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	<title>Arquivos saúde mental - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos saúde mental - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<item>
		<title>Contratação de profissionais de saúde mental melhora atendimento no SUS, mas não reduz mortalidade</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/contratacao-profissionais-saude-mental-nasf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 11:19:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2492903785-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Profissionais de saúde mental atendendo pacientes em uma unidade do SUS no Brasil" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2492903785-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2492903785-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2492903785-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2492903785-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Nos últimos anos, o Brasil implementou políticas públicas para fortalecer a oferta de serviços de saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS). Um dos principais instrumentos foi o Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), criado para ampliar o escopo da atenção primária por meio da contratação de profissionais especializados, como psicólogos, terapeutas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2492903785-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Profissionais de saúde mental atendendo pacientes em uma unidade do SUS no Brasil" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2492903785-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2492903785-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2492903785-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2492903785-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Nos últimos anos, o Brasil implementou políticas públicas para fortalecer a oferta de serviços de saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS). Um dos principais instrumentos foi o Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), criado para ampliar o escopo da atenção primária por meio da contratação de profissionais especializados, como psicólogos, terapeutas ocupacionais e psiquiatras. Portanto, a expectativa era melhorar o acesso e a qualidade do cuidado em saúde mental, reduzindo hospitalizações e mortalidade.</p>
<p>O artigo “Contratação de profissionais de saúde mental: Evidências de uma política de grande escala no Brasil”, de Matías Mrejen (UFF) e Rudi Rocha (FGV EAESP), publicado na revista Labour Economics, avalia o impacto dessa política em todo o país. O estudo examina se a ampliação da força de trabalho especializada trouxe resultados concretos para os usuários do SUS.</p>
<p>A pesquisa utilizou microdados administrativos nacionais entre 2005 e 2018, abrangendo mais de 5 mil municípios brasileiros. Os autores cruzaram informações sobre número de profissionais, horas trabalhadas, consultas realizadas e indicadores de saúde, como hospitalizações e mortalidade. Dessa forma, puderam comparar municípios que aderiram ao programa NASF em momentos diferentes, identificando seus efeitos ao longo do tempo.</p>
<h1>Contratação de profissionais de saúde mental aumentou, mas ainda carece de integração</h1>
<p>Os dados mostram aumento expressivo no número de psicólogos e terapeutas ocupacionais em unidades de atenção primária, com efeitos menores, mas positivos, para psiquiatras. Esse crescimento se traduziu em mais consultas ambulatoriais e maior acesso da população a serviços de saúde mental.</p>
<p>Por outro lado, os pesquisadores não encontraram impactos significativos na mortalidade, nas hospitalizações ou nos dias de licença médica por condições relacionadas à saúde mental. Isso sugere que, embora a oferta de profissionais tenha melhorado, a qualidade dos resultados em saúde ainda depende da integração entre os diferentes níveis de atendimento, especialmente com os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).</p>
<p>Os resultados reforçam a importância de políticas públicas voltadas à contratação e retenção de profissionais qualificados no SUS, especialmente em áreas carentes. Contudo, os autores destacam que ampliar o número de profissionais não é suficiente para enfrentar os desafios mais graves da saúde mental.</p>
<p>A eficácia das políticas depende também de infraestrutura, coordenação entre serviços e continuidade do cuidado. Segundo os autores, investir em profissionais é um passo essencial, mas o impacto em indicadores de saúde mental mais extremos requer estratégias complementares.</p>
<p>A pesquisa oferece evidências importantes para gestores públicos e profissionais de saúde sobre como estruturar políticas eficazes de saúde mental, mostrando que a expansão da equipe é necessária, mas deve vir acompanhada de integração e suporte adequado em todos os níveis do sistema.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1016/j.labeco.2025.102728">o artigo na íntegra. </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como a liderança feminina na política pode salvar a vida de mulheres</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/como-a-lideranca-feminina-na-politica-pode-salvar-a-vida-de-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 11:24:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/mulheres-de-negocios-olhando-alto-falante-com-papeis-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/mulheres-de-negocios-olhando-alto-falante-com-papeis-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/mulheres-de-negocios-olhando-alto-falante-com-papeis-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/mulheres-de-negocios-olhando-alto-falante-com-papeis-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/mulheres-de-negocios-olhando-alto-falante-com-papeis-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A