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	<title>Arquivos ODS3 - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos ODS3 - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<item>
		<title>Contratação de profissionais de saúde mental melhora atendimento no SUS, mas não reduz mortalidade</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/contratacao-profissionais-saude-mental-nasf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 11:19:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[atenção primária à saúde]]></category>
		<category><![CDATA[contratação de profissionais de saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[NASF]]></category>
		<category><![CDATA[ODS3]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Profissionais qualificados]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2492903785-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Profissionais de saúde mental atendendo pacientes em uma unidade do SUS no Brasil" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2492903785-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2492903785-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2492903785-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2492903785-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Nos últimos anos, o Brasil implementou políticas públicas para fortalecer a oferta de serviços de saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS). Um dos principais instrumentos foi o Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), criado para ampliar o escopo da atenção primária por meio da contratação de profissionais especializados, como psicólogos, terapeutas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2492903785-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Profissionais de saúde mental atendendo pacientes em uma unidade do SUS no Brasil" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2492903785-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2492903785-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2492903785-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2492903785-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Nos últimos anos, o Brasil implementou políticas públicas para fortalecer a oferta de serviços de saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS). Um dos principais instrumentos foi o Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), criado para ampliar o escopo da atenção primária por meio da contratação de profissionais especializados, como psicólogos, terapeutas ocupacionais e psiquiatras. Portanto, a expectativa era melhorar o acesso e a qualidade do cuidado em saúde mental, reduzindo hospitalizações e mortalidade.</p>
<p>O artigo “Contratação de profissionais de saúde mental: Evidências de uma política de grande escala no Brasil”, de Matías Mrejen (UFF) e Rudi Rocha (FGV EAESP), publicado na revista Labour Economics, avalia o impacto dessa política em todo o país. O estudo examina se a ampliação da força de trabalho especializada trouxe resultados concretos para os usuários do SUS.</p>
<p>A pesquisa utilizou microdados administrativos nacionais entre 2005 e 2018, abrangendo mais de 5 mil municípios brasileiros. Os autores cruzaram informações sobre número de profissionais, horas trabalhadas, consultas realizadas e indicadores de saúde, como hospitalizações e mortalidade. Dessa forma, puderam comparar municípios que aderiram ao programa NASF em momentos diferentes, identificando seus efeitos ao longo do tempo.</p>
<h1>Contratação de profissionais de saúde mental aumentou, mas ainda carece de integração</h1>
<p>Os dados mostram aumento expressivo no número de psicólogos e terapeutas ocupacionais em unidades de atenção primária, com efeitos menores, mas positivos, para psiquiatras. Esse crescimento se traduziu em mais consultas ambulatoriais e maior acesso da população a serviços de saúde mental.</p>
<p>Por outro lado, os pesquisadores não encontraram impactos significativos na mortalidade, nas hospitalizações ou nos dias de licença médica por condições relacionadas à saúde mental. Isso sugere que, embora a oferta de profissionais tenha melhorado, a qualidade dos resultados em saúde ainda depende da integração entre os diferentes níveis de atendimento, especialmente com os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).</p>
<p>Os resultados reforçam a importância de políticas públicas voltadas à contratação e retenção de profissionais qualificados no SUS, especialmente em áreas carentes. Contudo, os autores destacam que ampliar o número de profissionais não é suficiente para enfrentar os desafios mais graves da saúde mental.</p>
<p>A eficácia das políticas depende também de infraestrutura, coordenação entre serviços e continuidade do cuidado. Segundo os autores, investir em profissionais é um passo essencial, mas o impacto em indicadores de saúde mental mais extremos requer estratégias complementares.</p>
<p>A pesquisa oferece evidências importantes para gestores públicos e profissionais de saúde sobre como estruturar políticas eficazes de saúde mental, mostrando que a expansão da equipe é necessária, mas deve vir acompanhada de integração e suporte adequado em todos os níveis do sistema.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1016/j.labeco.2025.102728">o artigo na íntegra. </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<item>
