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	<title>Arquivos pandemia - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos pandemia - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<item>
		<title>Enfrentando o futuro incerto: aprendizado e colaboração em tempos de crise</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/gestao-de-saude/covid-19-desafios-globais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2024 11:06:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1686602005-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1686602005-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1686602005-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1686602005-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1686602005-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A pandemia de COVID-19 se tornou um dos maiores desafios globais de saúde do século, destacando a escassez e distribuição desigual de respiradores mecânicos, essenciais para o tratamento de casos graves. Assim, estima-se que cada respirador possa salvar entre 15 e 20 vidas. No Brasil, a incapacidade de fabricar rapidamente ventiladores suficientes evidenciou a existência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1686602005-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1686602005-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1686602005-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1686602005-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1686602005-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A pandemia de COVID-19 se tornou um dos maiores desafios globais de saúde do século, destacando a escassez e distribuição desigual de respiradores mecânicos, essenciais para o tratamento de casos graves. Assim, estima-se que cada respirador possa salvar entre 15 e 20 vidas. No Brasil, a incapacidade de fabricar rapidamente ventiladores suficientes evidenciou a existência de cerca de quatro mil aparelhos inoperantes em hospitais públicos e privados.</p>
<p>Diante dessa realidade, o pesquisador da FGV EAESP, <a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/REGE-09-2021-0180/full/pdf">Luis Vasconcellos, junto com outros pesquisadores, publicou um artigo na REGE Revista de Gestão.</a> O estudo investigou a formação de uma rede de colaboração interorganizacional para consertar respiradores defeituosos. Assim, mais de cem atores se mobilizaram, gerando resultados notáveis e salvando milhares de vidas em 2020. Os pesquisadores realizaram um estudo de caso com 8 entrevistas, analisando a criação de um arranjo de empresas com um propósito comum e humanitário. As entrevistas foram interpretadas em três classes analíticas: potenciais agentes da rede, formação da rede interorganizacional e resultados efetivos alcançados.</p>
<h2>Essas redes são arranjos multiorganizacionais que abordam problemas complexos reunindo recursos variados de cada participante.</h2>
<p>Elas envolvem reciprocidade, interação, negociação e possuem elementos relacionais, estruturais e cognitivos. A pesquisa revelou que a qualidade dos relacionamentos, incluindo confiança e reputação, foi crucial para o rápido crescimento da rede. Os agentes já tinham um histórico de colaboração, facilitando a conexão entre eles. Além disso, a transferência de conhecimento e a disponibilização da infraestrutura necessária também foram características importantes. Com ajustes e aplicação de tecnologia, a rede conseguiu dobrar a capacidade de produção de respiradores das fábricas brasileiras.</p>
<p>No apoio institucional e logístico, os Ministérios envolvidos emprestaram legitimidade institucional à rede e removeram obstáculos legais e burocráticos. O SENAI capacitou a indústria automobilística, que forneceu infraestrutura e equipe para reparar os respiradores e organizou o esforço logístico nacional. Após 115 semanas, a rede conseguiu consertar mais de 60% dos respiradores recebidos, sem custo para o sistema de assistência hospitalar.</p>
<p>Por fim, os resultados sugerem que a sociedade, por meio de diferentes grupos sociais com seus papeis distintos, pode se auto-organizar rapidamente através da formação de redes colaborativas. Portanto, essa configuração organizacional pode ser uma alternativa para enfrentar crises onde ações isoladas seriam insuficientes ou lentas para lidar com urgência em situações complexas. A dinâmica de valores alinhados e estratégia de ação conjunta, juntamente com uma abordagem pragmática para o gerenciamento da crise, resultaram em uma contribuição histórica e inovadora para o país.</p>
<p>Leia o <a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/REGE-09-2021-0180/full/pdf">artigo na integra. </a></p>
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		<item>
		<title>O que a pandemia ensinou sobre Trabalho Remoto</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/o-que-a-pandemia-ensinou-sobre-trabalho-remoto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2024 11:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[gerenciamento de tarefas]]></category>
		<category><![CDATA[home office]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 03]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho remoto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_1675427878-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_1675427878-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_1675427878-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_1675427878-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_1675427878-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Em 2020, a pandemia de COVID-19 transformou a vida pessoal e profissional de muitas pessoas no mundo todo, levando muitas organizações a adotar o trabalho remoto de forma repentina e não planejada. Este cenário proporcionou uma oportunidade para pesquisas em CSCW (Trabalho Cooperativo Apoiado por Computador) explorarem o trabalho colaborativo distribuído em tempos de crise [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_1675427878-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_1675427878-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_1675427878-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_1675427878-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_1675427878-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Em 2020, a pandemia de COVID-19 transformou a vida pessoal e profissional de muitas pessoas no mundo todo, levando muitas organizações a adotar o trabalho remoto de forma repentina e não planejada. Este cenário proporcionou uma oportunidade para pesquisas em CSCW (Trabalho Cooperativo Apoiado por Computador) explorarem o trabalho colaborativo distribuído em tempos de crise global.</p>
