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	<title>Arquivos gestão de saúde - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos gestão de saúde - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Estudo investiga política e governança na produção de medicamentos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/gestao-de-saude/medicamentos-acessiveis-transferencia-de-capacidade-tecnologica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2024 11:14:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[governança e política em saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[transferência de tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_668511943-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_668511943-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_668511943-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_668511943-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_668511943-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A produção de medicamentos e a transferência de tecnologia em países de baixa ou média renda são cruciais para garantir medicamentos acessíveis e fortalecer a capacidade tecnológica. Sendo assim, a fabricação local de produtos farmacêuticos inovadores é uma meta importante para políticas de saúde e industrial, especialmente na América Latina. No entanto, há uma lacuna [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_668511943-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_668511943-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_668511943-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_668511943-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_668511943-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A produção de medicamentos e a transferência de tecnologia em países de baixa ou média renda são cruciais para garantir medicamentos acessíveis e fortalecer a capacidade tecnológica. Sendo assim, a fabricação local de produtos farmacêuticos inovadores é uma meta importante para políticas de saúde e industrial, especialmente na América Latina. No entanto, há uma lacuna de conhecimento sobre a política e governança que viabilizam esses arranjos, especialmente quando não há consentimento da empresa detentora da patente.</p>
<p>O Brasil é historicamente conhecido por promover políticas que incentivam a produção de genéricos e o desenvolvimento da indústria farmacêutica local. Ao longo de 20 anos, o país tem promovido iniciativas público-privadas de transferência de tecnologia, chamadas de &#8220;parcerias para o desenvolvimento produtivo&#8221; (PDPs).</p>
<p>As pesquisadoras Helena Achcar e Elize Massard da Fonseca, FGV EAESP, analisam este contexto em <a href="https://doi.org/10.1080/17441692.2024.2350654">estudo publicado na revista Global Public Health</a>, no qual discutem a política e governança na produção local do Sofosbuvir, um medicamento inovador e de alto-custo para o tratamento da <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/tres-perguntas-helena-de-moraes-achcar-comenta-a-importancia-de-parcerias-na-negociacao-politica-em-saude/">Hepatite C.</a></p>
<p>A pesquisa envolveu a análise de documentos e 20 entrevistas com diversos informantes-chave e revelou fatores que contribuíram para o sucesso do Brasil na produção de versões genéricas de AADs. O estudo também mostra que, apesar dos investimentos, posteriormente, o Ministério da Saúde optou por adquirir medicamentos de empresas multinacionais em detrimento dos produtores locais.</p>
<p>A PDP estudada envolveu três organizações: uma empresa ficou responsável pela produção da molécula do medicamento, outra pelo desenvolvimento do medicamento, e uma terceira para a comercialização. Dentre elas, duas são empresas privadas e uma pública.</p>
<p>A pesquisa mostrou que a transferência de tecnologia é um projeto complexo e arriscado, que necessita de habilidade de negociação política, bem como do apoio de atores estatais e não estatais, especialmente quando não há licenciamento voluntário de patentes.</p>
<h2>O estudo identificou um ambiente desfavorável à produção e aquisição local do Sofosbuvir, um medicamento de alto custo para tratar hepatite C</h2>
<p>Em decorrência da falta de apoio e consenso da produção nacional por organizações da sociedade civil e o Ministério da Saúde. Também mostrou tentativas do detentor da patente de bloquear a produção nacional. Além disso, também houve a adoção de novas diretrizes de tratamento pelo Ministério da Saúde, alinhadas às medidas de austeridade do governo federal à época.</p>
<p>Por fim, as pesquisadoras destacam implicações práticas para formuladores de políticas e governos que desejam incentivar a produção nacional sem licenciamento voluntário. O estudo oferece insights sobre como ações de partes interessadas nacionais e internacionais, além de arranjos de governança, podem impactar a produção nacional.</p>
<p>Leia o <a href="https://doi.org/10.1080/17441692.2024.2350654">artigo na integra.</a></p>
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		<item>
		<title>Gestão de sistemas de saúde deve incorporar políticas e pesquisas voltadas ao bem-estar dos trabalhadores</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/bem-estar-trabalhadores-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 11:01:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de sistemas de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[políticas de saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/medico-no-trabalho1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="silhueta de médica que usa jaleco branco e estetoscópio; pesquisa apontaa importância de políticas voltadas ao bem-estar dos trabalhadores de saúde" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/medico-no-trabalho1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/medico-no-trabalho1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/medico-no-trabalho1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/medico-no-trabalho1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Planejamentos e pesquisas na área da saúde devem incluir políticas voltadas ao bem-estar dos trabalhadores. Os