		<title>#Podcast Impacto: Como se orientar diante dos dilemas na carreira?</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/podcast/como-se-orientar-diante-dos-dilemas-na-carreira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2024 11:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[burnout]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/Podcast_Impacto_indecisao_carreira-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/Podcast_Impacto_indecisao_carreira-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/Podcast_Impacto_indecisao_carreira-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/Podcast_Impacto_indecisao_carreira-350x350.png 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Como se orientar diante dos dilemas na carreira? Nesse episódio do Podcast Impacto, Livia fala sobre sua experiência com gestão de pessoas no mercado de trabalho e como identificou a necessidade de pesquisar o dilema da indecisão na carreira, fenômeno que tem crescido com as mudanças na tecnologia e no mercado de trabalho. Ela afirma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/Podcast_Impacto_indecisao_carreira-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/Podcast_Impacto_indecisao_carreira-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/Podcast_Impacto_indecisao_carreira-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/Podcast_Impacto_indecisao_carreira-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Como se orientar diante dos dilemas na carreira? Nesse episódio do Podcast Impacto, Livia fala sobre sua experiência com gestão de pessoas no mercado de trabalho e como identificou a necessidade de pesquisar o dilema da indecisão na carreira, fenômeno que tem crescido com as mudanças na tecnologia e no mercado de trabalho.</p>
<p>Ela afirma que empregos e profissões estão mudando, o home office está transformando as condições de trabalho, e o aumento de casos de burnout acelera pedidos de demissão. Todas essas transformações têm pressionado trabalhadores a repensarem suas carreiras.</p>
<p>Livia Kuga fez o <a href="https://eaesp.fgv.br/cursos/mestrado-profissional-gestao-para-competitividade-mpgc">MPGC</a> &#8211; Mestrado Profissional em Gestão para a Competitividade na linha de <a href="https://eaesp.fgv.br/cursos/mestrado-profissional-gestao-para-competitividade-gestao-pessoas">Gestão de Pessoas</a> na Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP). Livia foi orientada por Miguel Caldas &#8211; Professor adjunto da FGV EAESP e professor da University of Texas at Tyler e ganhou menção honrosa por seu trabalho aplicado intitulado “<a href="https://repositorio.fgv.br/items/8c9198d1-9b97-47ec-90f5-8e30ba5072f3">Exploring the career decidedness-career adaptability nexus: new avenues for research from a grounded theory study</a>”.</p>
<p>Com base em uma revisão sistemática da literatura, Livia apresenta uma ferramenta prática para enfrentar os desafios na trajetória profissional, detalhada em seu artigo publicado na revista GV-executivo. Ouça a entrevista completa e acesse o artigo para explorar soluções práticas e inovadoras para a adaptabilidade de carreira. Leia mais <a href="https://periodicos.fgv.br/gvexecutivo/article/view/90122">aqui.</a></p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Como se orientar diante dos dilemas na carreira?" style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/episode/4XpTFzPbhaFaZk4YbFmdTX?utm_source=oembed"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Igualdade de gênero e integração de órgãos do governo contribuem para políticas de cuidado infantil</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/igualdade-de-genero-e-integracao-de-orgaos-do-governo-contribuem-para-politicas-de-cuidado-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2024 12:54:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade de gênero]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 5]]></category>
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		<category><![CDATA[políticas de cuidado]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/kelly-sikkema-y1j60Ifj5-M-unsplash1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Perspectiva da igualdade de gênero deve ser incluída nas políticas de cuidado" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/kelly-sikkema-y1j60Ifj5-M-unsplash1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/kelly-sikkema-y1j60Ifj5-M-unsplash1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/kelly-sikkema-y1j60Ifj5-M-unsplash1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/kelly-sikkema-y1j60Ifj5-M-unsplash1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />As políticas de cuidado são iniciativas de combate à desigualdade que buscam oferecer condições básicas &#8211; como alimentação, saúde e higiene &#8211; a grupos necessitados. No Brasil, uma dessas iniciativas foi o Brasil Carinhoso, programa do governo federal que, entre 2012 e 2015, teve o objetivo de fortalecer os direitos e o cuidado com crianças [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/igualdade-de-genero-e-integracao-de-orgaos-do-governo-contribuem-para-politicas-de-cuidado-infantil/">Igualdade de gênero e integração de órgãos do governo contribuem para políticas de cuidado infantil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/kelly-sikkema-y1j60Ifj5-M-unsplash1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Perspectiva da igualdade de gênero deve ser incluída nas políticas de cuidado" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/kelly-sikkema-y1j60Ifj5-M-unsplash1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/kelly-sikkema-y1j60Ifj5-M-unsplash1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/kelly-sikkema-y1j60Ifj5-M-unsplash1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/kelly-sikkema-y1j60Ifj5-M-unsplash1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>As políticas de cuidado são iniciativas de combate à desigualdade que buscam oferecer condições básicas &#8211; como alimentação, saúde e higiene &#8211; a grupos necessitados. No Brasil, uma dessas iniciativas foi o Brasil Carinhoso, programa do governo federal que, entre 2012 e 2015, teve o objetivo de fortalecer os direitos e o cuidado com crianças de até 6 anos de idade. Por sua abordagem múltipla, essa e outras políticas de cuidados podem se beneficiar de visões integradas, como a intersetorialidade e a transversalidade.</p>