presença de mulheres em cargos de liderança tem o potencial de transformar não apenas as políticas públicas, mas também a percepção que outras mulheres têm de si mesmas e de suas possibilidades. Esse efeito vai além do simbolismo: ele pode refletir diretamente na saúde e no bem-estar feminino. Em sociedades marcadas por normas sociais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/mulheres-de-negocios-olhando-alto-falante-com-papeis-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/mulheres-de-negocios-olhando-alto-falante-com-papeis-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/mulheres-de-negocios-olhando-alto-falante-com-papeis-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/mulheres-de-negocios-olhando-alto-falante-com-papeis-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/mulheres-de-negocios-olhando-alto-falante-com-papeis-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A presença de mulheres em cargos de liderança tem o potencial de transformar não apenas as políticas públicas, mas também a percepção que outras mulheres têm de si mesmas e de suas possibilidades. Esse efeito vai além do simbolismo: ele pode refletir diretamente na saúde e no bem-estar feminino.</p>
<p>Em sociedades marcadas por normas sociais rígidas e fortes pressões familiares — especialmente no caso de mulheres casadas — o risco de sofrimento emocional severo tende a aumentar. O suicídio, ainda que seja um fenômeno complexo e delicado, é influenciado por fatores sociais e culturais — e, como revela este estudo, também pode ser afetado pela liderança política.</p>
<p>A pesquisa mostra que a eleição de prefeitas está associada a uma redução significativa nas taxas de suicídio entre mulheres casadas: 1,33 mortes a menos por 100 mil habitantes, em uma população cuja média é de cerca de 5 por 100 mil. Embora esse número pareça modesto, representa um impacto relevante em termos de saúde pública. Notavelmente, o efeito foi observado exclusivamente entre mulheres casadas — não se repetindo entre solteiras, viúvas ou outros grupos por faixa etária e classe social.</p>
<p>Segundo os autores, esse resultado pode ser explicado pela ideia de “modelos inspiradores”. Quando uma mulher assume um cargo de liderança política — historicamente dominado por homens — ela se torna uma referência concreta de superação e transformação. Isso pode levar outras mulheres a reavaliar seus próprios papéis, fortalecer sua autoestima, buscar maior autonomia e, assim, enfrentar melhor contextos adversos.</p>
<p>O estudo foi conduzido por Gabriela Gerote Arvate, Paulo Arvate e Adriano Massuda (FGV EAESP), Raffael Massuda e Rifat Atun, e publicado na revista <em>Frontiers in Public Health</em>. Com base em dados das eleições municipais brasileiras entre 2004 e 2012, os pesquisadores utilizaram a metodologia de regressão descontínua, uma técnica quase-experimental que permite estimar efeitos causais. Foram comparados municípios em que mulheres e homens venceram eleições por margens muito apertadas, o que possibilitou isolar o impacto da eleição de uma prefeita, eliminando a influência de outras variáveis como perfil dos candidatos ou características locais. As informações sobre suicídios foram cruzadas com dados do Ministério da Saúde para o mesmo período.</p>
<h1>Implicações sociais e para políticas públicas</h1>
<p>As conclusões da pesquisa são poderosas: o empoderamento feminino em espaços tradicionalmente masculinos pode salvar vidas. Em muitos contextos — inclusive em regiões do Brasil — mulheres casadas ainda vivem sob fortes restrições sociais, o que contribui para vulnerabilidades emocionais e psicológicas. Nesse cenário, a figura de uma prefeita pode representar a possibilidade concreta de mudança, mesmo dentro de estruturas opressoras.</p>
<p>Além disso, os resultados reforçam um corpo crescente de evidências que demonstram o impacto positivo da representatividade feminina sobre indicadores de saúde. Trata-se de um chamado claro para que governos e instituições invistam em políticas de inclusão e promoção da liderança feminina — não apenas por questões de equidade, mas também como uma estratégia eficaz de saúde pública.</p>
<p>A presença de mulheres na política fortalece a democracia, amplia a representatividade e produz efeitos mensuráveis na vida de outras mulheres. Ao ocuparem posições de poder, prefeitas tornam-se símbolos de que é possível romper barreiras e trilhar caminhos de superação.</p>
<p>Por fim, a pesquisa evidencia que promover o empoderamento feminino não é apenas uma pauta de justiça social — é uma política de saúde pública e um caminho para o desenvolvimento sustentável.</p>
<p>Leia <a href="https://www.frontiersin.org/journals/public-health/articles/10.3389/fpubh.2024.1513669/full">o artigo na integra</a>.</p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como combater o materialismo dos jovens</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/noticias-internas/como-combater-o-materialismo-dos-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 11:27:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias internas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_1955657998-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_1955657998-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_1955657998-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_1955657998-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_1955657998-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O que podemos fazer para reduzir o materialismo entre crianças e adolescentes? Especialistas caracterizam o materialismo como a importância que o indivíduo atribui aos seus bens materiais, mais