<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos saúde de qualidade - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
	<atom:link href="https://www.impacto.blog.br/tags/saude-de-qualidade/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.impacto.blog.br/tags/saude-de-qualidade/</link>
	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 18 Mar 2025 21:20:37 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/03/cropped-impacto_favicon-32x32.png</url>
	<title>Arquivos saúde de qualidade - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
	<link>https://www.impacto.blog.br/tags/saude-de-qualidade/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Gerenciamento baseado em evidências: a chave para a sustentabilidade das instituições de saúde</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/blog-gestao-e-negocios/gerenciamento-baseado-em-evidencias-a-chave-para-a-sustentabilidade-das-instituicoes-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 21:20:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog Gestão e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[saúde de qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde pública]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=5124</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios_cristiano-berti-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios_cristiano-berti-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios_cristiano-berti-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios_cristiano-berti-350x350.png 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Por Christiano dos Santos Berti, pós-graduando do Doutorado Profissional em Administração da FGV EAESP O setor de saúde brasileiro enfrenta uma crise sem precedentes, com desafios que testam a resiliência das instituições em todo o país. A pressão inflacionária nos hospitais e o aumento dos custos com tecnologias médicas são apenas parte do problema. Além [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/blog-gestao-e-negocios/gerenciamento-baseado-em-evidencias-a-chave-para-a-sustentabilidade-das-instituicoes-de-saude/">Gerenciamento baseado em evidências: a chave para a sustentabilidade das instituições de saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios_cristiano-berti-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios_cristiano-berti-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios_cristiano-berti-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios_cristiano-berti-350x350.png 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p><em>Por Christiano dos Santos Berti, pós-graduando do <a href="https://eaesp.fgv.br/cursos/doutorado-profissional-administracao-dpa">Doutorado Profissional em Administração</a> da FGV EAESP</em></p>
<p>O setor de saúde brasileiro enfrenta uma crise sem precedentes, com desafios que testam a resiliência das instituições em todo o país. A pressão inflacionária nos hospitais e o aumento dos custos com tecnologias médicas são apenas parte do problema. Além disso, os planos de saúde lidam com altas taxas de sinistralidade, que agravam ainda mais a sustentabilidade financeira dessas instituições. Diante desse cenário, a necessidade de um gerenciamento eficaz e baseado em evidências é mais urgente do que nunca.</p>
<p>O mercado de saúde atual é caracterizado pela complexidade, incerteza e a necessidade constante de tomada de decisões sobre questões estratégicas e operacionais. Muitas vezes, as escolhas impactam negativamente a operação das instituições de saúde. Estratégias de redução de custos, como a adoção da &#8220;medicina baseada em evidências&#8221;, são frequentemente negligenciadas.</p>
<p>O gerenciamento de mudanças baseado em evidências promove a utilização de práticas embasadas cientificamente. Por exemplo, a contratação de treinamento especializado deve incluir uma análise prévia das evidências sobre a eficácia da capacitação e uma comparação entre os resultados antes e depois do treinamento com grupos de controle, garantindo uma avaliação precisa dos resultados alcançados.</p>
<p>Esse tipo de prática fundamenta-se em dois princípios-chave: primeiro, mudanças planejadas têm mais chances de sucesso quando orientadas por práticas cientificamente embasadas; e segundo, a aplicação regular de quatro fontes de evidências &#8212; científica, organizacional, de <em>stakeholders</em> e experiência dos praticantes &#8212; melhora substancialmente a qualidade das decisões relacionadas às mudanças, desde que os critérios de confiabilidade sejam rigorosamente seguidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ol>
<li>Obtenha observações diretas sobre o problema que a mudança pretende resolver, como um gestor que observa o atendimento ao cliente para identificar problemas de desempenho e depois conversa com profissionais experientes.</li>
<li>Colete métricas quantitativas confiáveis e dados qualitativos representativos sobre a situação problemática. Vá além das impressões gerais para obter informações detalhadas por unidade ou departamento.</li>
<li>Reúna informações de vários grupos de <em>stakeholders</em> (gestores, funcionários, pacientes/clientes) sobre suas percepções do problema e possíveis soluções, garantindo que a comunicação seja segura e confidencial.</li>
<li>Realize uma pesquisa direcionada na literatura científica. Sua organização pode não ser a primeira a enfrentar desafios relacionados à inovação, eficiência ou retenção. O que a literatura científica diz sobre essas questões? Utilize bases de dados como Google Scholar e Business Source Premier para averiguar.</li>
</ol>
</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Organizações dos mais diversos setores podem oferecer exemplos de gerenciamento baseado em evidências. No setor de saúde, o Royal Free Hospital, em Londres, implementou um programa que reduziu significativamente as taxas de infecção hospitalar e melhorou a eficiência operacional. Da mesma forma, a Mayo Clinic, nos Estados Unidos, utilizou uma abordagem baseada em evidências para reorganizar seus processos de atendimento, resultando em melhorias na satisfação dos pacientes e na eficiência do fluxo de trabalho.</p>
<p>Evidências de qualidade e práticas baseadas nelas são cruciais para transformar o processo de mudança, fortalecer a confiança nos líderes e engajar todos os níveis da organização. Com dados confiáveis e um processo baseado em evidências, a implementação de mudanças torna-se mais previsível e controlável.</p>
<p>Adicionalmente, a comunicação reiterada e consistente da visão institucional também é vital para alinhar os funcionários aos objetivos estratégicos. Quando os líderes não se  comunicam eficazmente com a equipe, pode haver resistência às mudanças propostas. Reiterar a visão fortalece o entendimento e o comprometimento da equipe, assegurando que todos estejam cientes de seu papel no sucesso da mudança.</p>