<p>A intersetorialidade refere-se à integração de diferentes setores públicos para enfrentar um problema complexo &#8211; como saúde, educação e nutrição para o desenvolvimento infantil, por exemplo. <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/politica-de-creches-exemplo-de-acao-publica-baseada-na-transversalidade-de-genero/">Já a transversalidade é a incorporação de perspectivas de igualdade de gênero nas políticas públicas</a>. Nas políticas de cuidado, isso significa dar visibilidade e garantir os direitos dos cuidadores &#8211; em sua grande maioria, mulheres.</p>
<p>A análise está em <a href="https://www.scielo.br/j/cp/a/HRgkqWkp7bNmk9y8KwYFqjJ/">artigo publicado pela pesquisadora da FGV EAESP Marta Ferreira Santos Farah e colaboradores na revista “Cadernos de Pesquisa”</a>, da Fundação Carlos Chagas. Para entender o papel desses atributos no Brasil Carinhoso, as pesquisadoras analisaram documentos governamentais relacionados ao programa, de 2012 a 2015. Entre 2015 e 2017, também entrevistaram seis pessoas de órgãos governamentais ligados à educação, saúde, desenvolvimento social e mulheres.</p>
<h2>Transversalidade e intersetorialidade ganham destaque em políticas de cuidado atuais no Brasil</h2>
<p>A pesquisa mostrou que a intersetorialidade esteve presente na formulação do programa, mas não em sua implementação prática. A política articulou diferentes órgãos relacionados à saúde, educação, assistência social e nutrição no desenvolvimento infantil, criando um novo modelo para o financiamento do programa que envolvia três ministérios. Isso resultou na ampliação do acesso à creche, por exemplo. No entanto, a implementação prática do programa &#8211; como a formulação, a gestão e as deliberações, por exemplo &#8211; ocorreu de forma individualizada para cada setor.</p>
<p>A transversalidade, por sua vez, não foi contemplada na política. Apesar de previsto no desenho do projeto, os órgãos relacionados às mulheres não foram mobilizados na governança e nas negociações relacionadas ao programa. Além disso, em seus objetivos, a iniciativa não considerou ações de cuidado voltadas às mulheres &#8211; que são as principais responsáveis pelo cuidado com as crianças.</p>
<p>Segundo o estudo, os órgãos governamentais e as políticas de cuidados atuais já oferecem uma abordagem mais adequada. É o caso da Secretaria Nacional de Políticas de Cuidados e Família (SNCF), criada em 2023 pelo Ministério da Saúde com o objetivo de elaborar uma política nacional de cuidados. Diferente do que foi observado no Brasil Carinhoso, a intersetorialidade e a transversalidade são consideradas centrais na formulação desse projeto. A ideia é adotar estratégias que permitam a participação de múltiplos setores e que abordem diversos tipos de desigualdades.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/igualdade-de-genero-e-integracao-de-orgaos-do-governo-contribuem-para-politicas-de-cuidado-infantil/">Igualdade de gênero e integração de órgãos do governo contribuem para políticas de cuidado infantil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Relações pessoais e impacto social do trabalho são essenciais para o bem-estar de profissionais da enfermagem</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/relacoes-pessoais-e-impacto-social-do-trabalho-sao-essenciais-para-o-bem-estar-de-profissionais-da-enfermagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Sep 2023 11:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[ODS3]]></category>
		<category><![CDATA[organizações]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e bem-estar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=3422</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-karolina-grabowska-5207099-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="profissional de saúde" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-karolina-grabowska-5207099-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-karolina-grabowska-5207099-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-karolina-grabowska-5207099-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-karolina-grabowska-5207099-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A forma como profissionais do campo da enfermagem enxergam seu trabalho está ligada, principalmente, a fatores subjetivos a cada trabalhador. Apesar da importância de aspectos objetivos, como remuneração e condições de trabalho, elementos intrínsecos à atuação de um profisisonal da saúde apresentam grande contribuição para seu bem-estar no trabalho. É o caso das relações pessoais [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/relacoes-pessoais-e-impacto-social-do-trabalho-sao-essenciais-para-o-bem-estar-de-profissionais-da-enfermagem/">Relações pessoais e impacto social do trabalho são essenciais para o bem-estar de profissionais da enfermagem</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-karolina-grabowska-5207099-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="profissional de saúde" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-karolina-grabowska-5207099-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-karolina-grabowska-5207099-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-karolina-grabowska-5207099-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-karolina-grabowska-5207099-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A forma como profissionais do campo da enfermagem enxergam seu trabalho está ligada, principalmente, a fatores subjetivos a cada trabalhador. Apesar da importância de aspectos objetivos, como remuneração e condições de trabalho, elementos intrínsecos à atuação de um profisisonal da saúde apresentam grande contribuição para seu <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/bem-estar-trabalhadores-saude/">bem-estar no trabalho. </a>É o caso das relações pessoais e da dimensão social da atividade, por exemplo. A análise está em artigo publicado pelo pesquisador da FGV EAESP Anderson de Souza Sant’Anna, em colaboração com as pesquisadoras Karynne Prado e Daniela Martins Diniz, na Revista “Psicologia: Organizações &amp; Trabalho” (rPOT).</p>