<p>O trabalho remoto durante a pandemia apresentou 3 características principais: resposta imediata a uma crise não planejada, substituição da infraestrutura de transporte pela infraestrutura digital e a intersecção da esfera privada e profissional, introduzindo novos tipos de interrupções no trabalho. A pandemia trouxe desafios adicionais para quem trabalha em casa, como estresse econômico, ansiedade relacionada à saúde e equilíbrio entre vida profissional e pessoal devido ao fechamento de escolas.</p>
<p>Com isso, o pesquisador da FGV EAESP, Marcelo Perin, em colaboração com outros especialistas, publicou um <a href="https://doi.org/10.1007/s10606-022-09427-6">artigo na revista Computer Supported Cooperative Work</a>, investigando o trabalho remoto sob o prisma do framework da distância em CSCW. Este framework engloba cinco dimensões que investigam o quanto as pessoas estavam trabalhando em equipe, quanto dispostas estavam para colaboração, como estava a comunicação do time, qual infraestrutura física e tecnológica havia disponível e como as organizações lidaram com essas adaptações. A pesquisa visa entender quais aspectos mais afetaram as pessoas no momento de mudar para um trabalho remoto não planejado.</p>
<p>Para isso, a pesquisa contou com um formulário online com 31 perguntas baseadas na teoria CSCW e suas cinco dimensões. As respostas foram obtidas por um processo de &#8220;bola de neve&#8221; (onde cada respondente indica outros possíveis participantes) e alcançaram, em sua maioria, profissionais de tecnologia. Foram coletados dados quantitativos e qualitativos com mais de 350 respondentes trabalhando em mais de 40 cidades do Brasil coletados entre abril e maio de 2020, durante as primeiras semanas do decreto da pandemia.</p>
<p>A pesquisa avaliou o nível de engajamento, motivação, disponibilidade e proatividade dos colegas de trabalho durante o trabalho remoto em situações adversas. No aspecto de Gerenciamento Organizacional, foram identificadas estratégias e incentivos adotados pelas organizações durante a pandemia, como flexibilidade de horários e financiamento para infraestrutura de home office, para entender como as empresas se adaptaram a esse novo cenário.</p>
<p>Durante a pandemia, o trabalho remoto foi afetado por várias interrupções, sejam elas de natureza trabalhista ou doméstica, alcançando desde ligações telefônicas, mensagens a trabalho, reuniões, colegas tirando dúvidas até familiares conversando, barulho da rua ou latidos, cuidado com os filhos e tarefas domésticas. Os pesquisadores propõem que essas interrupções sejam consideradas como parte integrante do trabalho distribuído em tempos de crise.</p>
<p>Com base na análise dos dados, os pesquisadores propuseram uma nova dimensão à teoria de CSCW: &#8220;Preparação para Crises&#8221;, que destaca a capacidade de uma organização de operar durante eventos disruptivos e imprevistos, como a pandemia de COVID-19. Para responder eficazmente a crises, são necessárias quatro capacidades-chave: resposta rápida com medidas drásticas, fornecimento de infraestrutura adequada aos funcionários, adaptação às novas condições de trabalho e vida, e gestão de múltiplas interrupções, tanto individuais quanto organizacionais.</p>
<p><a href="https://doi.org/10.1007/s10606-022-09427-6">Leia a pesquisa na íntegra.</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Covid-19: negacionismo científico impediu que Brasil desenvolvesse vacina própria</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/covid-19-negacionismo-cientifico-impediu-que-brasil-desenvolvesse-vacina-propria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 11:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/mulher-recebendo-vacina-de-medico-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/mulher-recebendo-vacina-de-medico-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/mulher-recebendo-vacina-de-medico-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/mulher-recebendo-vacina-de-medico-1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Estudo aponta que o negacionismo científico e o financiamento escasso em pesquisas impediram que o Brasil tivesse uma vacina própria para combater a Covid-19. Pesquisadores da Universidade da Geórgia do Sul (Georgia Southern University – Estados Unidos) e da FGV EAESP descrevem como a agenda política do governo federal durante os anos da pandemia atrasou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/mulher-recebendo-vacina-de-medico-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/mulher-recebendo-vacina-de-medico-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/mulher-recebendo-vacina-de-medico-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/mulher-recebendo-vacina-de-medico-1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Estudo aponta que o negacionismo científico e o financiamento escasso em pesquisas impediram que o Brasil tivesse uma vacina própria para combater a Covid-19. Pesquisadores da Universidade da Geórgia do Sul (Georgia Southern University – Estados Unidos) e da FGV EAESP descrevem como a agenda política do governo federal durante os anos da pandemia atrasou a produção de um imunizante nacional apesar do histórico bem-sucedido do país em epidemias anteriores. O artigo foi publicado na revista científica “Studies in Comparative International Development”.</p>