especificamente pela ênfase em bens materiais como medida de sucesso e felicidade. O excesso de materialismo tem sido amplamente associado a problemas de saúde mental entre jovens, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_1955657998-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_1955657998-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_1955657998-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_1955657998-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_1955657998-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O que podemos fazer para reduzir o materialismo entre crianças e adolescentes? Especialistas caracterizam o materialismo como a importância que o indivíduo atribui aos seus bens materiais, mais especificamente pela ênfase em bens materiais como medida de sucesso e felicidade. O excesso de materialismo tem sido amplamente associado a problemas de saúde mental entre jovens, como depressão e ansiedade. Estudos recentes indicam que a gratidão pode atuar como um contrapeso poderoso ao materialismo dos jovens, promovendo maior bem-estar e saúde mental.</p>
<p>Para investigar a relação entre gratidão e materialismo, <a href="https://www.frontiersin.org/journals/psychology/articles/10.3389/fpsyg.2024.1352729/full">a pesquisadora da FGV EAESP, Tânia Veludo de Oliveira, junto com Suzana Battistella Lima, publicaram na revista Frontiers in Psychology dois estudos empíricos com adolescentes de baixa renda em São Paulo, Brasil.</a> O primeiro estudo utilizou um design experimental, envolvendo a criação de diários de gratidão por 65 jovens de 14 a 19 anos. Já o segundo estudo consistiu em um questionário respondido por 845 pais e responsáveis. Eles responderam questões sobre sua expressão de gratidão e o materialismo percebido em seus filhos.</p>
<h2>Os resultados de pesquisa demonstraram que a gratidão é uma maneira eficaz de reduzir o excesso de materialismo dos jovens.</h2>
<p>O primeiro estudo mostrou que adolescentes que participaram de atividades que estimularam a gratidão apresentaram uma diminuição significativa na crença de que a felicidade e o sucesso são derivados da aquisição ou possessão de bens materiais. O segundo estudo revelou que pais que expressam gratidão tendem a criar filhos com menores níveis de materialismo. Portanto, as pesquisadoras sugerem que a gratidão pode ser uma estratégia eficaz para reduzir o materialismo e promover o bem-estar dos jovens.</p>
<p>A pesquisa evidencia que o estímulo à gratidão não apenas melhora a saúde mental, mas também pode ser uma intervenção prática e acessível para mitigar o materialismo, especialmente entre os mais jovens e vulneráveis. Por fim, promover a gratidão tanto em casa quanto nas escolas pode ser uma ferramenta valiosa para combater o consumo excessivo e suas consequências negativas.</p>
<p>Leia o <a href="https://www.frontiersin.org/journals/psychology/articles/10.3389/fpsyg.2024.1352729/full">artigo na integra.</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Empresas devem cuidar da saúde mental dos colaboradores; 43% estão sobrecarregados</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/empresas-devem-cuidar-da-saude-mental-dos-colaboradores-43-estao-sobrecarregados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Mar 2023 21:01:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-karolina-grabowska-60285401-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="saúde mental no trabalho: 43% dos trabalhadores que retornam ao regime presencial estão sobrecarregados, diz pesquisa" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-karolina-grabowska-60285401-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-karolina-grabowska-60285401-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-karolina-grabowska-60285401-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-karolina-grabowska-60285401-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Os riscos da Covid-19 e a falta de perspectiva no cenário pandêmico afetaram a saúde mental de funcionários de empresas nos anos de 2020 e 2021. Já no contexto de retorno ao ambiente de trabalho a partir de 2022, a sobrecarga de trabalho passou a ser o maior fator de impacto negativo na saúde mental [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/empresas-devem-cuidar-da-saude-mental-dos-colaboradores-43-estao-sobrecarregados/">Empresas devem cuidar da saúde mental dos colaboradores; 43% estão sobrecarregados</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-karolina-grabowska-60285401-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="saúde mental no trabalho: 43% dos trabalhadores que retornam ao regime presencial estão sobrecarregados, diz pesquisa" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-karolina-grabowska-60285401-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-karolina-grabowska-60285401-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-karolina-grabowska-60285401-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-karolina-grabowska-60285401-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Os riscos da Covid-19 e a falta de perspectiva no cenário pandêmico afetaram a saúde mental de funcionários de empresas nos anos de 2020 e 2021. Já no contexto de retorno ao ambiente de trabalho a partir de 2022, a sobrecarga de trabalho passou a ser o maior fator de impacto negativo na saúde mental dos colaboradores. É o que indica estudo com participação do pesquisador da FGV EAESP Paul Ferreira e da graduanda em Administração de Empresas Taynã Chiodi Appel. A sobrecarga foi citada por 43% dos entrevistados, seguida pela pressão por resultados e metas, lembrada por 31% dos respondentes.</p>