<p>A importância da comunicação eficaz pode ser ilustrada pelo caso de um hospital que descobriu, por meio de sessões de reflexão em grupo, que os médicos eram mais receptivos a mudanças quando influenciados por seus pares. Esse <em>insight</em> levou a uma adaptação nas estratégias de comunicação e implementação, resultando em maior adesão e eficácia das mudanças planejadas.</p>
<p>Para uma organização de saúde prosperar em um ambiente de mudanças constantes, é essencial fomentar um ambiente de adaptação e crescimento. A sobrevivência e o sucesso sustentável das instituições de saúde dependem da capacidade de ancorar suas práticas em evidências sólidas e científicas.</p>
<p>O gerenciamento de mudanças baseado em evidências não é apenas uma recomendação, mas uma necessidade estratégica para garantir um futuro sustentável e eficaz. A adoção de práticas cientificamente comprovadas não apenas mitiga riscos, mas também assegura a sustentabilidade das instituições de saúde. Chegou o momento de adotar uma abordagem que garanta não apenas a sobrevivência, mas o sucesso contínuo.</p>
<p><b>&#8212;&#8212;</b></p>
<p><em>Texto originalmente <a href="https://www.estadao.com.br/economia/gestao-e-negocios/gerenciamento-baseado-em-evidencias-a-chave-para-a-sustentabilidade-das-instituicoes-de-saude/">publicado</a> no blog <a href="https://www.estadao.com.br/economia/gestao-e-negocios">Gestão e Negócios do Estadão</a>, uma parceria entre a FGV EAESP e o Estadão, reproduzido na íntegra com autorização.</em></p>
<p><em>Os artigos publicados na coluna Blog Gestão e Negócios refletem exclusivamente a opinião de seus autores, não representando, necessariamente, a visão da Fundação Getulio Vargas ou do jornal Estadão.</em></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/blog-gestao-e-negocios/gerenciamento-baseado-em-evidencias-a-chave-para-a-sustentabilidade-das-instituicoes-de-saude/">Gerenciamento baseado em evidências: a chave para a sustentabilidade das instituições de saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Segunda onda da pandemia aprofundou o desfinanciamento do SUS</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/segunda-onda-da-pandemia-aprofundou-o-desfinanciamento-do-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2022 13:44:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[austeridade]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[desfinanciamento]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento público]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ODS3]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento federal]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[recursos públicos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde de qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Único de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[teto de gastos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2638</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/dsc4911-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Ambulância do SUS transporta paciente" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/dsc4911-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/dsc4911-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/dsc4911-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/dsc4911-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />De abril a julho de 2020, período do primeiro pico de casos e mortes em decorrência da covid-19 no Brasil, houve baixa alocação de recursos no Ministério da Saúde para o combate à pandemia. Os empenhos ocorreram, em maioria, a partir do mês de agosto. De janeiro a abril de 2021, quando uma segunda onda [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/segunda-onda-da-pandemia-aprofundou-o-desfinanciamento-do-sus/">Segunda onda da pandemia aprofundou o desfinanciamento do SUS</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/dsc4911-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Ambulância do SUS transporta paciente" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/dsc4911-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/dsc4911-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/dsc4911-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/dsc4911-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>De abril a julho de 2020, período do primeiro pico de casos e mortes em decorrência da covid-19 no Brasil, houve baixa alocação de recursos no Ministério da Saúde para o combate à pandemia. Os empenhos ocorreram, em maioria, a partir do mês de agosto. De janeiro a abril de 2021, quando uma segunda onda da doença causou ainda mais mortes no país, a primeira Medida Provisória para solicitar mais recursos às ações de saúde ocorreu apenas em 24 de fevereiro.</p>
<p>Em artigo publicado na revista “Saúde Debate”, o pesquisador da FGV EAESP Luís Paulo Bresciani e colaboradores analisam as ações orçamentárias do Ministério da Saúde para o enfrentamento à pandemia no ano de 2020 e no primeiro quadrimestre de 2021.</p>
<p>Segundo os autores, o quadro já era crítico por conta da redução do orçamento federal para financiar o SUS por conta da Emenda Constitucional 95, de 2016, que definiu teto de gastos públicos até 2036. A medida de austeridade fiscal acarretou congelamento das despesas com Ações e Serviços Públicos de Saúde, que estão concentradas, em maioria, na esfera federal (56%).</p>
<p>Durante a pandemia, a lentidão na alocação de recursos adicionais para o Ministério da Saúde, mesmo em contexto de estado de calamidade pública, evidenciou a necessidade de revogação das limitações estabelecidas pela Emenda Constitucional 95, aponta o estudo. Os autores também citam a importância de medidas governamentais como reforma tributária centrada em ganhos de patrimônio a fim de aumentar a capacidade de arrecadação pública.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/sdeb/a/kNVJWRVNCwDJnLcjSKTCJXC/">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/segunda-onda-da-pandemia-aprofundou-o-desfinanciamento-do-sus/">Segunda onda da pandemia aprofundou o desfinanciamento do SUS</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>FGV lidera iniciativa inédita sobre a resiliência e sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/fgv-lidera-iniciativa-inedita-sobre-a-resiliencia-e-sustentabilidade-do-sistema-de-saude-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Sep 2022 17:16:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[ODS3]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde de qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2618</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/1017570-df_28112016-img_5565-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Brasília - Cidadãos fazem exames de pressão e glicemia durante mutirão de atendimento e de orientação jurídica para esclarecer dúvidas dos cidadãos