<p>Para investigar a percepção de trabalhadores da enfermagem sobre sua ocupação, os autores entrevistaram cinco enfermeiros que atuam em uma cidade do interior de Minas Gerais, sobre sua relação com o trabalho. A coleta de dados ocorreu em novembro de 2018. Os participantes contemplam diferentes trajetórias profissionais da área: docência, administração, atuação no setor público de saúde e atividade autônoma ou empresarial.</p>
<h2>Profissional da saúde preza pela boa convivência com colegas e pacientes</h2>
<p>A pesquisa aponta um consenso entre os entrevistados de que suas funções produzem resultados que beneficiam o restante da sociedade, como o cuidado pessoal e a formação de novos profissionais, bem como permitem a oportunidade de desenvolvimento individual &#8211; desde a troca de experiências com colegas e pacientes até o gerenciamento de equipes. A maioria também relata que autonomia para a tomada de decisões e uma boa convivência com os colegas de trabalho são aspectos fundamentais para o exercício da enfermagem. Os participantes concordam que essas características favorecem positivamente a forma como enxergam seu trabalho.</p>
<p>Por outro lado, parte dos entrevistados aponta que a ausência de feedback positivo, privilégios desiguais e assédio moral são fatores que contribuem negativamente para o sentido que atribuem a seu trabalho. Segundo os autores, os resultados da pesquisa podem ser utilizados para embasar políticas de trabalho que priorizem os <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/investimentos-em-saude-lazer-e-seguranca-no-trabalho-melhoram-qualidade-de-vida-de-funcionarios-de-hospital/">aspectos positivos</a> mencionados pelos enfermeiros. Como próximos passos, os pesquisadores sugerem a elaboração de estudos quantitativos que permitam mensurar o percentual de importância de cada fator no bem-estar dos profissionais e possíveis correlações entre eles.</p>
<p><a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1984-66572021000100006">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/relacoes-pessoais-e-impacto-social-do-trabalho-sao-essenciais-para-o-bem-estar-de-profissionais-da-enfermagem/">Relações pessoais e impacto social do trabalho são essenciais para o bem-estar de profissionais da enfermagem</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Segunda onda da pandemia aprofundou o desfinanciamento do SUS</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/segunda-onda-da-pandemia-aprofundou-o-desfinanciamento-do-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2022 13:44:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/dsc4911-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Ambulância do SUS transporta paciente" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/dsc4911-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/dsc4911-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/dsc4911-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/dsc4911-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />De abril a julho de 2020, período do primeiro pico de casos e mortes em decorrência da covid-19 no Brasil, houve baixa alocação de recursos no Ministério da Saúde para o combate à pandemia. Os empenhos ocorreram, em maioria, a partir do mês de agosto. De janeiro a abril de 2021, quando uma segunda onda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/dsc4911-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Ambulância do SUS transporta paciente" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/dsc4911-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/dsc4911-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/dsc4911-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/dsc4911-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>De abril a julho de 2020, período do primeiro pico de casos e mortes em decorrência da covid-19 no Brasil, houve baixa alocação de recursos no Ministério da Saúde para o combate à pandemia. Os empenhos ocorreram, em maioria, a partir do mês de agosto. De janeiro a abril de 2021, quando uma segunda onda da doença causou ainda mais mortes no país, a primeira Medida Provisória para solicitar mais recursos às ações de saúde ocorreu apenas em 24 de fevereiro.</p>
<p>Em artigo publicado na revista “Saúde Debate”, o pesquisador da FGV EAESP Luís Paulo Bresciani e colaboradores analisam as ações orçamentárias do Ministério da Saúde para o enfrentamento à pandemia no ano de 2020 e no primeiro quadrimestre de 2021.</p>
<p>Segundo os autores, o quadro já era crítico por conta da redução do orçamento federal para financiar o SUS por conta da Emenda Constitucional 95, de 2016, que definiu teto de gastos públicos até 2036. A medida de austeridade fiscal acarretou congelamento das despesas com Ações e Serviços Públicos de Saúde, que estão concentradas, em maioria, na esfera federal (56%).</p>