<p>Publicado na revista “GV Executivo”, o artigo analisa a transição do mercado de trabalho para um cenário pós-pandemia e parte de dados referentes ao primeiro semestre de 2022. A pesquisa é baseada em respostas de 572 profissionais brasileiros que ocupam cargos variados, como analistas, gerentes e coordenadores de empresas. A maioria dos respondentes (88%) atua na Região Sudeste.</p>
<h2>Para cuidar da saúde mental no trabalho, líderes devem manter escuta ativa</h2>
<p>Os autores relatam que 54% dos trabalhadores já sofreram algum transtorno de saúde mental. Destes, 63% afirmam não ter recebido apoio da liderança para lidar com a doença e quase 60% saíram da empresa por conta do quadro. “Os respondentes relataram que <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/43-dos-trabalhadores-brasileiros-alegam-que-estao-com-sobrecarga-de-trabalho-revela-pesquisa/">se sentem sobrecarregados</a> e pressionados por resultados, sem contrapartida de reconhecimento, o que pode causar episódios de desmotivação, crise de pânico, depressão e culminar em burnout”, aponta o artigo.</p>
<p>Os colaboradores citaram doze benefícios que consideraram mais importantes de serem oferecidos pelas empresas<a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/dores-fisicas-causadas-pelo-home-office-estao-associadas-a-baixos-indices-de-bem-estar-e-saude-mental/"> durante a pandemia</a>, divididos em três categorias: serviços de saúde, auxílio financeiro e apoio ao desenvolvimento profissional. Porém, eles dizem que as empresas não comunicam nem implementam oito desses benefícios &#8211; como é o caso de programas de saúde mental, prioridade mais citada na pesquisa, não implementados pelas empresas, segundo 67% dos entrevistados.</p>
<p>Os líderes devem criar espaços seguros de conversa e manter uma escuta ativa, afirmam os autores. O treinamento em saúde mental também é uma das recomendações do artigo. “De maneira particular, gestores de equipes devem ter as habilidades para identificar todos os subordinados e responder com empatia e de forma adequada a eles, especialmente àqueles que podem ser mais vulneráveis, uma vez que estão sub-representados no escritório em função de <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/maioria-das-profissionais-de-saude-negras-se-sentem-despreparadas-para-lidar-com-a-pandemia/">raça</a>, <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/inclusao-de-mulheres-no-mercado-de-trabalho-precisa-de-equiparacao-de-salarios-e-diversificacao-de-liderancas/">gênero</a>, orientação sexual ou outra identidade”, completam os pesquisadores.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvexecutivo/article/view/88543/83309">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Burnout: olhar para a subjetividade dos trabalhadores é alternativa para lidar com o problema nas organizações</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/burnout-olhar-para-a-subjetividade-dos-trabalhadores-e-alternativa-para-lidar-com-o-problema-nas-organizacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 19:28:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[burnout]]></category>
		<category><![CDATA[corpo erógeno]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-kampus-production-8636636-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Olhar para a subjetividade dos trabalhadores é alternativa para lidar com burnout e esgotamento profissional nas organizações, diz estudo" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-kampus-production-8636636-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-kampus-production-8636636-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-kampus-production-8636636-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-kampus-production-8636636-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Através da psicanálise, é possível investigar como o controle organizacional se manifesta nos corpos dos sujeitos no mundo do trabalho. Segundo artigo com a coautoria do pesquisador da FGV EAESP Marcelo Galletti Ferretti publicado na “Revista de Administração de Empresas” (RAE), os estudos organizacionais devem superar a noção de corpo baseada na anatomia. Os pesquisadores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-kampus-production-8636636-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Olhar para a subjetividade dos trabalhadores é alternativa para lidar com burnout e esgotamento profissional nas organizações, diz estudo" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-kampus-production-8636636-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-kampus-production-8636636-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-kampus-production-8636636-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-kampus-production-8636636-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Através da psicanálise, é possível investigar como o controle organizacional se manifesta nos corpos dos sujeitos no mundo do trabalho. Segundo artigo com a coautoria do pesquisador da FGV EAESP<a href="https://eaesp.fgv.br/pessoa/marcelo-galletti-ferretti"> Marcelo Galletti Ferretti</a> publicado na “Revista de Administração de Empresas” (RAE), os estudos organizacionais devem superar a noção de corpo baseada na anatomia.</p>
<p>Os pesquisadores realizam análise de literatura sobre os estudos organizacionais e a noção psicanalítica de corpo erógeno, que considera as subjetividades dos indivíduos. O artigo aponta que ainda há lacunas nas produções sobre essa relação.</p>
<h2>Casos de esgotamento profissional alertam para a necessidade de reconhecer as particularidades dos indivíduos</h2>
<p>O conhecimento moderno ocidental entende a organização a partir de um paralelo com a noção de organismo, cada órgão cumpre sua função na ordem estabelecida, explicam os autores. A partir desta linha de pensamento, o corpo humano é entendido através de suas funções biológicas e, portanto, como um objeto passivo.</p>