que sofrem com a saúde pública ou com problemas nos planos de saúde" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/1017570-df_28112016-img_5565-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/1017570-df_28112016-img_5565-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/1017570-df_28112016-img_5565-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/1017570-df_28112016-img_5565-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A iniciativa é uma colaboração global com a London School of Economics, Fórum Econômico Mundial, AstraZeneca, Philips e KPMG. O Brasil será o primeiro país da América Latina a integrar o projeto. &#160; Os sistemas de saúde em todo o mundo têm passado por inúmeros e variados tipos de choques que ameaçam sua sustentabilidade e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/fgv-lidera-iniciativa-inedita-sobre-a-resiliencia-e-sustentabilidade-do-sistema-de-saude-brasileiro/">FGV lidera iniciativa inédita sobre a resiliência e sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/1017570-df_28112016-img_5565-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Brasília - Cidadãos fazem exames de pressão e glicemia durante mutirão de atendimento e de orientação jurídica para esclarecer dúvidas dos cidadãos que sofrem com a saúde pública ou com problemas nos planos de saúde" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/1017570-df_28112016-img_5565-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/1017570-df_28112016-img_5565-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/1017570-df_28112016-img_5565-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/1017570-df_28112016-img_5565-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p><em>A iniciativa é uma colaboração global com a London School of Economics, Fórum Econômico Mundial, AstraZeneca, Philips e KPMG. O Brasil será o primeiro país da América Latina a integrar o projeto.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os sistemas de saúde em todo o mundo têm passado por inúmeros e variados tipos de choques que ameaçam sua sustentabilidade e capacidade de resiliência. A pandemia provocada pela Covid-19 realçou esse desafio de maneira extraordinária em âmbito global. Com a perspectiva de compreender esse fenômeno em diferentes realidades, foi lançada a iniciativa <a href="https://www.weforum.org/phssr"><strong>“Partnership for Health System Sustainability and Resilience (PHSSR)”</strong></a><strong>, </strong>uma colaboração entre London School of Economics (LSE), Fórum Econômico Mundial (WEF), AstraZeneca, Philips, KPMG, Apollo Hospitals, WHO Foundation e o Center for Asia-Pacific Resilience and Innovation.</p>
<p>Na primeira fase do projeto lançado em 2020 foram designadas equipes nacionais que lideraram a investigação sobre sustentabilidade e resiliência de seus respectivos sistemas nacionais de saúde. Participaram oito países:  França, Alemanha, Itália, Polônia, Rússia, Espanha, Reino Unido e Vietnã.</p>
<p>Na segunda fase lançada em 2022, o Brasil compõe o projeto junto com mais 12 países e é o único país representante da América Latina. O estudo será coordenado localmente pelo professor da FGV-EAESP, Adriano Massuda, e conta com a participação da professora Ana Maria Malik e de pesquisadores vinculados ao Centro de Estudos em Planejamento e Gestão de Saúde (FGVSaúde). O papel do grupo será elaborar um relatório técnico da pesquisa em parceria com pesquisadores da LSE sobre o sistema de saúde brasileiro. A iniciativa no Brasil também conta com o apoio do Fórum Econômico Mundial, AstraZeneca, Philips e KPMG.</p>
<p>“Nosso foco é o SUS. Para isso, vamos buscar destacar avanços que ocorreram com a universalização do acesso a saúde no Brasil, identificar principais desafios e ameaças no contexto brasileiro, e apontar prioridades que devem ser observadas para fortalecer a sustentabilidade e resiliência do sistema de saúde brasileiro. O resultado da pesquisa deve ser apresentado no início de 2023”, destaca Adriano Massuda.</p>
<p>O lançamento do projeto ocorreu dia 30/8 na sede da FGV em São Paulo. Além do diretor da EAESP, prof. Luiz Brito e coordenador do estudo na LSE, Prof. Alistair McGuire, e de representantes do Fórum Econômico Mundial, AstraZeneca, Philips e KPMG, participaram o ex-ministro da saúde, José Gomes Temporão, o presidente do CONASS, Nésio Fernandes, o presidente da ANAPH, Antonio Brito, e representantes de diversos segmentos que compõe o sistema de saúde brasileiro.</p>
<p><em>Fonte: Insight Comunicação</em></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/fgv-lidera-iniciativa-inedita-sobre-a-resiliencia-e-sustentabilidade-do-sistema-de-saude-brasileiro/">FGV lidera iniciativa inédita sobre a resiliência e sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>População brasileira teve menor acesso a medicamentos pelo SUS entre 2013 e 2019</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/populacao-brasileira-teve-menor-acesso-a-medicamentos-pelo-sus-entre-2013-e-2019/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2022 16:46:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[ODS3]]></category>
		<category><![CDATA[saúde de qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Único de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2576</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pina-messina-tOnloTwXXak-unsplash1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="mão feminina segura pílulas e comprimidos" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pina-messina-tOnloTwXXak-unsplash1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pina-messina-tOnloTwXXak-unsplash1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pina-messina-tOnloTwXXak-unsplash1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pina-messina-tOnloTwXXak-unsplash1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Entre 2013 e 2019,  o percentual da população que conseguiu todos os medicamentos prescritos durante consultas no Sistema Único de Saúde (SUS) subiu de  78,4% para 81,8%, considerando todas as fontes, ou seja, o próprio sistema público ou a compra com renda própria. O acesso a esses tratamentos pelo próprio SUS, no entanto, diminuiu de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/populacao-brasileira-teve-menor-acesso-a-medicamentos-pelo-sus-entre-2013-e-2019/">População brasileira teve menor acesso a medicamentos pelo SUS entre 2013 e 2019</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pina-messina-tOnloTwXXak-unsplash1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="mão feminina segura pílulas e comprimidos" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pina-messina-tOnloTwXXak-unsplash1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pina-messina-tOnloTwXXak-unsplash1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pina-messina-tOnloTwXXak-unsplash1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pina-messina-tOnloTwXXak-unsplash1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Entre 2013 e 2019,  o percentual da população que conseguiu todos os medicamentos prescritos durante consultas no Sistema Único de Saúde (SUS) subiu de  78,4% para 81,8%, considerando todas as fontes, ou seja, o próprio sistema público ou a compra com renda própria. O acesso a esses tratamentos pelo próprio SUS, no entanto, diminuiu de 31,6% para 29,7% no período. Em contraste, houve aumento significativo na proporção de pessoas que pagou pelo acesso aos medicamentos prescritos, de 49,4% para 56,4%. Os dados são de artigo publicado na revista Cadernos de Saúde Pública por Adriano Massuda, pesquisador da FGV EAESP no Centro de Estudos em Planejamento e Gestão de Saúde (FGVsaúde), e colaboradores.</p>
