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Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa
Home Administração pública

Igualdade de gênero e integração de órgãos do governo contribuem para políticas de cuidado infantil

14 de junho de 2024
Perspectiva da igualdade de gênero deve ser incluída nas políticas de cuidado

Imagem: Kelly Sikkema / Unsplash

Resumo da pesquisa

  • O programa Brasil Carinhoso foi implementado pelo governo federal entre 2012 e 2015 como uma política de cuidado e atenção às crianças
  • A intersetorialidade – a participação de diferentes órgãos governamentais – apareceu na elaboração do projeto, enquanto a transversalidade – as perspectivas de igualdade de gênero – não foi observada em nenhum âmbito da iniciativa
  • Políticas recentes apresentam foco nesses atributos, com maior integração das instâncias governamentais e atenção aos diferentes tipos de desigualdades

Pesquisador(es):

Maria do Carmo Meirelles Toledo Cruz

Mariana Mazzini Marcondes

Marta Ferreira Santos Farah 

As políticas de cuidado são iniciativas de combate à desigualdade que buscam oferecer condições básicas – como alimentação, saúde e higiene – a grupos necessitados. No Brasil, uma dessas iniciativas foi o Brasil Carinhoso, programa do governo federal que, entre 2012 e 2015, teve o objetivo de fortalecer os direitos e o cuidado com crianças de até 6 anos de idade. Por sua abordagem múltipla, essa e outras políticas de cuidados podem se beneficiar de visões integradas, como a intersetorialidade e a transversalidade.

A intersetorialidade refere-se à integração de diferentes setores públicos para enfrentar um problema complexo – como saúde, educação e nutrição para o desenvolvimento infantil, por exemplo. Já a transversalidade é a incorporação de perspectivas de igualdade de gênero nas políticas públicas. Nas políticas de cuidado, isso significa dar visibilidade e garantir os direitos dos cuidadores – em sua grande maioria, mulheres.

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A análise está em artigo publicado pela pesquisadora da FGV EAESP Marta Ferreira Santos Farah e colaboradores na revista “Cadernos de Pesquisa”, da Fundação Carlos Chagas. Para entender o papel desses atributos no Brasil Carinhoso, as pesquisadoras analisaram documentos governamentais relacionados ao programa, de 2012 a 2015. Entre 2015 e 2017, também entrevistaram seis pessoas de órgãos governamentais ligados à educação, saúde, desenvolvimento social e mulheres.

Transversalidade e intersetorialidade ganham destaque em políticas de cuidado atuais no Brasil

A pesquisa mostrou que a intersetorialidade esteve presente na formulação do programa, mas não em sua implementação prática. A política articulou diferentes órgãos relacionados à saúde, educação, assistência social e nutrição no desenvolvimento infantil, criando um novo modelo para o financiamento do programa que envolvia três ministérios. Isso resultou na ampliação do acesso à creche, por exemplo. No entanto, a implementação prática do programa – como a formulação, a gestão e as deliberações, por exemplo – ocorreu de forma individualizada para cada setor.

A transversalidade, por sua vez, não foi contemplada na política. Apesar de previsto no desenho do projeto, os órgãos relacionados às mulheres não foram mobilizados na governança e nas negociações relacionadas ao programa. Além disso, em seus objetivos, a iniciativa não considerou ações de cuidado voltadas às mulheres – que são as principais responsáveis pelo cuidado com as crianças.

Segundo o estudo, os órgãos governamentais e as políticas de cuidados atuais já oferecem uma abordagem mais adequada. É o caso da Secretaria Nacional de Políticas de Cuidados e Família (SNCF), criada em 2023 pelo Ministério da Saúde com o objetivo de elaborar uma política nacional de cuidados. Diferente do que foi observado no Brasil Carinhoso, a intersetorialidade e a transversalidade são consideradas centrais na formulação desse projeto. A ideia é adotar estratégias que permitam a participação de múltiplos setores e que abordem diversos tipos de desigualdades.

Tags: igualdade de gêneroODS 5ODS3políticas de cuidadoSaúde e bem-estar
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