<p>Já a noção de corporalidade reconhece o corpo como expressão do que é particular e subjetivo. Conforme o artigo, o conceito de corpo erógeno, vindo da psicanálise, contribui para o entendimento do corpo através de elementos somáticos e psíquicos. Compreender essa relação é importante diante do crescimento de doenças e <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/empresas-devem-cuidar-da-saude-mental-dos-colaboradores-43-estao-sobrecarregados/">transtornos relacionados ao trabalho</a>, como o <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/diante-das-incertezas-no-ambiente-de-trabalho-praticas-de-recursos-humanos-podem-amenizar-ansiedade-dos-funcionarios/">esgotamento profissional</a> (síndrome de burnout).</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/rae/a/Vqz3hhLMPJyLgrjNPgRfQKn/">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>43% dos trabalhadores brasileiros alegam que estão com sobrecarga de trabalho, revela pesquisa</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/43-dos-trabalhadores-brasileiros-alegam-que-estao-com-sobrecarga-de-trabalho-revela-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2022 14:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[ODS3]]></category>
		<category><![CDATA[ODS8]]></category>
		<category><![CDATA[organizações]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho remoto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/elisa-ventur-bmJAXAz6ads-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/elisa-ventur-bmJAXAz6ads-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/elisa-ventur-bmJAXAz6ads-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/elisa-ventur-bmJAXAz6ads-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/elisa-ventur-bmJAXAz6ads-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O cuidado com a saúde mental de colaboradores é um assunto que começou a ser mais pautado pelas áreas de Recursos Humanos das empresas no início da pandemia provocada pela Covid-19. Porém, em uma pesquisa sobre questões relacionadas a benefícios, cultura e bem-estar nas empresas, 43% dos respondentes alegaram que estão com sobrecarga de trabalho. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/43-dos-trabalhadores-brasileiros-alegam-que-estao-com-sobrecarga-de-trabalho-revela-pesquisa/">43% dos trabalhadores brasileiros alegam que estão com sobrecarga de trabalho, revela pesquisa</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/elisa-ventur-bmJAXAz6ads-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/elisa-ventur-bmJAXAz6ads-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/elisa-ventur-bmJAXAz6ads-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/elisa-ventur-bmJAXAz6ads-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/elisa-ventur-bmJAXAz6ads-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O cuidado com a saúde mental de colaboradores é um assunto que começou a ser mais pautado pelas áreas de Recursos Humanos das empresas no início da pandemia provocada pela Covid-19. Porém, em uma pesquisa sobre questões relacionadas a benefícios, cultura e bem-estar nas empresas, 43% dos respondentes alegaram que estão com sobrecarga de trabalho. O levantamento realizado por Paul Ferreira, professor de Estratégica e Liderança e vice-diretor do Núcleo de Estudos em Organizações e Pessoas (NEOP) na Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), em parceria com as empresas Talenses e Gympass, também revelou que 31% dos entrevistados sofrem pressão por resultados e metas.</p>
<p>Outros impactos negativos para a saúde mental dos colaboradores foram apontados na pesquisa: sentir que precisa estar disponível o tempo todo (30%); falta de reconhecimento (30%); falta de empatia/apoio na liderança direta (27%); sentir dificuldade de ter desempenho em sua plena capacidade de trabalho (22%); falta de comunicação com a liderança direta (17%); ter que lidar com as responsabilidades do cuidado com a casa durante a pandemia (15%); e falta de flexibilidade na jornada de trabalho (12%).</p>
<p>Ainda afetam a rotina dos trabalhadores aspectos como: desconforto em compartilhar seus desafios com colegas da equipe ou com a liderança (12%); distanciamento físico dos colegas (11%); sentir que seu desempenho esteja sendo julgado por conta de outras responsabilidades necessárias durante a pandemia (11%); e, por fim, falta de iniciativas de saúde mental (9%).</p>
<p>Outro dado preocupante aponta que, para mais de 75% das pessoas respondentes, os benefícios atuais não são suficientes, ou apenas parcialmente, para a manutenção da sua saúde mental. Também nota-se na pesquisa o impacto de uma gestão no bem-estar das pessoas, uma vez que os quatro principais fatores de impacto negativo estão relacionados a formas de gestão e lideranças.</p>
<p>Também foi perguntado às pessoas colaboradoras quais e quantas estratégias elas utilizaram quando receberam algum diagnóstico de saúde mental. A terapia foi escolhida por 82% das pessoas, ocupando o primeiro lugar. Mudar de emprego também foi bastante apontado, por 32%. Redução das horas de trabalho, por 24%, e até o pedido de demissão, mesmo sem ter trabalho novo, por 21%.</p>
<p>Ao fazer o recorte por gêneros, rever o escopo de trabalho é significativamente mais importante para o gênero feminino. Já a maior visibilidade para os benefícios de bem-estar emocional é prioridade para ambos os gêneros. Já na observação de informações por gerações, quanto mais sênior, maior o desejo de que as lideranças se preocupem com saúde mental. Especificamente, a geração Baby Boomer prefere benefícios como yoga, mindfulness e de saúde física. Os dados também apontam uma oportunidade-chave para as empresas: implementar benefícios focados no bem-estar físico e mental e melhorar a comunicação dessas iniciativas.</p>