<p>O estudo é baseado em dados das edições de 2013 e 2019 da Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo Instituto Brasi­leiro de Geografia e Estatística (IBGE) para avaliar o uso de serviços e as condições de saúde da população brasileira. O foco da análise foram os participantes da pesquisa que receberam prescrição de medicamentos em atendimentos no SUS nas duas semanas anteriores à entrevista – em 2013, mais de 16 mil correspondiam a este critério e, em 2019, o número passou de 24 mil.</p>
<p>A pesquisa também aponta variação dos resultados conforme a renda dos indivíduos. Os mais pobres têm mais probabilidade de conseguir os medicamentos pelo SUS. Já os mais ricos tiveram mais probabilidade de conseguir os medicamentos consideradas todas as fontes &#8212; inclusive a compra com recursos próprios. Entre as pessoas que não tiveram acesso aos medicamentos de que necessitavam, dois terços relataram a indisponibilidade no serviço público de saúde como motivo principal.</p>
<p>“Apesar de haver a garantia legal no Brasil de assistência farmacêutica a todos os cidadãos e da vigência de um sistema único de saúde que é público e integral, observou-se no país o aumento de pessoas que consultaram no SUS, mas não obtiveram os medicamentos por meio do próprio sistema”, frisam os autores. O estudo aponta que o acesso à saúde de qualidade é também um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pela Organização das Nações Unidas. A pesquisa, segundo os autores, contribui para reforçar um contexto de baixo financiamento dos serviços de saúde no Brasil, que pode ser agravado com a limitação de gastos públicos imposta por emenda constitucional em 2015.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/csp/a/SQNxybJVbkLFLRbNwmvMTdd/?lang=pt">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/populacao-brasileira-teve-menor-acesso-a-medicamentos-pelo-sus-entre-2013-e-2019/">População brasileira teve menor acesso a medicamentos pelo SUS entre 2013 e 2019</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>No Brasil, pandemia agravou o enfraquecimento da atenção primária à saúde</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/no-brasil-pandemia-agravou-o-enfraquecimento-da-atencao-primaria-a-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2022 11:33:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[atenção primária]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[ODS3]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde de qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2524</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/Paola-Minoprio_65-20_foto-Cecilia-Bastos-01-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="profissional da saúde com máscara e face shield conversa com paciente sentado de frente" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/Paola-Minoprio_65-20_foto-Cecilia-Bastos-01-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/Paola-Minoprio_65-20_foto-Cecilia-Bastos-01-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/Paola-Minoprio_65-20_foto-Cecilia-Bastos-01-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A pandemia de covid-19 intensificou a tendência de queda de procedimentos realizados na atenção primária à saúde no Brasil, com redução de 42,5% de rastreios, 28,9% de diagnósticos e 41,2% de consultas médicas entre 2019 e 2022. O alerta está em artigo de pesquisadores do Centro de Estudos em Planejamento e Gestão da Saúde (FGV-Saúde) [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/no-brasil-pandemia-agravou-o-enfraquecimento-da-atencao-primaria-a-saude/">No Brasil, pandemia agravou o enfraquecimento da atenção primária à saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/Paola-Minoprio_65-20_foto-Cecilia-Bastos-01-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="profissional da saúde com máscara e face shield conversa com paciente sentado de frente" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/Paola-Minoprio_65-20_foto-Cecilia-Bastos-01-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/Paola-Minoprio_65-20_foto-Cecilia-Bastos-01-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/Paola-Minoprio_65-20_foto-Cecilia-Bastos-01-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A pandemia de covid-19 intensificou a tendência de queda de procedimentos realizados na atenção primária à saúde no Brasil, com redução de 42,5% de rastreios, 28,9% de diagnósticos e 41,2% de consultas médicas entre 2019 e 2022. O alerta está em artigo de pesquisadores do Centro de Estudos em Planejamento e Gestão da Saúde (<a href="https://eaesp.fgv.br/centros/centro-estudos-planejamento-e-gestao-saude">FGV-Saúde</a>) da FGV EAESP publicado na revista “GV Executivo” em junho de 2022.</p>
<p>Para recuperar a resiliência do Sistema Único de Saúde (SUS), segundo os autores, é preciso tornar os serviços de atenção primária à saúde mais acessíveis à população. Alguns caminhos apontados pelo estudo são aumentar o financiamento federal e a participação dos governos estaduais na distribuição de recursos. O artigo também aponta como necessária uma estratégia de valorização dos recursos humanos, com remuneração e condições de trabalho atrativas, e que as equipes disponham de infraestrutura e tecnologia adequadas aos exames diagnósticos e procedimentos realizados na atenção primária à saúde.</p>
<p>No Brasil, a atenção primária à saúde se constitui no pilar de sustentação do SUS. Baseia-se em equipes multiprofissionais de Estratégia de Saúde da Família, que atuam em âmbito local, com políticas específicas para grupos populacionais mais vulneráveis, como indígenas, ribeirinhos e pessoas em situação de rua. Estudos anteriores mencionados pelos autores mostram efeitos positivos dessa atuação na redução de desigualdades em mortalidade entre grupos raciais, por exemplo.</p>
<p>Por outro lado, aponta o artigo, políticas de redução das equipes e de transferência de recursos se acentuaram com o congelamento do teto de gastos federais por 20 anos, aprovado pelo Congresso em 2016. Com a falta de coordenação federal na resposta à covid-19, as gestões municipais assumiram as despesas para manter os serviços ativos, o que acentuou desigualdades regionais, já que as prefeituras apelam às próprias fontes de financiamento.</p>