<p>Ao analisar o histórico de iniciativas brasileiras em pesquisa, tecnologia e inovação na área de vacinas, os pesquisadores foram surpreendidos pelo fato de o Brasil não ter chegado a uma vacina própria contra a Covid-19 considerando os investimentos recentes na infraestrutura farmacêutica. Além disso, “o amplo conhecimento, a experiência em programas de imunização e pesquisas clínicas, além de o Brasil contar com ótimos pesquisadores, já seriam motivos suficientes para que o país desenvolvesse sua vacina”, diz Matthew Flynn, professor de sociologia e estudos internacionais da Universidade de Geórgia do Sul e coautor do artigo.</p>
<p>Em um contexto no qual os países ricos praticaram o “nacionalismo de vacinas” ao adquirirem quantidades dos imunizantes em desenvolvimento várias vezes maiores do que as necessidades de seus países, o Brasil tinha algumas opções: comprar vacinas diretamente dos fabricantes; participar de iniciativas globais de distribuição de vacinas; firmar acordos de transferência de tecnologia com detentores de patentes ou desenvolver e produzir vacinas locais. A última opção foi a alternativa de países como a Rússia, Índia, China e Cuba.</p>
<p>Para os pesquisadores, qualquer outro caminho que não fosse a produção de um imunizante próprio levaria a eventuais atrasos na distribuição das vacinas, seja por entraves na importação ou competição com países mais ricos para a compra. Por sua vez, esses atrasos provavelmente resultaram em um maior número de mortes, aumento na disseminação da doença, confinamentos mais longos e maiores perdas econômicas. “Tivesse sido uma prioridade desde os primeiros casos de Covid-19 no Brasil, o país poderia ter chegado a uma vacina eficaz própria ao mesmo tempo que a China, caso os ensaios clínicos fossem bem-sucedidos”, avalia Flynn.</p>
<p>O atraso brasileiro pode ser explicado pelas sucessivas reduções nos investimentos em pesquisa e desenvolvimento antes e durante a pandemia, explica Elize Massard da Fonseca, professora da FGV EAESP que também assina o artigo. Neste sentido, Flynn cita o veto do ex-presidente Jair Bolsonaro ao aporte de R$200 milhões para a pesquisa de vacinas proposto no orçamento do governo federal para 2021. “Quando Bolsonaro assumiu o executivo, o negacionismo científico, que ditava a coalizão política, acentuou a resistência para investimentos em políticas de saúde baseadas em evidências, criando uma liderança política incompatível com o cenário para reduzir a dependência brasileira de vacinas estrangeiras”, afirma.</p>
<p>Sobre as possíveis futuras pandemias, Flynn se preocupa com a postura brasileira. Ele lembra que o cenário de mudanças climáticas e desmatamento de florestas intensificam o risco de ressurgimento de novos vírus. “É preciso se preparar com financiamentos de longo prazo em pesquisas e desenvolvimento da estrutura farmacêutica nacional. Sem um fluxo contínuo de recursos e um compromisso sólido do governo com a ciência, o Brasil ficará, mais uma vez, dependente de acordos com os principais produtores de vacinas”, alerta o pesquisador.</p>
<p><a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s12116-023-09403-1">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/covid-19-negacionismo-cientifico-impediu-que-brasil-desenvolvesse-vacina-propria/">Covid-19: negacionismo científico impediu que Brasil desenvolvesse vacina própria</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<item>
		<title>Gestão das vacinas na pandemia trouxe novos insights sobre governança e mercado em questões de saúde</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/economia-politica/gestao-das-vacinas-na-pandemia-trouxe-novos-insights-sobre-governanca-e-mercado-em-questoes-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Sep 2023 11:15:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia política]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[gestão da pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[questões sobre vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-3735747-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="cientista com jaleco branco manipula amostras em laboratório" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-3735747-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-3735747-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-3735747-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-3735747-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Durante a pandemia de Covid-19, as vacinas desempenharam um importante papel no controle da emergência de saúde mundial. Ultrapassando as esferas da ciência e da saúde, no entanto, o fenômeno foi atravessado por dimensões políticas e econômicas, que tornaram os processos de produção e distribuição de vacinas um ponto chave na compreensão das complexas relações [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/economia-politica/gestao-das-vacinas-na-pandemia-trouxe-novos-insights-sobre-governanca-e-mercado-em-questoes-de-saude/">Gestão das vacinas na pandemia trouxe novos insights sobre governança e mercado em questões de saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-3735747-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="cientista com jaleco branco manipula amostras em laboratório" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-3735747-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-3735747-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-3735747-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-3735747-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Durante a pandemia de Covid-19, as vacinas desempenharam um importante papel no controle da emergência de saúde mundial. Ultrapassando as esferas da ciência e da saúde, no entanto, o fenômeno foi atravessado por dimensões políticas e econômicas, que tornaram os processos de produção e distribuição de vacinas um ponto chave na compreensão das complexas relações entre gestão, mercado e problemas de saúde globais.</p>