<p>Durante a pandemia, a lentidão na alocação de recursos adicionais para o Ministério da Saúde, mesmo em contexto de estado de calamidade pública, evidenciou a necessidade de revogação das limitações estabelecidas pela Emenda Constitucional 95, aponta o estudo. Os autores também citam a importância de medidas governamentais como reforma tributária centrada em ganhos de patrimônio a fim de aumentar a capacidade de arrecadação pública.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/sdeb/a/kNVJWRVNCwDJnLcjSKTCJXC/">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>FGV lidera iniciativa inédita sobre a resiliência e sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/fgv-lidera-iniciativa-inedita-sobre-a-resiliencia-e-sustentabilidade-do-sistema-de-saude-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Sep 2022 17:16:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/1017570-df_28112016-img_5565-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Brasília - Cidadãos fazem exames de pressão e glicemia durante mutirão de atendimento e de orientação jurídica para esclarecer dúvidas dos cidadãos que sofrem com a saúde pública ou com problemas nos planos de saúde" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/1017570-df_28112016-img_5565-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/1017570-df_28112016-img_5565-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/1017570-df_28112016-img_5565-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/1017570-df_28112016-img_5565-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A iniciativa é uma colaboração global com a London School of Economics, Fórum Econômico Mundial, AstraZeneca, Philips e KPMG. O Brasil será o primeiro país da América Latina a integrar o projeto. &#160; Os sistemas de saúde em todo o mundo têm passado por inúmeros e variados tipos de choques que ameaçam sua sustentabilidade e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/1017570-df_28112016-img_5565-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Brasília - Cidadãos fazem exames de pressão e glicemia durante mutirão de atendimento e de orientação jurídica para esclarecer dúvidas dos cidadãos que sofrem com a saúde pública ou com problemas nos planos de saúde" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/1017570-df_28112016-img_5565-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/1017570-df_28112016-img_5565-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/1017570-df_28112016-img_5565-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/1017570-df_28112016-img_5565-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p><em>A iniciativa é uma colaboração global com a London School of Economics, Fórum Econômico Mundial, AstraZeneca, Philips e KPMG. O Brasil será o primeiro país da América Latina a integrar o projeto.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os sistemas de saúde em todo o mundo têm passado por inúmeros e variados tipos de choques que ameaçam sua sustentabilidade e capacidade de resiliência. A pandemia provocada pela Covid-19 realçou esse desafio de maneira extraordinária em âmbito global. Com a perspectiva de compreender esse fenômeno em diferentes realidades, foi lançada a iniciativa <a href="https://www.weforum.org/phssr"><strong>“Partnership for Health System Sustainability and Resilience (PHSSR)”</strong></a><strong>, </strong>uma colaboração entre London School of Economics (LSE), Fórum Econômico Mundial (WEF), AstraZeneca, Philips, KPMG, Apollo Hospitals, WHO Foundation e o Center for Asia-Pacific Resilience and Innovation.</p>
<p>Na primeira fase do projeto lançado em 2020 foram designadas equipes nacionais que lideraram a investigação sobre sustentabilidade e resiliência de seus respectivos sistemas nacionais de saúde. Participaram oito países:  França, Alemanha, Itália, Polônia, Rússia, Espanha, Reino Unido e Vietnã.</p>
<p>Na segunda fase lançada em 2022, o Brasil compõe o projeto junto com mais 12 países e é o único país representante da América Latina. O estudo será coordenado localmente pelo professor da FGV-EAESP, Adriano Massuda, e conta com a participação da professora Ana Maria Malik e de pesquisadores vinculados ao Centro de Estudos em Planejamento e Gestão de Saúde (FGVSaúde). O papel do grupo será elaborar um relatório técnico da pesquisa em parceria com pesquisadores da LSE sobre o sistema de saúde brasileiro. A iniciativa no Brasil também conta com o apoio do Fórum Econômico Mundial, AstraZeneca, Philips e KPMG.</p>
<p>“Nosso foco é o SUS. Para isso, vamos buscar destacar avanços que ocorreram com a universalização do acesso a saúde no Brasil, identificar principais desafios e ameaças no contexto brasileiro, e apontar prioridades que devem ser observadas para fortalecer a sustentabilidade e resiliência do sistema de saúde brasileiro. O resultado da pesquisa deve ser apresentado no início de 2023”, destaca Adriano Massuda.</p>
<p>O lançamento do projeto ocorreu dia 30/8 na sede da FGV em São Paulo. Além do diretor da EAESP, prof. Luiz Brito e coordenador do estudo na LSE, Prof. Alistair McGuire, e de representantes do Fórum Econômico Mundial, AstraZeneca, Philips e KPMG, participaram o ex-ministro da saúde, José Gomes Temporão, o presidente do CONASS, Nésio Fernandes, o presidente da ANAPH, Antonio Brito, e representantes de diversos segmentos que compõe o sistema de saúde brasileiro.</p>
<p><em>Fonte: Insight Comunicação</em></p>