<p>“No combate à covid-19, o governo federal relegou o papel da atenção primária à saúde ao segundo plano, embora as equipes de Estratégia de Saúde da Família tenham tido historicamente papel importante no controle de doenças transmissíveis. O rastreamento e o tratamento de contatos são atividades de rotina dessas equipes ao lidar com casos de tuberculose e meningite, por exemplo. A combinação de análise epidemiológica e contato direto com a população conferiu maior resiliência ao sistema de saúde brasileiro ao lidar com epidemias como da H1N1, da dengue e do zika vírus”, frisam os autores.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvexecutivo/article/view/85938">Confira o estudo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/no-brasil-pandemia-agravou-o-enfraquecimento-da-atencao-primaria-a-saude/">No Brasil, pandemia agravou o enfraquecimento da atenção primária à saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em webinar, ex-ministros e pesquisadores discutem agenda para fortalecer o sistema de saúde no Brasil</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/em-webinar-ex-ministros-e-pesquisadores-discutem-agenda-para-fortalecer-o-sistema-de-saude-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jul 2022 11:32:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[atenção primária]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ODS3]]></category>
		<category><![CDATA[políticas de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde de qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2527</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="equipe de cirurgia" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Diante da pandemia da covid-19, o Brasil conviveu com as contradições do Sistema Único de Saúde: embora atuante em todo o território nacional, o SUS é marcado pela distribuição desigual de recursos, infraestrutura e serviços. O Webinar “O que podemos esperar do (e fazer pelo) sistema de saúde no Brasil real?”, realizado no dia 21 [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/em-webinar-ex-ministros-e-pesquisadores-discutem-agenda-para-fortalecer-o-sistema-de-saude-no-brasil/">Em webinar, ex-ministros e pesquisadores discutem agenda para fortalecer o sistema de saúde no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="equipe de cirurgia" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Diante da pandemia da covid-19, o Brasil conviveu com as contradições do Sistema Único de Saúde: embora atuante em todo o território nacional, o SUS é marcado pela distribuição desigual de recursos, infraestrutura e serviços. O Webinar “O que podemos esperar do (e fazer pelo) sistema de saúde no Brasil real?”, realizado no dia 21 de junho, destacou a importância do planejamento do governo federal para fortalecer as respostas emergenciais na saúde pública.</p>
<p>O evento contou com a presença de Arthur Chioro, médico e ministro da Saúde entre 2014 e 2015, Barjas Negri, cientista político e ministro da Saúde em 2002, e Sergio Fausto, cientista político e superintendente da Fundação Fernando Henrique Cardoso. Realizada pelo FGV-Saúde, o Centro de Estudos em Planejamento e Gestão da Saúde da FGV EAESP, a atividade foi mediada pela professora Ana Maria Malik.</p>
<p>Barjas Negri ressaltou a resposta à pandemia que partiu dos governos estaduais, através de medidas como o aumento da oferta de leitos. Conforme o especialista, a ausência de investimentos federais suficientes para o SUS sobrecarregou as gestões municipais, que precisaram realocar recursos de outras áreas para financiar os gastos com saúde.</p>
<p>“Todos sabem que se gasta no Brasil uma proporção muito pequena em relação ao PIB na saúde pública se comparado com países da Europa e da América Latina. É preciso corrigir essas distorções”, opinou Barjas Negri. Para isso, completou, é preciso haver uma mobilização nacional em diversas esferas para que mais recursos sejam destinados à saúde.</p>
<p>Para Arthur Chioro, a discussão das políticas públicas para o sistema de saúde após a experiência da pandemia é um dos maiores desafios a serem enfrentados pelo país. “O que a gente viu nesses últimos anos foi a destruição da perspectiva de um pacto federativo por uma lógica de federalismo de confrontação”.</p>
<p>O especialista define o SUS como um pacto civilizatório por ser uma estratégia de combate às desigualdades sociais. Neste sentido, é necessária a reconstrução do sistema de saúde, com melhoria do padrão de financiamento do SUS e medidas como investimento na atenção primária e preparação para próximas emergências de saúde, de acordo com Chioro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assista ao evento na íntegra:</p>
<div class="jeg_video_container jeg_video_content"><iframe loading="lazy" title="Webinar | 34.º Debate FGVsaúde" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/1UiK0s-jZPQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://portal.fgv.br/eventos">Confira os próximos eventos programados na FGV</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/em-webinar-ex-ministros-e-pesquisadores-discutem-agenda-para-fortalecer-o-sistema-de-saude-no-brasil/">Em webinar, ex-ministros e pesquisadores discutem agenda para fortalecer o sistema de saúde no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>No combate à pandemia, municípios brasileiros driblaram limitações de recursos com gestão compartilhada</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/gestao-municipal-brasil-cooperacao-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2022 16:24:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[gestão municipal]]></category>
		<category><![CDATA[ODS3]]></category>
		<category><![CDATA[Organizações Sociais de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde de qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2476</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Parcerias com universidades e presença de organizações sociais da saúde contribuíram para resiliência da gestão municipal de saúde, diz pesquisa da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Diante da inesperada crise sanitária provocada pela chegada da covid-19 ao Brasil, a gestão municipal da saúde viveu um ciclo reativo. De início, predominou a sensação de despreparo e o foco na resolução de problemas urgentes, como ampliação dos leitos de UTI e medidas de distanciamento. Porém, através da adaptação à nova realidade com práticas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/gestao-municipal-brasil-cooperacao-pandemia/">No combate à pandemia, municípios brasileiros driblaram limitações de recursos com gestão compartilhada</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Parcerias com universidades e presença de organizações sociais da saúde contribuíram para resiliência da gestão municipal de saúde, diz pesquisa da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Diante da inesperada crise sanitária provocada pela chegada da covid-19 ao Brasil, a gestão municipal da saúde viveu um ciclo reativo. De início, predominou a sensação de despreparo e o foco na resolução de problemas urgentes, como ampliação dos leitos de UTI e medidas de distanciamento. Porém, através da adaptação à nova realidade com práticas inovadoras, gestão compartilhada dos processos e envolvimento das equipes de vigilância em saúde nas ações, foi possível alcançar alguns bons resultados no combate à pandemia. Os apontamentos são de pesquisadores da FGV EAESP em artigo publicado na revista “Saúde Debate”.</p>