<p>A reflexão é feita por Elize Massard da Fonseca, pesquisadora da FGV EAESP, em conjunto com demais autores, em texto de abertura para a edição especial de economia política das vacinas da revista &#8220;Journal of Health Politics, Policy and Law&#8221;. A edição reúne estudos de pesquisadores de diferentes regiões do mundo e sob diferentes aspectos da política envolvida nas vacinas.</p>
<p>Questões que colocam em conflito a autoridade pública e os interesses privados, como a necessidade de investimentos em pesquisa científica, por exemplo, tornam as vacinas um importante estudo de caso para especialistas que investigam aspectos da economia política. A situação indica, por exemplo, que considerar perspectivas políticas e econômicas ao tratar de problemas da área da saúde ajuda os tomadores de decisões a formularem políticas para enfrentar esses desafios de forma mais assertiva, ressaltam os autores.</p>
<p>Os pesquisadores também apontam para uma nova tendência trazida pela pandemia ao campo da economia política. Conhecida como <i>marketcraft</i>, estratégia pela qual ações estatais moldam o mercado com o objetivo de atender a interesses políticos específicos, como o fomento a parcerias com indústrias, traz benefícios à economia em tempos como esses.</p>
<p>Os autores ainda apontam que a economia política deve ser pensada em paralelo a políticas sociais e de saúde: as duas esferas se complementam e, juntas, fornecem maior compreensão ao estudo uma da outra, bem como à gestão de crises como a pandemia de Covid-19.</p>
<p><a href="https://read.dukeupress.edu/jhppl/article/doi/10.1215/03616878-10910797/381114/The-Political-Economy-of-Vaccines-During-the-COVID">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/economia-politica/gestao-das-vacinas-na-pandemia-trouxe-novos-insights-sobre-governanca-e-mercado-em-questoes-de-saude/">Gestão das vacinas na pandemia trouxe novos insights sobre governança e mercado em questões de saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Estudo realizado em Niterói mostra que transferência de renda por banco comunitário da prefeitura beneficia comércio local</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/estudo-de-niteroi-mostra-que-transferencia-de-renda-por-banco-comunitario-da-prefeitura-beneficia-comercio-local/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jul 2023 19:03:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[araribóia]]></category>
		<category><![CDATA[banco araribóia]]></category>
		<category><![CDATA[moeda social]]></category>
		<category><![CDATA[niterói]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[transferência de renda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/Niteroi_-_Vista_do_Parque_da_Cidade-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="cidade de niterói" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/Niteroi_-_Vista_do_Parque_da_Cidade-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/Niteroi_-_Vista_do_Parque_da_Cidade-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/Niteroi_-_Vista_do_Parque_da_Cidade-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A criação de um banco comunitário pela Prefeitura de Niterói, que utiliza uma moeda social como base de suas operações, representou uma mudança nas políticas de transferência de renda no município durante a pandemia. Além do contexto de urgência sanitária, a possibilidade de parcerias entre o setor público e organizações não governamentais e o aprendizado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/Niteroi_-_Vista_do_Parque_da_Cidade-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="cidade de niterói" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/Niteroi_-_Vista_do_Parque_da_Cidade-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/Niteroi_-_Vista_do_Parque_da_Cidade-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/Niteroi_-_Vista_do_Parque_da_Cidade-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A criação de um banco comunitário pela Prefeitura de Niterói, que utiliza uma moeda social como base de suas operações, representou uma mudança nas políticas de transferência de renda no município durante a pandemia. Além do contexto de urgência sanitária, a possibilidade de parcerias entre o setor público e organizações não governamentais e o aprendizado a partir de experiências semelhantes em municípios vizinhos favoreceram a implementação da moeda. A constatação está em artigo de pesquisadores da FGV EAESP publicado na revista “International Journal of Community Currency Research”.</p>
<p>O estudo analisa os processos que envolvem o banco comunitário Arariboia, fundado em junho de 2021, que hoje atende mais de 30 mil famílias de Niterói inscritas no Cadastro Único. Os chefes de família recebem a partir de 250 reais mensais. O benefício, disponível digitalmente em cartão ou aplicativo, pode ser utilizado em estabelecimentos locais credenciados, como mercados, padarias e farmácias. Os autores coletaram dados de documentos e notícias de 2020 a 2022 e realizaram imersão em campo em duas etapas, nos anos de 2022 e 2023, antes e depois da implementação do Arariboia, para conversar com líderes sociais e políticos e moradores de Niterói e de cidades vizinhas.</p>
<p>A pesquisa verifica, a partir do caso de Niterói, que o município deixa de ser apenas um intermediário da política nacional e assume autonomia na implementação da renda básica. Trata-se de uma mudança institucional, conforme Leonardo Oliveira, pesquisador do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira da FGV EAESP e um dos autores do estudo. “Essa mudança institucional transforma a política de transferência de renda em um motor do desenvolvimento por meio da economia solidária. Assim, o município consegue ser o ator principal do seu próprio desenvolvimento”, descreve.</p>
