário mínimo, o que explica que a totalidade deles esteja procurando ou tenha um outro trabalho além do empreendimento. Além disso, todos trabalhavam muito, o que em vários casos dificulta a continuidade do processo de escolarização”. Assim, as políticas públicas para esta faixa etária deveriam ser diversificadas, adaptadas a cada realidade, ressalta Corrochano. Conforme a pesquisadora, cerca de metade dos entrevistados veem a insegurança de renda mensal e a falta de direitos como principais desvantagens do empreendedorismo.</p>
<p>Segundo dados de 2022, a população paulistana entre 15 e 29 anos  é estimada em 2,1 milhões de pessoas, representando 21% do total dos habitantes da capital, ressalta o artigo. Corrochano explica que os programas mapeados não atendem às necessidades concretas dos jovens. “Os jovens que entrevistamos e estão engajados em pequenos empreendimentos não se engajam apenas por necessidade de renda. Muitos estão em busca de um trabalho com sentido, de um trabalho que lhes proporcione mais realização diante dos empregos que lhes são oferecidos pelo mercado de trabalho”, analisa Corrochano.</p>
<p>A pesquisadora destaca que o debate sobre ações públicas para a juventude brasileira deve englobar a dimensão do trabalho e considerar, sobretudo, a <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/tecnologia-social-na-periferia-do-rio-de-janeiro-combate-desigualdade-e-valoriza-saberes-locais/">experiência das camadas populares</a>. Corrochano destaca que quase 70% dos jovens entre 15 e 29 anos no Brasil trabalham ou buscam trabalho, mas as políticas não olham para a qualidade desse trabalho nem para questões relacionadas, como desigualdades de gênero, étnico raciais e geracionais. “Que outras possibilidades de políticas podem ser construídas? Políticas que fortaleçam a organização coletiva para geração de trabalho e renda, tais como cooperativas populares, economia solidária, a geração de trabalho no próprio setor público e o aumento do emprego formal, com direitos assegurados”, aponta a autora.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/cgpc/article/view/84763">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/empreendedorismo-e-foco-das-politicas-de-trabalho-para-a-juventude-paulistana-em-contexto-precarizado/">Empreendedorismo é foco das políticas de trabalho para a juventude paulistana em contexto precarizado</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<item>
		<title>Empreendedorismo e planejamento financeiro são temas centrais em programas de preparação de funcionários para a aposentadoria</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/empreendedorismo-e-planejamento-financeiro-sao-temas-centrais-em-programas-de-preparacao-de-funcionarios-para-a-aposentadoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 May 2023 11:20:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[organizações]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-anna-shvets-5257550-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-anna-shvets-5257550-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-anna-shvets-5257550-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-anna-shvets-5257550-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-anna-shvets-5257550-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A ascensão de programas empresariais que preparam funcionários para a aposentadoria está relacionada à lógica neoliberal, estimulando projetos de vida com ênfase em novas atividades econômicas. Além de informações sobre saúde integral e bem-estar, as iniciativas de orientação a trabalhadores mais velhos abordam temas como empreendedorismo e planejamento financeiro, o que reforça a narrativa de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-anna-shvets-5257550-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-anna-shvets-5257550-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-anna-shvets-5257550-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-anna-shvets-5257550-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-anna-shvets-5257550-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A ascensão de programas empresariais que preparam funcionários para a aposentadoria está relacionada à lógica neoliberal, estimulando projetos de vida com ênfase em novas atividades econômicas. Além de informações sobre saúde integral e bem-estar, as iniciativas de orientação a trabalhadores mais velhos abordam temas como empreendedorismo e planejamento financeiro, o que reforça a narrativa de uma responsabilidade individual dos profissionais pelo seu futuro econômico diante de uma suposta ineficiência da previdência social brasileira.</p>