<p>A pesquisa é baseada em entrevistas realizadas em dezembro de 2020 com gestores da saúde de três municípios brasileiros de médio e grande porte &#8211; Fortaleza, Pelotas e Uberlândia. O objetivo foi avaliar a resposta do Sistema Único de Saúde (SUS) à covid-19. Para definir os municípios a serem analisados, os autores partiram de uma amostra inicial com 50 municípios reconhecidos pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) como referência no combate à pandemia. A seleção da amostra priorizou, entre outros elementos, a distribuição geográfica, modelo de gestão e o acesso aos gestores do SUS para coleta de informações.</p>
<p>Apesar dos diferentes contextos epidemiológicos, sociais e políticos dos municípios estudados, os autores identificaram padrões comuns de comportamento entre os gestores, especialmente no início da pandemia no país, em março de 2020. O período foi ainda mais desafiador por conta da falta de planejamento nacional para as ações de enfrentamento, o que gerou insegurança nas equipes e atraso na implementação de medidas para mitigar a transmissão da doença.</p>
<h2>Parcerias com universidades e presença de organizações sociais da saúde contribuíram para resiliência da gestão municipal de saúde</h2>
<p>Os gestores de saúde dos municípios também precisaram lidar com a falta de recursos humanos qualificados, a exaustão das equipes atuantes e a escassez de insumos e equipamentos. Tais limitações evidenciam a importância de ações multissetoriais e contínuas para garantir a <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/pesquisa-e-conhecimento/colaboracao-com-paises-de-contexto-socioeconomico-similar-ao-brasileiro-e-oportunidade-para-pesquisas-sobre-a-resiliencia-do-sus/">resiliência do SUS</a>, afirmam os autores: “essas ações devem ser promovidas, articuladas e incentivadas pelo governo federal e pelos es­taduais, com a plena participação de todos os atores envolvidos”.</p>
<p>Por outro lado, os autores destacam que a gestão compartilhada, através de parceria com universidades e articulação com as secretarias estaduais de saúde, auxiliaram a organização das respostas à pandemia em âmbito regional. Municípios cuja gestão é realizada por <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/levantamento-inedito-contabiliza-mais-de-mil-hospitais-gerenciados-por-organizacoes-sociais-da-saude-no-brasil/">organizações sociais da saúde</a> tiveram mais agilidade nas ações do que aqueles sob administração direta do poder público, frisam os autores.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/sdeb/a/FWPfL3xyJsTf7vTQtxDXWhF/?lang=pt">Confira a pesquisa na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/gestao-municipal-brasil-cooperacao-pandemia/">No combate à pandemia, municípios brasileiros driblaram limitações de recursos com gestão compartilhada</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Experiência brasileira no enfrentamento às hepatites virais traz aprendizados para lidar com novas emergências de saúde</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/experiencia-brasileira-no-enfrentamento-as-hepatites-virais-traz-aprendizados-para-lidar-com-novas-emergencias-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2022 16:38:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Hepatite C]]></category>
		<category><![CDATA[hepatites virais]]></category>
		<category><![CDATA[ODS3]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde de qualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2455</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/1037862-1037844-14.08.2016_rr-3585_1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/1037862-1037844-14.08.2016_rr-3585_1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/1037862-1037844-14.08.2016_rr-3585_1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/1037862-1037844-14.08.2016_rr-3585_1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/1037862-1037844-14.08.2016_rr-3585_1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O Brasil foi pioneiro no combate às hepatites virais por meio de iniciativas como a criação do Programa Nacional de Hepatites Virais (PNHV) em 2002, dez anos antes de a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhecê-las como problema global de saúde pública. É o que aponta relatório publicado nesta sexta (17) por pesquisadores da Fundação [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/experiencia-brasileira-no-enfrentamento-as-hepatites-virais-traz-aprendizados-para-lidar-com-novas-emergencias-de-saude/">Experiência brasileira no enfrentamento às hepatites virais traz aprendizados para lidar com novas emergências de saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/1037862-1037844-14.08.2016_rr-3585_1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/1037862-1037844-14.08.2016_rr-3585_1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/1037862-1037844-14.08.2016_rr-3585_1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/1037862-1037844-14.08.2016_rr-3585_1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/1037862-1037844-14.08.2016_rr-3585_1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O Brasil foi pioneiro no combate às hepatites virais por meio de iniciativas como a criação do Programa Nacional de Hepatites Virais (PNHV) em 2002, dez anos antes de a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhecê-las como problema global de saúde pública. É o que aponta relatório publicado nesta sexta (17) por pesquisadores da Fundação Getulio Vargas.</p>
<p>O estudo foi realizado entre setembro de 2020 e fevereiro de 2022 por meio de pesquisa documental e de 34 entrevistas com informantes-chave do Ministério da Saúde, da sociedade civil, acadêmicos e de indústrias farmacêuticas.</p>
<p>Andreza Davidian, pesquisadora da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV EAESP) e autora principal do relatório, explica que o programa de hepatites teve como base a experiência bem-sucedida do Programa de HIV/Aids. No escopo do PNHV, a coordenação do Ministério da Saúde viabilizou negociações com a indústria farmacêutica para ampliar o acesso a medicamentos e reduzir o custo do tratamento. Simultaneamente, a estrutura de assistência do Sistema Único de Saúde garantiu o manejo dessas doenças na atenção primária.</p>