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		<title>População brasileira teve menor acesso a medicamentos pelo SUS entre 2013 e 2019</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/populacao-brasileira-teve-menor-acesso-a-medicamentos-pelo-sus-entre-2013-e-2019/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2022 16:46:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pina-messina-tOnloTwXXak-unsplash1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="mão feminina segura pílulas e comprimidos" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pina-messina-tOnloTwXXak-unsplash1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pina-messina-tOnloTwXXak-unsplash1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pina-messina-tOnloTwXXak-unsplash1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pina-messina-tOnloTwXXak-unsplash1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Entre 2013 e 2019,  o percentual da população que conseguiu todos os medicamentos prescritos durante consultas no Sistema Único de Saúde (SUS) subiu de  78,4% para 81,8%, considerando todas as fontes, ou seja, o próprio sistema público ou a compra com renda própria. O acesso a esses tratamentos pelo próprio SUS, no entanto, diminuiu de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/populacao-brasileira-teve-menor-acesso-a-medicamentos-pelo-sus-entre-2013-e-2019/">População brasileira teve menor acesso a medicamentos pelo SUS entre 2013 e 2019</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pina-messina-tOnloTwXXak-unsplash1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="mão feminina segura pílulas e comprimidos" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pina-messina-tOnloTwXXak-unsplash1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pina-messina-tOnloTwXXak-unsplash1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pina-messina-tOnloTwXXak-unsplash1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pina-messina-tOnloTwXXak-unsplash1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Entre 2013 e 2019,  o percentual da população que conseguiu todos os medicamentos prescritos durante consultas no Sistema Único de Saúde (SUS) subiu de  78,4% para 81,8%, considerando todas as fontes, ou seja, o próprio sistema público ou a compra com renda própria. O acesso a esses tratamentos pelo próprio SUS, no entanto, diminuiu de 31,6% para 29,7% no período. Em contraste, houve aumento significativo na proporção de pessoas que pagou pelo acesso aos medicamentos prescritos, de 49,4% para 56,4%. Os dados são de artigo publicado na revista Cadernos de Saúde Pública por Adriano Massuda, pesquisador da FGV EAESP no Centro de Estudos em Planejamento e Gestão de Saúde (FGVsaúde), e colaboradores.</p>
<p>O estudo é baseado em dados das edições de 2013 e 2019 da Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo Instituto Brasi­leiro de Geografia e Estatística (IBGE) para avaliar o uso de serviços e as condições de saúde da população brasileira. O foco da análise foram os participantes da pesquisa que receberam prescrição de medicamentos em atendimentos no SUS nas duas semanas anteriores à entrevista – em 2013, mais de 16 mil correspondiam a este critério e, em 2019, o número passou de 24 mil.</p>
<p>A pesquisa também aponta variação dos resultados conforme a renda dos indivíduos. Os mais pobres têm mais probabilidade de conseguir os medicamentos pelo SUS. Já os mais ricos tiveram mais probabilidade de conseguir os medicamentos consideradas todas as fontes &#8212; inclusive a compra com recursos próprios. Entre as pessoas que não tiveram acesso aos medicamentos de que necessitavam, dois terços relataram a indisponibilidade no serviço público de saúde como motivo principal.</p>
<p>“Apesar de haver a garantia legal no Brasil de assistência farmacêutica a todos os cidadãos e da vigência de um sistema único de saúde que é público e integral, observou-se no país o aumento de pessoas que consultaram no SUS, mas não obtiveram os medicamentos por meio do próprio sistema”, frisam os autores. O estudo aponta que o acesso à saúde de qualidade é também um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pela Organização das Nações Unidas. A pesquisa, segundo os autores, contribui para reforçar um contexto de baixo financiamento dos serviços de saúde no Brasil, que pode ser agravado com a limitação de gastos públicos imposta por emenda constitucional em 2015.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/csp/a/SQNxybJVbkLFLRbNwmvMTdd/?lang=pt">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/populacao-brasileira-teve-menor-acesso-a-medicamentos-pelo-sus-entre-2013-e-2019/">População brasileira teve menor acesso a medicamentos pelo SUS entre 2013 e 2019</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>No Brasil, pandemia agravou o enfraquecimento da atenção primária à saúde</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/no-brasil-pandemia-agravou-o-enfraquecimento-da-atencao-primaria-a-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2022 11:33:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/Paola-Minoprio_65-20_foto-Cecilia-Bastos-01-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="profissional da saúde com máscara e face shield conversa com paciente sentado de frente" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/Paola-Minoprio_65-20_foto-Cecilia-Bastos-01-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/Paola-Minoprio_65-20_foto-Cecilia-Bastos-01-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/Paola-Minoprio_65-20_foto-Cecilia-Bastos-01-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A pandemia de covid-19 intensificou a tendência de queda de procedimentos realizados na atenção primária à saúde no Brasil, com redução de 42,5% de rastreios, 28,9% de diagnósticos e 41,2% de consultas médicas entre 2019 e 2022. O alerta está em artigo de pesquisadores do Centro de Estudos em Planejamento e Gestão da Saúde (FGV-Saúde) [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/Paola-Minoprio_65-20_foto-Cecilia-Bastos-01-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="profissional da saúde com máscara e face shield conversa com paciente sentado de frente" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/Paola-Minoprio_65-20_foto-Cecilia-Bastos-01-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/Paola-Minoprio_65-20_foto-Cecilia-Bastos-01-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/Paola-Minoprio_65-20_foto-Cecilia-Bastos-01-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A pandemia de covid-19 intensificou a tendência de queda de procedimentos realizados na atenção primária à saúde no Brasil, com redução de 42,5% de rastreios, 28,9% de diagnósticos e 41,2% de consultas médicas entre 2019 e 2022. O alerta está em artigo de pesquisadores do Centro de Estudos em Planejamento e Gestão da Saúde (<a href="https://eaesp.fgv.br/centros/centro-estudos-planejamento-e-gestao-saude">FGV-Saúde</a>) da FGV EAESP publicado na revista “GV Executivo” em junho de 2022.</p>