atuais modelos de gestão apresentam falhas que prejudicam a saúde e a capacidade dos profissionais da área em lidar com crises como a pandemia de Covid-19. São necessárias iniciativas para abordar a igualdade de gênero, as necessidades de trabalhadores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/medico-no-trabalho1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="silhueta de médica que usa jaleco branco e estetoscópio; pesquisa apontaa importância de políticas voltadas ao bem-estar dos trabalhadores de saúde" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/medico-no-trabalho1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/medico-no-trabalho1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/medico-no-trabalho1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/medico-no-trabalho1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Planejamentos e pesquisas na área da saúde devem incluir políticas voltadas ao <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/desburocratizacao-gestao-saude-publica-brasil/">bem-estar dos trabalhadores</a>. Os atuais modelos de gestão apresentam falhas que prejudicam a saúde e a capacidade dos profissionais da área em lidar com crises como a pandemia de Covid-19. São necessárias iniciativas para abordar a igualdade de gênero, as necessidades de trabalhadores migrantes, a prevenção de <em>stress</em> e o gerenciamento da carga de trabalho. Assim, para responder de forma mais adequada às crises globais de saúde, políticas de saúde devem considerar as necessidades individuais dos profissionais da área. Ao mesmo tempo, devem priorizar o enfrentamento às desigualdades e buscar abordagens de governança integrada.</p>
<p><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36981946/">É o que mostra artigo com participação da pesquisadora da FGV EAESP Gabriela Lotta</a> publicado na revista “<em>International Journal of Environmental Research and Public Health</em>”. Para investigar a relevância dos trabalhadores da saúde e os fatores que contribuem para sua proteção e para a prevenção de desigualdades durante uma crise de saúde pública, os autores realizaram duas abordagens comparativas a partir de relatórios, estatísticas públicas e informações de <em>experts</em> de quatro países &#8211; Brasil, Canadá, Itália e Alemanha &#8211; no âmbito das primeiras duas maiores ondas de Covid-19, entre o início de 2020 e meados de 2021. Os autores explicam que a área de política de saúde comparativa permite explorar as condições institucionais e os progressos políticos em larga escala, possibilitando a comparação entre diferentes países.</p>
<p>A primeira abordagem é uma comparação descritiva baseada numa combinação dos indicadores clássicos de sistemas de saúde &#8211; como governança, finanças e provisão &#8211; e itens relacionados à força de trabalho em saúde e à Covid-19 &#8211; como densidade de profissionais e taxa de pessoas infectadas. Já a segunda baseia-se num estudo de caso das experiências dos quatro países com o gerenciamento da força de trabalho em saúde durante a pandemia.</p>
<h2>Bem-estar dos trabalhadores de saúde e os impactos da pandemia de Covid-19</h2>
<p>De acordo com a pesquisa, os diferentes sistemas de saúde estudados responderam de forma similar aos desafios relacionados ao bem-estar dos profissionais de saúde durante a pandemia, e estas respostas apresentam problemas semelhantes. Dentre os países estudados, os pesquisadores apontam que nenhum respondeu adequadamente às necessidades dos profissionais de saúde &#8211; considerando aspectos relacionados a treinamento, equipamentos, remuneração e proteção contra problemas de saúde físicos e mentais, por exemplo. Os profissionais de cuidado de longa duração &#8211; como os que atuam em residências de longa permanência para idosos, por exemplo &#8211; foram os mais afetados, apresentando menor disponibilidade de equipamentos de proteção individual do que o setor hospitalar, por exemplo.</p>
<p>Os autores também destacam que a pandemia reforçou desigualdades sociais previamente existentes nos países, com um aumento das desigualdades raciais e de gênero entre os profissionais de saúde e o enfrentamento de maior risco de contração do vírus por trabalhadores imigrantes. Aspectos da governança dos sistemas de saúde também receberam destaque: durante a pandemia, muitas responsabilidades de gestão foram transferidas para o setor organizacional, aumentando a carga de trabalho e o estresse para os profissionais de saúde da linha de frente.</p>
<p>No caso do Brasil, há indícios de que políticas populistas e lideranças autoritárias podem criar riscos significativos para os profissionais de saúde e, ao mesmo tempo, agravar desigualdades sociais. Os pesquisadores enfatizam a importância de analisar a política de força de trabalho em saúde no âmbito das instituições, da governança e da política, percebendo-a como um domínio específico no âmbito da política comparada de saúde.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Em webinar, ex-ministros e pesquisadores discutem agenda para fortalecer o sistema de saúde no Brasil</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/em-webinar-ex-ministros-e-pesquisadores-discutem-agenda-para-fortalecer-o-sistema-de-saude-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jul 2022 11:32:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[atenção primária]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ODS3]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="equipe de cirurgia" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Diante da pandemia da covid-19, o Brasil conviveu com as contradições do Sistema Único de Saúde: embora atuante em todo o território nacional, o SUS é marcado pela distribuição desigual de recursos, infraestrutura e serviços. O Webinar “O que podemos esperar do (e fazer pelo) sistema de saúde no Brasil real?”, realizado no dia 21 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="equipe de cirurgia" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/14_cirurgia-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Diante da pandemia da covid-19, o Brasil conviveu com as contradições do Sistema Único de Saúde: embora atuante em todo o território nacional, o SUS é marcado pela distribuição desigual de recursos, infraestrutura e serviços. O Webinar “O que podemos esperar do (e fazer pelo) sistema de saúde no Brasil real?”, realizado no dia 21 de junho, destacou a importância do planejamento do governo federal para fortalecer as respostas emergenciais na saúde pública.</p>