<p>Um dos grandes marcos no Brasil foi a integração das estratégias de enfrentamento das hepatites virais e IST/Aids em um mesmo departamento do Ministério da Saúde a partir de 2010 e, mais recentemente, de outras condições crônicas e transmissíveis, como tuberculose e hanseníase. Embora as mudanças recentes tenham se apresentado como um retrocesso aos olhos de diversos setores – notadamente da sociedade civil e de gestores –, este corresponde a um processo global consoante à preconização da atenção primária como estratégia principal para promover saúde para todos, aponta o estudo. Neste sentido, o Brasil também foi pioneiro, visto que somente em 2015 as estratégias globais de enfrentamento a essas condições passaram a ser conjuntas.</p>
<p>Conforme a autora, a pesquisa contribui para avaliar a resposta nacional às hepatites e a novas crises de saúde pública, como a de emergência da hepatite aguda infantil de origem desconhecida notificada pelo MS em maio de 2022. “Nosso estudo sugere que existe uma ação institucionalizada no país para o enfrentamento às hepatites virais; portanto, há capacidade estatal para monitorar e responder prontamente a essa emergência de saúde. Ademais, o estudo traz informações sobre a gestão de programas complexos, que envolvem diferentes atores e níveis de gestão; assim, pode subsidiar interessados nos processos políticos da saúde pública e formas de incentivar uma oferta mais igualitária de serviços de saúde”, afirma Davidian.</p>
<p>O relatório também mostra que, a despeito das crises institucionais enfrentadas na última década, o Brasil pode ser exemplo no combate às hepatites virais por suas ações transversais para diagnóstico e monitoramento dos pacientes. “A experiência brasileira deve fornecer lições a países comprometidos a eliminar a hepatite C como problema de saúde pública; seja pelo roteiro de como o programa se estruturou e fortaleceu ao longo do tempo, seja pela implementação da estratégia bem-sucedida de tornar o tratamento acessível a todos”, complementa a pesquisadora.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/dspace;handl/handle/10438/32054">Confira a pesquisa na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/experiencia-brasileira-no-enfrentamento-as-hepatites-virais-traz-aprendizados-para-lidar-com-novas-emergencias-de-saude/">Experiência brasileira no enfrentamento às hepatites virais traz aprendizados para lidar com novas emergências de saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Valorização dos trabalhadores e desburocratização podem melhorar a gestão da saúde pública no Brasil</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/desburocratizacao-gestao-saude-publica-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 May 2022 14:06:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[cadernos gestão pública e cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[cultura organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[desburocratização no brasil]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas em saúde]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de serviços de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ODS3]]></category>
		<category><![CDATA[Organizações Sociais de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[oss saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde de qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Único de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2391</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/05/pexels-zakir-rushanly-11661517-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Organizações sociais da saúde (OSS) contribuem para desburocratização da gestão dos serviços de saúde no Brasil, diz pesquisa da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/05/pexels-zakir-rushanly-11661517-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/05/pexels-zakir-rushanly-11661517-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/05/pexels-zakir-rushanly-11661517-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/05/pexels-zakir-rushanly-11661517-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A pandemia de covid-19 reforçou a importância de melhorar a gestão de pessoas nos serviços públicos de saúde brasileiros. Para garantirem capacidade de mudanças rápidas e treinamento constante dos funcionários, hospitais e órgãos gestores da área devem rever a competitividade dos salários oferecidos no setor público e adotar incentivos à carreira dos trabalhadores. É o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/desburocratizacao-gestao-saude-publica-brasil/">Valorização dos trabalhadores e desburocratização podem melhorar a gestão da saúde pública no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/05/pexels-zakir-rushanly-11661517-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Organizações sociais da saúde (OSS) contribuem para desburocratização da gestão dos serviços de saúde no Brasil, diz pesquisa da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/05/pexels-zakir-rushanly-11661517-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/05/pexels-zakir-rushanly-11661517-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/05/pexels-zakir-rushanly-11661517-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/05/pexels-zakir-rushanly-11661517-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A pandemia de covid-19 reforçou a importância de melhorar a gestão de pessoas nos serviços públicos de saúde brasileiros. Para garantirem capacidade de mudanças rápidas e treinamento constante dos funcionários, hospitais e órgãos gestores da área devem rever a competitividade dos salários oferecidos no setor público e adotar incentivos à carreira dos trabalhadores.</p>
<p>É o que indicam as pesquisadoras da FGV EAESP Ana Maria Malik, Mariana Carrera e Laura Schiesari em estudo publicado na revista &#8220;Cadernos Gestão Pública e Cidadania&#8221;. O estudo evidencia a importância da desburocratização da gestão de pessoas nos serviços de saúde pública.</p>
<p>As autoras realizaram sete entrevistas no início de 2021 com gestores de uma secretaria estadual de saúde, de <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/levantamento-inedito-contabiliza-mais-de-mil-hospitais-gerenciados-por-organizacoes-sociais-da-saude-no-brasil/">organizações sociais da saúde (OSS)</a> &#8212; entidades que realizam a administração de hospitais por meio de convênio com o poder público &#8212; e de hospitais com administração pública direta ou sob responsabilidade de entidades parceiras.</p>
<h2>Organizações sociais da saúde (OSS) contribuem para desburocratização da gestão dos serviços de saúde no Brasil</h2>