<p>A pesquisa ainda teve como conclusão que os Baby Boomers e Geração Z relataram mais liberdade para errar, enquanto as gerações “intermediárias” (Geração X e Millennials/Geração Y) estão se sentindo com menos liberdade para errar.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Metodologia</strong></p>
<p>A pesquisa foi realizada em janeiro deste ano, com 572 brasileiros, sendo que 90% deles estão trabalhando atualmente. Dos participantes, 55% são do sexo masculino, 44% feminino e 1% outros. No recorte de gerações, 49% são Millennials, 34% da geração Y, 10% da geração Z e 7% são Baby Boomers. Em relação ao regime atual de trabalho, 50% estão trabalhando de forma híbrida, 28% estão exclusivamente de forma remota e 22% estão totalmente de forma presencial.</p>
<p>Confira a pesquisa completa <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/43-dos-trabalhadores-brasileiros-alegam-que-estao-com-sobrecarga-de-trabalho-revela-pesquisa/attachment/ferreira_e-bookpesquisa_-saudemental/" rel="attachment wp-att-2450">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Insight Comunicação</em></p>
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		<title>Em meio a reaberturas, profissionais de saúde seguem sem suporte para cuidar da própria saúde mental</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/em-meio-a-reaberturas-profissionais-de-saude-seguem-sem-suporte-para-cuidar-da-propria-saude-mental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Oct 2021 13:19:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Agentes comunitários de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Enquanto os estados e municípios começam a reabrir por conta da baixa nos números de contágio e mortes pela Covid-19, os profissionais que atuam na linha de frente no combate à pandemia continuam com sua saúde mental afetada. Segundo relatório da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), publicado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Enquanto os estados e municípios começam a reabrir por conta da baixa nos números de contágio e mortes pela Covid-19, os profissionais que atuam na linha de frente no combate à pandemia continuam com sua saúde mental afetada. Segundo relatório da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), publicado na quarta-feira (29), apenas 30% desses trabalhadores dizem ter recebido algum tipo de apoio para cuidar da saúde mental.</p>
<p>O relatório apresenta dados obtidos por meio de enquete on-line, realizada entre os dias 1 e 31 de julho de 2021, com 935 profissionais de saúde que atuam na linha de frente de combate da Covid-19. Ele faz parte de uma série de relatórios antecipados pela Bori e elaborados pelo Núcleo de Estudos da Burocracia (NEB-FGV) em parceria com a Fiocruz e a Rede Covid-19 Humanidades ao longo de 2020 e 2021, para compreender as percepções desses profissionais sobre suas condições de trabalho durante a pandemia . Os resultados apresentados fazem parte da quinta rodada (<a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/maioria-das-profissionais-de-saude-negras-se-sentem-despreparadas-para-lidar-com-a-pandemia/">veja a última rodada aqui)</a>.</p>
<p>A maioria dos respondentes são do sexo feminino, com destaque aos 85,8% de mulheres entre as profissionais de enfermagem. Quanto à cor/raça, há predominância de brancos entre médicos (84,7%), profissionais de enfermagem (57,3%) e outros (56,7%), e de negros entre os agentes comunitários de saúde (77,2%).</p>
<p>Esse novo relatório reforça a percepção de que esses profissionais de saúde seguem em uma situação precária e difícil. &#8220;Mesmo já tendo passado tantos meses em pandemia, quem está na linha de frente continua com baixo acesso a recursos e suporte, o que tem comprometido a saúde mental deles, porque a pandemia não acabou, e eles seguem lidando com dificuldades&#8221;, alerta Gabriela Lotta, uma das pesquisadoras responsáveis pelo estudo.</p>
<p>Uma das dificuldades é ter que conviver com o medo, que afeta uma parcela significativa (83,4%) dos profissionais de saúde da linha de frente. Segundo o relatório, é bem possível que, apesar de 98,5%  já estarem vacinados com ao menos a primeira dose, esse sentimento possa ter relação com o alto percentual de colegas de trabalho contaminados pela doença.</p>
<p>A sensação de despreparo para lidar com a Covid-19, mesmo depois de quase um ano e meio de convívio com a pandemia, também afeta quase metade dos profissionais de saúde, ainda que com intensidades desiguais, a depender da formação e atuação.</p>
<p>Além disso, a maior parte dos entrevistados (81,6%) relatou ter percebido impacto na sua saúde mental, taxa que se apresentou de maneira regular entre as diversas profissões analisadas. Apenas uma parcela pequena desses trabalhadores recebeu algum tipo de apoio para o autocuidado. A categoria que menos recebeu esse apoio foi a dos agentes comunitários de saúde (ACS), com 14%.</p>
<p><a href="https://www.impacto.blog.br/?attachment_id=1748" rel="attachment wp-att-1748"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1748" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/Lotta_relatorio1.png" alt="" width="642" height="353" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/Lotta_relatorio1.png 642w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/Lotta_relatorio1-300x165.png 300w" sizes="(max-width: 642px) 100vw, 642px" /></a></p>
<p>&#8220;Mesmo com tantas experiências acumuladas e com o avanço da ciência, ainda vemos uma situação que se assemelha ao que vivenciávamos no início da pandemia em diferentes âmbitos&#8221;, alertam os autores. Por isso, eles reforçam recomendações que têm sido feitas nas quatro rodadas anteriores da pesquisa, sobre a necessidade de busca de maior proteção e melhores condições de trabalho para os profissionais de saúde que atuam no SUS.<br />