<p>O evento contou com a presença de Arthur Chioro, médico e ministro da Saúde entre 2014 e 2015, Barjas Negri, cientista político e ministro da Saúde em 2002, e Sergio Fausto, cientista político e superintendente da Fundação Fernando Henrique Cardoso. Realizada pelo FGV-Saúde, o Centro de Estudos em Planejamento e Gestão da Saúde da FGV EAESP, a atividade foi mediada pela professora Ana Maria Malik.</p>
<p>Barjas Negri ressaltou a resposta à pandemia que partiu dos governos estaduais, através de medidas como o aumento da oferta de leitos. Conforme o especialista, a ausência de investimentos federais suficientes para o SUS sobrecarregou as gestões municipais, que precisaram realocar recursos de outras áreas para financiar os gastos com saúde.</p>
<p>“Todos sabem que se gasta no Brasil uma proporção muito pequena em relação ao PIB na saúde pública se comparado com países da Europa e da América Latina. É preciso corrigir essas distorções”, opinou Barjas Negri. Para isso, completou, é preciso haver uma mobilização nacional em diversas esferas para que mais recursos sejam destinados à saúde.</p>
<p>Para Arthur Chioro, a discussão das políticas públicas para o sistema de saúde após a experiência da pandemia é um dos maiores desafios a serem enfrentados pelo país. “O que a gente viu nesses últimos anos foi a destruição da perspectiva de um pacto federativo por uma lógica de federalismo de confrontação”.</p>
<p>O especialista define o SUS como um pacto civilizatório por ser uma estratégia de combate às desigualdades sociais. Neste sentido, é necessária a reconstrução do sistema de saúde, com melhoria do padrão de financiamento do SUS e medidas como investimento na atenção primária e preparação para próximas emergências de saúde, de acordo com Chioro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assista ao evento na íntegra:</p>
<div class="jeg_video_container jeg_video_content"><iframe loading="lazy" title="Webinar | 34.º Debate FGVsaúde" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/1UiK0s-jZPQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://portal.fgv.br/eventos">Confira os próximos eventos programados na FGV</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>No combate à pandemia, municípios brasileiros driblaram limitações de recursos com gestão compartilhada</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/gestao-municipal-brasil-cooperacao-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2022 16:24:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[gestão municipal]]></category>
		<category><![CDATA[ODS3]]></category>
		<category><![CDATA[Organizações Sociais de Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde de qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2476</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Parcerias com universidades e presença de organizações sociais da saúde contribuíram para resiliência da gestão municipal de saúde, diz pesquisa da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Diante da inesperada crise sanitária provocada pela chegada da covid-19 ao Brasil, a gestão municipal da saúde viveu um ciclo reativo. De início, predominou a sensação de despreparo e o foco na resolução de problemas urgentes, como ampliação dos leitos de UTI e medidas de distanciamento. Porém, através da adaptação à nova realidade com práticas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/gestao-municipal-brasil-cooperacao-pandemia/">No combate à pandemia, municípios brasileiros driblaram limitações de recursos com gestão compartilhada</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Parcerias com universidades e presença de organizações sociais da saúde contribuíram para resiliência da gestão municipal de saúde, diz pesquisa da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/sj-objio-K2Eb0BV4Jgk-unsplash1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Diante da inesperada crise sanitária provocada pela chegada da covid-19 ao Brasil, a gestão municipal da saúde viveu um ciclo reativo. De início, predominou a sensação de despreparo e o foco na resolução de problemas urgentes, como ampliação dos leitos de UTI e medidas de distanciamento. Porém, através da adaptação à nova realidade com práticas inovadoras, gestão compartilhada dos processos e envolvimento das equipes de vigilância em saúde nas ações, foi possível alcançar alguns bons resultados no combate à pandemia. Os apontamentos são de pesquisadores da FGV EAESP em artigo publicado na revista “Saúde Debate”.</p>
<p>A pesquisa é baseada em entrevistas realizadas em dezembro de 2020 com gestores da saúde de três municípios brasileiros de médio e grande porte &#8211; Fortaleza, Pelotas e Uberlândia. O objetivo foi avaliar a resposta do Sistema Único de Saúde (SUS) à covid-19. Para definir os municípios a serem analisados, os autores partiram de uma amostra inicial com 50 municípios reconhecidos pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) como referência no combate à pandemia. A seleção da amostra priorizou, entre outros elementos, a distribuição geográfica, modelo de gestão e o acesso aos gestores do SUS para coleta de informações.</p>
<p>Apesar dos diferentes contextos epidemiológicos, sociais e políticos dos municípios estudados, os autores identificaram padrões comuns de comportamento entre os gestores, especialmente no início da pandemia no país, em março de 2020. O período foi ainda mais desafiador por conta da falta de planejamento nacional para as ações de enfrentamento, o que gerou insegurança nas equipes e atraso na implementação de medidas para mitigar a transmissão da doença.</p>
<h2>Parcerias com universidades e presença de organizações sociais da saúde contribuíram para resiliência da gestão municipal de saúde</h2>