<p>Segundo gestores das organizações sociais da saúde, a grande diferença entre esta modalidade e a administração direta é a facilidade de <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/bem-estar-trabalhadores-saude/">gestão de recursos humanos</a>. Nas OSSs, predominam programas de valorização e recompensa pelo bom desempenho dos funcionários. Também há uma cultura organizacional que valoriza qualidade de vida e segurança do trabalho.</p>
<p>A pesquisa também aponta que um plano de carreira estável incentiva a permanência e a motivação dos trabalhadores. O servidor estatutário que entra por concurso público na administração direta conquista estabilidade, mas tem poucas possibilidades de promoção ou incremento salarial. Já o celetista é constantemente avaliado e pode ser reconduzido para outras funções, o que estimula a formação contínua e o crescimento profissional.</p>
<p>A flexibilidade da gestão é outro aspecto necessário para a melhoria dos serviços de saúde, aponta o artigo. A abertura de vaga por meio de concurso público é um processo lento e burocrático. Assim, a experiência das OSS pode trazer agilidade para a contratação. Ferramentas de comunicação interna também são fundamentais para a gestão eficiente e participativa, com alinhamento de estratégias entre os gestores.</p>
<p><a href="https://pesquisa-eaesp.fgv.br/sites/gvpesquisa.fgv.br/files/arquivos/malik3.pdf">Confira o estudo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/desburocratizacao-gestao-saude-publica-brasil/">Valorização dos trabalhadores e desburocratização podem melhorar a gestão da saúde pública no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Falta de coordenação nacional faz com que estados e municípios assumam gestão de pandemia no país</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/sem-categoria/consorcio-municipios-gestao-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2022 11:41:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[atendimentos de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[coordenação nacional]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[federalismo]]></category>
		<category><![CDATA[ODS3]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde de qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2324</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/sus_vale_esta-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Consórcio de municípios para aquisição de insumos de saúde é exemplo de colaboração frente à omissão do governo federal durante pandemia" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/sus_vale_esta-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/sus_vale_esta-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/sus_vale_esta-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/sus_vale_esta-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A negligência do governo federal no enfrentamento à pandemia de covid-19 evidenciou a falta de coordenação nacional de políticas públicas na área da saúde. No entanto, a estrutura descentralizada do Sistema Único de Saúde contribuiu para o atendimento à população a partir das esferas estadual e municipal, mesmo em contexto de redução de investimentos em [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/sem-categoria/consorcio-municipios-gestao-pandemia/">Falta de coordenação nacional faz com que estados e municípios assumam gestão de pandemia no país</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/sus_vale_esta-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Consórcio de municípios para aquisição de insumos de saúde é exemplo de colaboração frente à omissão do governo federal durante pandemia" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/sus_vale_esta-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/sus_vale_esta-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/sus_vale_esta-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/sus_vale_esta-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A negligência do governo federal no <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/municipios-enfrentam-seu-maior-teste-de-capacidades-administrativas-e-gerenciais-com-a-covid-19-que-exigira-mais-dos-governos-locais/">enfrentamento à pandemia de covid-19</a> evidenciou a falta de coordenação nacional de políticas públicas na área da saúde. No entanto, a estrutura descentralizada do Sistema Único de Saúde contribuiu para o atendimento à população a partir das esferas estadual e municipal, mesmo em contexto de redução de investimentos em saúde.</p>
<p>É o que apontam os pesquisadores Eduardo José Grin, Antônio Sérgio Araújo Fernandes, Catarina Ianni Segatto, Marco Antônio Carvalho Teixeira, Alex Bruno Ferreira Marques do Nascimento e Paula Chies Schommer na abertura da edição especial dos Cadernos Gestão Pública e Cidadania da FGV EAESP sobre a pandemia e o futuro do federalismo brasileiro.</p>
<p>O modelo de federalismo previsto pela Constituição Federal de 1988 estabelece a coordenação políticas públicas em nível nacional. Ao mesmo tempo, permite o compartilhamento de atribuições com estados e municípios de maneira a ampliar o acesso aos direitos sociais e atenuar as desigualdades regionais. O fortalecimento desse arranjo a partir da década de 1990 foi decisivo para a universalização de serviços como saúde e educação básica.</p>
<h2>Consórcio de municípios para aquisição de insumos é exemplo de colaboração frente à omissão do governo federal</h2>
<p>Além da resiliência do SUS, os autores citam outras iniciativas que fizeram frente à gestão federal durante a pandemia, motivada pelo conflito ao invés da colaboração. <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/mais-da-metade-dos-municipios-brasileiros-participam-de-cooperacoes-intermunicipais-na-area-de-saude/">A cooperação horizontal por consórcios de estados ou municípios</a> possibilitou a aquisição conjunta de insumos e medicamentos. Já a criação do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) permitiu o compartilhamento de dados e estratégias entre os governos estaduais.</p>
<p>Apesar de a omissão do governo federal não ter comprometido as competências dos estados e municípios, as respostas tendem a ser fragmentadas e desiguais na ausência de coordenação nacional. O atraso na negociação da compra de vacinas é um exemplo de prejuízo incapaz de ser mitigado por governadores e prefeitos, já que a estratégia da campanha de vacinação deve ser conduzida no âmbito nacional.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/cgpc/article/view/85351/80643">Confira aqui na íntegra </a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/sem-categoria/consorcio-municipios-gestao-pandemia/">Falta de coordenação nacional faz com que estados e municípios assumam gestão de pandemia no país</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