<p>O artigo explica que a operação do banco comunitário é mantida através do Instituto E-Dinheiro, uma organização da sociedade civil desenvolvida pelo Banco Palmas, primeiro banco comunitário do Brasil, e pela Rede Brasileira de Bancos Comunitários. Além de Niterói, outras prefeituras têm adotado a mesma plataforma em seus bancos comunitários para fomentar o desenvolvimento social e econômico local. A plataforma também conquistou a adesão de 48 bancos comunitários independentes, estabelecidos pelos próprios moradores em 17 estados brasileiros. A tecnologia do E-Dinheiro consegue atender a demanda específica de cada prefeitura, como possibilitar empréstimos, transferências e comercialização de bens e serviços na moeda social. Oliveira observa: “Todas essas transações aumentam a capacidade do ente público de associar outras políticas com objetivos que não somente a transferência de renda direta”.</p>
<p>O município vizinho de Maricá também opera um banco comunitário desde 2013, o Mumbuca, experiência que serviu de aprendizado para o Arariboia. Nas duas cidades, as políticas de combate às desigualdades sociais têm sido mantidas com os royalties recebidos pela exploração de petróleo. Segundo Oliveira, o desafio é fazer com que essa política seja sustentável a longo prazo. Por isso, tanto a legislação de Niterói como a de Maricá destinam parte desses recursos para um fundo cujo rendimento deve financiar as políticas de transferência de renda no futuro, quando não houver mais royalties, destaca o pesquisador.</p>
<p>Segundo Oliveira, o artigo abre caminho para estudos quantitativos sobre o fenômeno verificado em Niterói, denominado novo municipalismo. “Uma série de atividades que seriam de responsabilidade do governo central deveriam estar sob a responsabilidade do ente local porque é o município que está atendendo o cidadão de forma direta. Quando a gente precisa de um serviço de saúde, de educação, de segurança, é o município que a gente vai procurar. O que difere o Brasil de outros locais é justamente o município ser um ente federado, ter a sua própria Constituição, que é a lei orgânica, e autonomia para buscar financiamento”, finaliza.</p>
<p><a href="https://ijccr.net/ijccr-26-2022-issue-2/vol-26-issue-2-pp-18-35/">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/estudo-de-niteroi-mostra-que-transferencia-de-renda-por-banco-comunitario-da-prefeitura-beneficia-comercio-local/">Estudo realizado em Niterói mostra que transferência de renda por banco comunitário da prefeitura beneficia comércio local</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Pandemia intensificou desigualdades na saúde e educação entre diferentes regiões do Brasil</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/pesquisa-e-conhecimento/desigualdades-regionais-saude-educacao-pandemia-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 11:21:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[assistência social]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Inação do governo federal na saúde e na educação sobrecarregou estados e municípios, exacerbando desigualdades regionais, diz estudo da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Diante da ausência de ações do governo federal para administrar os efeitos da pandemia na saúde e na educação brasileiras, medidas emergenciais foram assumidas por estados e municípios, o que exacerbou desigualdades regionais. Ainda que os primeiros casos tenham sido registrados nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, a taxa de mortalidade por [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/pesquisa-e-conhecimento/desigualdades-regionais-saude-educacao-pandemia-brasil/">Pandemia intensificou desigualdades na saúde e educação entre diferentes regiões do Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Inação do governo federal na saúde e na educação sobrecarregou estados e municípios, exacerbando desigualdades regionais, diz estudo da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Diante da ausência de ações do governo federal para administrar os efeitos da pandemia na saúde e na educação brasileiras, <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/pandemia-acentuou-resposta-nacional-descoordenada-em-politicas-de-assistencia-social-e-educacao/">medidas emergenciais foram assumidas por estados e municípios</a>, o que exacerbou desigualdades regionais. Ainda que os primeiros casos tenham sido registrados nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, a taxa de mortalidade por Covid-19, por exemplo, cresceu rapidamente em estados com maior vulnerabilidade socioeconômica, principalmente nas regiões Norte e Nordeste.</p>
<p>Os apontamentos estão em capítulo da pesquisadora da FGV EAESP Elize Massard da Fonseca e colaboradores publicado no livro “<a href="https://link.springer.com/book/10.1007/978-3-031-22219-1#about-this-book">The Coronavirus Pandemic and Inequality</a>”. Através de revisão de literatura, os autores refletem sobre a resposta brasileira durante a pandemia em três diferentes áreas: saúde, educação e assistência social.</p>
<p>Os pesquisadores destacam que a desarticulação nacional das políticas educacionais verificada a partir de 2019 prejudicou as estratégias durante a pandemia, visto que o governo federal não estabeleceu regulamentação nacional diante do fechamento de escolas e não adotou ações para diminuir as desigualdades nessa área. Alguns estados, como São Paulo, conseguiram implementar medidas inovadoras, como a transmissão de conteúdo pela TV e internet. Porém, estados com capacidades fiscal e administrativa reduzidas sequer conseguiram articular estratégias de ensino à distância, que demandam infraestrutura inexistente nesses locais.</p>