<p>Os gestores de saúde dos municípios também precisaram lidar com a falta de recursos humanos qualificados, a exaustão das equipes atuantes e a escassez de insumos e equipamentos. Tais limitações evidenciam a importância de ações multissetoriais e contínuas para garantir a <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/pesquisa-e-conhecimento/colaboracao-com-paises-de-contexto-socioeconomico-similar-ao-brasileiro-e-oportunidade-para-pesquisas-sobre-a-resiliencia-do-sus/">resiliência do SUS</a>, afirmam os autores: “essas ações devem ser promovidas, articuladas e incentivadas pelo governo federal e pelos es­taduais, com a plena participação de todos os atores envolvidos”.</p>
<p>Por outro lado, os autores destacam que a gestão compartilhada, através de parceria com universidades e articulação com as secretarias estaduais de saúde, auxiliaram a organização das respostas à pandemia em âmbito regional. Municípios cuja gestão é realizada por <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/levantamento-inedito-contabiliza-mais-de-mil-hospitais-gerenciados-por-organizacoes-sociais-da-saude-no-brasil/">organizações sociais da saúde</a> tiveram mais agilidade nas ações do que aqueles sob administração direta do poder público, frisam os autores.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/sdeb/a/FWPfL3xyJsTf7vTQtxDXWhF/?lang=pt">Confira a pesquisa na íntegra</a></p>
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		<title>Levantamento inédito contabiliza mais de mil hospitais gerenciados por Organizações Sociais da Saúde no Brasil</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/levantamento-inedito-contabiliza-mais-de-mil-hospitais-gerenciados-por-organizacoes-sociais-da-saude-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2022 18:41:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/enfermeiros_em_hospital_de_campanha-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Organizações da saúde: grupo de enfermeiros conversam em sala com leitos e equipamentos" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/enfermeiros_em_hospital_de_campanha-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/enfermeiros_em_hospital_de_campanha-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/enfermeiros_em_hospital_de_campanha-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/enfermeiros_em_hospital_de_campanha-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Com o intuito de evitar burocracias da administração direta, estados e municípios têm optado por selecionar parceiros para a gestão de serviços públicos essenciais. Um levantamento inédito identifica 1015 estabelecimentos geridos por Organizações Sociais da Saúde (OSSs) no Brasil, o que representa 1,4% de um total de 70.462 estabelecimentos pú­blicos na área da saúde. As [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/enfermeiros_em_hospital_de_campanha-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Organizações da saúde: grupo de enfermeiros conversam em sala com leitos e equipamentos" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/enfermeiros_em_hospital_de_campanha-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/enfermeiros_em_hospital_de_campanha-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/enfermeiros_em_hospital_de_campanha-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/enfermeiros_em_hospital_de_campanha-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Com o intuito de evitar burocracias da administração direta, estados e municípios têm optado por selecionar parceiros para a gestão de serviços públicos essenciais. Um levantamento inédito identifica 1015 estabelecimentos geridos por Organizações Sociais da Saúde (OSSs) no Brasil, o que representa 1,4% de um total de 70.462 estabelecimentos pú­blicos na área da saúde.</p>
<p>As pesquisadoras Catarina Oliveira Guimarães Barcelos, Mônica Viegas Andrade, Laura de Almeida Botega e Ana Maria Malik, esta professora da FGV EAESP, constatam que a maioria dos casos de gestão compartilhada na saúde está nas regiões Sudeste e Sul. São Paulo e Rio de Janeiro são os estados com mais estabelecimentos geridos por OSSs &#8211; 6,5% e 3,8%, respectivamente.</p>
<h2>Maior parte das Organizações Sociais da Saúde têm contratos com municípios</h2>
<p>As Organizações Sociais da Saúde estão presentes em 23 tipos de serviços de saúde. A maior recorrência é em hospitais-dia (32,8%), pronto-atendimentos (10,5%) e hospitais (10,2%). Apesar de as OSSs serem mais comuns em hospitais de grande porte, os <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/hospitais-de-pequeno-porte-que-sao-maioria-no-brasil-poderiam-garantir-maior-retorno-ao-sistema-de-saude/">hospitais de pequeno e médio porte</a> gerenciados por OSS tendem a apresentar melhores indicadores do que aqueles com administração direta dos governos estaduais e municipais. Neles, há maior volume mensal de internações, mais enfermeiros por leito e mais pacientes que moram fora do município, indicando maior abrangência geográfica.</p>
<p>A administração de instituições da saúde por OSSs ocorre mediante um contrato de gestão negociado pelas secretarias de saúde estaduais ou municipais após seleção por edital. A maior parte das Organizações Sociais da Saúde tem contrato com a gestão municipal (69,1%). No caso específico dos hospitais, porém, os contratos são mais comuns junto à gestão estadual. As OSSs estão presentes em 63,7% dos hospitais estaduais, contra apenas 16% sob administração direta.</p>
<p><a href="https://pesquisa-eaesp.fgv.br/sites/gvpesquisa.fgv.br/files/arquivos/barcelos_jbes-especialportugues-15-30.pdf">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Distribuição de recursos federais para saúde ignorou estados em vulnerabilidade social e agravou sobrecarga do SUS durante a pandemia</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/distribuicao-de-recursos-federais-para-saude-ignorou-estados-em-vulnerabilidade-social-e-agravou-sobrecarga-do-sus-durante-a-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2022 15:34:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/jafar-ahmed-E285pJbC4uE-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/jafar-ahmed-E285pJbC4uE-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/jafar-ahmed-E285pJbC4uE-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/jafar-ahmed-E285pJbC4uE-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/jafar-ahmed-E285pJbC4uE-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A distribuição de recursos para estados e municípios no primeiro ano da pandemia não priorizou regiões com mais carências, o que contribuiu para a sobrecarga dos sistemas de saúde em atendimentos não-covid. É o que apontam os pesquisadores da FGV EAESP Alessandro Bigoni, Ana Maria Malik, Renato Tasca, Mariana Baleeiro Martins Carrera, Laura Maria Cesar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/jafar-ahmed-E285pJbC4uE-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/jafar-ahmed-E285pJbC4uE-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/jafar-ahmed-E285pJbC4uE-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/jafar-ahmed-E285pJbC4uE-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/03/jafar-ahmed-E285pJbC4uE-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A distribuição de recursos para estados e municípios no primeiro ano da pandemia não priorizou regiões com mais carências, o que contribuiu para a sobrecarga dos sistemas de saúde em atendimentos não-covid. É o que apontam os pesquisadores da FGV EAESP Alessandro Bigoni, Ana Maria Malik, Renato Tasca, Mariana Baleeiro Martins Carrera, Laura Maria Cesar Schiesari, Dante Dianezi Gambardella e Adriano Massuda, pesquisadores da FGV EAESP, em estudo publicado na revista “The Lancet Regional Health – Americas”.</p>
<p>O objetivo do trabalho foi discutir a resiliência do Sistema Único de Saúde (SUS) diante do impacto da pandemia sobre o atendimento a condições de saúde não relacionadas à covid-19. Para isso, a pesquisa comparou o desempenho do SUS em 2020 com o ano anterior à pandemia, a partir de dados disponibilizados pelo Ministério da Saúde. Os indicadores têm base nos parâmetros da Organização Mundial da Saúde e consideram financiamento, infraestrutura e força de trabalho do sistema de saúde brasileiro.</p>
<p>Os autores constataram que os aportes do governo federal para estados aumentaram em 38,6% e, para os municípios, 33,9% no ano de 2020.  No entanto, não houve aumento de investimentos para compensar a baixa nos procedimentos não relacionados à covid-19.</p>
<p>Procedimentos como transplantes, cirurgias de baixa e média complexidade, exames de imagem e consultas médicas tiveram redução expressiva a partir do início da pandemia. A recuperação desses índices no último semestre de 2020 foi insuficiente para alcançar níveis pré-pandemia, e provocou atraso no diagnóstico e tratamento de condições crônicas, por exemplo.</p>
<p>Embora o repasse de verbas federais para os estados tenha sido equitativo, regiões mais vulneráveis gastaram mais esses recursos. A região Norte, por exemplo, teve despesas significativamente maiores com leitos de UTI do que outros estados.</p>
<p>Outro equívoco apontado pelos autores foi o investimento centrado em pessoal e infraestrutura das unidades de saúde. Em 2020, por exemplo, houve maior oferta de empregos para enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas e médicos, mas não necessariamente mais trabalhadores ocupando essas posições, o que evidencia o estresse e a sobrecarga de quem esteve na linha de frente durante a pandemia.</p>
<p>Os autores frisam que a natureza universal e descentralizada do SUS já foi exemplo de resiliência em emergências de saúde anteriores. No entanto, a capacidade de resposta vem diminuindo desde 2015 por fatores como a austeridade fiscal, cenário que se agravou com a ausência de coordenação geral a partir do atual governo.</p>
<p><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2667193X22000394?via%3Dihub">Confira aqui o estudo na íntegra (em inglês)</a></p>
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		<title>Cooperação entre Brasil e Moçambique levou país africano a repensar decisões de saúde pública sobre fabricação de medicamentos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/cooperacao-entre-brasil-e-mocambique-levou-pais-africano-a-repensar-decisoes-de-saude-publica-sobre-fabricacao-de-medicamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Oct 2021 12:22:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-karolina-grabowska-4040568-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-karolina-grabowska-4040568-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-karolina-grabowska-4040568-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-karolina-grabowska-4040568-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-karolina-grabowska-4040568-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Parcerias entre países do hemisfério sul em projetos de saúde podem gerar reflexões com potencial de alterar questões estruturais, mostra um estudo realizado por uma pesquisadora da FGV EAESP. Ao analisar as estratégias discursivas e o conflito político entre Moçambique e Brasil diante das decisões sobre a melhor forma de implementar uma fábrica de medicamentos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-karolina-grabowska-4040568-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-karolina-grabowska-4040568-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-karolina-grabowska-4040568-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-karolina-grabowska-4040568-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-karolina-grabowska-4040568-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Parcerias entre países do hemisfério sul em projetos de saúde podem gerar reflexões com potencial de alterar questões estruturais, mostra um estudo realizado por uma pesquisadora da FGV EAESP. Ao analisar as estratégias discursivas e o conflito político entre Moçambique e Brasil diante das decisões sobre a melhor forma de implementar uma fábrica de medicamentos, a pesquisadora apontou que as divergências de visões levaram a reflexões. &#8220;O Brasil queria privilegiar o Estado na governança da fábrica de medicamentos, e Moçambique, num certo ponto, precisava atrair capital externo ou interno, e pensou até em privatizar a fábrica&#8221;, resume a pesquisadora.</p>
