Empresas devem se posicionar sobre temas sociais e políticos? E por que esses posicionamentos geram reações tão diferentes entre consumidores, empregados e investidores?
No novo episódio do Podcast Impacto, Andréa Cerqueira conversa com Luiza Dazzi Braga, doutora em Administração de Empresas pela FGV EAESP e vencedora do prêmio de Melhor Tese, sobre o fenômeno do ativismo sociopolítico corporativo. A pesquisa de Luiza mostra que, ao se posicionarem publicamente, empresas não estão apenas comunicando causas, mas sinalizando valores morais e políticos que afetam diretamente a forma como diferentes públicos se identificam com elas.
Ao longo da conversa, Luiza explica por que o ativismo corporativo tende a gerar, em média, efeitos positivos, mas relativamente fracos, justamente porque esconde reações extremas de apoio e rejeição. A chave para entender esses resultados está no alinhamento político entre empresas e públicos, nos contextos culturais e no grau de polarização social. O episódio também discute quando o ativismo é mais arriscado, por que ele ainda é raro nas redes sociais das empresas e por que não existe uma fórmula universal para “acertar” nesse tipo de estratégia.
Se você se interessa por estratégia, marketing, comportamento do consumidor e o papel político das organizações na sociedade, este episódio traz reflexões fundamentais sobre se, quando e como as empresas devem se posicionar.
Ouça o episódio completo no Podcast Impacto:













