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Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa
Home Administração de empresas Contabilidade e finanças

Índia pode ser um parceiro estratégico para a economia brasileira ganhar competitividade

3 de abril de 2020
Índia pode ser um parceiro estratégico para a economia brasileira ganhar competitividade

Resumo da pesquisa

  • As duas nações emergentes possuem características comuns (como exportações baseadas em produtos primários ou serviços), mas diferentes potencias de exportações
  • Relações entre os dois países podem avançar por meio de cooperação governamental e intercâmbios educacionais e culturais
  • Brasil deve explorar oportunidades para investir na Índia, visando outros mercados além da China e dos Estados Unidos

Pesquisador(es):

Umesh Mukhi

Brasil e Índia são duas grandes nações emergentes que apresentam desafios econômicos comuns, o que abre a oportunidade de aprenderem com a experiência uma da outra e desenvolverem suas economias e sociedades. Mas, para isso, precisam fortalecer suas relações. Se a economia brasileira quiser ganhar competitividade, a Índia pode ser um importante parceiro para o país expandir seu potencial e, em vez de depender tanto da agricultura, diversificar-se e investir em outros setores. É isso que sugere Umesh Mukhi, professor indiano da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) em artigo na revista “GV Executivo” de 2 de abril.

Ao analisar bibliografia sobre o tema e dados do Atlas de Complexidade Econômica, de Harvard, e do índice Ease of doing business (Facilidade de fazer negócios), do Banco Mundial, o autor destaca os pontos de contato das duas nações e suas diferenças. Segundo ele, até a última década, ambas conseguiram acelerar seu crescimento por meio de investimentos em setores estratégicos, como agronegócios e serviços, mas precisam direcionar suas economias para setores de alta produtividade, como o têxtil, o eletrônico e o de produção de máquinas. Em relação às exportações, ainda que próximos na complexidade atual, os dois países apresentam diferenças significativas em relação às perspectivas de inserir produtos mais sofisticados em suas pautas de exportação – no ranking de Harvard de 2017, o Brasil ocupava a 42ª posição enquanto a Índia aparecia em primeiro lugar em potencial nesse sentido.

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Para fortalecerem suas economias, Mukhi recomenda que Brasil e Índia promovam cooperação em diferentes níveis do governo (federal, estadual e municipal) e intercâmbio cultural e educacional. Como exemplo, ele cita a troca de experiências bem-sucedidas, como as altas taxas de alfabetização no estado de Querala, na Índia, e o agronegócio no estado brasileiro do Mato Grosso.

Novos estudos sobre as relações entre os dois países devem seguir na FGV EAESP, de acordo com Mukhi. As pesquisas devem analisar as estratégias das empresas indianas para ingressarem no mercado brasileiro e os desafios interculturais que enfrentam no desenvolvimento organizacional. “O Brasil deve redobrar a atenção para analisar o mercado indiano, explorar as oportunidades para investir no país e ver como ele pode ser um parceiro aqui dentro. O governo e os empresários precisam considerar que os mercados para o Brasil não são apenas os Estados Unidos e a China”, afirma Mukhi.

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