<p>Após demanda do Congresso, o governo federal adotou como política socioeconômica para responder à pandemia o pagamento do Auxílio Emergencial a famílias de baixa renda e trabalhadores informais. Ainda é cedo para entender o impacto do Auxílio Emergencial na redução da pobreza e da desigualdade, ressalta o capítulo, mas os autores observam que nos primeiros três trimestres de 2021, após a suspensão do benefício, havia um número maior de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza do que nos anos pré-pandemia.</p>
<p>O capítulo sublinha que as desigualdades socioeconômicas verificadas no período contribuem também para a manutenção das desigualdades raciais no país. Embora as taxas de incidência de Covid-19 tenham sido maiores entre a população branca, por exemplo, a população negra em todas as regiões do país sofreu maior letalidade e maior risco de morte em comparação aos brancos. Por outro lado, em relação à vacinação, o texto observa que a cobertura da atenção primária à saúde contribuiu para um acesso mais equitativo aos imunizantes nos municípios mais vulneráveis.</p>
<p><a href="https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-031-22219-1_4">Confira o capítulo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/pesquisa-e-conhecimento/desigualdades-regionais-saude-educacao-pandemia-brasil/">Pandemia intensificou desigualdades na saúde e educação entre diferentes regiões do Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Empreendedorismo é foco das políticas de trabalho para a juventude paulistana em contexto precarizado</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/empreendedorismo-e-foco-das-politicas-de-trabalho-para-a-juventude-paulistana-em-contexto-precarizado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jun 2023 14:31:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[inserção profissional]]></category>
		<category><![CDATA[juventude]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa-ação]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Cidade de São Paulo vê empreendedorismo individual como forma de inserir jovens no mudo do trabalho em detrimento da geração de empregos" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A partir da década de 2013, com intensificação da crise econômica, aumento das taxas de desemprego e consequente precarização do mercado de trabalho, as políticas públicas da cidade de São Paulo adotaram o empreendedorismo individual como principal alternativa para inserção de jovens no mundo profissional, em detrimento das ações para geração de empregos. A constatação [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/empreendedorismo-e-foco-das-politicas-de-trabalho-para-a-juventude-paulistana-em-contexto-precarizado/">Empreendedorismo é foco das políticas de trabalho para a juventude paulistana em contexto precarizado</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Cidade de São Paulo vê empreendedorismo individual como forma de inserir jovens no mudo do trabalho em detrimento da geração de empregos" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/tim-marshall-Wa-gS5R58gA-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A partir da década de 2013, com intensificação da crise econômica, aumento das taxas de desemprego e consequente precarização do mercado de trabalho, as políticas públicas da cidade de São Paulo adotaram o empreendedorismo individual como principal alternativa para inserção de jovens no mundo profissional, em detrimento das ações para geração de empregos. A constatação é de artigo publicado na revista “Cadernos Gestão Pública e Cidadania” e assinado pelos pesquisadores da FGV EAESP Luís Paulo Bresciani e Maria Eduarda Raymundo Nogueira e pela pesquisadora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Maria Carla Corrochano.</p>
<p>Os autores elaboraram o Mapa de Políticas Públicas para a Juventude e o Trabalho, que reúne 13 iniciativas da prefeitura e do governo estadual de São Paulo vigentes no ano de 2020. O levantamento foi realizado a partir do Programa de Metas das Gestões Covas, Doria e Haddad, do Plano Plurianual do quadriênio 2018 a 2021 e das Leis de Diretrizes Orçamentárias de 2018 e 2019. O Mapa identifica as mudanças nas políticas públicas de geração de trabalho e renda para a juventude paulistana na última década e verifica que jovens da periferia sofrem com desigualdades de inserção profissional, cenário agravado pela pandemia de Covid-19. A pesquisa contou com o apoio do Programa de Pesquisa em Políticas Públicas da Fapesp.</p>
<p>O Mapa apresentado no artigo subsidiou as ações do Projeto Coletiva Jovem, executado pela UFSCar, pela FGV EAESP e por outras instituições de ensino e organizações da sociedade civil entre 2020 e 2022, e que hoje segue sob coordenação da associação Ação Educativa. A iniciativa de pesquisa-ação busca contribuir para políticas públicas em prol do direito dos jovens ao trabalho digno, além de apoiar a articulação entre jovens que são empreendedores e coletivos juvenis. Maria Carla Corrochano destaca que, apesar da quantidade de programas identificados pela pesquisa no período, apenas 10% dos 103 jovens entre 18 e 29 anos entrevistados pelo Coletiva Jovem recebiam algum tipo de apoio efetivo do poder público, como crédito para implementação de um negócio.</p>
<h2>Incentivo ao empreendedorismo individual não é suficiente para atender necessidades concretas dos jovens</h2>
<p>“95% dos jovens das periferias que tinham um pequeno empreendimento alegaram ter como local de trabalho a própria casa, a casa de um dos membros ou não ter local específico.  Os rendimentos obtidos com o empreendimento são baixos, em média menos de um salário mínimo, o que explica que a totalidade deles esteja procurando ou tenha um outro trabalho além do empreendimento. Além disso, todos trabalhavam muito, o que em vários casos dificulta a continuidade do processo de escolarização”. Assim, as políticas públicas para esta faixa etária deveriam ser diversificadas, adaptadas a cada realidade, ressalta Corrochano. Conforme a pesquisadora, cerca de metade dos entrevistados veem a insegurança de renda mensal e a falta de direitos como principais desvantagens do empreendedorismo.</p>