<p>Após algumas negociações, os dois governos chegaram a um consenso sobre o destino da fábrica, mantendo-a sob a tutela do Estado, mas com abertura na bolsa de valores para a atração de 35% de capital privado. &#8220;Considero essa mudança de entendimento, segundo o qual a fábrica é vista como uma ferramenta essencial para o Estado moçambicano, como uma mudança estrutural&#8221;, aponta Achcar.</p>
<p>A partir de uma metodologia qualitativa, que realizou diversas entrevistas com <em>stakeholders</em> moçambicanos, a pesquisa aponta que Moçambique mudou seu entendimento geral sobre a fábrica, sobre quem deveria gerenciá-la, seu papel na saúde pública e a importância dela para a soberania do país, ficando mais alinhada ao entendimento da brasileira Fiocruz, principal agência governamental envolvida no projeto.</p>
<p>&#8220;Isso não quer dizer que Moçambique abandonou a ideia de privatização, ou que seu entendimento sobre o setor de saúde se alinhou completamente ao do Brasil. Mas houve, sim, um alinhamento entre os diversos <em>stakeholders</em> dos dois países&#8221;, conclui a pesquisadora.</p>
<p><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0305750X21002941?dgcid=author">Confira o artigo sobre esta pesquisa na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/cooperacao-entre-brasil-e-mocambique-levou-pais-africano-a-repensar-decisoes-de-saude-publica-sobre-fabricacao-de-medicamentos/">Cooperação entre Brasil e Moçambique levou país africano a repensar decisões de saúde pública sobre fabricação de medicamentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<item>
		<title>Em meio a reaberturas, profissionais de saúde seguem sem suporte para cuidar da própria saúde mental</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/em-meio-a-reaberturas-profissionais-de-saude-seguem-sem-suporte-para-cuidar-da-propria-saude-mental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Oct 2021 13:19:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Enquanto os estados e municípios começam a reabrir por conta da baixa nos números de contágio e mortes pela Covid-19, os profissionais que atuam na linha de frente no combate à pandemia continuam com sua saúde mental afetada. Segundo relatório da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), publicado [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/em-meio-a-reaberturas-profissionais-de-saude-seguem-sem-suporte-para-cuidar-da-propria-saude-mental/">Em meio a reaberturas, profissionais de saúde seguem sem suporte para cuidar da própria saúde mental</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Enquanto os estados e municípios começam a reabrir por conta da baixa nos números de contágio e mortes pela Covid-19, os profissionais que atuam na linha de frente no combate à pandemia continuam com sua saúde mental afetada. Segundo relatório da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), publicado na quarta-feira (29), apenas 30% desses trabalhadores dizem ter recebido algum tipo de apoio para cuidar da saúde mental.</p>
<p>O relatório apresenta dados obtidos por meio de enquete on-line, realizada entre os dias 1 e 31 de julho de 2021, com 935 profissionais de saúde que atuam na linha de frente de combate da Covid-19. Ele faz parte de uma série de relatórios antecipados pela Bori e elaborados pelo Núcleo de Estudos da Burocracia (NEB-FGV) em parceria com a Fiocruz e a Rede Covid-19 Humanidades ao longo de 2020 e 2021, para compreender as percepções desses profissionais sobre suas condições de trabalho durante a pandemia . Os resultados apresentados fazem parte da quinta rodada (<a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/maioria-das-profissionais-de-saude-negras-se-sentem-despreparadas-para-lidar-com-a-pandemia/">veja a última rodada aqui)</a>.</p>
<p>A maioria dos respondentes são do sexo feminino, com destaque aos 85,8% de mulheres entre as profissionais de enfermagem. Quanto à cor/raça, há predominância de brancos entre médicos (84,7%), profissionais de enfermagem (57,3%) e outros (56,7%), e de negros entre os agentes comunitários de saúde (77,2%).</p>
<p>Esse novo relatório reforça a percepção de que esses profissionais de saúde seguem em uma situação precária e difícil. &#8220;Mesmo já tendo passado tantos meses em pandemia, quem está na linha de frente continua com baixo acesso a recursos e suporte, o que tem comprometido a saúde mental deles, porque a pandemia não acabou, e eles seguem lidando com dificuldades&#8221;, alerta Gabriela Lotta, uma das pesquisadoras responsáveis pelo estudo.</p>
<p>Uma das dificuldades é ter que conviver com o medo, que afeta uma parcela significativa (83,4%) dos profissionais de saúde da linha de frente. Segundo o relatório, é bem possível que, apesar de 98,5%  já estarem vacinados com ao menos a primeira dose, esse sentimento possa ter relação com o alto percentual de colegas de trabalho contaminados pela doença.</p>
<p>A sensação de despreparo para lidar com a Covid-19, mesmo depois de quase um ano e meio de convívio com a pandemia, também afeta quase metade dos profissionais de saúde, ainda que com intensidades desiguais, a depender da formação e atuação.</p>
<p>Além disso, a maior parte dos entrevistados (81,6%) relatou ter percebido impacto na sua saúde mental, taxa que se apresentou de maneira regular entre as diversas profissões analisadas. Apenas uma parcela pequena desses trabalhadores recebeu algum tipo de apoio para o autocuidado. A categoria que menos recebeu esse apoio foi a dos agentes comunitários de saúde (ACS), com 14%.</p>
<p><a href="https://www.impacto.blog.br/?attachment_id=1748" rel="attachment wp-att-1748"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1748" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/Lotta_relatorio1.png" alt="" width="642" height="353" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/Lotta_relatorio1.png 642w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/Lotta_relatorio1-300x165.png 300w" sizes="(max-width: 642px) 100vw, 642px" /></a></p>