“Além disso, é importante estarmos atentos para os novos desafios que se apresentam nesse momento da pandemia e que incidem ainda mais sobre os profissionais de saúde. A campanha de vacinação contra Covid-19 e a atenção a pacientes com síndrome pós-Covid devem pautar a ação dos gestores públicos”, afirma Michelle Fernandez, outra coautora do estudo.</p>
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		<title>Oito de cada dez profissionais de saúde relatam exaustão emocional após um ano de pandemia</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/oito-de-cada-dez-profissionais-de-saude-relatam-exaustao-emocional-apos-um-ano-de-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[EAESP Pesquisa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2021 18:25:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/04/Imagem_CeciliaBastos02-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/04/Imagem_CeciliaBastos02-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/04/Imagem_CeciliaBastos02-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Após um ano de pandemia, a exaustão emocional e a falta de preparo para enfrentar a Covid-19 são a realidade de profissionais da saúde que estão na linha de frente de combate ao novo coronavírus. Um relatório dos pesquisadores da Fundação Getulio Vargas mostra que 80% dos trabalhadores entrevistados sentem impactos negativos na saúde mental [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/04/Imagem_CeciliaBastos02-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/04/Imagem_CeciliaBastos02-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/04/Imagem_CeciliaBastos02-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Após um ano de pandemia, a exaustão emocional e a falta de preparo para enfrentar a Covid-19 são a realidade de profissionais da saúde que estão na linha de frente de combate ao novo coronavírus. Um <a href="https://neburocracia.files.wordpress.com/2021/04/rel11-saude-covid-19-fase4-v3.pdf">relatório</a> dos pesquisadores da Fundação Getulio Vargas mostra que 80% dos trabalhadores entrevistados sentem impactos negativos na saúde mental causados pela pandemia, sendo que apenas 19% buscaram ajuda para lidar com o problema.</p>
<p>Conduzido pelo Núcleo de Estudos da Burocracia (NEB) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP) da FGV, o estudo aplicou um questionário online entre os dias 1º e 20 de março de 2021 a 1829 profissionais de saúde do setor público, como médicos, profissionais de enfermagem, agentes comunitários e outros.</p>
<p>“Enfrentar uma pandemia colocando em risco a própria vida é algo que afeta diretamente a saúde mental dos profissionais”, afirma Michelle Fernandez, professora da UnB e co-autora do relatório. A cientista política diz que há poucas perspectivas de melhora em curto prazo. “Eles estão no limite. Precisam de aconselhamento terapêutico, suporte das chefias, atuar em um ambiente de trabalho saudável, acolhedor e seguro, ou seja precisam da ajuda dos governos e das organizações, mas não é o que temos visto”, recomenda.</p>
<p>A pesquisa é a quarta de uma rodada de pesquisas feitas ao longo de 2020 com o intuito de avaliar o impacto da pandemia de Covid-19 em profissionais de saúde atuando na linha de frente. A análise da série mostra que pouca coisa mudou na realidade destes trabalhadores: em maio de 2020, 65% dos profissionais afirmaram não se sentir preparados para enfrentar a Covid-19, porcentagem que sobe para  70% em março de 2021.</p>
<p>Diversos motivos para esse despreparo foram relatados pelos profissionais, como a situação política e a má condução da pandemia pelo Governo Federal, o negacionismo científico, o medo de expor o vírus à família, além da falta de treinamento, equipamentos de proteção individual, vacinas e testagens. Até agora, 86,8% dos participantes do estudo relataram terem recebido a primeira dose da vacina.</p>
<p>Para Gabriela Lotta, co-autora do estudo, os profissionais de saúde precisam de condições de trabalho adequadas e de apoio e orientação para continuarem o seu trabalho: “É central que os governos vejam a situação dos profissionais para construírem políticas que dêem sustentação a este trabalho primordial. Temos que cuidar de quem cuida de nós, e isso só pode ser feito observando como os profissionais de saúde estão vivendo e enfrentando a pandemia”, explica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Vacinação e reabertura de comércio</b></p>
<p>A reabertura de locais que concentram aglomerações tem sido o foco de muitos debates durante a pandemia. Por isso, os pesquisadores consultaram o que os profissionais de saúde pensam sobre o assunto: 32% são contrários, 45% são favoráveis à reabertura apenas de serviços essenciais e com o uso de máscara, enquanto 22% defendem a reabertura total dos serviços e apenas 0,6% considera prudente reabrir estabelecimentos sem o uso obrigatório de máscaras.</p>
<p>No geral, as respostas dos profissionais de saúde sobre temas científicos tendem a se alinhar às recomendações de autoridades nacionais e internacionais da área. Para entender essa percepção, a pesquisa questionou os entrevistados sobre uma situação hipotética em que um paciente com o diagnóstico confirmado de Covid-19 solicita um tratamento que não é consensual na ciência, mas que é muito falado na internet. Diante dessa simulação, 34% defenderam o direito de escolha do paciente, enquanto 65% acreditam que a palavra final deveria ser do próprio profissional de saúde.</p>
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		<title>A pandemia da Covid-19 e os profissionais da assistência social</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/sem-categoria/a-pandemia-da-covid-19-e-os-profissionais-da-assistencia-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2020 14:58:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[assistência social]]></category>