<p>Segundo dados de 2022, a população paulistana entre 15 e 29 anos  é estimada em 2,1 milhões de pessoas, representando 21% do total dos habitantes da capital, ressalta o artigo. Corrochano explica que os programas mapeados não atendem às necessidades concretas dos jovens. “Os jovens que entrevistamos e estão engajados em pequenos empreendimentos não se engajam apenas por necessidade de renda. Muitos estão em busca de um trabalho com sentido, de um trabalho que lhes proporcione mais realização diante dos empregos que lhes são oferecidos pelo mercado de trabalho”, analisa Corrochano.</p>
<p>A pesquisadora destaca que o debate sobre ações públicas para a juventude brasileira deve englobar a dimensão do trabalho e considerar, sobretudo, a <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/tecnologia-social-na-periferia-do-rio-de-janeiro-combate-desigualdade-e-valoriza-saberes-locais/">experiência das camadas populares</a>. Corrochano destaca que quase 70% dos jovens entre 15 e 29 anos no Brasil trabalham ou buscam trabalho, mas as políticas não olham para a qualidade desse trabalho nem para questões relacionadas, como desigualdades de gênero, étnico raciais e geracionais. “Que outras possibilidades de políticas podem ser construídas? Políticas que fortaleçam a organização coletiva para geração de trabalho e renda, tais como cooperativas populares, economia solidária, a geração de trabalho no próprio setor público e o aumento do emprego formal, com direitos assegurados”, aponta a autora.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/cgpc/article/view/84763">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/empreendedorismo-e-foco-das-politicas-de-trabalho-para-a-juventude-paulistana-em-contexto-precarizado/">Empreendedorismo é foco das políticas de trabalho para a juventude paulistana em contexto precarizado</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<item>
		<title>Retorno ao trabalho presencial traz mais bem-estar psicológico a homens e funcionários em tempo integral na empresa</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/retorno-ao-trabalho-presencial-traz-mais-bem-estar-psicologico-a-homens-e-funcionarios-em-tempo-integral-na-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 13:18:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho presencial]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho remoto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />No retorno a atividades de trabalho presenciais durante a pandemia de Covid-19, a prevalência de bem-estar entre funcionários homens foi de 71%, índice significativamente maior do que entre mulheres. Neste grupo,  o predomínio do bem-estar adequado foi de apenas 56%, o que pode estar relacionado à maior exposição das mulheres a situações de risco e [&#8230;]</p>
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<p>Os autores aplicaram questionário online a 2241 trabalhadores de nove empresas brasileiras dos setores de indústria e construção entre outubro e novembro de 2021. O bem-estar psicológico dos participantes foi avaliado de acordo com o Índice de Bem-Estar da Organização Mundial da Saúde considerando as características sociodemográficas, laborais e as condições de saúde dos trabalhadores da amostra. Do total de participantes da pesquisa, 63.15% apresentaram bem-estar adequado.</p>
<p>Trabalhadores das equipes de limpeza, manutenção ou segurança relataram maior prevalência de bem-estar adequado, de 85%. O menor índice, 57%, foi registrado entre os trabalhadores administrativos. Com relação ao regime de trabalho, as chances de bem-estar adequado foram maiores entre os funcionários que atuavam em tempo integral na empresa, com 74% de prevalência, do que entre aqueles exclusivamente em teletrabalho (57%), em regime híbrido (60%) ou em licença temporária, (33%). Entre as possíveis explicações para esse resultado, segundo os autores, estão a pouca oportunidade de socialização e os longos períodos de exposição às telas.</p>
<p>Trabalhadores nas faixas etárias de 40 a 49 anos e acima de 50 anos tiveram bem-estar adequado significativamente maior do que aqueles com menos de 30 anos. A prevalência de bem-estar adequado entre os primeiros foi de, respectivamente, 67% e 76%, contra 53% entre os mais jovens. Segundo a literatura da área, menores índices de bem-estar entre a população mais jovem podem estar relacionados ao aumento da ansiedade, às poucas atividades de lazer e às incertezas sobre o futuro diante da superexposição às informações sobre a Covid-19.</p>
<p><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36728099/">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>#podcast Impacto: Caminhos da política no Ministério Público Federal</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/podcast/caminhos-da-politica-no-ministerio-publico-federal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2023 15:22:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[ANPR]]></category>
		<category><![CDATA[CMCDAPG]]></category>
		<category><![CDATA[gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[Lava Jato]]></category>
		<category><![CDATA[MPF]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[procuradores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/Blog-Impacto-Podcast-Rafael-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/Blog-Impacto-Podcast-Rafael-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/Blog-Impacto-Podcast-Rafael-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/Blog-Impacto-Podcast-Rafael-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Na entrevista para o Podcast Impacto, Rafael Rodrigues Viegas conta um pouco mais sobre a sua premiada tese que resultou em três artigos, os dois primeiros foram publicados na Revista Brasileira de Ciência Política e, em breve, ele publicará um livro com o terceiro artigo sobre sua investigação acerca dos principais caminhos da política no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/Blog-Impacto-Podcast-Rafael-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/Blog-Impacto-Podcast-Rafael-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/Blog-Impacto-Podcast-Rafael-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/Blog-Impacto-Podcast-Rafael-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Na entrevista para o Podcast Impacto, Rafael Rodrigues Viegas conta um pouco mais sobre a sua premiada tese que resultou em três artigos, os dois primeiros foram publicados na Revista Brasileira de Ciência Política e, em breve, ele publicará um livro com o terceiro artigo sobre sua investigação acerca dos principais caminhos da política no Ministério Público Federal e como eles interferem no funcionamento concreto dessa importante organização pública.</p>