<p>É o que diz artigo com participação da pesquisadora da FGV EAESP Maria José Tonelli publicado na “Revista de Administração Mackenzie”. Os pesquisadores realizaram entrevistas com nove especialistas de cinco consultorias que oferecem programas de preparação para aposentadoria (PPA) e de duas empresas que contrataram esses programas. As consultorias estão sediadas no estado de São Paulo, mas prestam serviços para todo o Brasil.</p>
<p>A atuação das consultorias revela diferentes concepções de envelhecimento no mercado de trabalho. Em altos níveis hierárquicos, a experiência de pessoas mais velhas é valorizada, e estas são menos impactadas pelo processo de enxugamento das empresas. O artigo também ressalta que a maioria dos profissionais de alta gerência atendidos pelos PPAs são homens.</p>
<p>Já em cargos operacionais que demandam força física e agilidade, a idade mais elevada é vista como entrave para a continuidade na função. “Verificamos que os PPA operam como uma forma de pacificar conflitos organizacionais ao ‘humanizarem’ as demissões de funcionários mais velhos e de nível operacional, de modo a torná-las mais graduais e previsíveis, reduzindo riscos de processos trabalhistas”, observam os autores.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/ram/a/KFh79CX6zpPbDF7ysRTH5vr/?format=pdf">Confira a pesquisa na íntegra</a></p>
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		<title>Em cidade dos Estados Unidos, características das populações negras e latinas podem impactar a transição para indústria criativa</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/empreendedorismo-caracteristicas-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 19:03:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[capital simbólico]]></category>
		<category><![CDATA[características dos estados unidos]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura dos estados unidos]]></category>
		<category><![CDATA[economia digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/Downtown_Lafayette_Louisiana-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/Downtown_Lafayette_Louisiana-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/Downtown_Lafayette_Louisiana-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/Downtown_Lafayette_Louisiana-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A cidade de Lafayette, no sul dos Estados Unidos, um antigo polo industrial de petróleo e gás, passa por uma transição para a economia digital com o despontar de indústrias ligadas à pesquisa, ciência e inovação. Em artigo publicado na revista “Brazilian Business Research”, o pesquisador da FGV EAESP Anderson Souza Sant’anna e colaboradores explicam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/Downtown_Lafayette_Louisiana-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/Downtown_Lafayette_Louisiana-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/Downtown_Lafayette_Louisiana-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/Downtown_Lafayette_Louisiana-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A cidade de Lafayette, no sul dos <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/sem-mudanca-na-estrutura-da-sociedade-leis-e-normas-sao-incapazes-de-combater-o-racismo/">Estados Unidos</a>, um antigo polo industrial de petróleo e gás, passa por uma transição para a economia digital com o despontar de indústrias ligadas à pesquisa, ciência e inovação. Em artigo publicado na revista “Brazilian Business Research”, o pesquisador da FGV EAESP Anderson Souza Sant’anna e colaboradores explicam que o controle do capital econômico e cultural pela população branca está em processo de disputa com valores coletivos e comunitários associados a outros grupos demográficos, como as populações negra e latina, que podem trazem menos foco ao consumismo e valorização das relações interpessoais, contribuindo para a indústria criativa local.</p>
<p>Os autores realizam análise histórica da cidade, localizada no estado de Louisiana, e seus arredores através de entrevistas com 20 pessoas conhecedoras dos processos históricos da região ou envolvidas em mudanças sociais e econômicas recentes. Assim, a pesquisa descreve as alterações da dinâmica socioespacial de Lafayette a partir das tensões entre grupos de diferentes etnias e identidades: descendentes de colonos britânicos e franceses, descendentes de exilados canadenses de língua francesa (cajuns), afrodescendentes, descendentes de colonos hispânicos, italianos e alemães, descendentes de pessoas escravizadas libertas e indígenas Atakapa.</p>
<h2>Empreendedorismo nos EUA está associado às características de grupos étnicos</h2>