<p>Para recuperar a resiliência do Sistema Único de Saúde (SUS), segundo os autores, é preciso tornar os serviços de atenção primária à saúde mais acessíveis à população. Alguns caminhos apontados pelo estudo são aumentar o financiamento federal e a participação dos governos estaduais na distribuição de recursos. O artigo também aponta como necessária uma estratégia de valorização dos recursos humanos, com remuneração e condições de trabalho atrativas, e que as equipes disponham de infraestrutura e tecnologia adequadas aos exames diagnósticos e procedimentos realizados na atenção primária à saúde.</p>
<p>No Brasil, a atenção primária à saúde se constitui no pilar de sustentação do SUS. Baseia-se em equipes multiprofissionais de Estratégia de Saúde da Família, que atuam em âmbito local, com políticas específicas para grupos populacionais mais vulneráveis, como indígenas, ribeirinhos e pessoas em situação de rua. Estudos anteriores mencionados pelos autores mostram efeitos positivos dessa atuação na redução de desigualdades em mortalidade entre grupos raciais, por exemplo.</p>
<p>Por outro lado, aponta o artigo, políticas de redução das equipes e de transferência de recursos se acentuaram com o congelamento do teto de gastos federais por 20 anos, aprovado pelo Congresso em 2016. Com a falta de coordenação federal na resposta à covid-19, as gestões municipais assumiram as despesas para manter os serviços ativos, o que acentuou desigualdades regionais, já que as prefeituras apelam às próprias fontes de financiamento.</p>
<p>“No combate à covid-19, o governo federal relegou o papel da atenção primária à saúde ao segundo plano, embora as equipes de Estratégia de Saúde da Família tenham tido historicamente papel importante no controle de doenças transmissíveis. O rastreamento e o tratamento de contatos são atividades de rotina dessas equipes ao lidar com casos de tuberculose e meningite, por exemplo. A combinação de análise epidemiológica e contato direto com a população conferiu maior resiliência ao sistema de saúde brasileiro ao lidar com epidemias como da H1N1, da dengue e do zika vírus”, frisam os autores.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvexecutivo/article/view/85938">Confira o estudo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/no-brasil-pandemia-agravou-o-enfraquecimento-da-atencao-primaria-a-saude/">No Brasil, pandemia agravou o enfraquecimento da atenção primária à saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Em webinar, ex-ministros e pesquisadores discutem agenda para fortalecer o sistema de saúde no Brasil</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/em-webinar-ex-ministros-e-pesquisadores-discutem-agenda-para-fortalecer-o-sistema-de-saude-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jul 2022 11:32:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[atenção primária]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ODS3]]></category>
		<category><![CDATA[políticas de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde de qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="equipe de cirurgia" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Diante da pandemia da covid-19, o Brasil conviveu com as contradições do Sistema Único de Saúde: embora atuante em todo o território nacional, o SUS é marcado pela distribuição desigual de recursos, infraestrutura e serviços. O Webinar “O que podemos esperar do (e fazer pelo) sistema de saúde no Brasil real?”, realizado no dia 21 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="equipe de cirurgia" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Diante da pandemia da covid-19, o Brasil conviveu com as contradições do Sistema Único de Saúde: embora atuante em todo o território nacional, o SUS é marcado pela distribuição desigual de recursos, infraestrutura e serviços. O Webinar “O que podemos esperar do (e fazer pelo) sistema de saúde no Brasil real?”, realizado no dia 21 de junho, destacou a importância do planejamento do governo federal para fortalecer as respostas emergenciais na saúde pública.</p>
<p>O evento contou com a presença de Arthur Chioro, médico e ministro da Saúde entre 2014 e 2015, Barjas Negri, cientista político e ministro da Saúde em 2002, e Sergio Fausto, cientista político e superintendente da Fundação Fernando Henrique Cardoso. Realizada pelo FGV-Saúde, o Centro de Estudos em Planejamento e Gestão da Saúde da FGV EAESP, a atividade foi mediada pela professora Ana Maria Malik.</p>
<p>Barjas Negri ressaltou a resposta à pandemia que partiu dos governos estaduais, através de medidas como o aumento da oferta de leitos. Conforme o especialista, a ausência de investimentos federais suficientes para o SUS sobrecarregou as gestões municipais, que precisaram realocar recursos de outras áreas para financiar os gastos com saúde.</p>
<p>“Todos sabem que se gasta no Brasil uma proporção muito pequena em relação ao PIB na saúde pública se comparado com países da Europa e da América Latina. É preciso corrigir essas distorções”, opinou Barjas Negri. Para isso, completou, é preciso haver uma mobilização nacional em diversas esferas para que mais recursos sejam destinados à saúde.</p>
<p>Para Arthur Chioro, a discussão das políticas públicas para o sistema de saúde após a experiência da pandemia é um dos maiores desafios a serem enfrentados pelo país. “O que a gente viu nesses últimos anos foi a destruição da perspectiva de um pacto federativo por uma lógica de federalismo de confrontação”.</p>