<p>O pesquisador fala sobre os principais pontos da pesquisa, as dificuldades em levantar as informações em tempos de pandemia, a construção e análise de um inédito banco de dados sobre a carreira dos procuradores-gerais da República que ocuparam o cargo desde 1988. Rafael compartilha ainda a respeito do perfil dos procuradores que se dedicam a desempenharem um papel político dentro do Ministério Público e traz uma análise sobre a ação política das diretorias da ANPR – Associação Nacional dos Procuradores da República, sendo essa um dos principais caminhos da política que atravessa o MPF.</p>
<p>Rafael Viegas é cientista político, concluiu o doutorado em Administração Pública e Governo na FGV EAESP, é pesquisador no pós-doutorado na FGV EAESP e um dos responsáveis pelo blog Gestão, Política e Sociedade, do Estadão. Ele ganhou o prêmio de melhor tese no programa de doutorado em 2022 da FGV e também da SBAP, Sociedade Brasileira de Administração Pública. Acompanhe o Rafael no Twitter: @Rafael_RViegas</p>
<p><strong>Ouça agora:</strong></p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Caminhos da política no Ministério Público Federal" style="border-radius: 12px" width="624" height="351" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/episode/3PD0Fn7lDbwr0xmm4NZABb/video?si=DpqXZQh3SZGJbiQOnW-JXQ&#038;utm_source=oembed"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Qualidade da interação entre professores e alunos é fundamental para ensino remoto transformador</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/qualidade-da-interacao-entre-professores-e-alunos-e-fundamental-para-ensino-remoto-transformador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 11:09:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente virtual]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>
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		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-katerina-holmes-5905709-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-katerina-holmes-5905709-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-katerina-holmes-5905709-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-katerina-holmes-5905709-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-katerina-holmes-5905709-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A aprendizagem pela descoberta e pela colaboração, com processos centrados no aluno, são alguns dos elementos que contribuem para um ensino remoto transformador. Além de explorar essas janelas de conhecimento, as instituições de ensino podem repensar o papel do professor e das tecnologias, segundo artigo com a participação da pesquisadora da FGV EAESP Fernanda Carreira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-katerina-holmes-5905709-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-katerina-holmes-5905709-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-katerina-holmes-5905709-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-katerina-holmes-5905709-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-katerina-holmes-5905709-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A aprendizagem pela descoberta e pela colaboração, com processos centrados no aluno, são alguns dos elementos que contribuem para um ensino remoto transformador. Além de explorar essas janelas de conhecimento, as instituições de ensino podem repensar o papel do professor e das tecnologias, segundo artigo com a participação da pesquisadora da FGV EAESP Fernanda Carreira publicado na “Revista de Administração de Empresas”.</p>
<p>A pesquisa é um estudo de caso sobre a disciplina Formação Integrada para a Sustentabilidade, da graduação em Administração da FGV EAESP, no período de fevereiro a junho de 2020. No mês de março, ocorreu a migração das atividades para o ensino remoto devido à pandemia de Covid-19. Portanto, a maioria das aulas ocorreu de forma virtual. Os autores realizaram grupos focais e entrevistas com estudantes matriculados, além da análise de formulários de avaliação da disciplina preenchidos pelos discentes.</p>
<p>O artigo ressalta que as ferramentas tecnológicas precisam estar a serviço da qualidade das interações para que, mesmo com a distância física, os estudantes se sintam parte de uma construção coletiva e mobilizem-se para os debates e práticas. O engajamento da turma no ensino remoto está relacionado a possibilidades como conversas com pessoas de fora, reuniões em grupos menores e acesso a cenas cotidianas do ambiente doméstico, experiência que propicia momentos de descontração. Neste sentido, o dispositivo tecnológico escolhido para as aulas é a parte menos relevante para a aprendizagem em ambiente virtual, frisam os pesquisadores.</p>
<p>Segundo os depoimentos dos estudantes, o professor deve estar disposto a ouvir e mobilizar afetos para a boa qualidade do ensino remoto. O tempo dedicado à aproximação pessoal entre estudantes e alunos contribuiu para o desenvolvimento de uma relação de confiança e respeito.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/rae/a/KjnKHWt9wwr7kLPgGXVWcyt/#">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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