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Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa
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Professor da FGV EAESP introduz novos passos na construção do Novo Desenvolvimentismo

26 de fevereiro de 2024
Professor da FGV EAESP introduz novos passos na construção do Novo Desenvolvimentismo

Resumo da pesquisa

Resumo da pesquisa

  • Novos passos e conceitos são introduzidos na Teoria do Novo Desenvolvimentismo.
  • O conceito de doença holandesa expandida é introduzido, assim como formas para neutralizá-la.
  • Os passos sugerem abandonar políticas de crescimento com déficit em conta corrente, reduzir gastos públicos e implementar uma reforma tarifária para equilibrar a competitividade da indústria nacional, promovendo o desenvolvimento econômico sustentável.

O professor da FGV EAESP, Luiz Carlos Bresser-Pereira, lançou atualizações na construção dos passos para o Novo Desenvolvimentismo em artigo publicado na Brazilian Journal of Political Economy. A teoria vem sendo fundamentada pelo professor desde 2008 e ele é o mais destacado líder nesta área. Desta vez, ele se concentrou em apresentar novas formas de neutralizar a doença holandesa, introduzindo o conceito de doença holandesa estendida nas políticas de conta corrente e propondo maneiras de combatê-la. Essa atualização é considerada inovadora e pode servir de base para o desenvolvimento de novas políticas econômicas.

A Nova Teoria do Desenvolvimentismo (NDT), ou Novo Desenvolvimentismo, expande a compreensão convencional de que a taxa de câmbio é determinada pelo mercado, destacando a importância da política de conta corrente adotada pelo país e sua influência nesta taxa. Bresser-Pereira exemplifica o caso do Brasil, onde o equilíbrio industrial, o equilíbrio atual e o equilíbrio do déficit em conta corrente são elementos essenciais para compreender a dinâmica da economia. Ele explica que o equilíbrio atual é o mais geral, aquele que equilibra transitoriamente a conta corrente. O equilíbrio industrial existe em países exportadores de commodities que sofrem da doença holandesa. E o equilíbrio com déficit em conta corrente é um “equilíbrio” perverso, que corresponde ao “equilíbrio fundamental” ortodoxo.

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Em seu mais novo artigo, o professor propõe a adoção de uma abordagem de “doença holandesa expandida” para melhor lidar com esses equilíbrios e suas consequências. Portanto, a doença holandesa é igual à diferença entre o equilíbrio industrial e o equilíbrio atual, enquanto a doença holandesa expandida é a diferença entre o equilíbrio industrial e o equilíbrio com déficit em conta corrente. Porém, quando o país adota uma política de crescimento com déficit em conta corrente e a implementa, temos uma desvantagem competitiva mais severa para a indústria manufatureira. O que o professor Bresser-Pereira propõe no artigo é chamá-la de “doença holandesa expandida”.

No artigo, o professor desenvolve que a neutralização da doença holandesa ocorre em duas etapas. Primeiro, é necessário abandonar a política de crescimento com déficit em conta corrente, o que implica na redução dos gastos públicos e na taxação do consumo de luxo. Essa política permitiria que a economia equilibrasse sua conta corrente. Em seguida, é preciso mover a taxa de câmbio do equilíbrio atual para o equilíbrio industrial e são apresentadas duas possibilidades, incluindo uma reforma tarifária para estabelecer dois regimes tarifários distintos. Essas medidas visam equilibrar a competitividade da indústria nacional no mercado interno e externo, neutralizando os efeitos da doença holandesa e promovendo o desenvolvimento econômico sustentável.

Segundo o autor, esta é a política que neutralizará a doença holandesa para o mercado interno. Ela tornará as empresas no Brasil (nacionais ou multinacionais) competitivas internamente. Bresser-Pereira ainda completa que para as empresas tornarem-se competitivas para exportar, será necessário criar um subsídio, também variável, que seguirá as mesmas regras das tarifas.

 

 

Tags: déficit em conta correntenovo desenvolvimentismotaxas de câmbio
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