		<category><![CDATA[covil-19]]></category>
		<category><![CDATA[NEB]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[testagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/pesquisa-assitência-social-NEB-fase-2_blog-impacto-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/pesquisa-assitência-social-NEB-fase-2_blog-impacto-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/pesquisa-assitência-social-NEB-fase-2_blog-impacto-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/pesquisa-assitência-social-NEB-fase-2_blog-impacto-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O despreparo e o medo ainda marcam o cotidiano de profissionais de assistência social, apesar do avanço para o quinto mês de enfrentamento da pandemia de Covid-19. A segunda fase do estudo realizado pelo Núcleo de Estudos da Burocracia (NEB), da FGV EAESP, divulgado nesta quinta-feira (13), revela que 74% destes profissionais continuam se sentindo despreparados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/pesquisa-assitência-social-NEB-fase-2_blog-impacto-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/pesquisa-assitência-social-NEB-fase-2_blog-impacto-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/pesquisa-assitência-social-NEB-fase-2_blog-impacto-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/pesquisa-assitência-social-NEB-fase-2_blog-impacto-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O despreparo e o medo ainda marcam o cotidiano de profissionais de assistência social, apesar do avanço para o quinto mês de enfrentamento da pandemia de Covid-19. A segunda fase do estudo realizado pelo Núcleo de Estudos da Burocracia (NEB), da FGV EAESP, divulgado nesta quinta-feira (13), revela que 74% destes profissionais continuam se sentindo despreparados para lidar com a crise do novo coronavírus, e o medo atinge 89%. A testagem para Covid-19, principal ferramenta para conter a disseminação do vírus, foi aplicada em apenas 11% destes profissionais.</p>
<p>A pesquisa realizou um survey online com 1.091 profissionais da assistência social de todas as regiões do Brasil, entre os dias 15 de junho e 1º de julho. O objetivo dos pesquisadores era de compreender qual a percepção de assistentes sociais, psicólogos, educadores sociais, gestores e outros profissionais do setor sobre os impactos da crise no seu trabalho, bem-estar e modo de agir. Eles aumentaram o número de respondentes da primeira etapa, além de adicionar perguntas sobre saúde mental, assédio moral, emoções no serviço e testagem destes profissionais. A pesquisadora Gabriela Lotta, coordenadora da pesquisa, comenta que a ampliação do número de respondentes e de perguntas permitiu  “compreender ainda mais as condições de trabalho dos profissionais da assistência durante a pandemia. Comparando as duas fases da pesquisa, infelizmente a constatação é de que a situação continua muito precária” (veja os resultados da primeira etapa da pesquisa <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/maioria-dos-assistentes-sociais-temem-o-novo-coronavirus/"><strong>aqui</strong></a>).</p>
<p>As emoções negativas predominam entre os entrevistados. O medo e o estresse lideram, afetando 78% e 59% dos profissionais da assistência social, respectivamente. Em seguida, vem o cansaço (53%) e a tristeza (47%). Além do aumento da progressão das contaminações pelo vírus e do medo de infecção, a falta de ação dos governos está entre uma das causas destes sentimentos. Para 78% dos entrevistados, o governo federal não tem dado suporte no enfrentamento à pandemia.</p>
<p>A falta de suporte é sentida também em nível institucional. Apenas 11% dos profissionais que tiveram a saúde mental afetada durante a pandemia receberam apoio institucional para cuidar disso. “Estes dados demonstram como os profissionais da assistência estão atuando em um contexto muito vulnerável tanto em relação à sua proteção física como psicológica. O problema é que estes profissionais são responsáveis por cuidar das populações mais vulneráveis. E se o profissional está nestas condições ruins, como ele pode dar um tratamento acolhedor para um cidadão em um momento tao crítico?”, aponta Giordano Magri, que também coordenou a pesquisa.</p>
<h2>Mudanças na rotina e pouco acesso a EPIs</h2>
<p>A grande maioria (95%) dos profissionais viu sua rotina se transformar por causa da pandemia de Covid-19. A forma de interagir e atender pessoas, os cuidados constantes com higienização, o estresse, ansiedade e medo de interagir com os usuários foram algumas mudanças observadas pelos respondentes. O medo e a empatia eram os sentimentos que predominavam para 70% e 54% dos respondentes do survey.</p>
<p>O acesso a equipamentos de proteção individual (EPIs) parece ter melhorado em relação a abril de 2020, quando foi aplicada a primeira survey com profissionais da assistência social. Naquele momento, apenas 38,5% alegavam ter recebido EPIs. Na segunda rodada, esse percentual passou para 50%. A porcentagem de profissionais que relatam ter recebido algum tipo de preparo cresceu um pouco, passando de 12,9% para 17,1% de respondentes. Ainda assim, a taxa é baixa, já que a imensa maioria dos profissionais ainda não recebeu treinamento nesse sentido.</p>
<p>Acesse o relatório completo <a href="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/pesquisa-assitência-social-NEB-fase-2-blog-impacto.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://abori.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Bori</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
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