<p>Ao contrário do Brasil, em que o sucesso ou fracasso do empreendimento é diretamente associado à figura individual do empreendedor, o empreendedorismo visto em Lafayette se relaciona com a cultura norte-americana. “Se no Brasil se tende a definir os “tipos” de empreendedores por suas características como empresário, em Lafayette, tal construção tende a se dar a partir de características dos grupos étnicos e sociais a que se ligam os indivíduos: europeus, afrodescendentes, latinos, cajuns e assim por diante”, explica o artigo.</p>
<p>No caso de Lafayette, o artigo aponta que o capital econômico, como a posse de bens materiais e fatores de produção, mobiliza outras esferas de disputa de poder, como o capital simbólico, que consiste no acúmulo de prestígio de um indivíduo para a construção de uma legitimação social, conforme definições do sociólogo Pierre Bourdieu.</p>
<p>O primeiro grande embate na região, com a opressão econômica, social e cultural dos colonos brancos sobre a população indígena no século XIX, pautou conflitos posteriores. Porém, diante da transição para a quarta revolução industrial, marcada por rápidos avanços tecnológicos, e pelo esgotamento de modelos neoliberais, os autores atentam para as vantagens competitivas dos capitais sociais e simbólicos de outros grupos, como os cajuns.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/bbr/i/2022.v19n2/">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Família e amigos estão entre principais influências no sucesso ou fracasso de projetos de empreendedoras brasileiras</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/familia-e-amigos-estao-entre-principais-influencias-no-sucesso-ou-fracasso-de-projetos-de-empreendedoras-brasileiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2021 12:36:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedoras]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo feminino]]></category>
		<category><![CDATA[estratégias]]></category>
		<category><![CDATA[incentivo]]></category>
		<category><![CDATA[startup]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=1941</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-mikhail-nilov-6592562-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-mikhail-nilov-6592562-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-mikhail-nilov-6592562-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-mikhail-nilov-6592562-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-mikhail-nilov-6592562-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Da próxima vez que uma amiga ou familiar empreendedora estiver compartilhando os próximos passos de um projeto ambicioso, é bom pensar duas vezes no que vai dizer. Um estudo qualitativo que entrevistou sete mulheres empresárias que estão liderando novos empreendimentos em uma incubadora de empresas revelou que a família e os amigos próximos exercem influência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-mikhail-nilov-6592562-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-mikhail-nilov-6592562-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-mikhail-nilov-6592562-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-mikhail-nilov-6592562-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-mikhail-nilov-6592562-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Da próxima vez que uma amiga ou familiar empreendedora estiver compartilhando os próximos passos de um projeto ambicioso, é bom pensar duas vezes no que vai dizer.</p>
<p>Um estudo qualitativo que entrevistou sete mulheres empresárias que estão liderando novos empreendimentos em uma incubadora de empresas revelou que a família e os amigos próximos exercem influência tanto no sucesso quanto no fracasso dos seus projetos.</p>
<p>Com o devido apoio e incentivo, elas se sentem seguras para desenvolver seus projetos mesmo em ambientes que tradicionalmente são ocupados por homens e estão prontas para superar os obstáculos e dificuldades do dia a dia, porque gostarem do que fazem.</p>
<p>&#8220;As entrevistadas não deram sinais de constrangimentos ou dificuldades relacionadas a questões de gênero, mesmo que entendessem que os homens continuam sendo maioria no setor&#8221;, destacam os autores. No entanto, as entrevistadas relataram que percebem uma certa preferência e até maior facilidade dos homens no ambiente de negócios, não só em incubadoras mas também no mercado em geral.</p>
<p>&#8220;O artigo preenche uma lacuna na literatura, explorando as estratégias que as empresárias empregam para desenvolver suas startups de alta tecnologia em um ambiente dominado por homens&#8221;, refletem os autores. Segundo os pesquisadores, dentre os quais Tales Andreassi, professor da FGV EAESP, as estratégias mais relacionadas a aspectos pessoais e comportamentais apresentaram resultados mais positivos do que as cognitivas ou técnicas.</p>
<p><a href="https://revista.unitins.br/index.php/humanidadeseinovacao/article/view/3598">Confira o estudo na íntegra</a></p>
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