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Home Administração de empresas

Stablecoins são realmente estáveis? Pesquisa revela fragilidades e riscos no mercado de criptomoedas

5 de dezembro de 2025
Gráfico mostrando a volatilidade e correlação entre stablecoins e criptomoedas.

Resumo da pesquisa

  1. O estudo mostra que stablecoins como Tether e USD Coin não são tão estáveis nem independentes quanto se imaginava.
  2. Há forte conexão entre stablecoins, criptomoedas como Bitcoin e moedas tradicionais, como euro e iene.
  3. Essa interdependência pode gerar riscos sistêmicos, exigindo maior atenção regulatória.

Pesquisador(es):

Rafael Baptista Palazzi

Sebastian Schich

Alan de Genaro

As stablecoins surgiram com a promessa de trazer estabilidade ao volátil universo das criptomoedas. Diferentemente do Bitcoin, que varia constantemente, elas são atreladas a ativos estáveis, como o dólar americano. Essas moedas foram projetadas para funcionar como uma ponte segura entre o dinheiro tradicional e o digital. Mas será que cumprem essa função?

Uma pesquisa publicada na Journal of International Financial Markets, Institutions and Money, conduzida por Rafael Baptista Palazzi, Sebastian Schich e Alan de Genaro (professor da FGV EAESP), questiona essa suposição. O estudo avalia se as stablecoins realmente atuam como âncoras financeiras. Ou seja, se conseguem se manter estáveis, independentes e resilientes diante das flutuações do mercado.

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Os pesquisadores analisaram dados diários entre 2019 e 2023, envolvendo três stablecoins (Tether, USD Coin e Binance USD), três criptomoedas (Bitcoin, Ethereum e Binance Coin) e três moedas tradicionais (euro, iene e libra esterlina). Combinando diferentes métodos estatísticos, o estudo investigou como os movimentos de preço e volatilidade se espalham entre esses ativos. Dessa forma, eles relevaram conexões que comprometem a estabilidade prometida pelas stablecoins.

Estabilidade das stablecoins: moedas digitais atreladas ao dólar não são âncoras seguras no mercado cripto

Os resultados foram claros: as stablecoins não são âncoras robustas. Apesar de seu nome sugerir estabilidade, elas exibem fortes ligações com as oscilações de criptomoedas como o Bitcoin, especialmente durante crises de mercado, como o colapso da Terra-Luna ou do Silicon Valley Bank.

Além disso, os pesquisadores identificaram que as stablecoins reagem à liquidez e à volatilidade do mercado — ou seja, não são independentes das demais moedas digitais nem do sistema financeiro tradicional. Portanto, essa fragilidade compromete seu papel como porto seguro e pode gerar efeitos em cascata, ampliando riscos para todo o sistema.

Outro ponto relevante é que, em vez de reduzir a instabilidade, as stablecoins parecem refletir a dinâmica especulativa do mercado de criptomoedas. Ou seja, mesmo aquelas lastreadas em dólar mostram flutuações significativas, o que levanta dúvidas sobre sua capacidade de servir como meio de troca confiável.

Ademais, a pesquisa alerta para a necessidade de regulação mais rigorosa e de monitoramento contínuo por parte de autoridades financeiras. À medida que as stablecoins se integram ao sistema tradicional, sua instabilidade pode afetar bancos e investidores, tornando-se um risco sistêmico.

Para o público, o estudo reforça uma lição importante: “stable” não significa necessariamente “seguro”. Portanto, antes de investir ou utilizar stablecoins, é essencial compreender que sua estabilidade depende de fatores de mercado complexos e nem sempre controláveis.

Por fim, compreender o comportamento dessas moedas é vital para evitar novas crises e garantir que a inovação financeira digital avance de forma transparente, sustentável e responsável.

Leia o artigo na íntegra.

Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.

Tags: CriptoativoscriptomoedaMoedas fiduciáriasODS 8regulação criptomoedasrisco financeiroStablecoinsvolatilidade
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