<p>&#8220;Mesmo com tantas experiências acumuladas e com o avanço da ciência, ainda vemos uma situação que se assemelha ao que vivenciávamos no início da pandemia em diferentes âmbitos&#8221;, alertam os autores. Por isso, eles reforçam recomendações que têm sido feitas nas quatro rodadas anteriores da pesquisa, sobre a necessidade de busca de maior proteção e melhores condições de trabalho para os profissionais de saúde que atuam no SUS.<br />
“Além disso, é importante estarmos atentos para os novos desafios que se apresentam nesse momento da pandemia e que incidem ainda mais sobre os profissionais de saúde. A campanha de vacinação contra Covid-19 e a atenção a pacientes com síndrome pós-Covid devem pautar a ação dos gestores públicos”, afirma Michelle Fernandez, outra coautora do estudo.</p>
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		<title>Estratégia de vacinação contra Covid-19 foi dificultada por conflitos políticos e falta de coordenação</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/estrategia-de-vacinacao-contra-covid-19-foi-dificultada-por-conflitos-politicos-e-falta-de-coordenacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[EAESP Pesquisa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2021 11:08:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/vacina_de_oxford_astrazeneca_2701214156_1-1023x576-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/vacina_de_oxford_astrazeneca_2701214156_1-1023x576-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/vacina_de_oxford_astrazeneca_2701214156_1-1023x576-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/vacina_de_oxford_astrazeneca_2701214156_1-1023x576-1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Diante da pandemia de Covid-19, o mundo precisou parar para rever as estratégias não só de preparação para lidar com uma epidemia de amplitude global, mas também nos processos de vacinação, capazes de imunizar a população. De acordo com uma pesquisa realizada pela Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP) em parceria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/vacina_de_oxford_astrazeneca_2701214156_1-1023x576-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/vacina_de_oxford_astrazeneca_2701214156_1-1023x576-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/vacina_de_oxford_astrazeneca_2701214156_1-1023x576-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/vacina_de_oxford_astrazeneca_2701214156_1-1023x576-1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Diante da pandemia de Covid-19, o mundo precisou parar para rever as estratégias não só de preparação para lidar com uma epidemia de amplitude global, mas também nos processos de vacinação, capazes de imunizar a população. De acordo com uma pesquisa realizada pela Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP) em parceria com a London School of Economics and Political Science (LSE) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), os conflitos políticos entre presidente e governadores e a falta de definição de grupos prioritários de vacinação dificultaram a estratégia de vacinação no Brasil, além de outras decisões tomadas durante processo de produção ou aquisição das doses.</p>
<p>Publicada na revista “<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0277953621004251">Social Science &amp; Medicine</a>”, a pesquisa traz três dimensões que influenciaram  a vacinação de países de renda média, como o Brasil: a produção e aquisição de vacinas; a regulação do registro para comercialização das vacinas; e o processo de vacinação propriamente dito.</p>
<p>As análises, feitas a partir de uma pesquisa qualitativa, mostraram que as conexões entre produção, regulação e distribuição de vacinas são decisivas para a eficácia das  estratégias de vacinação contra a Covid-19. É o caso das decisões regulatórias, que têm implicações para a velocidade de disponibilização das vacinas no país. Ainda que a Anvisa tivesse pronta capacidade de se adaptar e responder às demandas regulatórias durante a pandemia, a agência ficou à mercê de conflitos políticos que prejudicaram a reputação organizacional, além de semear dúvidas e desconfianças sobre as vacinas.</p>
<p>Outro ponto abordado pela pesquisa foram os processos de transferência de tecnologia para a produção do ingrediente farmacêutico ativo (IFA), que costumam ser uma alternativa para países de renda média obterem maior acesso às vacinas. No entanto, o caso brasileiro ilustra que a teoria é bastante diferente da prática, já que a transferência de tecnologia é um processo que exige adaptação das fábricas e acordo legal (inclusive sobre o pagamento de royalties), e que levam tempo para acontecer.</p>
<p>“O caso do Brasil demonstra que capacidades estatais não são suficientes para garantir uma preparação para pandemia, sendo necessário considerar as implicações das contestações políticas ao longo da cadeia de produção, regulação e distribuição de vacinas”, pondera <a href="https://pesquisa-eaesp.fgv.br/professor/elize-massard-da-fonseca">Elize Massard da Fonseca</a>, uma das autoras do estudo. Para a pesquisadora, além do investimento em desenvolvimento industrial, é crucial integrar os sistemas de saúde às iniciativas de pesquisa e desenvolvimento de vacinas.</p>
<p>“Essa integração não pode ser construída da noite para o dia, durante uma pandemia, mas precisa ser fruto de investimentos de longo prazo em produtos estratégicos, que possam ser mobilizados em casos de crises de saúde pública”, alerta a pesquisadora. Fonseca destaca que esse tipo de diretriz é importante especialmente para os países que não têm capacidade de fazer reserva de mercado ou grandes investimentos em produtos em fase de pesquisa ou, ainda, que não se classificam para o recebimento de doações de vacinas para países de baixa renda.</p>
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		<title>Pesquisa com profissionais de saúde dá base à denúncia na OEA contra governo e é citada em CPI da Pandemia</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/pesquisa-com-profissionais-de-saude-da-base-a-denuncia-na-oea-contra-governo-e-e-citada-em-cpi-da-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[EAESP Pesquisa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jun 2021 11:54:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/pexels-klaus-nielsen-6303581-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/pexels-klaus-nielsen-6303581-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/pexels-klaus-nielsen-6303581-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/pexels-klaus-nielsen-6303581-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/pexels-klaus-nielsen-6303581-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Uma série de pesquisas da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP) da FGV-SP sobre os impactos da pandemia nos profissionais de saúde pública deu base a uma denúncia contra o governo federal feita em maio à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão ligado à Organização dos Estados Americanos (OEA) e foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/pexels-klaus-nielsen-6303581-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/pexels-klaus-nielsen-6303581-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/pexels-klaus-nielsen-6303581-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/pexels-klaus-nielsen-6303581-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/pexels-klaus-nielsen-6303581-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Uma <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/oito-de-cada-dez-profissionais-de-saude-relatam-exaustao-emocional-apos-um-ano-de-pandemia/">série de pesquisas da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP) da FGV-SP sobre os impactos da pandemia nos profissionais de saúde pública</a> deu base a uma <strong>denúncia</strong> contra o governo federal feita em maio à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão ligado à Organização dos Estados Americanos (OEA) e foi também mencionada durante os questionamentos sobre a gestão do enfrentamento da Covid-19 feitos por senadores no âmbito da <strong>CPI</strong> (Comissão Parlamentar de Inquérito) <strong>da</strong> <strong>pandemia</strong>.</p>
<p>No caso da denúncia feita à comissão da OEA, o documento pede que a entidade adote medidas cautelares para garantir a proteção de trabalhadores e trabalhadoras de saúde do Brasil diante da Covid-19. A base da denúncia são os resultados de uma série de quatro pesquisas com profissionais de saúde pública como médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem conduzidas pelo Núcleo de Estudos da Burocracia (NEB) da EAESP (FGV-SP), em parceria com a Fiocruz e com a Rede Covid-19 Humanidades.</p>
<p>No âmbito da CPI da Pandemia, os resultados das pesquisas foram utilizados na elaboração de perguntas feitas pelo senador Renan Calheiros, relator da CPI, e pelo senador Randolfe Rodrigues, durante os questionamentos feitos à Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação do Ministério da Saúde. Ambos os senadores fundamentaram suas perguntas com base no dado vindo <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/oito-de-cada-dez-profissionais-de-saude-relatam-exaustao-emocional-apos-um-ano-de-pandemia/">da pesquisa da FGV EAESP, que destacou que mais de 70% dos profissionais de saúde não tinham recebido treinamento relacionado à Covid-19 até março de 2021</a>.</p>
<p>A série de pesquisas, lançada em maio de 2020, tem tido também grande repercussão na imprensa nacional em veículos como Globonews, CNN, SBT, rádios como JP e CBN, jornais como Folha de S.Paulo, O Globo, Zero Hora (RS), O Povo (CE), Folha de Pernambuco (PE), Portal Paraíba online (PB) e sites como UOL e R7 — só para citar alguns exemplos.</p>
<h3>Sem treinamento nem EPIs</h3>
<p>Na <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/oito-de-cada-dez-profissionais-de-saude-relatam-exaustao-emocional-apos-um-ano-de-pandemia/" target="_blank" rel="noopener">última edição</a> das pesquisas que foram mencionadas para a OEA e durante a CPI da Pandemia, o levantamento mostrou que, após um ano de pandemia, a exaustão emocional e a falta de preparo para enfrentar a Covid-19 são a realidade de profissionais da saúde que estão na linha de frente de combate ao novo coronavírus: <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/oito-de-cada-dez-profissionais-de-saude-relatam-exaustao-emocional-apos-um-ano-de-pandemia/">80% deles sentem impactos negativos na saúde mental causados pela pandemia</a>.</p>
<p>Além disso, mais da metade (55,6%) dos profissionais de saúde participantes não havia recebido (6,2%) ou havia recebido uma ou poucas vezes (49,4%) os equipamentos de proteção individual (EPIs) — e sete em cada dez não recebeu nenhum treinamento sobre protocolos específicos de atendimento a pessoas com Covid-19.</p>
<p><a href="https://pesquisa-eaesp.fgv.br/professor/gabriela-spanghero-lotta">Gabriela Lotta</a>, pesquisadora da FGV EAESP e co-autora do estudo, tem reforçado que profissionais de saúde precisam de condições de trabalho adequadas e de apoio e orientação para continuarem o seu trabalho: “É central que os governos vejam a situação dos profissionais para construírem políticas que deem sustentação a este trabalho primordial”, diz.</p>
<p>A série de pesquisas já havia tido impactos importantes pelo país. A cientista já havia sido chamada para falar dos resultados das pesquisas ao Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), que estava procurando  embasamento científico para dialogar com o governo sobre a situação dos enfermeiros da rede pública do Brasil. Pelo mesmo motivo, a pesquisadora também foi convocada, ainda em 2020, para tratar dos resultados do estudo com a Conacs (Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde).</p>
<div class="jeg_video_container jeg_video_content"><iframe loading="lazy" title="Agentes Comunitários na Pandemia" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/6wotF04i39o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/pesquisa-com-profissionais-de-saude-da-base-a-denuncia-na-oea-contra-governo-e-e-citada-em-cpi-da-pandemia/">Pesquisa com profissionais de saúde dá base à denúncia na OEA contra governo e é citada em CPI da Pandemia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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