<p>O especialista define o SUS como um pacto civilizatório por ser uma estratégia de combate às desigualdades sociais. Neste sentido, é necessária a reconstrução do sistema de saúde, com melhoria do padrão de financiamento do SUS e medidas como investimento na atenção primária e preparação para próximas emergências de saúde, de acordo com Chioro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assista ao evento na íntegra:</p>
<div class="jeg_video_container jeg_video_content"><iframe loading="lazy" title="Webinar | 34.º Debate FGVsaúde" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/1UiK0s-jZPQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://portal.fgv.br/eventos">Confira os próximos eventos programados na FGV</a></p>
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		<title>No combate à pandemia, municípios brasileiros driblaram limitações de recursos com gestão compartilhada</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/gestao-municipal-brasil-cooperacao-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2022 16:24:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[gestão municipal]]></category>
		<category><![CDATA[ODS3]]></category>
		<category><![CDATA[Organizações Sociais de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde de qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Parcerias com universidades e presença de organizações sociais da saúde contribuíram para resiliência da gestão municipal de saúde, diz pesquisa da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Diante da inesperada crise sanitária provocada pela chegada da covid-19 ao Brasil, a gestão municipal da saúde viveu um ciclo reativo. De início, predominou a sensação de despreparo e o foco na resolução de problemas urgentes, como ampliação dos leitos de UTI e medidas de distanciamento. Porém, através da adaptação à nova realidade com práticas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Parcerias com universidades e presença de organizações sociais da saúde contribuíram para resiliência da gestão municipal de saúde, diz pesquisa da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Diante da inesperada crise sanitária provocada pela chegada da covid-19 ao Brasil, a gestão municipal da saúde viveu um ciclo reativo. De início, predominou a sensação de despreparo e o foco na resolução de problemas urgentes, como ampliação dos leitos de UTI e medidas de distanciamento. Porém, através da adaptação à nova realidade com práticas inovadoras, gestão compartilhada dos processos e envolvimento das equipes de vigilância em saúde nas ações, foi possível alcançar alguns bons resultados no combate à pandemia. Os apontamentos são de pesquisadores da FGV EAESP em artigo publicado na revista “Saúde Debate”.</p>
<p>A pesquisa é baseada em entrevistas realizadas em dezembro de 2020 com gestores da saúde de três municípios brasileiros de médio e grande porte &#8211; Fortaleza, Pelotas e Uberlândia. O objetivo foi avaliar a resposta do Sistema Único de Saúde (SUS) à covid-19. Para definir os municípios a serem analisados, os autores partiram de uma amostra inicial com 50 municípios reconhecidos pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) como referência no combate à pandemia. A seleção da amostra priorizou, entre outros elementos, a distribuição geográfica, modelo de gestão e o acesso aos gestores do SUS para coleta de informações.</p>
<p>Apesar dos diferentes contextos epidemiológicos, sociais e políticos dos municípios estudados, os autores identificaram padrões comuns de comportamento entre os gestores, especialmente no início da pandemia no país, em março de 2020. O período foi ainda mais desafiador por conta da falta de planejamento nacional para as ações de enfrentamento, o que gerou insegurança nas equipes e atraso na implementação de medidas para mitigar a transmissão da doença.</p>
<h2>Parcerias com universidades e presença de organizações sociais da saúde contribuíram para resiliência da gestão municipal de saúde</h2>
<p>Os gestores de saúde dos municípios também precisaram lidar com a falta de recursos humanos qualificados, a exaustão das equipes atuantes e a escassez de insumos e equipamentos. Tais limitações evidenciam a importância de ações multissetoriais e contínuas para garantir a <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/pesquisa-e-conhecimento/colaboracao-com-paises-de-contexto-socioeconomico-similar-ao-brasileiro-e-oportunidade-para-pesquisas-sobre-a-resiliencia-do-sus/">resiliência do SUS</a>, afirmam os autores: “essas ações devem ser promovidas, articuladas e incentivadas pelo governo federal e pelos es­taduais, com a plena participação de todos os atores envolvidos”.</p>
<p>Por outro lado, os autores destacam que a gestão compartilhada, através de parceria com universidades e articulação com as secretarias estaduais de saúde, auxiliaram a organização das respostas à pandemia em âmbito regional. Municípios cuja gestão é realizada por <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/levantamento-inedito-contabiliza-mais-de-mil-hospitais-gerenciados-por-organizacoes-sociais-da-saude-no-brasil/">organizações sociais da saúde</a> tiveram mais agilidade nas ações do que aqueles sob administração direta do poder público, frisam os autores.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/sdeb/a/FWPfL3xyJsTf7vTQtxDXWhF/?lang=pt">Confira a pesquisa na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/gestao-municipal-brasil-cooperacao-pandemia/">No combate à pandemia, municípios brasileiros driblaram limitações de recursos com gestão compartilhada</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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